“A questão da identidade dos Espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo para os espíritas; é que, de fato, os Espíritos não carregam um documento de identidade, e sabe-se com que facilidade alguns tomam nomes emprestados. Assim, depois da obsessão, é uma das maiores dificuldades do Espiritismo prático; além disso, em muitos casos, a [...]
“A questão da identidade dos Espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo para os espíritas; é que, de fato, os Espíritos não carregam um documento de identidade, e sabe-se com que facilidade alguns tomam nomes emprestados. Assim, depois da obsessão, é uma das maiores dificuldades do Espiritismo prático; além disso, em muitos casos, a identidade perfeita é secundária e sem importância.” (Allan Kardec – O Livro dos Médiuns – item 255)
A identificação dos Espíritos sempre foi tarefa das mais difíceis, tanto para os próprios médiuns quanto para os dirigentes de trabalhos mediúnicos. Como não estar sujeito a enganos? Todos estamos sujeitos a tais coisas e nenhum de nós pode se dizer infalível a ponto de saber discernir completamente a identidade dos espíritos que se comunicam conosco. Quem diz o contrário se cega de tal maneira que pode se tornar vítima de sua própria vaidade, quando o engano bater a sua porta e todo o seu castelo de cartas se desfizer ao vento.
Espíritos não mostram o “RG” para provar quem são e, talvez, prender-se ao nome que o Espírito utiliza para se apresentar (quando o faz, pois muitas vezes nem se identifica) seja muito perigoso. A pessoa que não se preocupa em extrair o conteúdo moral de cada comunicação e, como ensinou Kardec, submetê-lo ao controle da razão, a torna presa fácil de espíritos enganadores que, utilizando-se de nomes famosos, propagariam, sem controle, informações e ensinamentos falsos.
Que importa se uma mensagem não foi assinada pelo Apóstolo Paulo, por Jesus, por Bezerra ou por Chico Xavier? Só porque foi a avó do seu amigo que ditou a mensagem, não significa que ela não seja boa. Será que o que ela ensina é algo válido? Será que, não nos apegarmos à identificação do indivíduo que “passa” uma mensagem, não nos daremos oportunidade de aprender mais? Basta-nos, inicialmente, procurar discernir bons e maus espíritos e, devido à nossa imperfeição, ainda temos dificuldade nesta distinção.
Quais as ferramentas de que necessitamos para que possamos ter por perto bons espíritos e, no caso dos médiuns, recebermos boas comunicações? Em primeiro lugar, é necessário buscarmos ser pessoas melhores. Nada atrai mais os bons espíritos do que uma boa conduta. Em segundo lugar, buscarmos o refúgio na oração e na vigilância dos pensamentos e ações. Por último, ler bastante. Os livros espíritas são a fonte de conhecimento em nossa doutrina. Por onde começar? Pelo chamado “Pentateuco de Kardec”, ou seja, O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.
Desta forma, poderemos saber se estamos sendo enganados pelos espíritos ou se estamos recebendo conselhos e informações que, se bem refletidas e postas em prática, poderão fazer diferença em nossa vida, mesmo que o espírito que se comunicou se chame Sócrates ou Zé.
Alessandro – Litoral Sul
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
“Fé inabalável é aquela que pode enfrentar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade”
(Allan Kardec – O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XIX – item 7)
O que é ser religioso?
É simplesmente adotar e professar uma crença?
Decorar todos os livros [...]
“Fé inabalável é aquela que pode enfrentar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade”
(Allan Kardec – O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XIX – item 7)
O que é ser religioso?
É simplesmente adotar e professar uma crença?
Decorar todos os livros e ter todas as respostas na ponta da língua?
Não…
Religião vem da palavra latina religare, que quer dizer, literalmente, religar. Religar com quem? Com o Pai, nosso Criador.
O Espiritismo não deveria ser propriamente nossa religião, pois que nós temos de ser a Religião. Religados ao Pai através de nossas atitudes, de nossos pensamentos, de nossas palavras.
