Archive for May, 2008

MocidadeTV em "Um Curso que faz a Diferença"

Esse projeto que esta estreando aqui no DalheMongo com o objetivo de transmitirmos a opiniões e idéias de alunos e dirigentes da nossa regional. Queremos passar experiências das mais diversas, que nos todos proporcionamos na mocidade no dia-a-dia. Vamos utilizar desse programa também como instrumento de idéias, que a nossa mocidade tem como criação e conceito de que possa melhorar e ser utilizados em outras mocidades, mostrando que pode ser usado e da certo.

E que projetos como esse pode fazer parte da sua vida, dentro e fora da mocidade, com vontade, fé e amor podemos alcançar bons caminhos.

Hoje vamos falar sobre o curso de dirigentes, como é o pensamento de alunos que fé, os organizadores, bom divertimento e aproveitem!! xD

E no próximo programa: Quer arrecadar uma graninha para a sua regional? Saiba como fazer um evento supimpa, que renderá boas risadas, muita união e claro, uma verbinha para ajudar a financiar a ida para o Encontro de Mocidade! Aguarde!

Saudações,
Equipe MocidadeTV

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[Coluna] No início da palavra

Nada melhor do que iniciar esse longo relacionamento me explicando em relação a este nome, não é mesmo cidadãos Dalhamonguenses? “Artis Strictus” – Minha arte sobre palavras. E nesse momento as mentes se perguntam: qual o problema dessa garota? Onde ela quer chegar falando qualquer coisa em latim???

É caras mentes brilhantes… Em latim se chega ao longe (meu Deus, que pretensão!!!).

Tá bem, tá bem, vou começar de novo. E vou tentar que fique sério o papo agora ok? Vamos lá: “Artis Strictus” – Minha arte sobre palavras.
Artis em latim significa “artista”, e Strictus quer dizer “exato”. Ok, é nesse momento que vocês retornam à questão anterior: “Qual era o problema dela mesmo? Artista exato? Exatidão do artista? Onde fica a liberdade? E a criatividade?” Sem crise pessoal, vamos responder a todas estas perguntas. Não hoje, é claro. Mas vocês estão começando a entender o espírito do negócio. Agora quem pergunta sou eu: quem é o artista exato? O que seria esse tal de “artista exato”?

Mentes brilhantes, é hora de trabalhar! Mão na massa! Leu essa mensagem? Desculpe, vai ter que trabalhar. Trabalhar com arte, com criatividade. A ordem inicial é CRIAR. E antes de fazer aquela velha pergunta: “Mas criar o quê??” Não pense, crie. O artista exato sente, não pensa. O artista exato leva suas idéias todas bagunçadas para uma folha de papel, para uma página de Word no computador, para a última página da apostila do curso, para a parede da sua casa, seja pra onde for, pense no que for, e crie.

Para alguns, abstrato demais ainda? Para outros, mentes borbulhando já? Que tal algumas dicas? Precisamos entender como pensamos (parece estranho, eu sei) para deixar nosso pensamentos e idéias acontecerem de uma forma legal. Falando de criação, vamos a alguns passos.
Primeiramente identificamos algo que podemos chamar de problema, se assim quiserem. Então nosso problema de hoje será: fazer algo diferente na turma, e surpreender seus dirigentes (conte com sua turma para isso). Ótimo, já sabemos qual é o problema que precisamos solucionar.

Segundamente (sem comentários…), buscaremos dados para resolver nosso problema, é hora das alternativas. Para o nosso caso podemos pensar em algumas coisas como chegar mais cedo que eles e decorar a sala de vocês com fotos da turma, ou quem sabe no final da aula fazer uma serenata! Podemos também criar um momento à parte na turma, por exemplo depois dela, apenas para falarmos sobre “O impacto do efeito estufa no telhado da Casa Espírita” (seria fantástico hein?)
Enfim, após muito conversar com os amigos da turma, vocês finalmente decidem o que vão fazer. E por favor, devemos pensar com criatividade, ou seja, que tal olharmos para aquilo que já existe, e enxergarmos de outra forma? Isso sim é criatividade pessoal.

Então ficaremos combinados com o seguinte. Vocês façam este teste com as turmas (que os dirigentes não escutem isso), e depois postam aqui essas experiências, afinal de contas, criatividade também é transformar idéias já formadas!!!

Nas próximas edições da nossa coluna continuaremos falando desse assunto, e trarei mais algumas pequenas dicas para tornarmos nossos momentos um pouco mais interessantes, alegres, e por que não engraçados!?!?

“Ars gratia artis” – A arte engrandece o artista

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Ô Minas Gerais!

