From the monthly archives: June 2008

A cobrança da sociedade sobre o jovem é imensa. As escolas têm seus programas de Ensino Médio voltadas para que o aluno passe em um vestibular e, nesse meio tempo, já tenha definido sua carreira profissional para, imagina-se, o resto da vida.

A mídia molda suas atrações com segundas intenções comerciais para que, por sua vez, moldem o gosto, a opinião e as atitudes da juventude.

Ainda sem opiniões plenamente formadas, mudando na mesma velocidade em que fervilham seus hormônios, os jovens sucumbem à pressão do meio.

Mais perigosa que tudo isso, temos também o chamado da rua. Em meio às brincadeiras naturais da idade, temos também todo o tipo de vícios, excessos e torpezas de toda a sorte a seduzirem a juventude. Drogas, criminalidade, prostituição, fugas das escolas, jogos em excesso.

Por que, a cada dia que passa, essas adversidades estão engolindo o espaço que deveria ser preenchido por aspirações superiores e ocupações edificantes?

Simplesmente porque o espaço que a educação moral, principalmente a familiar, deveria se fazer presente está largamente deixado de lado, dando a oportunidade para que o “canto da sereia” de todos esses males atinjam meninos e meninas em plena formação de seu caráter e personalidade.

É verdade que não podemos culpar as circunstâncias sociais pos eventuais desvios de caráter e propensões à queda moral, mas não podemos “tapar o sol com a peneira” e fingir que não temos nada a ver com isso.

É urgente e imprescindível que haja uma renovação e fortalecimento dos valores familiares, tão apagados na nossa sociedade voltada para o consumo e para o egoísmo. Amor, carinho e compreensão fazem verdadeiros milagres para a recuperação de relacionamentos em família e é ela que deve estar presente, ouvindo e atendendo aos anseios de pessoas que mal concluíram seu processo reencarnatório. São esses espíritos unidos por laços de amor e compromisso que devem estar presentes para auxiliar nas dúvidas e angústias dos jovens. Existe um certo ditado popular, um tanto difundido hoje em dia, que diz que o que a família não dá, o crime supre. Pode parecer um tanto exagerado, mas nas circunstâncias atuais, vemos que não é.

Além de uma base familiar sólida, é necessária uma boa base moral, edificada sobre valores corretos e construtivos. Temos a religião e os exemplos e ensinos de Jesus que são de imensa ajuda e que, compreendidos e vivenciados, garantem a formação de um ser humano de bem.

Por fim, incentivar a busca pelo desenvolvimento intelectual, pois quanto mais conhecimento temos, mais informações para julgarmos aquilo que é certo ou errado para nossas vidas.

Olhemos para os nossos jovens e procuremos não enxergar apenas a turbulenta mudança ou a rebeldia e a vontade de mudar o mundo (aliás, extremamente válida, quando bem utilizada), mas os homens e as mulheres do futuro, guardiões de um mundo herdado daqueles que hoje comandam a sociedade. Se quisermos que eles construam um mundo melhor e sejam pessoas ainda melhores, devemos investir nossas vidas e nossos corações para que nenhuma dessas ovelhas do Pai se desgarre do rebanho que Ele criou para a felicidade no bem e na caridade.

Alessandro – Litoral Sul

     

    Está tudo aí, dentro de você.

    Filippo – Regional Vale

      Gostou? Então dá uma olhada nesses:

      1. “Coração amarelo, verde e branco… Paz e azul…” – 12° Encontro de Dirigentes de Mocidade

      “O inteligente se previne de tudo; o idiota faz observações sobre tudo.”
      Heinrich Heine

      “As coisas não têm explicação; têm existência.”
      Fernando Pessoa

      Se fossemos traduzir as frases acima para nossa linguagem brasileiríssima, diríamos que ficaria mais ou menos assim…

      “… Não sei, só sei que foi assim…”
      Chicó em Auto da Compadecida

      Ops… Começar a coluna, indagando sua função de observar, com as frases acima, é até um pouco dizer que não servimos realmente para nada. Alem de ilustrar coisas que você simplesmente necessita vivenciá-las, mais do que observá-las.

      Vou usar as frases acima, para ilustrar um pouco das coisas que observarmos na vida, afinal o grande problema aqui não é observar e sim o que se observa, o que se valoriza.

      Durante a nossa vida procuramos às vezes olhar para coisas perdidas ou simplesmente prestar atenção em coisas que não nos levarão a lugar algum. E aquelas coisas que deveríamos valorizar passam em branco em nossas vidas.

