Em um ponto qualquer entre o céu e a terra, pessoas mortas recentemente são apresentadas aos seus guias. Durante os três dias seguintes, estarão escalados para ajudar os mortos a vasculhar suas memórias em busca de um momento determinado de suas vidas, uma boa lembrança, um marco em suas existências. O momento escolhido será recriado [...]
Em um ponto qualquer entre o céu e a terra, pessoas mortas recentemente são apresentadas aos seus guias. Durante os três dias seguintes, estarão escalados para ajudar os mortos a vasculhar suas memórias em busca de um momento determinado de suas vidas, uma boa lembrança, um marco em suas existências. O momento escolhido será recriado em um filme, que será uma espécie de lembrança que levarão consigo em sua passagem para o paraíso. Mas, além do choque dessas pessoas ao saberem que estão mortas, resta ainda uma tarefa difícil: escolher o momento mais importante de suas vidas.
Para acompanhar o trailer: “E se existe um depois da vida. E se, antes de ir ao Paraíso, você for para um lugar especial. Um lugar onde você escolhe uma memória para levar com você para sempre. Qual é a única memória que você escolheria? Seria o despertar de um amor ou um adeus suave? Seria a promessa de juventude ou o reflexo do envelhecimento? Seria um momento de beleza, ou a beleza do silêncio? Escolher uma única memória pode significar redescobrir sua vida.”
Apesar de tratar de um paraíso eterno, o filme lida com alguns conceitos de Espiritismo. O filme já vale só pela reflexão que proporciona em relação à importância que devemos dar aos pequenos momentos de felicidade que vivemos.
Espíritos Errantes, Mundos Transitórios, Relações de Além-Túmulo, Lembrança da Existência Corpórea, Anos da Guarda, Espíritos Protetores, Familiares ou Simpáticos, Felicidade e Infelicidade Relativas, O Nada, A Vida Futura, Duração das Penas Futuras, entre outros.
Para mais, Navegue por assunto em cinema.
Yuri, VALE.
Letra: AQUI.
Filippo – Vale
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Revista Espírita, maio de 1862
Senhor Allan Kardec,
Li com muita desconfiança, direi mesmo com o sentimento de incredulidade, as vossas primeiras publicações tratando do Espiritismo; mais tarde, eu as reli com infinita atenção,assim como as vossas outras publicações, à medida que elas apareceram. Pertenço, devo dize-lo sem preâmbulo, à escola materialista; a razão, [...]
Revista Espírita, maio de 1862
Senhor Allan Kardec,
Li com muita desconfiança, direi mesmo com o sentimento de incredulidade, as vossas primeiras publicações tratando do Espiritismo; mais tarde, eu as reli com infinita atenção,assim como as vossas outras publicações, à medida que elas apareceram. Pertenço, devo dize-lo sem preâmbulo, à escola materialista; a razão, ei-la: é que, de todas as seitas filosóficas ou religiosas, era a mais tolerante, a única que não se entregou a um levante geral para a defesa de um Deus que disse, pela boca do Mestre: “Os homens provarão que são meus discípulos se amando uns aos outros”. Em seguida, é que a maioria dos guias que a sociedade se dá para inculcar nos espíritos jovens as idéias de moral e de religião, parecem antes destinadas a lançar o pavor nas almas, do que lhes ensinar a bem se conduzir, a esperar uma recompensa pelas suas penas, uma compensação para sua aflição. Também os materialistas de todas as épocas, e principalmente os filósofos do último século, cuja maioria ilustrou as artes e as ciências, aumentaram o número de seus prosélitos, à medida que a instrução emancipou os indivíduos: preferiu-se o nada aos tormentos eternos.
Está na ordem que o infeliz compare; a comparação lhe sendo desvantajosa, duvida de tudo. E, com efeito, quando se vê o vício na opulência e a virtude na miséria, se não houver uma doutrina racional e provada pelos fatos, o desespero se apodera da alma, pergunta-se o que se ganha em ser virtuoso, e atribuem-se os escrúpulos da consciência aos preconceitos e aos erros de uma primeira educação.
Ignorando o uso que fareis de minha carta, e vos deixando, sobre este ponto, uma inteira liberdade, creio que não será inútil fazer conhecer aqui as causas que operaram minha conversão. Eu tinha vagamente ouvido falar do magnetismo; uns o consideravam como uma coisa séria e real, os outros o tratavam de bagatela: nisso, pois, não me deterei. Mais tarde, ouvi falar de todos os lados de mesas girantes, de mesas falantes, etc.; mas cada um tinha, sobre esse assunto, a mesma linguagem que sobre o magnetismo, o que fez que não me interessasse mais com isso. Entretanto, por uma circunstância inteiramente imprevista, tive à minha disposição o Tratado de magnetismo e de sonambulismo do Sr. Aubin Gauthier. Li esta obra com uma disposição de espírito constantemente em rebelião contra seu conteúdo, de tal modo que, o que ali está explicado, me parecia extraordinário, impossível; mas chegado a esta página onde esse homem honesto disse: “Não queremos que nos creia sobre palavra; que se tente segundo os princípios que indicamos, e se se reconhece que, o que adiantamos, é verdadeiro, tudo o que pedimos, é que se esteja de boa fé, e que nisso se convenha.” Esta linguagem de uma certeza racional, que só o homem prático pode ter, detém toda minha efervescência, submete meu espírito à reflexão e lhe determina a tentar.
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Bom, depois de muito refletir sobre diversas coisas que acontecem no ambiente de mocidade, cheguei a conclusão de que todos os fatos ocorridos estão amparados em algo bem simples mais ao mesmo tempo tão complexos que são os ditados populares, esses mesmos que são passados de geração em geração. Daqui a muitos anos, você [...]
