Archive for July, 2008

Mocidade? Para quê?!

Nota: Paraibuna fica aproximadamente a 30km da cidade de São José dos Campos

Um certo amigo sempre me perguntava “o que fazia eu, nos sábados à tarde, pegando ônibus daqui de Paraibuna, pra ir pra cidade de São José dos Campos”, e sempre que eu respondia, dizia ele achar estranho. “Você poderia estar dormindo cara!!!”. O curioso era que ele sempre me perguntava e ria. Assim como ele, muitos acham estranho, ou perda de tempo: Religião? Estudos? Pra que?

Mais porque será que algumas pessoas pensam dessa maneira? Será que parece realmente ser tão estranho assim, visto por outro lado? Ou será que eles precisam só de uma CHANCE!? Pensando nisso, cheguei nessa questão: Por que algumas pessoas simplesmente ignoram acreditar em algo, ter fé? É ai que entra o livre arbítrio, a liberdade… de fazer o que creio que devo, de fazer o que acho certo, acho melhor pra eu mesmo.


Mais desde que fui pra lá, meus sábados não conseguem ser tão completos se falto. A mocidade praticamente virou uma febre, uma sina, um compromisso inadiável. Amigos que você pensa a semana inteira, e ao encontrar na mocidade tem inúmeras novidades que rolaram durante a semana pra contar. Fora encontros, atividades, e milhares de coisas que fazem da mocidade um local ótimo, onde se aprende, se faz amizade, se educa e re-educa, onde se tem carinho, onde existem pessoas como muitas idéias iguais a você!

E este foi – entre muitas outros motivos – o que faz do Grupo Espírita Francisco de Assis o local em que todos sábados eu preciso estar.

Felipe Balão – GEFA
Regional Vale do Paraíba

Felipe Balão é aluno da mocidade da regional Vale do Paraíba e enviou seu texto pelo email: sac.dalhemongo@gmail.com . Caso você seja aluno e também tenha um texto, faça como ele e compartilhe conosco você também!

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Preparamos o nosso campo?

Haviam dois fazendeiros que precisavam de chuva, sendo assim, os dois oraram a Deus que a chuva viesse, mas só um deles saiu e preparou o campo para a chuva. Qual dos dois tinha fé que a chuva viria? Qual dos dois acreditava que Deus ajudaria? 

Assisti nesse fim de semana um filme chamado Enfrentando Gigantes (Facing the Giants), que fala de fé, sinceramente eu adorei, pois trata a questão da fé, não só no acreditar que as coisas vão dar certo ou que é só pedir a Deus ajuda e as coisas mudarão da água para o vinho, o filme fala que a oração é importante, claro, mas aliada a muita dedicação, empenho, confiança no que acreditamos.

 

Jesus nos falou sobre a fé “- Digo-vos, em verdade, que aquele que disser a esta montanha: Tira-te daí e lança-te ao mar, mas sem hesitar no seu coração, crente, ao contrário, firmemente, de que tudo o que houver dito acontecerá, verá que, com efeito, acontece” (MARCOS, cap. Xl).

 

Bem como no Evangelho, “A fé é humana e divina. Se todos os encarnados se achassem bem persuadidos da força que em si trazem, e se quisessem pôr a vontade a serviço dessa força, seriam capazes de realizar o a que, até hoje, eles chamaram prodígios e que, no entanto, não passa de um desenvolvimento das faculdades humanas” E.S.E. Um Espírito Protetor. (Paris, 1863).

 

Podemos ser prodígios!! Basta acreditar, ter fé em Deus, termos confiança que dias melhores virão… Trabalhar! Trabalhar! Trabalhar para que conquistemos nossos objetivos.

 

Mas mesmo assim, fica a pergunta: Preparamos o nosso campo?

 

E é isso ai…

Leandro – Peregrinos

 

 

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Você sabe quem foi Bezerra de Menezes?

Olá moçada, como estão todos?

