Archive for May, 2009

Cinema: Depois da Vida

Em um ponto qualquer entre o céu e a terra, pessoas mortas recentemente são apresentadas aos seus guias. Durante os três dias seguintes, estarão escalados para ajudar os mortos a vasculhar suas memórias em busca de um momento determinado de suas vidas, uma boa lembrança, um marco em suas existências. O momento escolhido será recriado em um filme, que será uma espécie de lembrança que levarão consigo em sua passagem para o paraíso. Mas, além do choque dessas pessoas ao saberem que estão mortas, resta ainda uma tarefa difícil: escolher o momento mais importante de suas vidas.

Para acompanhar o trailer: “E se existe um depois da vida. E se, antes de ir ao Paraíso, você for para um lugar especial. Um lugar onde você escolhe uma memória para levar com você para sempre. Qual é a única memória que você escolheria? Seria o despertar de um amor ou um adeus suave? Seria a promessa de juventude ou o reflexo do envelhecimento? Seria um momento de beleza, ou a beleza do silêncio? Escolher uma única memória pode significar redescobrir sua vida.”

Apesar de tratar de um paraíso eterno, o filme lida com alguns conceitos de Espiritismo. O filme já vale só pela reflexão que proporciona em relação à importância que devemos dar aos pequenos momentos de felicidade que vivemos.

Espíritos Errantes, Mundos Transitórios, Relações de Além-Túmulo, Lembrança da Existência Corpórea, Anos da Guarda, Espíritos Protetores, Familiares ou Simpáticos, Felicidade e Infelicidade Relativas, O Nada, A Vida Futura, Duração das Penas Futuras, entre outros.

Para mais, Navegue por assunto em cinema.

Yuri, VALE.

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O que VOCÊ pensa disso?

Letra: AQUI.

Filippo – Vale

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Chico Xavier, o novo Bezerra dos Cinemas II

Olá amigos,

Depois desse post, olha o que apareceu:

Filippo – Vale

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Causas de incredulidade

Revista Espírita, maio de 1862

Senhor Allan Kardec,
Li com muita desconfiança, direi mesmo com o sentimento de incredulidade, as vossas primeiras publicações tratando do Espiritismo; mais tarde, eu as reli com infinita atenção,assim como as vossas outras publicações, à medida que elas apareceram. Pertenço, devo dize-lo sem preâmbulo, à escola materialista; a razão, ei-la: é que, de todas as seitas filosóficas ou religiosas, era a mais tolerante, a única que não se entregou a um levante geral para a defesa de um Deus que disse, pela boca do Mestre: “Os homens provarão que são meus discípulos se amando uns aos outros”. Em seguida, é que a maioria dos guias que a sociedade se dá para inculcar nos espíritos jovens as idéias de moral e de religião, parecem antes destinadas a lançar o pavor nas almas, do que lhes ensinar a bem se conduzir, a esperar uma recompensa pelas suas penas, uma compensação para sua aflição. Também os materialistas de todas as épocas, e principalmente os filósofos do último século, cuja maioria ilustrou as artes e as ciências, aumentaram o número de seus prosélitos, à medida que a instrução emancipou os indivíduos: preferiu-se o nada aos tormentos eternos.

Está na ordem que o infeliz compare; a comparação lhe sendo desvantajosa, duvida de tudo. E, com efeito, quando se vê o vício na opulência e a virtude na miséria, se não houver uma doutrina racional e provada pelos fatos, o desespero se apodera da alma, pergunta-se o que se ganha em ser virtuoso, e atribuem-se os escrúpulos da consciência aos preconceitos e aos erros de uma primeira educação.

