From the monthly archives: May 2010

Fonte: Querido Leitor

Vamos começar com os AUTORES.

Hoje, dia 01 de junho, @bruckxd postou isso:


Alguém mais percebeu que o logo de 2014 mais parece um cara fazendo um facepalm?less than a minute ago via webBruno S. Brum
bruckxd

E em seguida:

oquefoivisto

…e um “dá pra ver melhor nessa”

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O @xonglee viu o tweet do ‘@bruckxd , dizendo que parecia umfacepalm‘ e sacou, :


@bruckxd http://twitpic.com/1t1j69 – É o Xico Chavier psicografando.less than a minute ago via TwitpicXong Lee
xonglee

O @diegomaia leu, retuitou, me contou, eu retuitei, todos retuitaram e a coisa foi crescendo. Depois de várias horas, um amigo do Diego Maia, recebeu esta montagem por email e repassou. Diego publicou a montagem para quem ainda não tinha ‘conseguido ver’.

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Agora é só esperar pra ver quem e onde vai sair a ‘incrível nota’ de alguém que ‘percebeu que o logotipo da Copa 2014 parece o Chico Xavier Psicografando’. Aliás, Chico Xavier está nos Trending Topics.

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    O assunto não tem nada a ver com religião, apesar de falar de vida após a morte. Sonia Rinaldi há mais de 20 anos pesquisa o assunto e prepara-se para um desafio hercúleo: Levar para um ambiente totalmente cético algo que comumente é tratado com crença. Ela vai defender, a partir deste ano, uma Tese de Mestrado na PUC Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, intitulada Transcomunicação: Interconectividade entre Múltiplas Realidades e a Convergência de Ciências para a Comprovação Científica da Comunicabilidade Interplanos, com a qual pretende comprovar que após a morte do corpo físico a consciência sobrevive.

    Essa consciência, segundo Sonia, classificada de vários nomes, mantém sua individualidade, história, aquisições morais e intelectuais, além de ter capacidade de comunicação com o mundo da matéria. Atualmente, como uma das coordenadoras do Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental, Sonia passa seus dias conectando aparelhos de gravação de áudio e vídeo, buscando contato com o que convencionamos chamar de o outro lado da vida.

    Para a pesquisadora, o fato deste tipo de abordagem adentrar o mundo acadêmico é uma conquista que só será percebida no futuro, mas que trará benefícios para toda a Humanidade: É chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua., diz Sonia.

    Acompanhe a entrevista exclusiva concedida por Sonia Rinaldi ao editor da NovaE.

    Após 20 anos de pesquisa, como a ciência clássica, baseada em conceitos da matéria, vem encarando o seu trabalho?

    A Ciência, de forma ampla, está longe de se interessar. Uns tantos cientistas mundo a fora vêm trabalhando no sentido de documentar a realidade da sobrevivência após a morte. Porém, quer nos parecer que nenhum fenômeno é mais concreto e, portanto, suscetível de toda sorte de análises e investigação, como requer a Ciência -do que a Transcomunicação Instrumental ou seja, a comunicação com o Outro Lado da Vida através de gravações em computador e vídeo. Este ano de 2009 traz uma nova rota para nossa pesquisa, pois inicio Mestrado na PUC Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, justamente para levar a Transcomunicação ao meio acadêmico, coisa que jamais ocorreu na História. Veremos, daqui a uns anos, o que teremos conseguido.

    Como foi o processo de aprovação de sua tese de mestrado, sobre este assunto tão avesso ao mundo acadêmico?

    Chegaram a me chamar na PUC para eu mudar minha tese, mas não aceitei. Tenho premência em conduzir a pesquisa conforme a proposta, pois minha tese não será simples, propus uma mega-tese multidisciplinar, pois já considerei o fato de que eu, sozinha, seria inapta para comprovar qualquer coisa. Propus a participação de engenheiros, físicos e matemáticos todos com doutorado, para que sejam eles que avaliem, dentro dos parâmetros requeridos pela Ciência, que o fenômeno é real.

    A minha parte é levantar a ocorrência do fenômeno a deles será endossar a autenticidade e dentro das possibilidades , tentar explicá-lo.

    Quem serão os maiores beneficiados com a comprovação científica da sobrevivência após a morte?

    A meu ver, a própria Humanidade, que deixará de se enganar. É como se fosse chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua.

    Você pode explicar aos nossos leitores, em sua maioria, leiga neste assunto, o que seria a hipótese “sobrevivencialista” em contraposição à hipótese “psi”?

    Quem é a favor da sobrevivência após a morte vê a coisa como sendo o ser humano composto de um corpo e uma alma, ou espírito. Na morte do corpo físico, esse espírito ou consciência, prosseguiria na jornada. Esse é o ponto de vista dos espiritualistas. Já uns tantos parapsicólogos acham que os fenômenos paranormais não são resultado de uma intervenção espiritual, mas sim, produto da própria mente de quem produz o fenômeno.

