From the monthly archives: April 2010

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    1. Sagrado: o papel da mulher na religião
    2. Sagrado: a religião aceita o novo papel da mulher na sociedade?
    3. Sagrado: como as relações homossexuais são vistas por sua religião?

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      1. TVCEI transmite 6º Congresso Espírita Mundial
      2. Palestras do 6º Congresso Mundial de Espiritismo
      3. Astro de ‘Nosso lar’, novo candidato a blockbuster nacional, faz sucesso em peças de temática espírita

      O Livro dos Espíritos (Le Livre des Esprits) é o primeiro livro sobre a doutrina espírita publicado pelo educador francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, em 18 de abril de 1857, sob o pseudônimo Allan Kardec. É uma obra básica do espiritismo, e foi lançado por Kardec após seus estudos sobre os fenômenos que, segundo muitos pesquisadores da época, possuíam origem mediúnica, e estavam difundidos por toda a Europa durante o século XIX.

      Apresenta-se na forma de perguntas e respostas, totalizando 1.019 tópicos. Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema.

      As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente Caroline e Julie Boudin (respectivamente, 16 e 14 anos à época), às quais mais tarde se juntou Celine Japhet (18 anos à época) no processo de revisão do livro. Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi submetido a comparação com as comunicações obtidas por outros médiuns franceses, totalizando em “mais de dez”, nas palavras de Kardec, o número de médiuns cujos textos psicografados contribuíram para a estruturação de O Livro dos Espíritos, publicado em 18 de Abril de 1857, no Palais Royal, na capital francesa, contendo 550 itens. Só a partir da segunda edição, lançada em 16 de março de 1860, com ampla revisão de Kardec mediante o contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas, aparecem as atuais 1019 perguntas e respostas.

      Conteúdo

      A obra se divide em quatro “livros”, como comumente se dividiam as obras filosóficas à época, que tratam respectivamente:

      • Das causas primárias – abordando as noção de divindade, Criação e elementos fundamentais do Universo.
      • Do mundo dos Espíritos – analisando a noção de Espírito e toda a série de imperativos que se ligam a esse conceito, a finalidade de sua existência, seu potencial de auto-aperfeiçoamento, sua pré e sua pós-existência e ainda as relações que estabelece com a matéria.
      • Das leis morais – trabalhando com o conceito de Leis de ordem Moral a que estaria submetida toda a Criação, quais sejam as leis de: adoração, trabalho, reprodução, conservação, destruição, sociedade, progresso, igualdade, liberdade e justiça, amor e caridade.
      • Das esperanças e consolações – concluindo com ponderações acerca do futuro do homem, seu estado após a morte, as alegrias e obstáculos que encontra no além-túmulo.

      Intolerância e reação

      Em setembro de 1861 o Sr. Lachâtre encomenda, de Barcelona, 300 volumes de obras espíritas, dentre as quais o Livro dos Espíritos. Ao chegarem, os livros são apreendidos pelo bispo local, num episódio que ficou conhecido como Auto-de-fé de Barcelona. A sentença foi executada a 9 de outubro, data que marca a intolerância religiosa, reagindo contra a divulgação da Doutrina Espírita.

      A 1 de maio de 1864 a Igreja Romana coloca a obra no Index – o catálogo das obras cuja leitura é vedada aos seus fiéis.

      Fonte: Wikipédia

        Gostou? Então dá uma olhada nesses:

        1. OBRA BÁSICA – O Livro dos Espíritos – Parte 1
        2. OBRA BÁSICA – O Livro dos Espíritos – Parte 2

        Recebemos, com muita alegria, um relato de Eduardo Miyashiro, diretor da AEE. De onde surgiu a Mocidade da Aliança?

        A primeira turma de Mocidade Espírita da Aliança iniciou em 1976, no CEAE Genebra. Seus dirigentes foram Heloisa Capellas Pires e Joel Beraldo. Eles já haviam participado de mocidades em centros espíritas da zona leste de São Paulo e também eram alunos da 1a. turma de Escola de Aprendizes do CEAE Genebra.

        Eram entusiastas da idéia da Mocidade, assim como os demais amigos que eram filhos e familiares dos primeiros dirigentes da Aliança. Receberam forte apoio do Jacques Conchon, primeiro Diretor Geral da Aliança, porque este também havia participado ativamente do movimento da mocidade espírita paulistana, na década de 1960.

        A experiência pessoal do Jacques com a Mocidade, no entanto, foi marcada por participar de turmas de mocidade onde os dirigentes ficavam por décadas! Aquela alegação de que o que valia era a juventude do Espírito e não a do corpo fazia com que o Jacques se perguntasse: então, qual seria a diferença entre uma mocidade espírita “independente” e um centro espírita autônomo?