Ignorando o uso que fareis de minha carta, e vos deixando, sobre este ponto, uma inteira liberdade, creio que não será inútil fazer conhecer aqui as causas que operaram minha conversão. Eu tinha vagamente ouvido falar do magnetismo; uns o consideravam como uma coisa séria e real, os outros o tratavam de bagatela: nisso, pois, não me deterei. Mais tarde, ouvi falar de todos os lados de mesas girantes, de mesas falantes, etc.; mas cada um tinha, sobre esse assunto, a mesma linguagem que sobre o magnetismo, o que fez que não me interessasse mais com isso. Entretanto, por uma circunstância inteiramente imprevista, tive à minha disposição o Tratado de magnetismo e de sonambulismo do Sr. Aubin Gauthier. Li esta obra com uma disposição de espírito constantemente em rebelião contra seu conteúdo, de tal modo que, o que ali está explicado, me parecia extraordinário, impossível; mas chegado a esta página onde esse homem honesto disse: “Não queremos que nos creia sobre palavra; que se tente segundo os princípios que indicamos, e se se reconhece que, o que adiantamos, é verdadeiro, tudo o que pedimos, é que se esteja de boa fé, e que nisso se convenha.” Esta linguagem de uma certeza racional, que só o homem prático pode ter, detém toda minha efervescência, submete meu espírito à reflexão e lhe determina a tentar.

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A mocidade e os ditados…

Bom, depois de muito refletir sobre diversas coisas que acontecem no ambiente de mocidade, cheguei a conclusão de que todos os fatos ocorridos estão amparados em algo bem simples mais ao mesmo tempo tão complexos que são os ditados populares, esses mesmos que são passados de geração em geração. Daqui a muitos anos, você poderá ler esse texto novamente, pois irá perceber que as situações serão as mesmas, só os personagens mudarão. Não sei ao certo como começou, sei que anos antes de Cristo o famoso profeta Moisés, já se utilizava desse recurso. Com o seu “olho por olho dente por dente”, constituía as leis daquela época, acho que não seria para incitar a violência, somente uma forma de fazer com que o povo pudesse se adaptar já que antigamente só compreendiam a linguagem do medo. O tempo passou, e como passou! Os ditos populares continuam se encaixando perfeitamente nos tempos modernos, veja como tenho razão…

Vamos falar de relacionamentos, um tema bastante polêmico e que acaba sempre tendo visões controversas. Imaginem só, dois rapazes perdidamente apaixonados por uma única menina, todos da mesma turma de mocidade. Cada um querendo chamar mais atenção do que o outro, mesmo que para isso tenham que falar mal do seu rival, ou melhor, do seu concorrente, “o homem é o lobo do homem”, ou seja, o homem é o seu próprio predador, e que predador voraz! Sabe quando aquele seu amigo todo certinho chega com uma série de lições sobre o que é certo ou o que é errado, o que você deve ou não fazer? Pois é, aí você percebe que ele faz tudo aquilo de errado que ele te disse para não fazer, “quem tem telhado de vidro não atira pedra no telhado do vizinho”. Se não consegue agir de uma forma exemplar, porque exigir do outro essa conduta? Vejamos como não é fácil a vida de dirigente de mocidade. Sempre existe aquele aluno que está meio indeciso se freqüenta ou não as aulas e o dirigente se esforça e faz de tudo, até convencer e conseguir integrar esse aluno ao demais, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, de tanto insistir, convenceu o não tão duro coração do aluno indeciso.

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Quando chega a época de encontro é uma correria só e é muito chato quando algum aluno diz que não pode ir por um motivo ou outro. Isso acontece e é até natural, ficamos sempre tristes. Só que ele não foi simplesmente por um motivo banal, ou para fazer qualquer outra coisa sem importância, “o que os olhos não vêem o coração não sente”. Ainda bem, porque seria muito decepcionante descobrir uma coisa como essa. Tem também aquela história do expositor que vai dar aula em uma turma pela primeira vez. Ele não conhece bem o perfil da turma e todos estão bem tímidos. Ele começa a instigar os alunos com uma série de perguntas e de uma hora para outra, os alunos começam a responder e fazer também, uma série de perguntas tão complexas que o expositor até fica sem graça, “não cutuque a onça com vara curta”, é sempre bom estar preparado para todo tipo de situação.