      Quando digo olhar as coisas erradas, é que a maioria das vezes nós adoramos valorizar e lembrar de sofrimentos, de sentimentos perdidos e até mesmo de coisas não realizadas. Tentamos encontrar explicação, os porquês disso e daquilo, sem simplesmente nos permitirmos a aceitar o que aconteceu conosco, e com isso aprender e viver. Parece que queremos respostas pra tudo. Mas, existem coisas, que muito mais do que entender as respostas, precisamos antes de mais nada nos questionar se fizemos a pergunta certa, se observamos o que deveria ser visto realmente. Ou até melhor, deveríamos como as frases que iniciam estes textos, nos prevenirmos com perguntas mais concretas, ou com a compressão da existência das coisas e não a explicação delas, e no fim de tudo saber muito mais do se foi, do que realmente se é.

      Infelizmente vivemos num mundo material de provas e expiações, todos nós seres humanos, somos medidos por nossas palavras e ações, é até bonito termos pensamentos e sentimentos puros e cheio de boas intenções, mas estamos em um mundo material e onde tudo se é medido por aquilo que você faz ( palavras e ações) e não por aquilo que você é. E é justamente nestas pequenas diferenças, daquilo que foi e faz, para aquilo que é e representa realmente você. Fazer a perguntar certa, valorizar aquilo que será para sempre, se prevenir mediante ao que podes sentir, observar sabendo que muito mais do que respostas, procuramos compreender, aquilo que a maioria do que o seres humanos não fazem, saber realmente o que as pessoas são e porque fazem certas coisas, descobrir suas motivações.Sabendo que não devemos nos preocupar somente com fatos, mas irmos sempre alem.E neste alem perdido entre existências, explicações, prevenções e observações, ainda nos permitimos a sermos inteligentes e idiotas, tolos e objetivos, simples e totalmente incompreendidos.Onde isto, apenas retrata que realmente somos espíritos imperfeitos vivendo em um lugar que esta a evoluir, devemos sempre nos permitir a observar, a errar e a dizer que … não sei sobre certos sentimentos e pensamentos, que são reflexos das nossas ações e palavras. Basta sabermos valorizar realmente nossas motivações, basta valorizarmos as ironias de observamos o nada, e ao mesmo tempo tudo, mas não tendo evidentemente a vergonha por aquilo que se fez.

      Com isso, chegamos ao porque de tudo, para nossa observação final. Compostas de existências, explicações, razões e que nos levam a ver e a valorizar efetivamente o que somos (sentimentos, pensamentos, palavras e ações) para tudo aquilo que vivemos, que faz, com que sejamos pessoas totalmente diferente dos demais.

      Às vezes estamos na mocidade, a 1, 2, 3,4 ou até 10 anos e nunca paramos para nos pergunta, do por que continuo vindo, o que me motiva a estar ali todos os dias. Não paramos pra pensar, e devemos parar para pensar agora, o que seria da nossa vida sem a mocidade. Que tipo de pessoa seriamos sem ela. E é exatamente neste momento, que vemos o quanto diferente somos dos demais. É neste momento que vemos que os amigos da mocidade, estão totalmente preocupado com o que realmente somos, com nossos sentimentos e pensamentos. E todos nos que estamos aqui até hoje é porque realmente nos sentimos completos por estarmos juntos. Não viram somente nossas palavras e ações a mocidade vai alem, e nos vamos alem para vermos isso em nossos amigos. E é neste ideal de se fortalecer para as demais coisas da vida, que a mocidade nos deixar pensar, o que seriamos sem ela? Onde estaríamos? O que faríamos? E quem mais alem da nossa família ( com suas devidas proporções) estaria disposto a compreender tudo aquilo que realmente somos ? A mocidade responde isso!

      Como disse lá em cima muito mais do que respostas precisamos ter boas perguntas, e isso é se prevenir, isso é entender a existências das coisas através da compreensão do que quero efetivamente saber. Isto é poder dizer que as coisas foram assim. E termos a oportunidade de observar agora, o que a mocidade nos proporciona, para que assim possamos compartilhar com aqueles, que querem nos ver por inteiro.