Se você não sabe quem foi Bezerra de Menezes, fique tranqüilo, vai saber! Trago hoje uma dica cultural para todos nós. No dia 29 de agosto vai estrear nos cinemas brasileiros “Bezerra de Menezes – o filme”. O longa-metragem vai contar um pouco sobre a vida deste ilustre médico que ficou conhecido como “médico dos pobres”.

Certamente você, caro jovem de mocidade, já ouviu falar de Bezerra. Se não o conhece a fundo, aproveite para conhecê-lo assistindo o filme. Se já o conhece, vamos prestigiar uma produção nacional e incentivar todos a conhecerem esse maravilhoso ser de luz.

Na idade adulta, Bezerra é interpretado pelo ator Carlos Vereza. No elenco também estão Caio Blat, Lúcio Mauro e Nanda Costa.

Para saber mais sobre o filme acesse o site: http://www.bezerrademenezesofilme.com.br/

Que tal combinar com todos os seus amigos de mocidade, da sua regional e lotar o cinema da sua cidade? Vamos fazer uma grande cinemada de mocidade!

O trailer para quem quiser ficar curioso:

Em tempo: a Regional de Mocidades do ABC orgulhosamente apresenta o blog da REMO ABC, mais um canal de troca de informações sobre o movimento de mocidade no ABC.

O endereço é http://remoabc.wordpress.com/. Faça uma visita!

Bárbara – Regional ABC

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União simpática das almas

Revista Espírita, julho de 1862

(Bordeaux, 15 de fevereiro de 1862. – Médium, senhora H…)

P. – Já me dissestes várias vezes que nos reuniríamos para não mais nos separar. Como isto poderia se dar? É que as reencarnações, mesmo as que sucedem às da Terra, não separam sempre por um tempo mais ou menos longo?
R. – Digo-te: Deus permite àqueles que se amam sinceramente, e souberam sofrer com resignação para expiarem suas faltas, se reunirem primeiro no mundo dos Espíritos, onde progridem juntos, para obter estarem encarnados nos mundos superiores. Podem, pois, se o pedem com fervor, deixar os mundos espíritas na mesma época, se reencarnar nos mesmos lugares, e, por um encadeamento de circunstâncias previstas anteriormente, se reunir pelos laços que melhor convierem ao seu coração.
Uns pedirão para ser pai ou mãe de um Espírito que lhes era simpático, e que ficarão felizes em dirigir no bom caminho, cercando-o de ternos cuidados da família e da amizade. Os outros pedirão a graça de estarem unidos pelo matrimônio e de ver transcorrerem numerosos anos de felicidade e de amor. Falo do casamento entendido no sentido da reunião íntima de dois seres que não querem mais se separar; mas o casamento, tal como é compreendido sobre vossa Terra, não é conhecido nos mundos superiores. Nestes lugares de felicidade, de liberdade e de alegria, os laços são de flores e de amor; e não vás crer que sejam menos duráveis por isso. Só os corações falam e guiam nessas uniões tão doces.
Uniões livres e felizes, casamentos de alma à alma diante de Deus, eis a lei de amor dos mundos superiores! e os seres privilegiados dessas regiões benditas, crendo-se mais fortemente ligados por semelhantes sentimentos do que não o são os homens da Terra, que pisam tão freqüentemente sob os pés os mais sagrados compromissos, não oferecem o doloroso espetáculo de uniões perturbadas, sem cessar, pela influência dos vícios, das más paixões, da inconstância, do ciúme, da injustiça, da aversão, de todos esses horríveis pendores que conduzem ao mal, ao perjúrio e à violação dos juramentos mais solenes. Pois bem! esses casamentos benditos por Deus, essas uniões tão doces, são a recompensa daqueles que, tendo se amado profundamente no sofrimento, pedem ao Senhor justo e bom continuar nos mundos superiores a se amarem ainda, mas sem temerem uma próxima e terrível separação.
E o que há aí que não seja fácil de compreender e de admitir? Deus, que ama todos os seus filhos, não teve que criar, para os que disso se fizeram dignos, uma felicidade tão perfeita quanto as provas haviam sido cruéis? Que poderia conceder que fosse mais conforme ao desejo sincero de todo coração amante? De todas as recompensas prometidas aos homens, há alguma coisa de semelhante a este pensamento, a esta esperança, eu poderia dizer a esta certeza: estar reunido pela eternidade aos seres adorados?
Crê-me, filha querida, nossas secretas aspirações, essa necessidade misteriosa mas irresistível de amar, amar por muito tempo, amar sempre, não foram colocadas por Deus em nossos corações senão porque a promessa do futuro nos permitia essas doces esperanças. Deus não nos fará experimentar as dorés da decepção. Nossos corações querem a felicidade, não batem senão para as afeições puras; a recompensa não poderia ser senão o cumprimento perfeito de nossos sonhos de amor. Do mesmo modo que, pobres Espíritos sofredores destinados à prova, nos foi necessário pedir e escolher mesmo, algumas vezes, a expiação mais cruel, do mesmo modo Espíritos felizes, regenerados, escolhemos ainda, com a nova vida destinada a nos depurar mais, a soma destinada ao Espírito avançado. Eis, filha bem amada, um resumo bem sucinto das felicidades futuras. Freqüentemente, teremos ocasião de retornar a este agradável assunto. Deves compreender quanto a perspectiva desse futuro me torna feliz, e quanto me é doce te confiar minhas esperanças!