Ainda nas aulas, às vezes o dirigente sofre, convida alguém para dar uma aula ou às vezes convida até duas pessoas e por ironia do destino, nenhuma das duas aparece. Ele bastante esperto, já estudou e pediu para que seu secretário estudasse a aula também, “mais vale um pássaro na mão do que dois voando” Dirigente é realmente uma figura, todo lugar que vai, sempre leva seu programa para conseguir alguém para dar uma aulinha “de grão em grão a galinha enche o papo”. Em todas essas situações, o aluno é sempre o principal beneficiado, afinal, tudo o que é feito é em prol do aluno, e mesmo que ele ache que uma situação não irá dar certo, as coisas sempre acabam acontecendo de uma forma positiva para ele, “quem espera sempre alcança”. O que se espera alcançar, é que a juventude de hoje, principalmente aquela que freqüenta a mocidade, tenha mais qualidade de vida, com valores morais bem definidos. Quando as coisas não acontecem tão facilmente e quando não alcançamos nossos objetivos tão rápido, ficamos decepcionados, “devagar se vai ao longe”, afinal, tudo tem seu tempo, sua hora certa para acontecer.. O ditado que mais gosto, é “o trabalho com mocidade é duro, mas feliz”, esse ninguém deve conhecer porque acabei de inventar, por enquanto é o que dá para fazer, inventar uma maneira de fazer melhor, de ser melhor, de ser feliz, de ser…

E tenho dito!

Pedro – Vale

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Charge da Semana

Para ver a tirinha em alta definição, clique na imagem.

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Esta charge foi retirada do blog Espiritirinhas, de Wilton Pontes, uma dica de Marcia Cristina Campos Ramos, da 43ª Turma de EAE do GEFA .

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Aprendendo a Auxiliar | LS Parte 4

As cartas de Luiz Sérgio são postadas sempre às terças-feira, às 10h. Para ver todas as cartas, clique aqui.

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Nunca estamos sós.

Ainda não sei muito bem se devia continuar dizendo as coisas que digo, porque desconfio que elas são banais. Porém, como sempre encontramos pessoas para as quais essas coisas são novas, é de utilidade que se ensine, recomeçando sempre. Por isso, aqui estou novamente com muita satisfação.

Muita coisa me tem acontecido desde a última notícia que dei. Estou sendo procurado por muitos irmãos que querem colaborar também e me incentivam bastante. Hoje estão muito deles aqui, porque quiseram conhecer minha família terrena. Estão animados, esperando poder participar de algum trabalho que projete suas inteligências no bem e no amor aos encarnados. Acho que ainda não estamos preparados para enfrentar um trabalho de tamanha envergadura e só daqui a alguns anos teremos possibilidades de executá-lo

É melhor para todos nós, principalmente para os encarnados, que nos mantenhamos em discreta distância, pois nenhum de nós saberia resolver os problemas que os afligem. Já tive provas dessa dificuldade, enfrentando casos estudados pelo meu grupo, sempre orientado pelo mentor (eu já expliquei que mentor é igual a professor).

O caso estudado não era dos mais complexos, mas, mesmo assim, deixou–nos embaraçados . Imagine que havia dois irmãos brigando por causa de uma moça. Perguntou-nos o mentor se saberíamos opinar sobre a questão. Os outros nada disseram e ficaram indecisos. Eu, então, resolvi expor meus pensamentos, porque achei muito natural fazê-lo. Disse que eles brigavam por uma tolice, pois a moça gostaria de um só. E se fosse o caso dos moços gostarem da mesma moça, ambos deveriam desistir e continuar sendo amigos. Então, disse-me o mentor:

- “Como você faria para normalizar a situação?”

Fui rápido na resposta, usando o conhecimento que já havia adquirido:

- “Chegaria perto de cada um deles e daria a intuição; ou esperaria que ambos dormissem para conversar com eles e convencê-los a continuar se estimando, desistindo da moça”.

O mentor, muito sério, levou-nos a um canto e depois de apaziguar os contendores, fazendo um deles se afastar e o outro descansar, ficou observando o que ficava. Após alguns minutos, pôs atenção no que me pareceu ser a mente espiritual do moço, voltou sorrindo e disse que o caso estava quase resolvido.