      Valorizar ironias que fazem muitos se perderem e observar o todo o completo que representar nosso ser, sem sermos “indiotas”, e se formos ainda temos muito para aprender onde queremos chegar. O observatório mocidade, desta vez nos pede para olhar pra as coisas todos os dias como se fosse a primeira vez que a vimos, quem sabe ai enxergaremos as melhores perguntas a fazer e compreendamos do porque insistimos a estarmos na mocidade. Afinal no fim, só posso dizer que, não sei … só sei que foi assim… e é por isso que estou aqui…acho que apreendi a valorizar a ironia de observar o que realmente sou.

      Na próxima coluna vamos ver onde a mocidade deixar de ser algo para ser a coisa. Se é que é a coisa pra alguns, somente o necessário …rsrsrs.


      De olhos e ouvidos bem abertos

      - Observando por ai, vi que muitos som de vozes estão preocupados com o futuro da mocidade. E vejo que esta preocupação vem dos velhos de mocidade e seu medo em abandonar o trabalho. O Futuro se constrói hoje, e confiar em nossos alunos ( futuros dirigentes) significa que eles irão viver o que será efetivamente importante para cada um de nós.

      - Na próxima coluna muitas novidades sobre nossos grandes eventos, apenas peço agora que façam as perguntas certas aos seus dirigentes e estejam atentos, as coisas irão aparecer e pintar, literalmente de onde e como vocês menos imaginam.

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        1. Amanhã pode ser ….
        2. Pequenas belezas

        Estranhas ocorrências periodicamente chamam a atenção.
        A natureza parece convulsionar-se.
        Ondas imensas devastam grandes áreas habitadas.
        O aquecimento global provoca devastadores fenômenos climáticos.
        Chove em excesso em alguns lugares, enquanto noutros faz-se desesperadora seca.
        Ao lado dos fenômenos da natureza, há também tristes espetáculos produzidos pelos homens.
        Atos terroristas causam vítimas incontáveis.
        Guerras surgem em vários locais do planeta.
        Notícias sobre corrupção não param de eclodir.

        A cada dia são divulgadas notícias sobre cruéis atos de violência.
        Crianças são brutalmente assassinadas, idosos são logrados, jovens são corrompidos.
        No âmbito sexual, liberdade facilmente degenera em libertinagem.
        Ante esse estranho contexto, não falta quem diga que a Humanidade está perdida.
        Entretanto, o bem nunca foi tão operante no mundo.
        A ciência descobre sem cessar a cura para enfermidades que, por longo tempo, infelicitaram a raça humana.
        A tecnologia torna o viver mais suave, sob o aspecto material.
        Há inúmeras organizações voltadas para a promoção do ser humano.
        Incessantemente surgem leis que asseguram direitos para as minorias.
        Organizações internacionais procuram interferir em países nos quais os direitos humanos são desrespeitados.

        A prática do serviço voluntário dissemina-se pelo corpo social.
        Há belíssimos exemplos de devotamento e abnegação.
        A rigor, vive-se uma época de transição e pujança.
        Sob uma atividade febril, a grandeza e a miséria humanas tornam-se visíveis.
        Os meios de comunicação trazem a público o que por muito tempo foi dissimulado.
        A partir das informações disponíveis, cada qual escolhe o que deseja valorizar.
        Alguns se encantam com os progressos tecnológicos e científicos.
        Outros valorizam as conquistas dos atletas e a abnegação dos voluntários de diversas áreas.
        Mas há quem tome gosto por notícias de violência, corrupção e tragédia.
        Por certo não é possível e nem desejável ignorar o mal ainda existente no mundo.
        Ele deve ser identificado e combatido, com serenidade e competência.
        Mas não é viável centrar no mal toda a atenção, em detrimento do bem que também se desenvolve.
        A Humanidade é hoje muito melhor do que jamais o foi.

        Há pouco mais de um século, havia escravos no Brasil.
        Eram seres humanos que podiam ser chicoteados, vendidos e assassinados por seus donos.
        Eles eram considerados apenas coisas, bens materiais de que se dispunha livremente.
        Hoje a própria idéia parece escandalosa.
        Mas por muito tempo ela foi considerada absolutamente natural.
        A sensibilidade humana está se sofisticando.
        Algumas práticas admitidas no passado hoje causam estarrecimento e revolta.
        Trata-se do progresso modelando os costumes e os sentimentos.
        A Humanidade está sendo preparada para uma fase mais sublime de sua existência imortal.
        Nela, a fraternidade, o mérito e a justiça devem reinar soberanos.
        Apresse a depuração de seu mundo íntimo vivendo, valorizando e refletindo sobre o bem.

        É uma questão de escolha.
        Pense nisso.