Infelizmente, ainda estamos longe de sermos absolutamente religiosos e , por isso, necessitamos de um caminho para nos guiar à iluminação.
Para isso, temos nossa Doutrina Bendita.
Alessandro – Litoral Sul
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Uma das grandes dificuldades encontradas no ensino de moral cristã aos jovens está no tocante de como mostrar Jesus a eles.
Ao longo do tempo, fomos apresentados diversos conceitos e impressões sobre o mestre. Alguns segmentos religiosos explicam que Jesus é Deus, sendo a segunda pessoa da Santíssima Trindade, outros o [...]
Uma das grandes dificuldades encontradas no ensino de moral cristã aos jovens está no tocante de como mostrar Jesus a eles.
Ao longo do tempo, fomos apresentados diversos conceitos e impressões sobre o mestre. Alguns segmentos religiosos explicam que Jesus é Deus, sendo a segunda pessoa da Santíssima Trindade, outros o mostram como um distribuidor de bênçãos àqueles que se dispõem a simples profissão de fé, outros contestam sua existência, cada um atendendo aos diferentes anseios, angústias e necessidades de cada fiel, na diversidade dos comportamentos humanos.
De qualquer modo, é muito difícil conquistar a juventude e motivá-la a conhecer e seguir os ensinamentos do Mestre, porque geralmente O mostram muito distante de nossa realidade, como se estivesse em um lugar inatingível por nós e que nos restasse apenas a submissão a um poder superior, sem que nenhum esforço nosso nos permitisse chegar mais “perto” de Jesus.
É justamente o contrário que os ensinamentos espíritas vêm nos trazer. Sabendo que Jesus é um espírito superior, que, assim como nós, está sujeito à Lei do Progresso. Sabendo que Deus não favorece ninguém e que Seu amor nos abraça através de Suas Leis, em que a Justiça perfeita prevalece, aprendemos que Jesus não foi criado perfeito e que percorreu todos os degraus da evolução, agregando virtudes que o fizeram chegar onde está (e como a evolução não tem limite conhecido, não estaciona na senda do progresso) e depurando os defeitos e erros cometidos.
Isso nos leva a valorizar mais ainda nosso Divino Mestre, pois Seu exemplo não se limita apenas aos conhecidos 33 anos vividos na Galiléia, mas toda essa conquista ao longo das eras nos conscientiza de nosso destino como espíritos felizes e cada vez mais participantes e colaborativos na Criação.
Além disso, Jesus é o Governador Espiritual de nosso planeta, participou de sua criação e nos envolve constantemente em Seu amor. Por isso Ele disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai se não por mim”.
Jesus é nosso amigo, nosso irmão mais velho, aquele com quem podemos contar sempre, a quem podemos nos espelhar, porque não existiu exemplo melhor sobre a face desta Terra. O caminho que Ele nos mostrou não é fácil, mas “seu jugo é suave e seu fardo é leve”, porque nos ensina a viver melhor com nossos semelhantes, a consolidarmos nossa fé, a orar com mais consciência, a termos mais esperança, a sabermos que Deus é um Pai de amor que sabe sempre o que é melhor para nós, mesmo que não o saibamos (“Seja feita a vossa vontade…”).
Junto a tudo isso, sabemos que Jesus foi um jovem brilhante e exerceu sua missão em plenitude, com a engenhosidade e fervor com que a juventude empreende seus sonhos.
O jovem conscientemente cristão sabe colocar Jesus em seus sonhos, em seus projetos e suas conquistas, assim como Nosso Mestre soube viver para Deus.
Para nós, jovens, não significa que tenhamos de viver uma vida à parte, longe do mundo. Nós vivemos no mundo, somos parte dele e Jesus nos mostrou como fazermos a diferença neste mundo.
