Saudações brilhantes jovens
Você acha possível existir uma TV espírita com cara jovem e muito bom humor? Pois é essa a proposta do ME News, o programa vindo diretamente das águas do litoral e entubado aqui, no DalheMongo. Nossos amigos enviaram o programa especial feito para o Encontro de Mocidades Espíritas do Litoral [...]
Saudações brilhantes jovens
Você acha possível existir uma TV espírita com cara jovem e muito bom humor? Pois é essa a proposta do ME News, o programa vindo diretamente das águas do litoral e entubado aqui, no DalheMongo. Nossos amigos enviaram o programa especial feito para o Encontro de Mocidades Espíritas do Litoral Norte.
Percebemos cada vez mais que movimentos como o ME News, DalheMongoTV e TVG pipocam por toda parte! E você, tem um programa de TV na sua mocidade falando sobre os trabalhos de sua casa? Envie para mim! sac.dalhemongo@gmail.com
Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!
Dalhemongo
Administrator Mor
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
O Trevo, Março de 1988.
Tendo a Mocidade Espírita crescido muito nos últimos anos dificultando, assim, o contato entre as várias turmas em todo o Brasil e também devido ao interesse dos jovens em fundar novas turmas de Mocidade ter crescido espantosamente, tornou-se difícil o auxílio às várias turmas e de [...]
O Trevo, Março de 1988.
Tendo a Mocidade Espírita crescido muito nos últimos anos dificultando, assim, o contato entre as várias turmas em todo o Brasil e também devido ao interesse dos jovens em fundar novas turmas de Mocidade ter crescido espantosamente, tornou-se difícil o auxílio às várias turmas e de jovens que vêm procurando a Mocidade.
Para resolver este problema foi criada a C.A.M. – Comissão de Apoio às Mocidades da Aliança, com a finalidade de auxiliar todas as turmas de Mocidade, juntas ou individualmente, promovendo cursos e encontros de confraternização.
A C.A.M. tem realizado curso e reciclagemd e dirigentes de Mocidade, curso de expositores, além de outros que estão sendo elaborados e estudados. A C.A.M. promove anualmente reuniões gerais e regionais de Mocidade, além de serem realizadas reuniões mensalmente em datas e locais previamente estabelecidos onde a participação é aberta a todo jovem espírita.
FONTE: O Trevo.
O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.
O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/
Para mais, aqui no blog, Escolha o Assunto O TREVO.
Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!
DalheMongo
Administrator Mor
Aproveitando o período dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.
Em português, a palavra “se” pode ser:
Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:
Aproveitando o período dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.
Em português, a palavra “se” pode ser:
Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:
* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.
- Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
- Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.

- Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
- Ele arrependeu-se do que fez.
- Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
- Vendem-se casas.
- Aluga-se carro.
- Compram-se jóias.
Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.
Trabalha-se de dia.
Precisa-se de vendedores
Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:
- Objeto direto
- Ele cortou-se com o facão.
- Objeto indireto
- Ele arroga-se direitos que não possui.
- Sujeito de um infinitivo
- “Sofia deixou-se estar à janela”.
Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…
Pedro – Vale
dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.
Em português, a palavra “se” pode ser:
Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:
* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.
- Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
- Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.
- Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
- Ele arrependeu-se do que fez.
- Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
- Vendem-se casas.
- Aluga-se carro.
- Compram-se jóias.
Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.
Trabalha-se de dia.
Precisa-se de vendedores
.
Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:
- Objeto direto
- Ele cortou-se com o facão.
- Objeto indireto
- Ele arroga-se direitos que não possui.
- Sujeito de um infinitivo
- “Sofia deixou-se estar à janela”.
Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…
Para ver a tirinha em alta definição, clique na imagem.
Esta charge foi retirada do site Um Sábado Qualquer, de Carlos Ruas.
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Existe preconceito no Brasil?
Você ainda tem alguma dúvida?
Filippo – Vale
Existe preconceito no Brasil?
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Filippo – Vale
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