A reunião de Coordenadores Regionais de Mocidade acontece a cada 2 meses. Nesta reunião as regionais são representadas, alguns asssuntos são tratados como por exemplo: Encontro Geral, Encontro de Dirigentes de Mocidade e também as novidades de cada Regional. Esses assuntos são discutidos e as regionais assumem uma ou mais frentes de trabalho que existem dentro da Mocidade.

Mas não é só trabalho.

É um momento muito bom e alegre onde se faz muitas amizades e confraternizar é a palavra chefe. Além de trocar experiências e saber como está a Mocidade dos nossos companheiros.

Este é apenas o trailer do vídeo que fizemos durante a viagem para esta reunião e de tudo o que aconteceu lá. Divirta-se, em breve a versão completa.

Karla – Vale

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A relatividade das coisas

Muitas pessoas, ao pensarem na palavra relatividade, lembram-se, mesmo que nunca tenham estudado, daquela teoria proposta por Albert Einstein, a Teoria da Relatividade. Falarei aqui de um aspecto mais geral da palavra.

Pelo dicionário, relatividade é a qualidade ou estado do que é relativo.

O esporte mobiliza muitas pessoas. Tivemos, em um dos jogos da Taça Libertadores da América desse ano, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, um público de aproximadamente 80 mil pessoas. Abaixo, uma imagem do estádio.

Garanto que muitos brasileiros tinham o conhecimento desse número.

No dia 12 de Maio, um terremoto, de magnitude 7,9 na escala Richter, atingiu a China. Hoje temos a informação de que 80 mil pessoas foram confirmadas, pelo Governo de Pequim, mortas ou desaparecidas.

Garanto que muitos brasileiros não tinham o conhecimento desse número.

Esse é um exemplo de relatividade das coisas.

Como entendemos o mundo à nossa volta? Como agimos com o mundo à nossa volta?

O capítulo VI de O Livro dos Espíritos trata da lei de destruição, e mais especificamente dos Flagelos destruidores.

O capítulos XI e XXVII de O Evangelho segundo o espiritismo recebem os seguintes títulos: Amar o próximo como a si mesmo e Pedi e obtereis.

Criamos, então, em nossa mente, uma linha: sentimos, pensamos, agimos.

Sentimos por tudo aquilo que essas pessoas passaram e passam nesse momento. Pensamos em tudo aquilo que estudamos nos livros da Codificação, agimos. Agimos?

É claro que nem eu e nem a maioria das pessoas do mundo estão em condições de viajarem até a China. Fisicamente não. Em prece sim. A força do nosso pensamento é muito mais forte do que imaginamos, e o amor ao próximo não precisa ser dado apenas materialmente. Vibremos por todas essas pessoas para que elas tenham força e coragem para conseguirem enfrentar esse momento.

Tudo é relativo, e muitas vezes não fazemos nada porque pensamos que o mundo precisa de grandes ações. Eu faço as minhas pequenas partes, você faz as suas pequenas partes, e juntos chegaremos a resultados muito bons.

Pense nisso.

Yuri, Regional Vale.

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Judas traidor?

Muitos não conhecem sua história e sem qualquer conhecimento de causa julgam como o grande traídor. Será que ele prejudicou Jesus? Será que ele não fazia parte dos planos? Rafinha Bastos, um comediante bem famoso no circuito de peças de São Paulo, resolveu levantar esta questão e fez uma música.

Mais uma vez peço a delicadeza de ignorarem os palavrões e se atentem a hipótese de ver a traição pelo lado de Judas.

Vale como exercício. Será que costumamos nos colocamos no lugar dos outros?

Filippo – Vale

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Espiritismo em quadrinhos

Resolvi me aventurar nos quadrinhos. Daqui a pouco, como este blog anda, só vai faltar palavras cruzadas espíritas para termos um jornal completo, hein?

(Clique na imagem para ver a tirinha)

Crie você também a sua tirinha com temática espírita e envie para sac.dalhemongo@gmail.com que o Dalhe publicará aqui no blog!

Para criar sua tirinha, acesse: http://stripgenerator.com/create/

Filippo – Regional Vale

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Das mesas girantes à Codificação

Hippolyte Léon Denizard Rivail foi um professor, pedagogo e escritor francês. Fez os seus estudos na Escola de Pestalozzi, tornando-se ativo propagador de seu método e publicando diversas obras sobre Educação.

O pseudônimo Allan Kardec foi adotado pelo Prof. Rivail para diferenciar a Codificação Espírita dos seus trabalhos pedagógicos anteriores.

Em 1854 o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das mesas girantes.

