Archive for November, 2009

Pare. Veja. Pense: Aborto

aborto

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Anime: Bleach

Por muitas vezes assistimos várias coisas nos canais abertos e fechados que consideramos fantasiosos e irreais. Mesmo que os autores não basearam suas histórias e personagens no espiritismo, podemos ver algumas semelhanças.

Muitas vezes não está dito diretamente, mas se pararmos para pensar existe sim suas correlações.

Foram revisados alguns episódios e mangás e assim foram tirados trechos e diálogos que podemos correlacionar tanto com a parte cientifica do Espiritismo, quanto com fatos reais que os espíritas e médiuns sofrem.

Shinigami:

Bleach_1Shinigami na etimologia da palavra quer dizer, Deus da Morte, e são espíritos trajados kimonos pretos, se assemelhando com samurais da antiguidade. (Figura 1) Para não causar grandes problemas no mundo humano, um Shinigami pode ser visto apenas por espíritos, sejam bons ou maus. Entretanto, se o ele fizer alguma “intervenção” (mover algo, ferir alguém ou etc) esse efeito será visto por qualquer humano.

Seu trabalho é levar para a Soul Society os espíritos bons e punir os espíritos maus.

Soul Society:

Bleach_2

A Soul Society é o local de residência dos Shinigamis e é onde os espíritos bons vão após ser executado o Enterro da Alma, processo onde o Shinigami leva a alma para o Soul Society.

É uma cidade como outra qualquer, sendo com estradas, casas, meios de locomoção, comida, trabalhos e etc. (Figura 2)

Hollow:

Bleach_3

As almas maléficas que povoam o mundo. São nada mais que espíritos bons que foram corrompidos e perderam seus corações ou que permaneceu muito tempo na Terra após a morte e assim se tornaram Hollows. (Figura 3) A maioria dos espíritos se tornam Hollows totalmente maléficos, incapacitados de pensar, agindo pelo puro instinto assassino. A minoria ainda mantém um pouco de sua característica humana, tendo noção de seus atos e possuindo capacidade de pensar.

Hueco Mundo:

Bleach_4

Hueco Mundo é o Soul Society dos Hollows. A única diferença é a forma que ela se apresenta. Apesar de não parecer que possui alguma organização, esse mundo é regido da mesma maneira que a natureza. Não existe a luz do Sol, sendo assim é uma noite eterna. Seu solo é basicamente areia e cascalho, podem-se encontrar animais, plantas e pessoas. (Figura 4)

Após ter dado umas informações básicas que precisa saber para entender Bleach vem as relações.

Shinigami:

“Para não causar grandes problemas no mundo humano, um Shinigami pode ser visto apenas por espíritos, sejam bons ou maus. Entretanto, se o ele fizer alguma “intervenção” (mover algo, ferir alguém ou etc) esse efeito será visto por qualquer humano.”

Se formos pela própria definição dada pelo autor, Shinigamis são espíritos como qualquer outro, mas caso aconteça um efeito físico (“interferência”) ele pode ser observado pelos humanos não médiuns. Apesar de que na realidade eles não podem fazer esses efeitos físicos sem um médium de doação de energia por perto, mas podemos dizer que existem espíritos neste mangá/anime.

Seu trabalho é levar para a Soul Society os espíritos bons e punir os espíritos maus.”

As Fraternidades são agrupamentos espirituais dedicados a pratica do bem e a evolução da Humanidade. Temos como exemplo a Fraternidade dos Samaritanos que tem como trabalho no resgate de espíritos em regiões umbralinas e a Fraternidade da Esperança que trabalham para a recuperação dos espíritos sofredores das trevas.

Seu trabalho é levar para a Soul Society os espíritos bons…”, trabalho de regaste.

…punir os espíritos maus.”, mesmo que pareça contraditório é como se fosse um trabalho de resgate e recuperação, pois quando um hollow é derrotado por um desses espíritos, sua alma vai para a Soul Society.

Soul Society:

“A Soul Society é o local de residência dos Shinigamis e é onde os espíritos bons vão após ser executado o Enterro da Alma, processo onde o Shinigami leva a alma para o Soul Society.

É uma cidade como outra qualquer, sendo com estradas, casas, meios de locomoção, comida, trabalhos e etc.”

A Soul Society não é nada mais, nada menos que colônias espirituais, apesar de que no próprio mangá/anime, os personagens a utiliza como cidade espiritual, não citam a palavra colônia, mas fazem referencias sobre cidades espirituais.

Hollow:

“As almas maléficas que povoam o mundo. São nada mais que espíritos bons que foram corrompidos e perderam seus corações…”

Se formos pensar essa definição nada mais é a definição de espírito malvado, além de que mostra também que espíritos maus não são maus, mas sim se tornam.

