From the monthly archives: May 2008

Hippolyte Léon Denizard Rivail foi um professor, pedagogo e escritor francês. Fez os seus estudos na Escola de Pestalozzi, tornando-se ativo propagador de seu método e publicando diversas obras sobre Educação.

O pseudônimo Allan Kardec foi adotado pelo Prof. Rivail para diferenciar a Codificação Espírita dos seus trabalhos pedagógicos anteriores.

Em 1854 o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das mesas girantes.

No livro Óbras Póstumas temos o seguinte relato:

Foi em 1854 que ouvi falar, pela primeira vez, das mesas girantes. Um dia, encontrei o Sr. Fortier, o magnetizador, que conhecia há muito tempo; ele me disse: Sabeis a singular propriedade que se acaba de descobrir no magnetismo? Parece que não são somente os indivíduos que se magnetizam, mas as mesas que se fazem girar e caminhar à vontade. – “É muito singular, com efeito, respondi; mas, a rigor, isso não me parece radicalmente impossível. O fluido magnético, que é uma espécie de eletricidade, pode muito bem agir sobre os corpos inertes e fazê-los mover.” Os relatos, que os jornais publicaram, de experiências feitas em Nantes e Marselha, e em algumas outras cidades, não podiam deixar dúvida sobre a realidade do fenômeno.

Algum tempo depois revi o Sr. Fortier, e ele me disse: “Eis que é muito mais extraordinário; não só se faz a mesa girar magnetizando-a, mas a faz falar; interrogada ela responde. – Isto, repliquei, é uma outra questão; crerei nisso quando o vir, e quando se me tiver provado que uma mesa tem um cérebro para pensar, nervos para sentir, e que possa se tornar sonâmbula; até lá, permiti-me nisso não ver senão uma história de fazer dormir.”

Disso estava, pois, no período de um fato inexplicado, em aparência contrário às leis da Natureza, e que a minha razão repelia. Ainda nada tinha visto, nem nada observado; as experiências, feitas na presença de pessoas honradas e dignas de fé, me confirmaram na possibilidade do efeito puramente material, mas a idéia de uma mesa falante não entrava ainda no meu cérebro.

Foi ali que começou a nascer a Codificação. A semente da dúvida foi plantada em seu coração, e ela se juntou ao espírito de seriedade dos trabalhos realizados pelo já respeitado prof. Rivail. Ainda no livro Óbras Póstumas temos a comprovação disso:

Foi lá que fiz os meus primeiros estudos sérios em Espiritismo, menos ainda pela revelação do que pela observação. Apliquei a essa nova ciência, como o fizera até então, o método da experimentação; jamais ocasionei teorias preconcebidas: observava atentamente, comparava, deduzia as conseqüências; dos efeitos procurava remontar às causas, pela dedução e o encadeamento lógico dos fatos, não admitindo uma explicação como válida senão quando podia resolver todas as dificuldades da questão. Foi assim que sempre procedi em meus trabalhos anteriores, desde a idade de 15 a 16 anos. Compreendi, desde logo, a seriedade da exploração que iria empreender; entrevi, nesses fenômenos, a chave do problema, tão obscuro e tão controverso, do passado e do futuro da Humanidade, a solução do que havia procurado em toda a minha vida; era, em uma palavra, toda uma revelação nas idéias e nas crenças; seria preciso, pois, agir com circunspeção, e não levianamente; ser positivo e não idealista, para não se deixar iludir.

O pseudônimo Allan Kardec foi escolhido pois um espírito revelou-lhe que haviam vivido juntos entre os druidas, na Gália, e que naquela época o Codificador tinha esse nome.

A fé raciocinada, sobre a qual nos apoiamos hoje, surgiu do trabalho sério de um homem. Pensemos nisso em relação aos trabalhos que realizamos agora.

Yuri, Vale.

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    Gostou? Então dá uma olhada nesses:

    1. Como era o Mundo na época da Codificação?
    2. O EMPURRÃO QUE O JOVEM PRECISA

    Olá pessoal.

    Em vários momentos desta minha humilde existência me pego fazendo comparações. As vezes me vejo traçando paralelos de como seriam as coisas no plano espiritual, coisas aqui da nossa vidinha pesada e material, ou até como algumas facilidades do outro plano viriam bem a calhar neste plano daqui.

    E a grande idéia desta coluna é falar de tudo isso. Todos estes comparativos… . Tenho outros materiais aqui para falar com vocês e até tive dificuldade de escrever o texto de hoje. Mas acho que ele é mais do que importante para o momento em que estamos vivendo. Espero que esta coluna seja uma via de duas mãos e que vocês possam ir adquirindo confiança e postando comentários e até sugestões de temas que possam ser aqui tratados.


    CASO NARDONI

    Acredito que todos tenham acompanhado o caso da pequena Isabella e o penoso desenrolar desta história que vem incessantemente sendo revirada na mídia. Já foram escancaradas fotos da menina, da família da menina, a professora da menina já deu depoimento, o avô da menina se pronunciou oficialmente, já sabemos a cor do sapato dos advogados da madrasta da menina.