        Quando Joel e Heloisa se reuniram para elaborar um programa-piloto, partiram da sequencia de aulas do Curso Básico de Espiritismo do programa da Aliança (nessa época eram 12 aulas). Inseriram aulas sobre Leis Morais e virtudes cristãs e concluíram um programa de 40 aulas para o primeiro ano da Mocidade. Mas a grande novidade era o conceito de que a Mocidade seria um programa, com começo, meio e fim, para não ficar durando eternamente.

        As regras do trabalho eram semelhantes às da Escola de Aprendizes, porém o clima de aula era próprio da Mocidade. Aula de 90 minutos, com preparação, caderno de temas, exposição da aula, vibrações e encerramento. Os expositores eram escalados entre o quadro da Escola de Aprendizes e os próprios dirigentes. Havia ainda uma regra adicional, sugerida pelo Jacques: o limite máximo de idade de 25 anos, tanto para alunos como para dirigentes, evitando que se perpetuassem turmas com pessoas de mais idade, que deveriam ser encaminhadas para as escolas de aprendizes.

        A primeira turma começou com mais de 60 jovens. Houve muita atividade de estudo, trabalho e confraternização, ao mesmo tempo em que o programa era testado. Quando se completou as 40 aulas do primeiro ano, foi concebido o segundo ano, contendo uma série de temas mais profundos, com o aprofundamento das questões tratadas no Livro dos Espíritos, na Série André Luiz e outras obras de peso. Em 1977, também se decidiu dar início à 2a. turma de Mocidade, dirigida pelas pessoas que mais se destacaram no trabalho da primeira turma, que eram a Gisele Lorenzetti e o Zeca Capelas.

        Também nessa época foi feito um esforço para se multiplicar o programa de mocidades para outros centros. A Gisele e a Mônica foram dirigir a primeira turma do CEAE-Casa Verde. O Luiz Carlos Orbolato dirigiu a 1a. turma em São José dos Campos (Grupo Espírita Francisco de Assis) e a Solange Marreiro, o Carlos Belém e a Zila Rosa Belém começaram a dirigir a 1a. turma no Litoral (Centro Espírita Irmão Timóteo, de São Vicente). O Maurício e a Helen começaram a dirigir a 1a. turma do CEAE-Manchester, na zona leste de SP.

        Foram realizados os primeiros encontros de mocidade, em que se escolhia uma cidade para uma confraternização, em geral em um domingo pela manhã, das 8h30 às 12h30. Algumas vezes foram realizados no CEAE Genebra, em outras, em São José dos Campos ou São Vicente, ou no Parque Cemucam, da Prefeitura de São Paulo.

        Havia diversos trabalhos para as turmas, como acompanhamento de caravanas das turmas de EAE, visita ao Lar Esperança e à Clínica Francisca Júlia, do CVV, em São José dos Campos, distribuição de mensagens nos cemitérios no Dia de Finados, faxina geral nos centros espíritas, gincanas de conhecimento, Campanha Auta de Souza, etc.

        Foi definido mais um ciclo de aulas (o terceiro ano), com aprofundamento de leis morais. Em 1978, a 3a. turma do CEAE Genebra foi dirigida pela dupla José Roberto Espósito e Mara. Nessa turma eu fui aluno, junto com a Tais Lorenzetti e a Monica Conchon. A Tais dirigiu a 4a. turma. A 5a. turma foi dirigida por mim e pela Monica, a partir de 1979. Nessa época, foi definido um 4a. ano no programa, mas a 1a. turma já havia se encerrado. Esse 4. ano incluía uma série de estágios de trabalhos e atividades, como teatro, jornalismo, audiovisuais, noções de direito e contabilidade para abertura de um centro espírita, assistência social, etc. As aulas teóricas incluíam os livros clássicos dos continuadores de Kardec (Leon Denis, Gabriel Dellanne, Camille Flammarion, William Crookes, etc.) Ficou um programa muito pesado, mas a Diretoria da Aliança (Jacques, Flavio e Valentim) resolveu fazer essas aulas junto com a turma que eu dirigia, durante 6 meses, para que pudéssemos fazer uma avaliação embasada na vivência prática e não apenas na teoria. Após essa experiência, percebeu-se que a programação precisava de um ajuste, ou adaptação, pois a faixa etária das turmas começou a diminuir.

        Nessa altura, o Paulo Amaral, a Angela Donda, o Carlos Belém e eu estávamos empenhados na elaboração de uma versão revisada do programa, que passou a ser incluído na 3a. edição do “Vivência”. Muitas noites foram consumidas nessa revisão.

