From the monthly archives: July 2009

Sabe, em um determinado momento da vida, a gente para e faz uma reflexão de tudo o que vivemos, o que deixamos de fazer, o que ainda faremos, as coisas que são importantes. Mais uma questão logo me vem a cabeça quando penso em cosias dessa natureza: Quem sou eu? É natural, principalmente quando somo jovens, querermos ser alguém totalmente diferente de nós, pelos mais diferentes motivos, creio que todo mundo se não passou, ainda vai passar por isso. É um percurso necessário para descobrir uma verdade que contarei no final do texto.

Eu já quis ser Zico (sonho de infância) o maior jogador do Flamengo de todos os tempos. Craque de bola, bom caráter, exemplo dentro e fora dos gramados. Quantas e quantas vezes fui ao Maracanã (muitas vezes escondido dos pais) vibrar com o Mengão e reverenciar as cobranças de falta do “Galinho de Quintino”. Meu coração transbordava de felicidade com os gritos da torcida em um estádio todo vestido de vermelho e preto. Mais aí o jogo acabava, a massa se silenciava e só restavam as lembranças das tardes maravilhosas (quando o Fla vencia) de Domingo. Eu percebi que era muito difícil ser Zico, era muito sacrifício para carregar sobre os ombros, era um trabalho árduo, de suor, de dor, de treinos, afinal, era uma responsabilidade monstruosa fazer a alegria de milhares de torcedores que muitas vezes deixavam de comer para comprar um ingresso e assistir os jogos ou transformar essa alegria em decepção a cada derrota. Acho que eu não poderia suportar. Então, não quis mais ser Zico.

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Eu já quis ser Renato Russo, líder da Legião Urbana, Na minha modesta opinião, uma das maiores bandas brasileiras que já existiram. Renato encantava pelo que escrevia, para ele, a letra vinha sempre antes da música. Gostava de sua voz também, mas definitivamente me encantava mais com as letras (ainda me encanto). Acho que a Legião fez, faz e ainda fará a trilha sonora da minha vida. Quando estou feliz, ouço “Eduardo e Mônica” que diz assim: “Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração…” Quando estou triste ouço “A Via Láctea”: “Quando tudo está perdido, sempre existe um caminho…” Quando estou apaixonado ouço uma música que eu acho linda que é “Mil Pedaços” que diz: “Se quiseres voltar, volta não, porque me quebraste em mil pedaços…” Gosto de tantas outras que me lembram tantos momentos. Mais um dia parei para pensar o quanto é difícil ser ídolo de alguém, quanta pressão existe para compor. Lendo sobre o Renato, vi o quanto ele era sozinho, percebi que quando os holofotes se apagavam, só restavam as lembranças e a melancolia e não quis ser mais Renato Russo.

Já quis ser tanta coisa, político, herói, vilão, simpático, mulher, alto, gordo, bonito, inteligente, amigo, fiel, pássaro, óculos (acredite), mar, Pato Donald (nunca Mickey Mouse), MC, jornalista, vagabundo, palhaço (isso até sou), etc, etc, etc…

Em todas essas possibilidades, todos esses sonhos e desejos que eu muitas vezes não entendia, eu descobri que eu não queria ser ninguém, ou melhor, eu só queria ser eu mesmo e pensando ser essas pessoas eu estava conseguindo isso. Todas essas fantasias eram exclusivamente personagens meus, faziam parte de mim e isso é muito bacana. Só que com o meu amadurecimento, percebi que o meu melhor personagem era ser eu mesmo. Com todos os problemas, todas as dificuldades e todos os defeitos. Ao mesmo tempo com todas as minhas soluções, todas as idéias e todas as minhas virtudes. Sei que estou longe de ser o mais perfeito, o mais inteligente, o mais bonito, o mais simpático, o mais forte, o mais especial, o mais. Mas de uma coisa eu tenho certeza: Eu sou único! Sou único porque sou Pedro, e cada um de nós intimamente sabe o que realmente somos. Talvez essa identidade ainda não tenha sido descoberta por você, mas com o passar do tempo isso irá acontecer.

O importante é que nessa busca pelo seu melhor personagem, você melhore interiormente e principalmente acredite que não há nada melhor do que se descobrir a cada dia e estar em paz consigo mesmo, por mais difícil que isso possa parecer. Quem é você?…


Eu Não Sei na Verdade Quem Eu Sou
Fernando Anitelli (O Teatro Mágico)

Eu não sei na verdade quem eu sou
já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou
Por que a gente é desse jeito?
criando conceito pra tudo que restou
Meninas são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro
Mas eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
E sempre encontro sorriso
E o meu paraíso é onde estou
Eu não sei na verdade quem eu sou
Perguntar
Da onde veio a vida
por onde entrei.
Deve haver uma saída
e tudo fica sustentado
Pela fé
Na verdade ninguém
Sabe o que é
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo
com água e farinha colo figurinha e foto em documento
Escola! É onde a gente aprende palavrão…
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração
Mas eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
E sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei na verdade quem eu sou
Perceber que a cada minuto
tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto
tem louco pulando o muro, tem corpo pegando doença
tem gente rezando no escuro, tem gente sentindo ausência
Meninas são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro
Mas eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou
Mas eu não sei na verdade quem eu sou…

Pedro – Vale

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    1. Fazer o bem sem olhar a quem!