“A maioria dos espíritos se tornam Hollows totalmente maléficos, incapacitados de pensar, agindo pelo puro instinto assassino. A minoria ainda mantém um pouco de sua característica humana, tendo noção de seus atos e possuindo capacidade de pensar.”

Apesar dessa definição estar falha é a mais comum que encontramos no meio espírita, pois muitos pensam que os espíritos maus são espíritos ignorantes que “batem clava”, mas na verdade são muito inteligentes e por muitas vezes gênios que usaram sua inteligência para outros meios.

Hueco Mundo:

“Hueco Mundo é o Soul Society dos Hollows. A única diferença é a forma que ela se apresenta. Apesar de não parecer que possui alguma organização, esse mundo é regido da mesma maneira que a natureza. Não existe a luz do Sol, sendo assim é uma noite eterna. Seu solo é basicamente areia e cascalho, podem-se encontrar animais, plantas e pessoas.”

É uma definição que se assemelha muito da real, como cita alguns médiuns e o alguns livros o umbral, vale, crosta e etc, são regiões muito parecidas com colônias, mas o que se difere é a maneira que se apresentam. Nela existem casas, pessoas, coisas para se fazer. Sim existe a parte de sofrimento como no vale dos suicidas, na definição de Hueco Mundo é como se fosse a descrição de um dos vales.

Outras Comparações:

Corrente Quebrada:

Bleach_5

Por muitas vezes durante o anime/mangá observa-se espíritos desencarnados com uma corrente quebrada no peito, chamada: Corrente do Destino. Como sabemos ao dormir nosso espírito sai do nosso corpo podendo ir para vários lugares da Terra ou até mesmo em outros planos, sendo que nosso espírito fica ligado ao nosso corpo por um cordão, chamando: Cordão de Prata. (Figura 5)

A corrente quebrada desses espíritos que já desencarnaram é uma maneira simbólica de demonstrar o desprendimento deles ao corpo material.

Zanpakutou:

Bleach_6

Não existe exatamente uma correlação direta com o espiritismo, mas se formos pensar na própria definição de Zanpakutou: “Sua forma e poder surgem baseados no próprio Shinigami. O Shinigami conhece o nome da espada que vai empunhar, conseguindo seu poder graças à ligação entre ela e seu coração. Nasce e morre, junto com o Shinigami. Isso é uma Zanpakutou”(Figura 6), podemos dizer que ela simboliza a nossa individualidade e identidade.

Nossas individualidade e identidade nascem conosco e é de acordo com nossas características, ao nos conhecermos conseguimos ficar mais “fortes” contra os obstáculos. Sendo que nossas individualidade e identidade nascem conosco e morre conosco.

Mediunidade no Anime:

É quase que inegável dizer que esse anime/mangá não possui mediunidade. Se formos citar aqui todas as passagens que demonstra essa faculdade psíquica, ficaria muito extensivo.

O fato de nem todos conseguirem ver os espíritos bons, os Hollow e os Shinigamis é um fato.

Para mais, Navegue por assunto em anime.

Rafael BIFE, Vale.

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ME News – A Tv do Litoral

Saudações Brilhantes Jovens,

Os caras estão de volta! Desta vez, fizeram um programa especial para o Encontro Regional de Mocidades do Vale do Paraíba! O ME News, para quem não conhece ainda, é uma iniciativa do movimento de mocidades do litoral norte e busca transmitir os acontecimentos do dia-a-dia da casa espírita de uma maneira divertida!

Como o áudio está baixo, sugiro a utilização de fones de ouvido! Nessa edição, uma entrevista com o médium Rodrigo Soares, falando sobre a pintura mediúnica!

É isso aí!

E a sua Mocidade? Também tem uma TV?
Mande pra gente! sac.dalhemongo@gmail.com

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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Você se droga?

Atenção: As palavras grafadas em verde são links que fazem referência ao tema fora deste texto. Pode clicar sem medo, pois todos os links abrirão em nova janela.

Assunto forte, título forte. Se você se droga, é drogado. Não tem outro nome.

Depois de falar aqui mesmo no DalheMongo como a mídia tenta vender desde 1930 a ideia de que cigarro é bacana – está na coluna Comerciais que fazem a diferença” – volto com um tema um pouco mais… ilegal. Este é o primeiro de três posts que pretendo fazer destrinchando os principais argumentos que um drogado usa como justificativa para seu vício:

- Escapismo;

- Aceitação no grupo e;

- Direito ao livre arbítrio.