No livro Óbras Póstumas temos o seguinte relato:

Foi em 1854 que ouvi falar, pela primeira vez, das mesas girantes. Um dia, encontrei o Sr. Fortier, o magnetizador, que conhecia há muito tempo; ele me disse: Sabeis a singular propriedade que se acaba de descobrir no magnetismo? Parece que não são somente os indivíduos que se magnetizam, mas as mesas que se fazem girar e caminhar à vontade. – “É muito singular, com efeito, respondi; mas, a rigor, isso não me parece radicalmente impossível. O fluido magnético, que é uma espécie de eletricidade, pode muito bem agir sobre os corpos inertes e fazê-los mover.” Os relatos, que os jornais publicaram, de experiências feitas em Nantes e Marselha, e em algumas outras cidades, não podiam deixar dúvida sobre a realidade do fenômeno.

Algum tempo depois revi o Sr. Fortier, e ele me disse: “Eis que é muito mais extraordinário; não só se faz a mesa girar magnetizando-a, mas a faz falar; interrogada ela responde. – Isto, repliquei, é uma outra questão; crerei nisso quando o vir, e quando se me tiver provado que uma mesa tem um cérebro para pensar, nervos para sentir, e que possa se tornar sonâmbula; até lá, permiti-me nisso não ver senão uma história de fazer dormir.”

Disso estava, pois, no período de um fato inexplicado, em aparência contrário às leis da Natureza, e que a minha razão repelia. Ainda nada tinha visto, nem nada observado; as experiências, feitas na presença de pessoas honradas e dignas de fé, me confirmaram na possibilidade do efeito puramente material, mas a idéia de uma mesa falante não entrava ainda no meu cérebro.

Foi ali que começou a nascer a Codificação. A semente da dúvida foi plantada em seu coração, e ela se juntou ao espírito de seriedade dos trabalhos realizados pelo já respeitado prof. Rivail. Ainda no livro Óbras Póstumas temos a comprovação disso:

Foi lá que fiz os meus primeiros estudos sérios em Espiritismo, menos ainda pela revelação do que pela observação. Apliquei a essa nova ciência, como o fizera até então, o método da experimentação; jamais ocasionei teorias preconcebidas: observava atentamente, comparava, deduzia as conseqüências; dos efeitos procurava remontar às causas, pela dedução e o encadeamento lógico dos fatos, não admitindo uma explicação como válida senão quando podia resolver todas as dificuldades da questão. Foi assim que sempre procedi em meus trabalhos anteriores, desde a idade de 15 a 16 anos. Compreendi, desde logo, a seriedade da exploração que iria empreender; entrevi, nesses fenômenos, a chave do problema, tão obscuro e tão controverso, do passado e do futuro da Humanidade, a solução do que havia procurado em toda a minha vida; era, em uma palavra, toda uma revelação nas idéias e nas crenças; seria preciso, pois, agir com circunspeção, e não levianamente; ser positivo e não idealista, para não se deixar iludir.

O pseudônimo Allan Kardec foi escolhido pois um espírito revelou-lhe que haviam vivido juntos entre os druidas, na Gália, e que naquela época o Codificador tinha esse nome.

A fé raciocinada, sobre a qual nos apoiamos hoje, surgiu do trabalho sério de um homem. Pensemos nisso em relação aos trabalhos que realizamos agora.

Yuri, Vale.

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[Coluna] – Este é um caso para a 761.

Olá pessoal.

Em vários momentos desta minha humilde existência me pego fazendo comparações. As vezes me vejo traçando paralelos de como seriam as coisas no plano espiritual, coisas aqui da nossa vidinha pesada e material, ou até como algumas facilidades do outro plano viriam bem a calhar neste plano daqui.

E a grande idéia desta coluna é falar de tudo isso. Todos estes comparativos… . Tenho outros materiais aqui para falar com vocês e até tive dificuldade de escrever o texto de hoje. Mas acho que ele é mais do que importante para o momento em que estamos vivendo. Espero que esta coluna seja uma via de duas mãos e que vocês possam ir adquirindo confiança e postando comentários e até sugestões de temas que possam ser aqui tratados.


CASO NARDONI

Acredito que todos tenham acompanhado o caso da pequena Isabella e o penoso desenrolar desta história que vem incessantemente sendo revirada na mídia. Já foram escancaradas fotos da menina, da família da menina, a professora da menina já deu depoimento, o avô da menina se pronunciou oficialmente, já sabemos a cor do sapato dos advogados da madrasta da menina.

Este excesso de foco no caso faz com que a população se mobilize em função disso, o que gera maior cobertura da mídia, se tornando assim um processo de bola de neve onde uma coisa alimenta a outra, se transformando, inclusive, dependentes entre si: o programa de TV que não fala do caso não tem audiência. Quem não sabe sobre o caso não entende do que está sendo falado.