    O Trevo, Outubro de 1984.

    Esta foi a primeira iniciativa no sentido de regionalizar o Encontro de Mocidades. E fica mais evidente que a confraternização entre as turmas de Mocidade vai possibilitando também descobrir o grande potencial existente para ser mobilizado em benefício da juventude de hoje, com a participação esclarecida e consciente nas principais questões da sociedade da atualidade.

    Em 1983 a Comissão de Apoio às Mocidades da Aliança, então em formação, havia sugerido que, dois encontros semestrais entre Mocidades, o de setembro passasse a ter âmbito regional, permanecendo apenas o de março com caráter geral.

    Em decorrência, neste ano, o mês de setembro foi marcado pela realização de encontros nas diversas regionais, unindo as Mocidades dos Grupos Integrados para confraternização, permuta de experiências e consolidação das turmas mais novas.

    Os grupos da cidade de São Paulo realizaram o seu 1º Encontro Regional no dia 16 de setembro, contando com a presença de 85 jovens, representando 12 Centros Espíritas (…).

    O tema central do encontro foi bastante atraente: “Amor e Sexo”. Nosso companheiro Flávio Focássio, numa abordagem de 30 minutos, introduziu o assunto, num “aquecimento”, para que a seguir, durante 1 hora, os participantes, divididos em grupos, pudessem debater o tema, anotando suas principais dúvidas. Após um “intervalo musical”, em que ampliamos nosso “repertório musical de encontros”, aprendendo novas canções, o expositor iniciou o atendimento das dúvidas apresentadas, estendendo o assunto em direção às necessidades de esclarecimento dos jovens participantes.

    Acreditamos que todos sairam imensamente beneficiados. O assunto é amplo, sem dúvida exige uma discussão mais frequente. Por isto mesmo, as conclusõesprincipais advindas deste Encontro, com relação ao assunto do Sexo na atualidade, poderão ser expostas posteriormente aqui em nosso “Trevo”.

    Em nossa próxima edição daremos detalhes dos demais Encontros Regionais: na Baixada Santista, dia 23/09; no Vale do Paraíba e região do ABC, dia 30/09.

    FONTE: O Trevo.

    O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

    O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

    Saudações DalheMonguerreiras,
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    DalheMongo
    Administrator Mor

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      1. ENCONTROS REGIONAIS DE PLANEJAMENTO ESPIRITUAL 2011
      2. Balanço dos Encontros de Jovens
      3. Documentário: Encontros (de) Espíritas

      Para ver a tirinha em alta definição, clique na imagem.
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      Esta charge foi retirado do blog Espiritirinhas, de Wilton Pontes.

        Quando os Anjos Falam (A Rumor of Angels) é um filme estadunidense de 2002. É um filme que não possui muitos recursos visuais, como a maioria dos filmes de temática espiritualista. Seu grande instrumento para prender o público é exatamente o roteiro muito bem desenvolvido e um elenco competente.

        O cerne principal do filme é o encontro entre Maddy, uma senhora que mora só e cujo filho morreu na guerra, e James, um garoto que não consegue superar a morte da mãe e que tem problemas de relacionamento com sua madrasta. A partir deste encontro os dois constroem uma sólida amizade que trará para ambos grandes lições.

        Através da mediunidade de Maddy, que recebe mensagens de seu filho, James vai adquirindo a certeza que a morte não existe, que é apenas uma passagem e que a vida espiritual é plena, que sua mãe está viva. Essa certeza vai sendo construida ao longo do filme até que no emocionante final a comprovação definitiva vem.

        Para mais, Navegue por assunto em cinema.

        Yuri, VALE.

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          1. Pesquisa: Anjos e Demônios
          2. Especial Eleição: Os Espíritos Falam

          O Trevo, Setembro de 1984.

          O jovem, sentindo-se deslocado, incompreendido ou rejeitado pela família, procura apoio fora do lar. Formam-se os grupos, que podem ser de dois tipos:

          a) grupo de apoio para a estagnação – onde os jovens, a pretexto de contestar, aderem a modismos que são manifestações superficiais, que chamam a atenção da sociedade; agridem a sociedade. Mostram que são auto-suficientes porque criaram seu próprio padrão de comportamento;

          b) grupo de apoio para crescimento – revisão de si mesmos – onde os jovens procuram seriamente descobrir a razão de certas manifestações, promovendo uma reflexão em conjunto, a fim de expandir-se espiritualmente. O aspecto exterior (modismo) fica em plano secundário, uma vez que o jovem que adere a este grupo é do tipo progressista, ou, muitas vezes, é aquele que se cansou de pertencer ao grupo anterior e está em busca de novos horizontes. A Mocidade Espírita é um exemplo deste tipo de grupo de jovens.

          O jovem do grupo “a” está em sofrimento permanente, um sofrimento nada gratificante, porque, estacionado como está, com a centelha encoberta pelos modismos, luta contra a lei natural, isto lhe causa revolta e ansiedade.