O jovem está cada vez mais precoce. Não gosto muito dessa palavra, porque sugere que seja algo negativo. Nem sempre. Contudo, é fato, cada vez mais cedo é necessário se fazer escolhas e cumprir deveres. Para quase todos, a balança dos direitos e deveres do adolescente está desbalanceada e não é para o lado que mais o agrada. Você tem obrigação de estudar, mas sem direito de ir e vir de acordo com sua vontade. Obrigação de estar em casa em determinado horário, mas não pode sair com aquele grupo de amigos que seus pais não gostam. Obrigação de escolher uma profissão, mas não pode ser qualquer uma, ela tem que te pagar um salário que seja satisfatório para seus pais.

Estas cobranças muitas vezes encaradas pelo jovem como exageradas trazem a tona uma “necessidade” de se distanciar de sua atual conjuntura e realidade para o além, um local onírico, dos sonhos, onde a liberdade é a palavra de ordem. 57380828_fbc0068748_bFugir do mundo adulto, da cobrança exacerbada sob seu futuro, da necessidade de se ter responsabilidade sobre seus atos e, em contrapartida, não possuir livre arbítrio diante de todas as questões relacionadas a sua própria vida. Por que tenho que cumprir obrigações mas não tenho todas minhas vontades feitas?

Gabriel Pensador – de novo ele – o mesmo autor de “Cachimbo da Paz“, suposta música apológica à legalização da maconha, em momento de grande consciência retrata na canção “Tem Alguém Aí?” que transcrevo mais abaixo, a cabeça de muitos jovens brasileiros de classes média/alta que entram no dourado mundo das drogas.

O próprio clipe já passa muito dessa incerteza e revolta, as maiores justificativa de quem utiliza desse subterfugio.

Para acompanhar a letra da música, clique aqui.

Tenho quase certeza de que o Gabriel Pensador não é espírita, mas faz duas colocações extremamente compatíveis com a doutrina.

A primeira é referência ao suicídio. De fato, drogar-se é cometer ato suicída. Muitos pensam que fumar maconha, pelo fato de ser erva natural, mesmo contendo efeito alucinógeno, não traz malefícios. “Os índios usam e não viciam”. Se todas as ervas naturais não fizessem mal, cicuta o veneno tomado por Sócrates, o teria dado apenas um barato muito louco. E não foi isso que aconteceu. Os índios de fato usam, em rituais sagrados, em pouquíssimas ocasiões e em pequenas quantidades. Usar toda semana não é ritual, é vício.

Não importa se é natural ou não. Não importa se faz mal ou muito mal. Extase, crack, maconha matam em velocidades diferentes, mas trazem consequências iguais. Em um planeta de Regeneração, onde existe, segundo Chico Xavier, 04 vezes mais desencarnados que encarnados no plano astral, você está mesmo disposto a arriscar sua encarnação com a fila que está lá fora por conta de uma alucinação? Nem se preocupe, você está delirando desde já só por cogitar esta ideia.2227112773_4ec8a23025_o

A segunda colocação que ele faz é que se você está procurando fugir do sistema, a droga definitivamente não é a melhor saída. Está mais enrustida no sistema do que você pensa. Seu tráfico não é controlado pelos grandes marginais que estão nas favelas e sim por empresários e políticos de classes altas. O traficante é só mais uma peça nessa longa teia de hierarquias, sinto-lhe informar. Espiritualmente falando, também não deixa de fazer parte de outro sistema, dos umbralinos. Os espíritos que foram dependentes na última encarnação, continuam dependentes no plano espiritual e se afinizam – veja você – com aqueles que usam drogas.

Luiz Sérgio relata em seu livro “Ninguém está sozinho!” como a droga é utilizada para desviar os jovens de sua missão assumida antes de encarnar, sob forte influência de espíritos obsessores que se aproveitam dos viciados para vampirizá-los.

“A mãe voltou para junto do jovem, levando uma garrafa. Ele ingeriu o líquido abençoado, pois sentia muita sede. Olhou para a mãe e perguntou:
- O que a senhora colocou nesta água?
- Nada, respondeu. Não temos remédio para vômito em casa. Quero levar-te ao hospital, mas te recusas…
- Não é nada, mãe. Ontem comi um sanduíche que me fez mal e até pesadelos tive essa noite.
- Interessante, eu também os tive, mas como ando fazendo regime não atinei com a causa.

Pensei: “Se eles soubessem a causa iriam sair em correria louca ou morreriam de susto”.

A mãe acariciava aquele ser muito amado. Ele também gostava da mãe, porém a droga o tinha adotado – era uma tutora terrível.

Alguns minutos após, retornaram os médicos espirituais trazendo um líquido que injetaram na veia do doente. Ele se retorceu sentindo dor no braço. Todos estávamos atentos, protegendo-o. A mãe estava preocupadíssima.

