Archive for October, 2009

Voluntariado, Sim. Mas cobrem o Estado.

Somente aos 21 anos de idade decidi me engajar em um trabalho voluntário. Sério. Periódico. Durante algum tempo colhi os frutos inconscientes de estar cumprindo minha parte social, apesar de acreditar que a grande mudança só ocorre em conjunto – à despeito da inegável contribuição que todos podemos fazer.

Retomando, estava convencido do papel que cumpria, não tinha qualquer tipo de discussão sobre voluntariado na minha cabeça. Até que uma discussão envolvendo serviço social, e desigualdade veio me perturbar. Diziam eles:

“O Voluntariado não é uma boa prática. Em alguns casos, ele empurra para a sociedade civil deveres que o Estado deve exercer. Incentivar o voluntariado é perpetuar a incompetência estatal e quem sabe, aprofundá-la.”

E ainda,

“O Voluntariado leva a práticas pulverizadas que tem um pequeno resultado local. Ao criar centenas, milhares de organizações, ele aumenta a burocracia e atua no sentido de desagregar movimentos maiores, que em tese teriam mais poder, político ou social.”

Em alguns casos, é verdade sim, que a ação da sociedade civil, bem ou mal organizada, faz o papel do Estado, seja assumindo completamente o papel deste, seja porque determinado grupo de cidadãos acredita que deve complementar determinada área carente. Vejo, entretanto, dimensões diferentes no que toca à argumentação de que esse movimento perpetua a irresponsabilidade estatal e me permito discordar das afirmações acima citadas.

No mais das vezes, o Voluntariado quando bem estruturado, chama a atenção do grande público, graças ao seu caráter especial. A opinião pública, quando provocada, também consegue levar questionamentos ao Estado. Chamar a atenção das massas e do Estado para um problema que deveria ser de responsabilidade pública é um ótimo começo para que as coisas mudem.

Não defendo, mesmo assim, que o Voluntariado um dia deixe de existir, quando o Estado tiver assumido integralmente suas responsabilidades. Um equilíbrio entre ação pública e ação coletiva organizada me parece o ideal. ONGs como a Anistia Internacional, ou os Medecins Sens Frontiers são essenciais, principalmente porque lidam com relações internacionais, num contexto em que não há um poder maior para policiar e acompanhar eventuais afrontas aos direitos humanos; a Fundação Abrinq e o projeto Amigos da Escola são grandes catalisadores sociais e culturais… mas ONGs que fornecem ao cidadão direitos básicos que deveriam ser providos pelo Estado estão claramente denunciando uma realidade que precisa mudar, que merece mais atenção por parte do poder público, e é nosso direito e dever cobrar essa mudança. Gritemos bem alto, para que os governantes percebam que estamos fazendo nossa parte, e para que então se empenhem em fazer a parte deles.

O voluntariado é do meu ponto de vista, a ação descentralizada, de caráter eminentemente filantrópico, voltada para o indivíduo ou grupo de indivíduos necessitados, sejam eles amparados pelo poder público ou não. A fraternidade do Voluntariado, portanto, implica uma relação pessoal forte. Ele é motivado por convicções pessoais – é apartidário, facultativo, espontâneo, completamente neutro quanto à sua causa. Acredito que isso assegura à esfera moral do Voluntariado uma boa interface. O que está no cerne mesmo do movimento é energia de mudança essencialmente voltada para o bem.

Concluo dizendo novamente: o Voluntariado é MUITO importante. Não podemos esperar que o Estado, o governo, sozinho, mude nossa sociedade. Centralizar demais o poder (a capacidade de transformar nosso mundo, nossa realidade) nunca foi uma boa idéia, e abrir mão do espaço de ação social conquistado pelas ONGs ao longo de uma luta por direitos civis que ainda não acabou, parece uma idéia pior ainda. Como sempre, é uma questão de achar o equilíbrio.

José
(cria da mocidade GEFA e amigo da garotada)

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Pesquisa: Anjos e Demônios

Fazendo um grande estudo sobre a existência de anjos e demônios, resolvi fazer uma pequena entrevista com cinco jovens e fiquei extremamente satisfeita com as respostas que obtive. Pra vocês, curiosos de plantão, ai vão os fragmentos da minha entrevista!

