“Se”…
Aproveitando o período dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.
Em português, a palavra “se” pode ser:
Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:
* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.
- Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
- Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.

- Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
- Ele arrependeu-se do que fez.
- Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
- Vendem-se casas.
- Aluga-se carro.
- Compram-se jóias.
Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.
Trabalha-se de dia.
Precisa-se de vendedores
Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:
- Objeto direto
- Ele cortou-se com o facão.
- Objeto indireto
- Ele arroga-se direitos que não possui.
- Sujeito de um infinitivo
- “Sofia deixou-se estar à janela”.
Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…
Pedro – Vale
dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.
Em português, a palavra “se” pode ser:
Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:
* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.
- Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
- Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.
- Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
- Ele arrependeu-se do que fez.
- Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
- Vendem-se casas.
- Aluga-se carro.
- Compram-se jóias.
Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.
Trabalha-se de dia.
Precisa-se de vendedores
.
Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:
- Objeto direto
- Ele cortou-se com o facão.
- Objeto indireto
- Ele arroga-se direitos que não possui.
- Sujeito de um infinitivo
- “Sofia deixou-se estar à janela”.
Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…
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