    No caso da Transcomunicação, exaustivamente essa segunda hipótese fica descartada, por uma série de fatores que não arrolaremos para não nos estendermos. Mas sumarizamos dizendo que as Vozes que gravamos falam de coisas que ninguém sabia, dão nomes de pessoas, cidades de origem, etc., que o transcomunicador nunca ouviu falar. Filhos falecidos mencionam peculiaridades que só a família sabe, etc. Não há a menor possibilidade de ser produto da mente de alguém. Necessariamente, os contatos mostram que estamos em contato com seres que já partiram.

    Como são realizadas suas experiências de gravação? Qual é sua rotina de pesquisadora?

    Agora, com o Mestrado, tudo girará em função disso, e as gravações serão feitas para que os cientistas que participarão da Tese possam ter mais e mais elementos de estudo. Fora disso, vou continuar dando uma aula por mês de como gravar para as pessoas interessadas.

    Nos workshops realizados por você, como as pessoas têm reagido ao contato com entes que se foram? Na mesma linha desta questão, a saudade e a necessidade de um contato não podem prejudicar uma análise racional?

    Em todos os cursos (workshops) que damos, todos obtêm resultados de seus falecidos e aprendem a gravar. Não há como comprometer a interpretação, porque, ou a resposta está lá ou não está. Nossas gravações há anos são bem claras… não deixam margem de dúvida ou permita dúbia interpretação. Se a gravação/resposta não for clara, será descartada.

    Quando se fala em “Vida Após a Morte”, as pessoas fazem logo uma conexão com religião, que, no sentido clássico, vai na contramão da pesquisa científica. Como você lida com isto?

    Religião que se esconde atrás de dogmas e não respeita a lógica deve estar com os dias contados. A globalização e o avanço tecnológico despertaram a racionalidade, e a visão setorizada tende a mudar. Ou algo é “verdade” ou não merece crédito. E tudo que é “verdade” tem que ser passível de análise e investigação. Há de chegar o tempo em que o ser humano dispensará supostas leis divinas, sejam lá quais forem, que não passem pelo crivo da lógica racional.

    Considerando a hipótese sobrevivencialista, quais as diferenças deste contato em relação à psicografia, já que as gravações captam pequenas frases, às vezes com uma estrutura gramatical inversa, bem diferente dos livros mediúnicos, que são verdadeiros tratados, romances, com estruturas complexas…

    A diferença fica por conta de que tudo que não pode ser matematicamente investigado, fica excluído do interesse da Ciência. Até hoje, centenas de médiuns têm dado importante contribuição no sentido filosófico e social; porém, fica fora da possibilidade da comprovação da realidade disso. Já no caso da Transcomunicação, qualquer “alô!” vem com um peso incontestável diante dos olhos de um cientista. Por isso, penso que a Transcomunicação Instrumental é o veiculo mais poderoso para comprovar que se vive depois da morte, além, claro, de levar consolo a milhares de pessoas que sofrem com a perda de alguém querido.

    Fonte: Manoel Fernandes Neto, NovaE.

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        Esta charge foi retirada do site Um Sábado Qualquer, de Carlos Ruas.
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            1804, Bretanha. Período marcado pela Revolução Francesa, onde todo ar europeu aspirava aos ideais revolucionários. É nesse cenário que se desenrola uma história marcada pelas conseqüências e escolhas passadas. A protagonista, Andréa de Guzman vive cercada por dilemas amorosos, dividida entre as investidas de um primo, por quem nutria muito amor, e um vizinho fortemente apaixonado, que lhe inspirava descontrolado desejo doentio, ao mesmo tempo que sofre as insistentes perturbações de um obssessor. Tão incessante se fizeram as incertezas e sofrimentos na vida de Andréa, que ao se descobrir grávida antes de seu casamento, atira-se ao maior e mais profundo poço do desespero humano, ao pior dos castigos atrozes que os seres já viram: Andréa se atira aos braços sombrios do suicídio. Aprisionada ao corpo, a personagem sofre os mais inimagináveis tormentos possíveis, entre eles a interminável sensação do afogamento eterno, ao mesmo tempo que ouvia o choro descontrolado de seu filho. O Drama da Bretanha repercute num conceito universal, chamado lei de Causa e Efeito, comungada à  Justiça Divina. Revela os delicados processos atravessados por aqueles que buscam no suicídio e na loucura a resposta para suas angústias, além de detalhar suavemente as conseqüências causadas pelas más escolhas.

            A maior curiosidade, talvez, seja pela real história apresentada, já que a personagem Andréa Guzman foi, numa encarnação passada, a própria médium que psicografou o livro O Drama da Bretanha. Em três volumes (Nas voragens do Pecado, O Cavaleiro de Numiers e O Drama da Bretanha) Yvone Pereira descreve suas três últimas experiências terrenas, relatando com sutileza seus erros e enganos, e a maneira como os superou para, depois de muitos séculos, a protagonista de três grandes obras poder contar sua própria história.

            Helena Vitorino, SP-Sul.

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