        Redação do Momento Espírita.
        Em 30.05.2008

        Fonte:

        http://momento.com.br/

        Postado por
        Luana – Vale

          A top model Raica Oliveira, de 22 anos, foi criada na religião espírita. Nascida em Niterói, a namorada do craque Ronaldo mora hoje a maior parte do ano em Nova York por conta de compromissos profissionais. Quando está nos Estados Unidos, Raica vai ao centro Casa São José, na cidade vizinha de New Jersey, freqüentado por brasileiros como Divaldo Pereira Franco e Raul Teixeira – considerados médiuns pelos adeptos da doutrina. “Do que mais gosto na minha religião é a idéia de que podemos sempre voltar à Terra de novo e aperfeiçoar nosso espírito”, diz Raica, o rosto do espiritismo jovem. “Sempre temos uma segunda chance.”

          Raica, Raul e Divaldo são, segundo uma reportagem publicada recentemente no jornal americano The New York Times, as faces visíveis de um novo fenômeno: a abertura de centros espíritas nos Estados Unidos dirigidos por brasileiros, freqüentados pela comunidade latina e também por americanos. O Brasil não é apenas o maior país católico do mundo. É também a nação com maior número de espíritas, cerca de 20 milhões de pessoas, segundo os números oficiais. E, agora, tornou-se também o principal pólo difusor da religião fundada e sistematizada pelo francês Allan Kardec.

          Quais as características desse espiritismo que o Brasil professa e exporta? Pode-se dizer que o rosto de Raica, uma das mulheres mais bonitas do país, é a face-símbolo de uma nova fase na religião. Esqueça os copos que se movimentam sozinhos sobre a mesa branca, as operações com canivete e sem anestesia do médium Zé Arigó e as sessões de exorcismo coletivo transmitidas pelo rádio. Isso tudo ainda existe, mas o crescimento e a exportação da doutrina se devem principalmente a seu lado menos místico e mais racional.

          Esse “novo espiritismo” preserva os pilares básicos da religião: a imortalidade do espírito, sua reencarnação e evolução, além da possibilidade de comunicação entre vivos e mortos. Mas se baseia muito mais em leituras e na introspecção que em rituais ou sessões que invocam supostas forças do além. São incentivadas também as duas práticas mais fortes da doutrina: a caridade e a tolerância religiosa. O espiritismo vem crescendo no Brasil, principalmente entre jovens de classe média. No site de relacionamentos Orkut, já existem 366 comunidades sobre “espiritismo” e outras 808 quando se busca a palavra-chave “espírita”.

          A maior delas se chama simplesmente Espiritismo. Tem 183.546 membros. Lá, as discussões variam desde assuntos simples, como o lançamento de um livro, até questões teóricas mais elaboradas, como a relação entre espíritos e Física Quântica. Curiosamente, a palavra “catolicismo” registra apenas 34 comunidades, e “católico” 421.

          O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística calcula que a doutrina espírita tem 20 milhões de adeptos no Brasil, afora os que professam o espiritismo como segunda religião. A doutrina cresceu cerca de 40% entre os últimos dois censos. Os dados do IBGE mostram que esse crescimento se deu principalmente nos estratos mais ricos e escolarizados da população. A renda dos espíritas é 150% superior à média nacional, e 52% deles ganham acima de cinco salários mínimos. Entre os espíritas, 77% têm entre oito e 15 anos de escolaridade, dez anos em média a mais que os católicos.

          Além de Raica Oliveira, outras celebridades vêm aderindo ao espiritismo, embora poucas alardeiem professar a crença. Boa parte prefere tratar o assunto como algo privado. É o caso da atriz Cleo Pires, que herdou a fé de seu pai, o cantor Fábio Júnior, e dos avós maternos. O tenista Gustavo Kuerten recentemente se submeteu a um tratamento espírita, levado por seu fisioterapeuta, Nilton Petrone – o mesmo de Xuxa e Romário.

          Sofrendo de dores nos quadris que o derrubaram do primeiro para o 452o lugar no ranking do esporte, Guga, aos 29 anos, recorreu a um tratamento espiritual no Lar do Frei Luiz, centro espírita da zona oeste do Rio. “Foi minha primeira experiência com o espiritismo. Estou mais calmo e equilibrado”, disse Guga a ÉPOCA. Tecnicamente, o tratamento, ocorrido no dia 10 de junho, não foi uma cirurgia, pois não houve cortes. Guga seguiu o procedimento-padrão do centro. Primeiro, ficou por mais de uma hora na sala de orações, com mais de 50 pessoas. Depois, foi com um pequeno grupo para uma sala escura. “O tratamento espiritual não substitui a fisioterapia, apenas a complementa”, diz Nilton Petrone.