Levou-nos dali para o lugar onde moramos. É verdade. Nunca falei dele para você. Ë uma cidadezinha onde nós, desencarnados, temos tudo aquilo de que precisamos e somos abrigados de toda maldade. Outro dia eu explico. Nessa cidadezinha há um prédio grande onde eu nunca entrei. Nosso mentor deixou-nos à porta e entrou sozinho. Passado algum tempo voltou e, interrompendo nossa conversa, convidou-nos a retornarmos à casa dos contendores.

Lá estavam os dois irmãos amuados. Nosso mentor explicou:

- “O moço (que aqui vamos chamar José) sente atração pela moça, mas não vai desposá-la, porque na encarnação anterior contraiu débitos, isto é, tem por obrigação moral casar-me com outra moça da qual abusou e depois a relegou ao desamparo social. Embora ele tenha o desejo de voltar a ter Maria (demos-lhe esse nome) por companheira, não vai ser permitido.

João, ao contrário, é muito amigo (afim) de Maria e veio para ser-lhe companheiro, já que na encarnação anterior não o pôde, porque o irmão José, ao desviar-se do compromisso que contraíra com a outra, tomara-lhe a namorada Maria.”

A conseqüência de tudo isso foi que nós tivemos de lavrar a sentença: vamos ajudar João a casar com Maria. Foi o que começamos a fazer. Tudo sob rigorosa supervisão do mentor, que nos guia passo a passo, só nos entregando serviços menores como recados acompanhamentos para proteção, vigia e outros mais.

Como vê, muita coisa se passa na Terra e ninguém percebe que mãos desconhecidas a orientam para tudo correr certo.

Nós costumamos dizer: “Deus nos ajude” e nem sequer temos a idéia de que realmente Deus nos ajuda, fazendo com que muitos de nós estejamos perto da hora da necessidade.

Bem, esta primeira parte foi toda preparadinha para ser escrita. Cuidei de usar bem as palavras para não terem sentido dúbio. Agora vou relatar outras coisas.

Sabe que tenho feito rápidas viagens pelo Brasil? Não sei por que razão não nos deixam sair do País em nosso trabalho. É provável que nos embaraçássemos por causa da língua diferente que os povos falam. Ainda não estamos práticos em entender os pensamentos. Somos todos aprendizes. Sobre isso ouvi uma palestra em que o orador explicava que a pessoa que treinasse, quando encarnado, a transmissão e recepção de pensamentos encontraria grande facilidade, ao desencarnar, em entender os outros Espíritos, de qualquer nacionalidade que eles fossem.

Já visitei outros sítios que não estão em contato com os encarnados. São lugares onde os desencarnados se encontram agrupados e isolados. Também tomei conhecimento das “encarnações”. Falaram-nos longamente sobre isso. Eu continuo não me lembrando de nenhuma a não ser da última, porém dizem que tivemos muitas como gente. Aí eu não me contive e perguntei.

- “Então tivemos outras sem ser gente, ou nascemos de Adão e Eva?”

Fiz mal e fui advertido, pois inquiri com ironia, mas a resposta veio, um tanto vaga, precisando de maiores detalhes, contudo havia lógica. Disseram que estamos evoluindo espiritualmente e também na forma, e que um depende do outro (espírito e forma); que já pertencemos a outras espécies de animais antes de sermos homens. Isso me fez pensar, mas não mais me atrevi a brincar.

Essas foram as lições mais importantes que recebemos. Elas terão continuidade, porque se formam lacunas no nosso pensamento que nós não sabemos como preencher. É preciso que venham as explicações para que possamos fazer comentários.

Quero que perceba que estou falando muito no plural. Foi-nos recomendado que usássemos o “eu” o menor número possível de vezes. O mentor sugeriu que verificássemos os encarnados e contássemos quantos caminhavam inteiramente sós. Nós contamos apenas um em uma multidão. Então, fez-nos notar que nunca uma pessoa está só. Há sempre alguém acompanhando e auxiliando, quando não, prejudicando. Por isso, devemos ir-nos acostumando a nunca usar o pronome na primeira pessoa do singular, mas sempre no plural.