P. – Reconhecemo-nos nessas novas e felizes existências?
R. – Se não nos reconhecêssemos, a felicidade seria bem completa? Isso poderia ser a felicidade, sem dúvida, porque nesses mundos privilegiados todos os seres estão destinados a ser felizes; mas seria bem a perfeição da felicidade para aqueles que, separados bruscamente na mais bela época da vida, pedem a Deus para estarem reunidos em seu seio? Seria a realização de nossos sonhos e de nossas esperanças? Não, pensas como eu. Se um véu fosse lançado sobre o passado, não estaria aí a suprema felicidade, a inefável
alegria de se rever depois das tristezas da ausência e da separação; não estaria aí, ou pelo menos se ignoraria, essa antiga afeição que aperta mais os laços. Do mesmo modo que sobre a vossa Terra dois amigos de infância gostam de se reencontrar no mundo, na sociedade, e se procuram muito mais do que se suas relações não datassem senão de alguns dias, assim também os Espíritos que mereceram o favor inapreciável de se juntarem nos mundos superiores são duplamente felizes, e reconhecem a Deus este novo reencontro, que responde aos seus desejos mais caros. Os mundos colocados acima da Terra, nos graus da perfeição, são cumulados de todos os favores que podem contribuir para a felicidade perfeita dos seres que os habitam; o passado não lhes é oculto, porque a lembrança de seus antigos sofrimentos, de seus erros
resgatados ao preço de muitos males, e aquele mais vivo ainda de suas sinceras afeições, lhe fazem encontrar mil vezes mais doçura nessa nova vida, e os garante das faltas que poderiam, talvez, por um resto de fraqueza, se deixarem ir algumas vezes. Esses mundos são para o homem o paraíso terrestre destinado a conduzi-lo ao paraíso divino.