        Também foi nessa época que decidimos fazer um programa intenso de expansão do programa de Mocidade, que era um “ilustre desconhecido” entre os dirigentes de centros espíritas da Aliança. Então surgiu a Comissão de Apoio às Mocidades da Aliança e nós começamos a aparecer em todas as reuniões possíveis e imagináveis para incluir o assunto “O que é a Mocidade” na pauta.

        Chegamos a montar uma secretaria da Mocidade, em uma sala do CEAE Manchester. Compramos material de escritório, contratamos uma estagiária de Secretariado em meio-período e organizamos a correspondência e o material didático. (Vale a pena lembrar que não existia computador, e-mail, celular, internet, etc.)

        A partir daí, começaram a se multiplicar as turmas de mocidade em diversas regiões do país. A Aliança ainda não havia se descentralizado, então não existiam as regionais como as conhecemos hoje, porém sempre houve lideranças atuantes nos centros e nas mocidades, em diversas regiões, que nos apoiaram muito.

        A Mocidade do CEAE-Londrina naquela época foi um grande destaque, com dinamismo e criatividade. Participaram ativamente de todos os encontros realizados em SP, na década de 1980.

        Em 1984, eu completei 25 anos e, de acordo com a regra em vigor, saí da Mocidade. Junto com o Paulo, transferimos o material da secretaria da Mocidade, junto com a responsabilidade pela condução da mocidade da Aliança para os novos integrantes da CAM (Valnei, Gerson, Geraldinho, etc.).

        No final desse mesmo ano, eu casei com a Beth, a quem conheci devido à Mocidade, e ainda acompanhamos a aventura das turmas que decidiram montar o primeiro encontro de Mocidades fora do estado de SP, exatamente em Londrina, como forma de agradecer e estimular aquela turma tão dedicada.

        Bom, acho que, daí em diante, outras pessoas poderão escrever mais coisas sobre a Mocidade.

        Abraços,

        Eduardo

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          1. Caderno de Músicas da Mocidade Espírita da Aliança
          2. A MISSÃO DA ALIANÇA INCLUI OS JOVENS
          3. Série Aliança e Canal Oficial no Youtube

          Isso é que é diversidade cultural, sincretismo religioso e demonstração de união: o time do “Santos”, representado por evangélicos entregando presentes em um Centro Espírita. Parabéns, rapaziada! Assim, ficou bonito!

          Robinho, Neymar, Ganso e Brum visitam instituição espírita após polêmica

          Jogadores que se recusaram a descer de ônibus na primeira ocasião vão ao Lar Mensageiros da Luz e distribuem presentes

          Após muitas críticas aos jogadores santistas que se recusaram a visitar no dia 1º de abril a instituição espírita Lar Mensageiros da Luz, que abriga pessoas com paralisia cerebral, quatro dos atletas mais criticados do Peixe compareceram nesta segunda-feira ao local. Sem combinar previamente, Robinho, Neymar, Paulo Henrique Ganso e Roberto Brum fizeram surpresa para os 34 moradores, por iniciativa própria e sem a presença da imprensa.

          Divulgação/Assessoria de Imprensa do Santos

          Paulo Henrique, Roberto Brum e Neymar distribuíram presentes na instituição de caridade

          O primeiro a chegar foi Robinho, logo após o treino. Em seguida foram Neymar e Ganso, e por último Brum, ao lado da família. De acordo com o assessor de imprensa do Santos, Fábio Maradei, o volante ligou para a escola e pediu a liberação dos filhos, para que pudessem fazer a visita ao seu lado.

          Chegando lá, os jogadores fizeram festa e cantaram para as crianças. Brum ainda preparou uma surpresa e levou 34 miniaturas de baleias, mascote do time, uma para cada interno do Lar, que foram entregues por ele, mulher e filhos.

          Robinho ainda doou a sua camiseta da partida número 200 pelo clube, que será leiloada e a renda será revertida à casa.

          A primeira visita causou grande polêmica, pois boa parte do elenco não quis descer do ônibus para doar simbolicamente 600 ovos de Páscoa, que foram vendidos na loja do clube, na Vila Belmiro. A renda foi revertida para o Lar. Só desceram 11 atletas na ocasião: Felipe, Wladimir, Edu Dracena, Zé Eduardo, Arouca, Pará, Gil, Maikon Leite, Breitner, Zezinho e Wesley.

          Alguns jogadores, como Neymar e Robinho, vieram a público após o incidente para pedir desculpas e prometer voltar ao Lar para uma nova visita.

          Fonte: GloboEsporte

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