Bom, depois de muito refletir sobre diversas coisas que acontecem no ambiente de mocidade, cheguei a conclusão de que todos os fatos ocorridos estão amparados em algo bem simples mais ao mesmo tempo tão complexos que são os ditados populares, esses mesmos que são passados de geração em geração. Daqui a muitos anos, você poderá ler esse texto novamente, pois irá perceber que as situações serão as mesmas, só os personagens mudarão. Não sei ao certo como começou, sei que anos antes de Cristo o famoso profeta Moisés, já se utilizava desse recurso. Com o seu “olho por olho dente por dente”, constituía as leis daquela época, acho que não seria para incitar a violência, somente uma forma de fazer com que o povo pudesse se adaptar já que antigamente só compreendiam a linguagem do medo. O tempo passou, e como passou! Os ditos populares continuam se encaixando perfeitamente nos tempos modernos, veja como tenho razão…
Vamos falar de relacionamentos, um tema bastante polêmico e que acaba sempre tendo visões controversas. Imaginem só, dois rapazes perdidamente apaixonados por uma única menina, todos da mesma turma de mocidade. Cada um querendo chamar mais atenção do que o outro, mesmo que para isso tenham que falar mal do seu rival, ou melhor, do seu concorrente, “o homem é o lobo do homem”, ou seja, o homem é o seu próprio predador, e que predador voraz! Sabe quando aquele seu amigo todo certinho chega com uma série de lições sobre o que é certo ou o que é errado, o que você deve ou não fazer? Pois é, aí você percebe que ele faz tudo aquilo de errado que ele te disse para não fazer, “quem tem telhado de vidro não atira pedra no telhado do vizinho”. Se não consegue agir de uma forma exemplar, porque exigir do outro essa conduta? Vejamos como não é fácil a vida de dirigente de mocidade. Sempre existe aquele aluno que está meio indeciso se freqüenta ou não as aulas e o dirigente se esforça e faz de tudo, até convencer e conseguir integrar esse aluno ao demais, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, de tanto insistir, convenceu o não tão duro coração do aluno indeciso.
Quando chega a época de encontro é uma correria só e é muito chato quando algum aluno diz que não pode ir por um motivo ou outro. Isso acontece e é até natural, ficamos sempre tristes. Só que ele não foi simplesmente por um motivo banal, ou para fazer qualquer outra coisa sem importância, “o que os olhos não vêem o coração não sente”. Ainda bem, porque seria muito decepcionante descobrir uma coisa como essa. Tem também aquela história do expositor que vai dar aula em uma turma pela primeira vez. Ele não conhece bem o perfil da turma e todos estão bem tímidos. Ele começa a instigar os alunos com uma série de perguntas e de uma hora para outra, os alunos começam a responder e fazer também, uma série de perguntas tão complexas que o expositor até fica sem graça, “não cutuque a onça com vara curta”, é sempre bom estar preparado para todo tipo de situação.
Ainda nas aulas, às vezes o dirigente sofre, convida alguém para dar uma aula ou às vezes convida até duas pessoas e por ironia do destino, nenhuma das duas aparece. Ele bastante esperto, já estudou e pediu para que seu secretário estudasse a aula também, “mais vale um pássaro na mão do que dois voando” Dirigente é realmente uma figura, todo lugar que vai, sempre leva seu programa para conseguir alguém para dar uma aulinha “de grão em grão a galinha enche o papo”. Em todas essas situações, o aluno é sempre o principal beneficiado, afinal, tudo o que é feito é em prol do aluno, e mesmo que ele ache que uma situação não irá dar certo, as coisas sempre acabam acontecendo de uma forma positiva para ele, “quem espera sempre alcança”. O que se espera alcançar, é que a juventude de hoje, principalmente aquela que freqüenta a mocidade, tenha mais qualidade de vida, com valores morais bem definidos. Quando as coisas não acontecem tão facilmente e quando não alcançamos nossos objetivos tão rápido, ficamos decepcionados, “devagar se vai ao longe”, afinal, tudo tem seu tempo, sua hora certa para acontecer.. O ditado que mais gosto, é “o trabalho com mocidade é duro, mas feliz”, esse ninguém deve conhecer porque acabei de inventar, por enquanto é o que dá para fazer, inventar uma maneira de fazer melhor, de ser melhor, de ser feliz, de ser…
E tenho dito!
Pedro – Vale
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Para ver a tirinha em alta definição, clique na imagem.
Esta charge foi retirada do blog Espiritirinhas, de Wilton Pontes, uma dica de Marcia Cristina Campos Ramos, da 43ª Turma de EAE do GEFA .
Serviços
Posts Desencarnados
Escolha o Assunto
AEE aliança aliança espírita evangélica charges charges espíritas Chico Chico Xavier cinema DalheDJ dalhemongo desenhos deus doutrina egm11 Encontro encontro geral encontro geral de mocidades encontros espiritirinhas espiritismo espírita filme filme espírita globo Jesus jovem jovens juventude KARDEC mediunidade mocidade música nosso lar Obras Básicas O Evangelho Segundo o Espiritismo O Livro dos Espíritos O TREVO parábolas rede globo reencarnação religião sagrado Tirinhas TV vídeoVisitas
- 252.834 visits
- 3.667 hits per visit
- Last 24h: 363 visits & 1909 hits
- One visit each 3'54''
- One hit each 47''
- Your IP: 38.107.179.237
- Your browser: Bot
- Your OS: Unknown
Área Restrita