Nota. – Equivocar-se-á estranhamente sobre, o sentido desta comunicação vendo-se nela a crítica às leis que regem o casamento e a sanção das uniões efêmeras extra-oficiais. Ante as leis, as únicas que são imutáveis são as leis divinas; mas as leis humanas, devendo ser apropriadas aos costumes, aos usos, aos climas, ao grau de civilização, são essencialmente móveis, e seria muito triste que fosse de outro modo, e que os povos do século dezenove fossem acorrentados à mesma regra que regia nossos pais; portanto, se as leis mudaram de nossos pais a nós, como não chegamos à perfeição, elas deverão mudar de nós aos nossos descendentes. Toda lei, no momento em que é feita, tem sua razão de ser e sua utilidade, mas pode que, boa hoje, não o seja mais amanhã. No estado de nossos costumes, de nossas exigências sociais, o casamento tem necessidade de ser regulado pela lei, e a prova de que essa lei não é absoluta, é que ela não é a mesma em todos os países civilizados. É, pois, permitido pensar que, nos mundos superiores, onde não há mais os mesmos interesses materiais a salvaguardar, onde o mal não existe, quer dizer, de onde os maus Espíritos encarnados estão excluídos, onde, conseqüentemente, as uniões são o resultado da simpatia e não de um cálculo, as condições devem ser diferentes; mas o que é bom neles poderia ser mau em nós. De outro lado, é preciso considerar que os Espíritos se desmaterializam à medida que se elevam e se depuram; que não é senão nas classes inferiores que a encarnação é material; para os Espíritos superiores, não há mais encarnação material, e, conseqüentemente, mais procriação, porque a procriação é para o corpo e não para o Espírito. Portanto, uma afeição pura é o único objetivo de sua união e, para isto, não mais que pela amizade sobre a Terra, não tem necessidade da sanção dos ofícios ministeriais.

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PROPAGANDA DE JULHO

Em mês de frio, férias e festas juninas o DalheMongo lança um cartaz para você, espiritonauta, divulgar para seus amigos espíritas este verde blog!

Para ver ampliado, clique na imagem.

 

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Aventureiros do Vale em ação!

Olá queridos amigos, companheiros de plantão!

Não faz muito tempo, agora em abril, fomos conferir a “Reunião de Coordenadores de Mocidades”, que tem como hábito se reunir bimestralmente. Em cada edição, representantes de todas as regionais do país comparecem para discutir assuntos relevantes a nível nacional. Mas… discutir o que? O Lula e sua política econômica? As ações da bolsa? A supervalorização das marcas no momento da compra da nova classe C?

Não, não senhores! Discutimos mocidade!

São dois dias conversando e decidindo importantes passos para nosso grupo de jovens. De lá, cada coordenador espalha a informação por os dirigentes de sua regional que, por sua vez, redistribui para vocês: alunos da Escola do Coração.

Acontece que para nós 03 podermos ir nesta reunião de coordenadores, tivemos que nos ausentar de nossas turmas. E foi aí que surgiu a idéia de filmar tudo e mostrar para eles como foi. Esta é a parte I.

Para relembrar o último post que falamos nisso e ver o trailler novamente, clique aqui!

Filippo – Vale do Paraíba

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Amizade se constrói com a vida

Tenho a maior alegria de falar dos valorosos amigos que fiz no trabalho de Mocidade, pessoas que carrego no meu coração independente da distancia ou do tempo que não as vejo, são referências em muitas coisas em minha vida.

Mas quero escrever sobre um em especial. Um que conheci antes do trabalho de Mocidade o Carlos Roberto Guimarães vulgo Beto.

Começamos nossa amizade por influência dos nossos pais, tinha tudo para dar errado essa amizade, mas deu certo até agora, eu tinha 16 anos ele 15, freqüentávamos o mesmo Centro (o Peregrinos do Caminho) e estávamos na idade das baladas e começamos a sair.

O pai do Beto e a minha mãe achavam que se nós dois estivéssemos juntos um controlaria o outro. Grande ilusão a deles. Não éramos de procurar drogas ou cigarros, mas a cervejinha descia redondo sem falar o olho comprido em cima de qualquer garota que passasse na nossa frente.
Detalhe: eu estava fazendo Escola de Aprendizes do Evangelho (EAE) no Peregrinos do Caminho, e o Beto também. O Beto saiu da EAE e eu alguns meses depois também saí, havíamos feito mais de um ano e meio de curso.