Bom, a primeira pergunta foi sobre a religião. Quis saber entre todos os entrevistados se eles acreditavam em algo e seguiam alguma doutrina. Todos responderam que sim, embora três deles disseram não seguir prontamente sua fé. A segunda pergunta foi: “Sua religião responde as suas duvidas e perguntas de uma maneira que te faz compreender totalmente?” Ai o bicho pegou. As respostas variaram muito, e aqueles que diziam freqüentar sua Igreja ou Templo constantemente disseram “Sim”. Nas demais respostas, obtive: “Não”, “Não totalmente” e “Nunquinha.”

Seguindo nessa linha, cheguei finalmente ao objetivo da pesquisa. A pergunta central da entrevista: “Você acredita na existência de anjos e demônios?” 100% das respostas positivas. Sobre elas, discursei um pouco mais com dois entrevistados.

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Bebês a bordo! – Coluna Social no DalheMongo

Queridos,

Toda reencarnação é muito comemorada no plano espiritual. E não poderia ser diferente aqui na Terra.

Essa noite dois grandes irmãos nossos nos deram notícias maravilhosas, daquelas que deixam qualquer bobo, solteiro e babão como eu, um completo bobo solteiro e babão. Cabelo e Célia acabam de ter o filhão Arthur em Caraguatatuba, nessa madrugada, por volta da meia noite. Cabelinho, que já nasce com apelido e tudo mais, chegou com quase 04,2 kg!

E como se não fosse o suficiente para deixar toda a trupe espírita do Vale do Paraíba feliz, Angelo e Manuela Dybal acabam de nos dar a notícia que estão esperando um bebê, em contagem regressiva a partir dessa semana. Tia Lúcia Dybal, mãe do Angelo, já tem palpite: “É um menino”. Quem sou eu para duvidar, não é?

Façam suas apostas…

E enquanto o pequeno Dybal não vem, o DalheMongo deixa uma dica de como deixar seus filhotes “na linha”, com esse vídeo:

Angelo, inclusive, foi personagem principal de um dos primeiros posts deste humilde blog, em que faziamos uma comparação entre ele e Chuck Norris. Quer ver quem ganha? Clique aqui!

Amigos, sei que não estão acostumados com posts como esse no site, mas não poderia deixar passar uma situação como esta! Afinal, ambos foram grandes incentivadores do blog desde seu início e esta é uma justa homenagem que fazemos agora. Às famílias, um beijo enorme!

Filippo, apoiado virtualmente por Will e Ísis
Regional Vale

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Charge da Semana

Para ver a tirinha em alta definição, clique na imagem.
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Esta charge foi retirada do site Um Sábado Qualquer, de Carlos Ruas.

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Sagrado, Episódio 04

Quarto Episódio da série fala sobre Catolicismo.

Quer saber mais? Clique AQUI.

Yuri, VALE.

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O primeiro a gente nunca esquece!

Texto recebido por email – envie o seu também para sac.dalhemongo@gmail.com

Olá !

Vou tentar me expressar um pouquinho sobre o 1º Encontro Regional São Paulo Leste, mas com toda a certeza as palavras que forem utilizadas, não faria jus ao encontro.

É maravilhoso ver um grupo de jovens reunidos, com tanta energia para gastarem e ver gastarem de forma tão iluminada como ocorreu nesse encontro. Hoje em dia  ver jovens reunido de forma saudavel é dificil e quando encontramos isso percebemos que é um dos atos mais sublimes que podemos presenciar.

É muito  gratificante saber que fizemos parte. Deixo assim de forma singela o meu muito obrigado para todos que trabalharam e muito nesse encontro. Agradeço a equipe espiritual que acompanhou todo o desenvolvimento desse encontro e sempre nos acompanha em nossa caminhada. E que esses jovens continue mutiplicando os ensinamento do nosso Mestre Jesus.

Para ver mais vídeos, clique aqui.

Abraços fraternos a todos.

Monica Viviani Martins Oliveira
Regional SP Leste

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Série: Past Life

Originalmente chamada The Reincarnationist, a série Past Life vai girar em torno de um grupo de psicólogos e investigadores que ajudam seus pacientes a descobrirem se o que acontece com eles hoje é fruto de algo que teria acontecido em outra vida.

O seriado será baseado no livro The Reincarnationist, de M.J. Rose.

A Dra. Kate McGinn, psicóloga, usa a terapia de regressão, além de sua capacidade de entender o comportamento das pessoas, e acredita que a ciência muitas vezes ainda não consegue explicar alguns comportamentos e situações pelas quais o ser humano passa. Durante esse processo ela precisa lidar com todos os tipos de pessoas, que acreditam ou não em seus métodos, para então solucionar os problemas.