    Este excesso de foco no caso faz com que a população se mobilize em função disso, o que gera maior cobertura da mídia, se tornando assim um processo de bola de neve onde uma coisa alimenta a outra, se transformando, inclusive, dependentes entre si: o programa de TV que não fala do caso não tem audiência. Quem não sabe sobre o caso não entende do que está sendo falado.

    Uma característica interessante de nossa população, especificamente de brasileiros, é a de que o povo costuma tomar questões que julgam injustas para sua tutela. Querem fazer justiça, exigir justiça, ver o sofrimento dente-por-dente alheio, mesmo que tenhamos deixado esta lei animalesca e estejamos em plenos 2000.

    Cartazes foram pregados na frente do prédio onde estava o casal. Gritos de justiça e baixo calão. Vigília e até tentativa de invasão, Xingamentos. As detentas se mostram avessas ao caso e escrevem mensagens que deixam a sociedade um pouco mais saciada por essa sede de vingança nacional. “Ah, na prisão ela vai ver o que é sofrer!” – ouço por aí.

    O que é tudo isso? No que efetivamente ajuda tudo isso?

    Temos aqui um caso claro de desencarne pesaroso, difícil e que com esta repercussão acaba por ter muita energia envolvida. As reações para as ações tomadas pelo casal não são de meu interesse. Essa dívida eles vão ter que buscar nesta ou em tantas outras encarnações que todos temos pela frente. Mas.. e a menina? Será que estamos ajudando em alguma coisa ao emitirmos vibrações tão desequilibradas toda vez que vemos o caso?

    Ao invés desta sede de vingança, de se preocupar se a cela em que está dormindo a madrasta está confortável ou não, deveríamos apenas vibrar. Vibrar para que a pequenina tenha uma passagem um pouco menos atribulada, que o casal que se não está arrependido, em algum momento de sua existência estará, tenha calma e consiga se aproximar de seus mentores, que consigam resgatar esta dívida da melhor maneira possível.

    E que no fim, que todos tenham paz.
    Afinal a consciência é a arma mais eficiente que o homem pode ter.

    Livro dos Espíritos, pergunta 761:
    A lei de conservação dá ao homem o direito de preservar a sua própria vida; não aplica ele esse direito quando elimina da sociedade um membro perigoso?

    Resposta dos Espíritos: “Há outros meios de se preservar do perigo, sem matar. É necessário, aliás, abrir e não fechar ao criminoso a porta do arrependimento.”

    Filippo – Vale do Paraíba

      Gostou? Então dá uma olhada nesses:

      1. Um Caso de Desmaterialização
      2. “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” Mt 26,41

      Vocês nesse momento devem estar pensando assim: “Nem me recuperei do Encontro desse ano, e você já quer falar do ano que vem??????”
      Pois é pessoal, saibam que seus dirigentes já estão a todo vapor na organização do Encontro Geral 2009. E isso tudo é para vocês!!!
      Mas antes de estragar qualquer surpresa e já contar o que vai rolar, é importante uma reflexão do porquê dessa nossa grande reunião que fazemos todo ano.

      O Carnaval no Brasil é um dos períodos onde mais vemos jovens de nossa idade mergulharem em vícios em uma escala grandíssima. E é nesse momento que o plano espiritual precisa de nós. Sim, de nós: eu, você, seu dirigente, seu amigo da mocidade, e de todos aqueles que estão lá conosco.

      E você mais uma vez se pergunta: Mas o que eu, um pobre mortal, posso fazer, se estarei no Encontro??? E nós te respondemos: as vibrações de jovens como nós são sempre muito bem aproveitadas dentro e, principalmente, fora do Encontro. Então imagine só… Enquanto nós estamos na plenária e temos aquela ótima sensação, por estar entre amigos, por poder falar de coisas boas, por cantarmos e dançarmos… Essa sensação é que são nossas vibrações. E essas vibrações são encaminhadas aos nossos amigos que estão por aí, às vezes envolvidos com diversões não tão boas quanto saudáveis.

      Portanto, que tal começarmos este exercício desde já? Vamos vibrar para que nossa turma possa ir ao Encontro, pelos nossos dirigentes, por todos os dirigentes e turma de nossa Casa, da nossa cidade, e aquelas que nem imaginamos conhecer… Podemos também vibrar pela escola que sediará o encontro, pelos alunos e professores que passam grande parte de seus dias lá.

      Então é isso pessoal! Bem vindos ao clima do Encontro Geral 2009 – SP Oeste

      Da próxima vez que passarmos por aqui, com certeza teremos informações fresquinhas sobre o que está rolando nessa organização. Seus correspondentes adentrarão os mistérios das longas reuniões para saber o que vai rolar por lá.

      Até breve!

      Camila – Regional SP Oeste

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        Gostou? Então dá uma olhada nesses:

        1. Você já viu o cartaz do Encontro Geral de 2012, né?
        2. [ENQUETE][EGM11] Escolha o título do Encontro Geral de 2011
        3. 38º ENCONTRO GERAL DE MOCIDADES

        Você fica com peso na consciência de cantar o “Créu” nas festinhas? Fica se segurando na cadeira quando entra aquela batidinha característica de funk? Seus pés não te obedecem e você não se controla mais?

        Não troque o ritmo, troque a letra. Alguns já fizeram isso!!

        Particularmente eu dispenso as duas versões. Mas…

        Filippo – Regional Vale

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