Adeus, Ano Velho

Amém – por Fernando Anitelli
Pelo retrovisor enxergamos tudo ao contrário
Letras, lados, lestes
O relógio de pulso pula de uma mão para outra e na verdade… nada muda
A criança que me pediu dez centavos é um homem de idade
no meu retrovisor
A menina debruçando favores toda suja
É mãe de filhos que não conhece
Vendeu-os por açúcar
Prendas de quermesse
A placa do carro da frente se inverte quando passo por ele
E nesse tráfego acelero o que posso
Acho que não ultrapasso e quando o faço nem noto
O farol fecha…
Outras flores e carros surgem em meu retrovisor
Retrovisor é passado
É de vez em quando… do meu lado
Nunca é na frente
É o segundo mais tarde… próximo… seguinte
É o que passou e muitas vezes ninguém viu
Retrovisor nos mostra o que ficou; o que partiu
O que agora só ficou no pensamento
Retrovisor é mesmice em dia de trânsito lento
Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas
Mostra as ruas que escolhi… calçadas e avenidas
Deixa explícito que se vou pra frente
Coisas ficam para trás
A gente só nunca sabe… que coisas são essas
Que possamos refletir e saber que as coisas ruíns, erradas, mal resolvidas, ficaram para trás, assim como a imagem no retrovisor. Passou, já era. Que sirvam apenas de estímulo para que possamos melhorar, resolver e construir. É hora de olhar para a frente, se modificar interiormente e sempre ajudar o próximo. Sem sombra de dúvida essa deve ser a tônica para o ano que está por vir. Que nossos bons momentos e nossa amizade não fiquem no retrovisor, se solidifiquem cada vez mais…
FELIZ 2009 FELIZ
Abraços,
PEDRO – CELUCA – TAUBATÉ
Ao ver alguns alunos de mocidade decidirem, espontaneamente, que em uma aula livre do programa, iriam passar de casa em casa para arrecadar alimentos para as famílias de Santa Catarina e Minas Gerais, me fez pensar. Tudo bem, existe um grupo que se aproveitou disso para benefício próprio e haverá uma reação a esta ação.
Mas nós somos poderosos. Não sozinhos, mas como um grupo, com identidade e ideologia formada, somos poderosos.
E se existe o que a comunicação chama de Marketing de Oportunidade, para mim, esta é a Caridade de Oportunidade. É aquela chance para você, que por alguma razão, tem vergonha de oferecer ajuda a uma senhora que carrega uma bolsa pesada ou que não tem tempo para dar um pulo em um orfanato para dar um presente de Natal, de colocar em prática um pouco dos ensinamentos do Amigo.
Esta é a chance.
E para ilustrar, a Campanha da Anistía Internacional, que tem como tema “Você é poderoso”.
Filippo – Vale
Este post é baseado na música “Então é Natal”. Para ouvi-la, clique abaixo:
Simone – Então é Natal
“Então é Natal!
- Que legal!
E o que vc fez?
- Fui pro Geral, pro encontro de Pais, pra réplica da RGA, pro encontro regional e pro Intermoc!
O ano termina…
- Mas as reuniões continuam… rs
E nasce outra vez…
- Lei da reencarnação…
Então é Natal!
- E logo mais o Geral…
A festa cristã!
- O geral tb não deixa de ser uma… Pq estar com o Mestre e rever os amigos é sempre uma festa!
Pro velho e pro novo!
- O Geral tb… hehehe
Pro amor como um todo…
-^^
Essa brincadeira foi só pra deixar aqui registrado minha eterna alegria por estar e fazer parte desse movimento! Deixar minha eterna gratidão a todos (dirigentes, secretários, alunos) por muito me ensinarem sobre o amor do “aniversariante mór” desse mês!!! Sim, pq através de tudo que vivencio com vocês em todas as épocas do ano (nos encontros, reuniões), através dos olhares, abraços, risadas e lágrimas, me sinto mais próxima do amor que o Mestre Jesus nos exemplificou..
Que Ele possa estar (continuar) presente em nossas vidas não somente nessa data especial que se aproxima, mas em todos os dias de nossa vida (encontros ou não-encontros… rs)!!!
Um abraço carinhoso a cada um…
Robs! – Litoral Sul
“Eu amo tudo! Eu amo todos! Tudo! Todos! Tudo e todo mundo!”
Naquele escritório era assim. Todos os anos, pelo Natal, eles procuravam uma família que necessitasse de assistência para comemorar o Natal. Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma família que havia sofrido várias tragédias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.
Então, durante um mês, todos no escritório foram colocando as doações em dinheiro dentro de uma lata decorada. Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a mãe e os seis filhos, imaginando a expressão de felicidade deles, ao receberem os presentes. Para os meninos, luvas para o inverno e aviões em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pelúcia. Para a mais velha, já adolescente, perfume e um relógio.
Evidentemente, a família não deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural freqüentada pela família, seria o portador dos presentes. Na sexta-feira anterior ao Natal, a mãe da família voltou mais cedo para casa, após o trabalho. Ela recebera uma gratificação extra do seu patrão. O marido ficou feliz com a notícia.

Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades. Mas, então, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e não poderia pagar as despesas médicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.
Condoídos com a situação, marido e mulher convocaram os filhos para uma reunião de família e decidiram entregar a gratificação de Natal a seus amigos. Comida e despesas médicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.
Algumas horas depois de tomada a decisão, o pastor foi fazer uma visita para a família. Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para a família necessitada. O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condição: todos eles deveriam acompanhá-lo até seu carro.
Sem entender muito bem o porquê da exigência do pastor, eles concordaram com o pedido. Quando atravessaram o portão da casa, eles viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escritório lhes havia mandado, como expressão de amor natalino.
Que Natal esplêndido foi aquele para as duas famílias necessitadas, para o coração do pastor e para todo o pessoal do escritório!
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Uma tradição de Natal,
de Pat A Carman, do livro Histórias para o coração da mulher, de
Alice Gray, ed. United Press.
Em 17.12.2008
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Luana – Vale