Só compreendi o objetivo da injeção ao ver a circulação do jovem intensificada e suas veias desobstruídas. O nosso amigo estava com um pé na sepultura e com uma agravante, como suicída!

Desesperado, sentia vontade até de materializar-me e contar àquele rapaz o horros por que passa um suicida. Ele era uma criatura protegida por mãe carinhosa e não estava dando valor a tudo o que possuía. Ignorava que corria sério risco de vida!

Queríamos ajudá-lo mais, entretanto, ele nos rejeitava. A mãe tentara levá-lo antes a um Centro Espírita ou mesmo a outra casa religiosa, procurando fazê-lo encontras Jesus, porém ele sempre reagiu contra. Quando ele não chegava a casa drogado, rezava antes de dormir, o que ainda era pouco. Se a mãe aventava a hipótese dele ser examinado por um médico, ficava nervoso e não aceitava a ideia.

- Veja Luiz Sérgio, os vampiros* se alvoroçaram. Estão notando a diferença no corpo do garoto. O remédio trazido por nós da Espiritualidade está expulsando alguns deles. Repare só como se retiram. Eles se encontram furiosos…”

Pense sobre esse assunto. Semana que vem eu volto para falar sobre a legalização e os diversos efeitos.

Filippo – Vale

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Sagrado: como entender as tragédias naturais

Quer saber mais? Clique AQUI.

Yuri, VALE.

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Charge da Semana

Para ver a tirinha em alta definição, clique na imagem.
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Esta charge foi retirada do site Um Sábado Qualquer, de Carlos Ruas.

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ME News – A Tv do Litoral

Saudações brilhantes jovens

Você acha possível existir uma TV espírita com cara jovem e muito bom humor? Pois é essa a proposta do ME News, o programa vindo diretamente das águas do litoral e entubado aqui, no DalheMongo. Nossos amigos enviaram o programa especial feito para o Encontro de Mocidades Espíritas do Litoral Norte.

Percebemos cada vez mais que movimentos como o ME News, DalheMongoTV e TVG pipocam por toda parte! E você, tem um programa de TV na sua mocidade falando sobre os trabalhos de sua casa? Envie para mim! sac.dalhemongo@gmail.com

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

Dalhemongo
Administrator Mor

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O QUE É A C.A.M.

O Trevo, Março de 1988.

Tendo a Mocidade Espírita crescido muito nos últimos anos dificultando, assim, o contato entre as várias turmas em todo o Brasil e também devido ao interesse dos jovens em fundar novas turmas de Mocidade ter crescido espantosamente, tornou-se difícil o auxílio às várias turmas e de jovens que vêm procurando a Mocidade.

Para resolver este problema foi criada a C.A.M. – Comissão de Apoio às Mocidades da Aliança, com a finalidade de auxiliar todas as turmas de Mocidade, juntas ou individualmente, promovendo cursos e encontros de confraternização.

A C.A.M. tem realizado curso e reciclagemd e dirigentes de Mocidade, curso de expositores, além de outros que estão sendo elaborados e estudados. A C.A.M. promove anualmente reuniões gerais e regionais de Mocidade, além de serem realizadas reuniões mensalmente em datas e locais previamente estabelecidos onde a participação é aberta a todo jovem espírita.

FONTE: O Trevo.

O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

Para mais, aqui no blog, Escolha o Assunto O TREVO.

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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“Se”…

Aproveitando o período dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.

Em português, a palavra “se” pode ser:

Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:

* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.

  • Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
  • Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.C
  • Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
  • Ele arrependeu-se do que fez.
  • Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
  • Vendem-se casas.
  • Aluga-se carro.
  • Compram-se jóias.

Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.

Trabalha-se de dia.

Precisa-se de vendedores

Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:

  • Objeto direto
  • Ele cortou-se com o facão.
  • Objeto indireto
  • Ele arroga-se direitos que não possui.
  • Sujeito de um infinitivo
  • “Sofia deixou-se estar à janela”.

Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…

Pedro – Vale

dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.

Em português, a palavra “se” pode ser:

Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:

* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.

  • Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
  • Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.
  • Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
  • Ele arrependeu-se do que fez.
  • Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
  • Vendem-se casas.
  • Aluga-se carro.
  • Compram-se jóias.

Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.

Trabalha-se de dia.

Precisa-se de vendedores

.

Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:

  • Objeto direto
  • Ele cortou-se com o facão.
  • Objeto indireto
  • Ele arroga-se direitos que não possui.
  • Sujeito de um infinitivo
  • “Sofia deixou-se estar à janela”.

Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…

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Sagrado: solidão e individualismo

Quer saber mais? Clique AQUI.

Yuri, VALE.

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