Ainda quero falar de outras coisas. No Natal, por exemplo, que também festejamos. Já na véspera, ouvimos, uma belíssima explanação com a recomendação de que não fizéssemos o nosso Natal egoisticamente. De acordo com a sugestão, o grupo, sempre seguido pelo mentor, buscou uma família necessitada de conforto; e, então, foi uma correria, intuindo um a outro para levar – lhes o necessário a fim de que o estômago insatisfeito não os impedisse de pensar em Jesus.

Jesus é louvado em todos os trabalhos e reuniões que temos. Ensinam-nos que ele foi admirável em sua abnegação. E seu mérito é tão grande que não sabem de ninguém que conseguisse alcançá-lo.

Assim, como expliquei acima, passei o meu primeiro Natal no espaço. Já com a missão cumprida, recolhi-me a orar e, pela primeira vez aqui, orei com devoção mesmo. Não orei pedindo nada para mim, mas rogando um pouco de alegria para meus pais, que agora só ficaram com meu irmão.

Hoje recebi licença para vir fazer uma visita e deixar minha mensagem. Agradeço a oportunidade e desculpe-me se não me sinto com espírito jocoso, próprio para divertir. Outro dia voltarei, quando puder e tiver algo interessante para contar. Quero descrever a cidadezinha onde moro. Vai achar muito curiosa.

LUIZ SÉRGIO.

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Cinema: Além da Eternidade

Além da eternidade (Always) é um filme estadunidense de 1989, do gênero romance, dirigido por Steven Spielberg e com roteiro baseado em A Guy Named Joe, de Chandler Sprague.

Assim como em outras religiões cristãs, o espiritismo também acredita na eternidade. A doutrina ressalta, entretanto, a vida após a morte e o alcance de níveis espirituais superiores quando se vencem sentimentos “menores”. Nesse longa-metragem, o bombeiro aéreo Pete Sandich (Richard Dreyfuss) morre, em seu último vôo, após salvar a vida de seu melhor amigo, Al (John Goodman). Com a ajuda do espírito Hap (Audrey Hepburn), Pete conhece sua nova realidade e assume uma nova tarefa: servir como “anjo da guarda” de um jovem piloto que deseja ser bombeiro aéreo. O “anjo” cumpre plenamente sua missão até que o protegido Ted se apaixona pela antiga namorada de Pete. O espírito do bombeiro aéreo enfrenta a mais difícil prova: vencer o ciúme e o egoísmo para ajudar na união do novo casal.

Espírito e Matéria, Progressão dos Espíritos, A Alma após a Morte, Separação da Alma e do Corpo, Escolha das Provas, Relações de Além-Túmulo, Lembrança da Existência Corpórea, Anjos da Guarda, Espíritos Protetores, Familiares ou Simpáticos, Livre-Arbítrio, Felicidade e Infelicidade Relativas.

Para mais, Navegue por assunto em cinema.

Yuri, VALE.

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O que VOCÊ pensa disso?

Felipe
ABC

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Curso de Dirigentes de Mocidade Espírita, o 1º CDME

São Paulo, Agosto de 1982.

A AEE promoveu, em julho, seu I Curso para Dirigentes de Mocidade Espírita, durante 4 semanas, no CEAE-Genebra. A iniciativa, que teve como finalidade promover o crescimento da Mocidade Espírita dentro da Aliança, contou com a presença média de 40 jovens em todas as aulas, entre companheiros dos grupos da Grande São Paulo e Baixada Santista.

O curso foi apostilado e teve todas as aulas gravadas, de forma a possibilitar que companheiros de outras regiões também possam beneficiar-se com seu conteúdo, promovendo implantação de novas mocidades.

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Dado o clima em que foi realizado esse I Curso, acreditamos que os frutos não tardarão a surgir, sob a forma de novas turmas de Mocidade em outros Grupos Integrados, bem como maior rendimento para aquelas que já se encontram em funcionamento.

FONTE: O Trevo.

O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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