O ano de 1996 começou e em Março iniciamos uma nova turma como eu relatei na Coluna do mês de Junho. Vamos para o ano de 1997 que vai ficar mais interessante. Comecei a freqüentar a Mocidade e ele (o Beto) se recusava a participar dizendo que era coisa de pirralho e que não dava para ficar ali assistindo aulinha. Eu que já estava envolvido queria que ele também participasse, que seria uma boa experiência para nós dois, afinal quem viveu todo esse tempo junto na gandaia sabia o amigo que tinha, e para piorar a situação para o lado dele o pai dele só liberava o carro se eu estivesse junto o que estava sendo coisa rara naquele momento. Os dias foram passando e ele fazendo pressão para que eu fosse aos Bares e Danceterias para o pai emprestar o carro. Eu claro que não ia estava respirando Mocidade e não queria saber de gandaia naquele momento.

Um dia ele chega na minha casa e começa a falar que eu não era mais o amigo que ele tinha, que não me encontrava mais, não conseguia falar comigo. “Onde é que eu estava?!”

Foi então que ele chegou onde eu queria. Falei que se ele queria que eu saísse com ele tinha que pelo menos conhecer a Mocidade, afinal de contas a maior reclamação dele era ficar sem carro para curtir a balada, então fizemos uma troca, ele foi na semana seguinte na Mocidade e depois saímos para a balada.

Com o passar do tempo a balada foi mudando de figura e a Mocidade também. No ano de 1998 o Beto assumiu uma turma de Mocidade com a Fernanda e o Fabio em um centro espírita chamado GEFA (Grupo Espírita Francisco de Assis), a Turma 04.

Depois disso tudo ele trabalhou ativamente no movimento de Mocidade por uns seis anos ajudando na tesouraria e organização dos Encontros de Carnaval.

Como tudo na vida a amizade se constrói com tijolos chamados amor e dedicação, dê de presente tijolos como estes para os seus amigos.

Um forte abraço para todos vocês,
Angelo Dybal

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Olá Senhorio,

O cotidiano se torna chato depois de um tempo. Vocês que entrarão em férias agora e que achavam chato o cotidiano das aulas, vão estar cansados de férias logo mais, no fim do mês. É inerente ao ser humano a inquietação. Comecei a pensar nessas coisas, já que não aguentava mais esperar férias. Aí, junto com uma aula que dei nesse fim de semana em uma turma de mocidade lá do Vale do Paraíba, comecei a devagar divagar.

Quando aprendemos sobre a lei de ação e reação na mocidade – aquela mesma, do Tio Newton, da escola – normalmente lembramos de atos negativos e como eles impactam as pessoas a nossa volta. Como quando pensamos mal de alguém e isso gera um desequilíbrio, lançando vibrações negativas para ela, para ti (com a mesma intensidade) e, claro, para o ambiente em que vivemos.

As vezes não conseguimos nos controlar, isso é fato. As vezes, escapa algum mal-dizer-ops-saiu e lá se foram as energias negativas. É difícil controlar realmente, e vez ou outra acaba partindo de nós mesmos o comentário, pensamento e, em casos extremos, atos negativos.

Bom, estamos em um planeta de provas e expiações e nossa obrigação é “segurar a onda”. Porém, é normal que isto aconteça. Temos o livre arbítrio e temos que trabalhá-lo com responsabilidade.

Mas… e o contrário? E se nossa ação for positiva? Como as pessoas se comportariam se de repente melhorassemos o dia delas, nem que seja só um pouquinho? É possível fazer isso sem dinheiro? Sendo dependente dos meus pais? Eu consigo?

Espero que este vídeo seja o combustível para todos aqueles que tem uma chama, por menor que seja, dentro de si.

A música muda o ambiente, anima as pessoas e entretem, enquanto voltam do trabalho em um dia cansado. Ela é a ação de um grupo querendo mudar o dia das pessoas ou a reação ao cansaço e desanimo de todos?

Essa fica pra pensar!

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