Seguir o Mestre não é passar os dias falando sobre Ele, mas vivendo seus ensinamentos como parte integrante de nosso caráter, de nossas atitudes, de nossos pensamentos e palavras. Ser um jovem com Jesus não é ser “careta”, nem estranho e jamais um fanático. Ser jovem com Jesus é ser diferente, sim. Diferente porque nossos objetivos incluem um futuro mais feliz que não é necessariamente deste mundo, mas que precisamos construir nele.
Alessandro – Litoral Sul
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A cobrança da sociedade sobre o jovem é imensa. As escolas têm seus programas de Ensino Médio voltadas para que o aluno passe em um vestibular e, nesse meio tempo, já tenha definido sua carreira profissional para, imagina-se, o resto da vida.
A mídia molda suas atrações com segundas intenções comerciais para que, por sua [...]
A cobrança da sociedade sobre o jovem é imensa. As escolas têm seus programas de Ensino Médio voltadas para que o aluno passe em um vestibular e, nesse meio tempo, já tenha definido sua carreira profissional para, imagina-se, o resto da vida.
A mídia molda suas atrações com segundas intenções comerciais para que, por sua vez, moldem o gosto, a opinião e as atitudes da juventude.
Ainda sem opiniões plenamente formadas, mudando na mesma velocidade em que fervilham seus hormônios, os jovens sucumbem à pressão do meio.
Mais perigosa que tudo isso, temos também o chamado da rua. Em meio às brincadeiras naturais da idade, temos também todo o tipo de vícios, excessos e torpezas de toda a sorte a seduzirem a juventude. Drogas, criminalidade, prostituição, fugas das escolas, jogos em excesso.
Por que, a cada dia que passa, essas adversidades estão engolindo o espaço que deveria ser preenchido por aspirações superiores e ocupações edificantes?
Simplesmente porque o espaço que a educação moral, principalmente a familiar, deveria se fazer presente está largamente deixado de lado, dando a oportunidade para que o “canto da sereia” de todos esses males atinjam meninos e meninas em plena formação de seu caráter e personalidade.
É verdade que não podemos culpar as circunstâncias sociais pos eventuais desvios de caráter e propensões à queda moral, mas não podemos “tapar o sol com a peneira” e fingir que não temos nada a ver com isso.
É urgente e imprescindível que haja uma renovação e fortalecimento dos valores familiares, tão apagados na nossa sociedade voltada para o consumo e para o egoísmo. Amor, carinho e compreensão fazem verdadeiros milagres para a recuperação de relacionamentos em família e é ela que deve estar presente, ouvindo e atendendo aos anseios de pessoas que mal concluíram seu processo reencarnatório. São esses espíritos unidos por laços de amor e compromisso que devem estar presentes para auxiliar nas dúvidas e angústias dos jovens. Existe um certo ditado popular, um tanto difundido hoje em dia, que diz que o que a família não dá, o crime supre. Pode parecer um tanto exagerado, mas nas circunstâncias atuais, vemos que não é.
Além de uma base familiar sólida, é necessária uma boa base moral, edificada sobre valores corretos e construtivos. Temos a religião e os exemplos e ensinos de Jesus que são de imensa ajuda e que, compreendidos e vivenciados, garantem a formação de um ser humano de bem.
Por fim, incentivar a busca pelo desenvolvimento intelectual, pois quanto mais conhecimento temos, mais informações para julgarmos aquilo que é certo ou errado para nossas vidas.
Olhemos para os nossos jovens e procuremos não enxergar apenas a turbulenta mudança ou a rebeldia e a vontade de mudar o mundo (aliás, extremamente válida, quando bem utilizada), mas os homens e as mulheres do futuro, guardiões de um mundo herdado daqueles que hoje comandam a sociedade. Se quisermos que eles construam um mundo melhor e sejam pessoas ainda melhores, devemos investir nossas vidas e nossos corações para que nenhuma dessas ovelhas do Pai se desgarre do rebanho que Ele criou para a felicidade no bem e na caridade.