Uma característica interessante de nossa população, especificamente de brasileiros, é a de que o povo costuma tomar questões que julgam injustas para sua tutela. Querem fazer justiça, exigir justiça, ver o sofrimento dente-por-dente alheio, mesmo que tenhamos deixado esta lei animalesca e estejamos em plenos 2000.

Cartazes foram pregados na frente do prédio onde estava o casal. Gritos de justiça e baixo calão. Vigília e até tentativa de invasão, Xingamentos. As detentas se mostram avessas ao caso e escrevem mensagens que deixam a sociedade um pouco mais saciada por essa sede de vingança nacional. “Ah, na prisão ela vai ver o que é sofrer!” – ouço por aí.

O que é tudo isso? No que efetivamente ajuda tudo isso?

Temos aqui um caso claro de desencarne pesaroso, difícil e que com esta repercussão acaba por ter muita energia envolvida. As reações para as ações tomadas pelo casal não são de meu interesse. Essa dívida eles vão ter que buscar nesta ou em tantas outras encarnações que todos temos pela frente. Mas.. e a menina? Será que estamos ajudando em alguma coisa ao emitirmos vibrações tão desequilibradas toda vez que vemos o caso?

Ao invés desta sede de vingança, de se preocupar se a cela em que está dormindo a madrasta está confortável ou não, deveríamos apenas vibrar. Vibrar para que a pequenina tenha uma passagem um pouco menos atribulada, que o casal que se não está arrependido, em algum momento de sua existência estará, tenha calma e consiga se aproximar de seus mentores, que consigam resgatar esta dívida da melhor maneira possível.

E que no fim, que todos tenham paz.
Afinal a consciência é a arma mais eficiente que o homem pode ter.

Livro dos Espíritos, pergunta 761:
A lei de conservação dá ao homem o direito de preservar a sua própria vida; não aplica ele esse direito quando elimina da sociedade um membro perigoso?

Resposta dos Espíritos: “Há outros meios de se preservar do perigo, sem matar. É necessário, aliás, abrir e não fechar ao criminoso a porta do arrependimento.”

Filippo – Vale do Paraíba

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Encontro Geral 2009 – foi dada a largada!

Vocês nesse momento devem estar pensando assim: “Nem me recuperei do Encontro desse ano, e você já quer falar do ano que vem??????”
Pois é pessoal, saibam que seus dirigentes já estão a todo vapor na organização do Encontro Geral 2009. E isso tudo é para vocês!!!
Mas antes de estragar qualquer surpresa e já contar o que vai rolar, é importante uma reflexão do porquê dessa nossa grande reunião que fazemos todo ano.

O Carnaval no Brasil é um dos períodos onde mais vemos jovens de nossa idade mergulharem em vícios em uma escala grandíssima. E é nesse momento que o plano espiritual precisa de nós. Sim, de nós: eu, você, seu dirigente, seu amigo da mocidade, e de todos aqueles que estão lá conosco.

E você mais uma vez se pergunta: Mas o que eu, um pobre mortal, posso fazer, se estarei no Encontro??? E nós te respondemos: as vibrações de jovens como nós são sempre muito bem aproveitadas dentro e, principalmente, fora do Encontro. Então imagine só… Enquanto nós estamos na plenária e temos aquela ótima sensação, por estar entre amigos, por poder falar de coisas boas, por cantarmos e dançarmos… Essa sensação é que são nossas vibrações. E essas vibrações são encaminhadas aos nossos amigos que estão por aí, às vezes envolvidos com diversões não tão boas quanto saudáveis.

Portanto, que tal começarmos este exercício desde já? Vamos vibrar para que nossa turma possa ir ao Encontro, pelos nossos dirigentes, por todos os dirigentes e turma de nossa Casa, da nossa cidade, e aquelas que nem imaginamos conhecer… Podemos também vibrar pela escola que sediará o encontro, pelos alunos e professores que passam grande parte de seus dias lá.

Então é isso pessoal! Bem vindos ao clima do Encontro Geral 2009 – SP Oeste

Da próxima vez que passarmos por aqui, com certeza teremos informações fresquinhas sobre o que está rolando nessa organização. Seus correspondentes adentrarão os mistérios das longas reuniões para saber o que vai rolar por lá.

Até breve!

Camila – Regional SP Oeste

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Se existe o lado negro da força…

Você fica com peso na consciência de cantar o “Créu” nas festinhas? Fica se segurando na cadeira quando entra aquela batidinha característica de funk? Seus pés não te obedecem e você não se controla mais?

Não troque o ritmo, troque a letra. Alguns já fizeram isso!!

Particularmente eu dispenso as duas versões. Mas…

Filippo – Regional Vale

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