          O jovem do grupo “b” pode até ter algum tipo de sofrimento, mas é o sofrimento gratificante do crescimento (tal qual as quedas do bebê que começa a manter-se de pé para os primeiros passos). Está de acordo com a lei natural, em sintonia com o Criador, libertando a centelha para o crescimento.

          ISOLAMENTO E INTEGRAÇÃO

          O jovem, como qualquer ser vivo, nunca está isolado. Está ligado a algum grupo que lhe dá apoio, onde ele se sente apoiado. Esse grupo pode ser a família ou os amigos. Tanto a família quanto os amigos podem ser grupos do tipo “a” ou “b”. A Mocidade Espírita tem obrigação de ser do tipo “b”, isto é, de apoio ao jovem para o crescimento espiritual, para libertação da centelha divina que existe em cada um de nós.

          O que o jovem, que se sente isolado e rejeitado, precisa? Duas coisas: a) aceitação; b) compreensão.

          O dirigente da Mocidade não deve fazer julgamento. Desde que o jovem busca a Mocidade, não importa seu passado; ele está à procura de novos caminhos. Devem ser oferecidos a ele os novos caminhos. O grupo de crescimento/amadurecimento espiritual deve ser um grupo aberto, não reacionário. Claro que deve ter suas normas disciplinares, mas essas normas existem exatamente para que haja liberdade de crescimento e para que o grupo não se deixe envolver por atitudes estagnadoras, que poderão até levá-lo a atitudes do grupo “a” de que falamos.

          O dirigente deve mostrar-se aberto ao jovem que chega. E deve, também, compreender que muitas vezes é preciso – ao lado do apoio e da aceitação – indicar ao jovem o caminho da assistência espiritual (através dos passes), pois não podemos ignorar que há no plano espiritual muitos desencarnados retrógrados que não querem o progresso dos encarnados. Neste caso, o passe ajuda tanto o encarnado quanto o desencarnado a refletir melhor sobre renovação para o progresso.

          Valentim Lorenzetti

          FONTE: O Trevo.

          O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

          O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

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            1. O EMPURRÃO QUE O JOVEM PRECISA
            2. ESPIRITISMO: UM JOVEM ACIMA DE 30
            3. Os 10 Mandamentos do Jovem Espírita

            Uai, sô, que tal você ajudar a escolher o título do Encontro Geral 2010?
            Se animou com a ideia, né?

            A Equipe de Estudos do próximo encontro já está a todo vapor pensando nas atividades e em todo o embasamento do evento.

            O tema já foi escolhido, vamos tentar explicá-lo para que você possa ajudar a elaborar um título bem bacana:

            1) As coisas do mundo nos influenciam, certo? Porém todos nós também influenciamos o mundo à nossa volta através das nossas atitudes
            2) Se o mundo está como está, há uma razão, que tal pensar no que podemos fazer para transformá-lo para melhor?
            3) Você, jovem, no ponto em que o planeta Terra está é um indivíduo em transformação e um agente do bem com grande potencial para transformá-lo

            E para fazer você refletir ainda mais, leia estes trechos do Evangelho:

            “Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra. Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!

            Deus procede, neste momento, ao censo dos seus servidores fiéis e já marcou com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos, pois aos que não recuarem diante de suas tarefas é que ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração pelo Espiritismo. Cumprir-se-ão estas palavras: “Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros no reino dos céus. (O Espírito de Verdade. Paris, 1862.)

            Bons espíritas, meus bem-amados, sois todos obreiros da última hora. Bem orgulhoso seria aquele que dissesse: comecei o trabalho ao alvorecer do dia e só o terminarei ao anoitecer. Todos viestes quando fostes chamados, um pouco mais cedo, um pouco mais tarde, para a encarnação cujos grilhões arrastais; mas há quantos séculos e séculos o Senhor vos chamava para a sua vinha, sem que quisésseis penetrar nela! Eis-vos no momento de embolsar o salário; empregai bem a hora que vos resta e não esqueçais nunca que a vossa existência, por longa que vos pareça, mais não é do que um instante fugitivo na imensidade dos tempos que formam para vós a eternidade. (Constantino, Espírito Protetor. Bordéus, 1863.)

            A hora de fazer algo para mudar é agora! Lembra da “Parábola dos Trabalhadores da Última Hora“? Pense nela!

            A primeira sugestão de título para o encontro vem da próprio Equipe de Estudos:

            “Jovens da Última Hora”.

            O desafio está lançado! Coloque a sua imaginação e criatividade para funcionar.

            Mande sua sugestão pela Comunidade do Encontro Geral no Orkut, no tópico correspondente, até o dia 31 de julho.

            A Equipe de Estudos vai selecionar as melhores e lançar uma enquete.

            Espalhe a ideia de um encontro colaborativo na sua turma. Afinal, o encontro é para todos nós!

            Um abraço,

            Equipe de Comunicação
            EGM 2010 – Regional Minas Gerais
            http://alianca.org.br/

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              1. [ENQUETE][EGM11] Escolha o título do Encontro Geral de 2011
              2. EGM 2010: Você Manda – que cor deve ser seu crachá?
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