Ela conta com a ajuda de Price Whatley, um detetive da divisão de homicídios da polícia de Nova Iorque, um homem machucado pela perda da esposa, mas que confia, de certa forma, nas habilidades de sua parceira.

O roteiro é de David Hudgins, de Friday Night Lights, e o estúdio é a Warner Bros.

O vídeo abaixo é um trailer do primeiro episódio, legendado pela Equipe DarkSide.

A previsão de estréia da série no Brasil é de Janeiro de 2010, na FOX.

Para mais, Navegue por assunto em cinema.

Yuri, VALE.

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VOCÊ ESTÁ NA MODA?!

A poucos dias vi uma reportagem que me chamou a atenção e me fez pensar sobre algumas coisas que gostaria de compartilhar com vocês.

Eles mostravam algumas mulheres negras, que até então usavam seus cabelos alisados, aderindo aos cachos, a imagem e semelhança da protagonista da novela das oito.

Interessante, pensei, que eu mesma sempre fui criticada em meio aos meus familiares, também negros como eu, por assumir meu cabelo crespo não fazer aquelas enfadonhas e semanais sessões de escova, sem falar nos alisamentos. Agora parece que meus cachos estão na moda.taís araujo

Levando essa reflexão um pouco mais além, eu pergunto, quantas pessoas estão realmente  satisfeitas com sua aparência e se aceitam como são? Eu diria pouquíssimos abençoados por Deus que se encaixam no biotipo da época ( louro, de olho claro, magro, alto). Hoje ser negro parece também estar entrando na moda, e isso faz com que os assumidamente brancos se sintam excluídos daqui em diante. Em minha infância e começo de adolescência me lembro que bonito era as mulheres terem curvas, cabelo comprido; e eu que era estupidamente magra, usava 2 calças para ir ao colégio, com vergonha do aspecto de “saco amarrado na cintura” que me dava o uniforme.

Por que não nos aceitamos como somos? Por que quando resolvemos nos aceitar como somos, o tempo já passou e a juventude já se foi? Todos queremos ter 20 anos com a cabeça (aceitação) de 40, sei lá.

Nosso espírito reflete o que é nosso perespirito e este esculpe no corpo o que recebe do espiríto.

Assim, se estamos estressados, nervosos, preocupados com algo, podemos por exemplo ter problemas de estômago.  Se minha vida gira em torno da comida, dos prazeres das gastronomia, talvez o excesso de peso seja a manifestação disso. Claro que em alguns casos essas tendências vêm de outras encarnações, além de cada caso ser um caso! Existem pessoas lindas por fora mas que são pães bolorentos por dentro.

O que quero dizer é,  será que talvez o fato de não aceitar meu corpo como ele é, reflete o fato de não aceitar, e querer esconder de mim mesmo, meus defeitos? A melhor maneira de enfrentar nossas imperfeições (sejam físicas ou espirituais)  é encará-las de frente. A isso se presta a reforma íntima, nos fazendo enxergar e aceitar os defeitos que temos, mas não nos damos conta, para depois tentar transformá-los em virtudes.

Eu não posso ser a Giselle Bunchen (sei la como escreve!) com sua magreza e nem a Ivete Sangalo, com suas pernas bem torneadas, mas eu posso ser a Luana, com seus defeitos e qualidades,   enormes pés e um cabelo que da o maior trabalho! (rs) Eu posso amar esse ser humano que vive em mim, como ele é. Quem sabe assim os outros aprenderam a olhar pra ele e aceitar também.

Você pode não estar na moda que rola no mundo, mas está na moda em sua viagem espiritual rumo ao Pai. É o melhor que você tem hoje, por isso aceite-se!

O que você pensa sobre isso?

Luana – Vale

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O que VOCÊ pensa disso?

Pretos velhos e assuntos polêmicos são a pauta deste vídeo de Divaldo Pereira Franco.

E aí, você concorda com Divaldo?

Filippo – Vale

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Um Regional que pode fazer a diferença…

Meu primeiro encontro de Mocidades foi um regional no ABC. O mais engraçado que foi numa data um tanto quanto importante para mim. Era dia 29 de Outubro de 1994, um domingo, dia do meu aniversário. O encontro tinha o tema “Consciência” e era baseado no livro do Luiz Sergio, que falava sobre o uso de drogas por jovens e o trabalho no plano espiritual para lidar com isto. Lembro bem de várias musicas: “Consciência”, “Rosa de Lima”, que foram tocadas ali.