Alessandro – Litoral Sul
Amigos,
Estou divulgando nosso blog da Regional Litoral Sul. Nossa finalidade é a mesma do Dá-lhe Mongo, levar aos jovens notícias, opiniões, novidades e eventos da nossa Regional, tudo isso com a cara da nossa Mocidade. O endereço é:
http://mocidadelitoralsul.blogspot.com
Divirtam-se! Lá existem links para músicas e vídeos feitos com as músicas da Mocidade.
[...]
Amigos,
Estou divulgando nosso blog da Regional Litoral Sul. Nossa finalidade é a mesma do Dá-lhe Mongo, levar aos jovens notícias, opiniões, novidades e eventos da nossa Regional, tudo isso com a cara da nossa Mocidade. O endereço é:
http://mocidadelitoralsul.blogspot.com
Divirtam-se! Lá existem links para músicas e vídeos feitos com as músicas da Mocidade.
Abraços
Alessandro – Regional Litoral Sul
Olá, queridos irmãos do Vale do Paraíba!
Fui convidado a escrever neste digníssimo blog e, antes de meus dotes culinários aqui (rs), resolvi mostrar minha cara e a cara da minha regional. Fiquei imensamente feliz com esta oportunidade de trocarmos idéias e expormos nossos conceitos de um ideal tão maravilhoso quanto a Mocidade. Espero ser [...]
Olá, queridos irmãos do Vale do Paraíba!
Fui convidado a escrever neste digníssimo blog e, antes de meus dotes culinários aqui (rs), resolvi mostrar minha cara e a cara da minha regional. Fiquei imensamente feliz com esta oportunidade de trocarmos idéias e expormos nossos conceitos de um ideal tão maravilhoso quanto a Mocidade. Espero ser uma ponte entre nossas regionais através do Dá-lhe Mongo.
Alguns de vocês já me conhecem, pelo menos de vista do Encontro de Dirigentes 2007 e o Encontro Geral de 2008.
Apesar de ostentar esta pele tão alva, moro no Litoral mesmo, hehehehehehehehe.
O Geral acabou e ficaram algumas lições muito importantes. A primeira delas é que, ao que parece, nosso movimento de Mocidade Espírita está em franca renovação. Pessoas “antigas” deixam a frente dos trabalhos para que o caminho esteja livre para outros tocarem o barco, encontros com maioria de novos alunos, novas turmas se abrindo, programa novo aprovado. Prioridade no momento é abandonarmos velhos vícios e preconceitos dentro do trabalho, para que possamos encarar este mundo de novidades com o coração aberto a essa nova geração (apesar do meu tom saudosista, a ela pertenço). Vemos alunos com cada vez mais bagagem de vida, cada vez mais “sabidos”. Os dirigente não mais podem se permitir levar uma turma “na flauta”, é preciso trabalhar características individuais e estudar bastante para que haja êxito. E como constatar isso? Basta vermos como alunos, dirigentes e trabalhadores fizeram um Encontro Geral maravilhoso, plenos de sementes de luz para o futuro de nosso mundo.
A segunda lição é que o movimento de Mocidade dentro da AEE, mesmo acompanhando a tendência descentralizadora que nossa agremiação busca, está se unindo cada vez mais e se tornando mais sólido. Isso não só na Aliança, mas também na FEESP e outras siglas, haja vista que você no Vale fazem encontros regionais no litoral norte unindo todas as bandeiras do Movimento Espírita. Encontros como esses e o UEMESP (União dos Encontro de Mocidades Espíritas de São Paulo), em SP, são o resultado dessa união que será cada vez mais intensa. Reconhecer-se-ão que diferentes formas de trabalho não são barreiras para a confraternização.
Isso demonstra que o Plano Espiritual está trabalhando muito para isso, pois como disse Paulo: “O que ligardes na Terra será ligado nos Céus”.
Novos ventos sopram sobre nós.
Que Jesus nos ilumine mais a cada dia.
Abraços fraternos
Alessandro – SEJO – Regional Litoral Sul
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