          Matéria retirada da revista “Época” – Edição 509 – 18/02/2008
          Esta é o primeiro dos seis artigos da revista.

          Para ver as outras matérias da série, acesse: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74657-6014-424-1,00-O+NOVO+ESPIRITISMO.html

          Indicada por: Victo – Vale

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            1. Inspirador de filme e novela, o espiritismo atrai famosos na vida real
            2. Espiritismo ou Espiritualidade?
            3. ESPIRITISMO: UM JOVEM ACIMA DE 30


            Vou começar dizendo que não sei o que escrever! Não vou contar coisas engraçadas que vivi?! Também não… Vou escrever como cheguei nesta foto.

            Carnaval de 1998 21, 22, 23 e 24 de Fevereiro

            Estava com 19 anos cursando o 3° ano do Técnico em Administração. Tinha um amigo inseparável de baladas, o Beto, que me convidara para participar (convenceu) a participar da Escola de Aprendizes do Evangelho que iniciava no mês de Março de 1996 no GEFA (sendo que acabava de terminar uma EAE no Peregrino do Caminho). Não preciso dizer que estava a fim de pular fora na primeira oportunidade que aparecesse, mas fui levando. A turma era formada por jovens e adultos e acontecia aos Sábados às 18 horas. Com a convivência fomos conhecendo outros jovens que faziam parte dessa turma.

            Estavam sempre juntos, chegavam e saiam, eram dirigentes de Mocidade, que acontecia antes da EAE , mas como era de se esperar, nós não demonstramos muito interesse pela Mocidade, estávamos mais preocupados com Festas, Bares e Danceterias que iríamos após a EAE. Os meses passaram e com eles um interesse morno pelas propostas que a EAE me oferecia e assim chegamos ao fim do ano.

            O ano de 1997 começou a EAE voltou das férias e vimos os dirigentes de Mocidade falar do Encontro de Carnaval, o famoso Folia de Luz. A nossa turma de EAE era bastante animada e em um almoço na casa de um de nossos dirigentes, me aproximei dos dirigentes de mocidade, quer dizer, das dirigentes! Perguntei como eu podia participar do Encontro que era em algumas semanas e foi então que eu levei um toco! Uma das Dirigentes disse que tinha que ter feito a minha inscrição em Dezembro. Bom, não foi o fim do mundo, passei o Carnaval com o Beto na balada e nem me lembrei do Encontro, as atrações do meu Carnaval eram mais chamativas (mulheres e cervejas) para eu lembrar de Folia de Luz

            O Carnaval passou e o meu morno interesse pelas propostas da EAE continuava na mesma, mas começou acontecer algo diferente, estava fazendo tratamento de passe no GEFA quando o Dirigente da Assistência Espiritual começou a puxar assunto comigo enquanto eu esperava na fila para tomar o passe. Ele perguntava o que eu fazia no meu horário livre, do tipo se eu jogava bola , namorava, estudava e se eu não me interessava pela Mocidade. Eu respondi que estava um pouco velho para fazer Mocidade. Mas não era só o Dirigente da Assistência Espiritual que começou a falar disso comigo, o Dirigente da EAE e os outros Dirigentes de Trabalho também. Bem, depois de algumas abordagens sobre o assunto, estávamos novamente num almoço na casa dos Dirigentes da EAE e veio o convite da Dirigente que havia me dado o toco para conhecer a Mocidade. Eu fui, era ela a dirigente da turma, a turma 1 da Mocidade Luz Sérgio. Fui na semana seguinte e na outra também, depois da quarta semana de visita veio o convite para ser o Secretario da turma 3 junto da outra Dirigente que fazia EAE comigo.

            A partir daí eu me envolvi mais com a EAE e com a Mocidade e suas atividades extras curriculares até chegar nesta foto. Eu queria concluir essa historia ressaltando a importância do envolvimento de todos os Dirigentes até o momento em que aceitei o convite, não porque eu era importante para o trabalho mas porque o trabalho foi muito importante para mim.

            Abraços para todos e aproveite as oportunidades que a vida oferece para fazer o bem.
            Até a próxima!

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              1. Bebês a bordo! – Coluna Social no DalheMongo
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