Foi nesse Encontro que tive a primeira vez de muitas que tive contato com a dinâmica do algodãozinho (aquela que a gente troca pedaços de algodão com os demais).  Lembro principalmente de uma atividade vivencial que tivemos para salvar a vida de um dependente quimico (totalmente em ritmo RPG e interativa), ela foi tão marcante, que 09 anos mais tarde, readaptei-a com aquilo que me lembrava, quando nos foi proposta a falar sobre drogas no Encontro Geral de 2003 em Riberão Preto. 3290658921_d6fae36baf_o

Realmente foi algo que me marcou muito, naquela epoca era pré-mocidade e estava começando a comprar a idéia de ir na mocidade, mas foi ali meu primeiro contato com o movimento que começei a perceber o quanto tudo podia ser importante. Olho para trás e vejo quantas regionais estão a realizar seu evento. O quanto nosso movimento cresceu …

São as regionais que movimentam a mocidade (com as turmas, seus dirigentes e colaboradores) e dentre suas inúmeras atividades, está o encontro regional, vitrine para muitos, ou a melhor forma de conquistar corações e mais ainda de fortalecer laços, seja entre os alunos, seja entre os dirigentes das regionais. Como se fosse uma prévia do Encontro Geral, e ao mesmo tempo deixando a mocidade pronta para novas atividades.

Entre os temas totalmente diferentes e até um tanto iguais, eles se completam. O desafio vem da necessidade de a cada ano surpreender os alunos e motivar os dirigentes a estarem juntos em mais um evento.

O interessante aqui é como o Regional funciona como um termometro para vermos como está o desenvolvimento do trabalho nas regionais. É o momento que os alunos tem de ver que existem turmas de mocidade proximas e que existem mais jovens como eles no mesmo caminho. É o momento que os dirigentes tem de trabalharem juntos, se dividindo em muitas tarefas, mas acreditando no bem da regional. O Encontro sendo nossa vitrine e o termometro, faz com que dali, alunos saiam mais motivados para estar nas turmas, estabelecer contatos com outras casas da regional e quem sabe pensarem em se tornar dirigentes.

Fortalecer o trabalho em regional faz as pessoas compreenderem do porque fazem parte de algo. E o encontro regional mostra isto, afinal, para muitos é o primeiro contato que as pessoas tem com o movimento. As turmas saem de suas rotinas diárias e vão juntas construir momentos que serão inesqueciveis. Muitos podem até nem ser o primeiro contato com o movimento, pode ter participado de algum evento da regional, mas é justamente no encontro regional onde todos estão reunidos por um mesmo tema, que para muitos vêem o valor e  a importante de estarem reunidos.3908728425_617892e9e5_b

Este evento é um motivador de ideias, descobridor de novos talentos, dosador da união, e um estimulante ao crescimento seja no presente ou futuro da regional. Idealizar a fé vem da necessidade de sermos iguais e de sabermos viver a arte em vida, de saber de onde e como pode fazer chegar. E nesta fé em deus, descobrindo caminhos formosos de coisas que podem fazer que o ideal esteja sempre presente seja no mundo, seja em nós  mesmo, mas que no fim estamos apenas encontrando: palavras, mensagens, titulos, simbolos e temas, que possam melhor representar nossa visão e didivi-la em um encontro regional com todos. Entre imagens e frases poderosas que no chamam atenção, temos a certeza de que excelentes encontros aconteceram ou vão acontecer…

Um reconhecimento pelo trabalho, um premio por estarmos todos os dias nas turmas, uma forma de ao mesmo tempo saber e descobrir que alem da minha regional existem outras fazendo a mesmas coisas que nós.

O sentimento mocidade sempre está vivo, seja nos sotaques de cada região, seja quando todos eles se encontrarem … seja apenas para dizer que nestas regionais o trabalho se faz, e nós, todos nós fazemos parte disto… e quem tem a ganhar com tudo isto … o movimento…  nós mesmos.

Pergunte-se a si mesmo, qual o foi o Encontro Regional mais lhe marcou ??

Os sentimentos sempre estarão vivos !!!

Valorizar o encontro regional é saber que somos um pedaço de algo que faz que estejamos sempre juntos !! e que irá desencadear uma série de melhorias, crescimentos e ações…

Carlos Henrique – Equipe Mocidade

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