Um anúncio da Red Bull, que dentre outras coisas é mais conhecida por fabricar bebidas energéticas e patrocinar uma equipe de F-1, tem causado polêmica entre os católicos mundo afora pelo fato de um dos personagens ser nada menos que o Mestre Jesus!
Na propaganda, Jesus anda de barco com mais dois [...]
Um anúncio da Red Bull, que dentre outras coisas é mais conhecida por fabricar bebidas energéticas e patrocinar uma equipe de F-1, tem causado polêmica entre os católicos mundo afora pelo fato de um dos personagens ser nada menos que o Mestre Jesus!
Na propaganda, Jesus anda de barco com mais dois discípulos e resolve descer porque tinha se cansado da “pescaria”, e então começa a andar sobre as águas.
Um dos discípulos pergunta como ele faz isso. Aí o outro discípulo espertinho diz que Jesus tomou um Red Bull (“Red Bull te dá aaaaaaasas”).
No que Jesus responde: que não é Red Bull, nem milagre, é só ficar esperto para pisar nas pedras certas.
A meu ver, a polêmica deve ser pelo fato de a propaganda “brincar” com Jesus ou por ter feito menção ao Mestre ter bebido energético.
Sinceramente, se Jesus veio trazer o amor e a paz, e consequentemente a alegria, acho que não se incomodaria em “participar” de uma propagando bem humorada.
Não digo com isso que a figura do Mestre deva ser usada para fins comerciais, mas daí a causar uma polêmica, sei não, tenho cá minhas dúvidas.
Mas, quero saber de você, o que acha sobre a questão?
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A Mocidade da Aliança Espírita Evangélica em parceria com o Dalhemongo vai sortear o livro “Nosso Lar – Bastidores do Filme”, e você, é claro, não vai querer ficar fora dessa.

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O sorteio será realizado no dia 15 de dezembro por volta das 20h.
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Não perca esta chance e boa sorte! =)
Olá caros jovens de Mocidade, vamos refletir sobre a pergunta acima juntos? Como será que a Doutrina Espírita nos ilumina nesta questão? Vamos viajar nessa! Lembrando que a idéia aqui não é fechar a questão com um ponto final. Quero instigá-los a pensar no assunto e tirar suas próprias conclusões.
E [...]
Olá caros jovens de Mocidade, vamos refletir sobre a pergunta acima juntos? Como será que a Doutrina Espírita nos ilumina nesta questão? Vamos viajar nessa! Lembrando que a idéia aqui não é fechar a questão com um ponto final. Quero instigá-los a pensar no assunto e tirar suas próprias conclusões.
E para começar precisamos entender o que é exatamente essa tal pesquisa com células-tronco. A célula-tronco é capaz de se dividir e originar outra célula semelhante à sua progenitora. Existem duas possibilidades de extração: elas podem ser adultas ou embrionárias. As adultas são encontradas em tecidos como medula óssea, sangue, fígado, cordão umbilical, placenta, entre outros.
Já as embrionárias são encontradas no embrião humano (!). Uma célula-tronco adulta retirada do fígado de uma pessoa terá a capacidade de se multiplicar em células do fígado desse indivíduo, assim como as células adultas retiradas de outros tecidos. Já a célula embrionária é como um coringa, é capaz de se transformar em qualquer outro tecido do corpo humano, como ossos, nervos, músculos e sangue.
A aplicação na Medicina seria fantástica e útil no tratamento de diversas doenças sérias e graves, principalmente aquelas que afetam as células nervosas. Lendo assim, tudo parece simples. A cura para as doenças está resolvida.
Os ministros do STF (Superior Tribunal Federal) já aprovaram as pesquisas com células-tronco embrionárias. Discussões polêmicas foram travadas nas mais altas esferas do governo e também na sociedade civil. Os católicos se manifestam contra e argumentam que utilizar embriões para a extração de células-tronco é o equivalente a um assassinato, já que o processo destruiria o embrião.
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Sabemos que a ansiedade de todos deve estar a mil, já que faltam menos de duas semanas para o tão esperado Encontro Geral 2010.
Por isso, para que vocês fiquem com água na boca, providenciamos as fotos da escola para sentirem como serão esses quatro dias. Divirta-se!
Aqui é a recepção [...]
Sabemos que a ansiedade de todos deve estar a mil, já que faltam menos de duas semanas para o tão esperado Encontro Geral 2010.
Por isso, para que vocês fiquem com água na boca, providenciamos as fotos da escola para sentirem como serão esses quatro dias. Divirta-se!

Aqui é a recepção do Encontro e a entrada da escola

Pátio de acesso ao prédio 2 (sim, usaremos duas escolas no Encontro!)

Aqui funcionará o almoxarifado e a cozinha

Sala da ala feminina, onde serão os quartos femininos e as salas de atividade

Banheiro/vestiário feminino, onde a mulherada vai tomar banho

Palco e plenário
E por fim… a próxima e última foto dá a idéia de quanto verde tem a escola!

Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Você sabe o que é o laboratório do Encontro Geral? Não? A gente explica! Funciona mais ou menos como um grande ensaio pré-E ncontro. É o momento em que todos os trabalhadores se reúnem para fazer os ajustes finais nas várias frentes, como atividade de quarto, de sala, cozinha, ronda, limpeza, e por aí vai.
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Você sabe o que é o laboratório do Encontro Geral? Não? A gente explica! Funciona mais ou menos como um grande ensaio pré-E ncontro. É o momento em que todos os trabalhadores se reúnem para fazer os ajustes finais nas várias frentes, como atividade de quarto, de sala, cozinha, ronda, limpeza, e por aí vai.
O laboratório do Encontro Geral 2010 aconteceu no último fim de semana, em São Paulo. Abaixo você vê as fotos, divirta-se!
Texto retirado da revista Mente e Cérebro, disponível no site.
Por que as pessoas fazem o bem? A bondade está programada no nosso cérebro ou se desenvolve com a experiência? O psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia, em Berkeley, investiga essas questões [...]
Texto retirado da revista Mente e Cérebro, disponível no site.
Por que as pessoas fazem o bem? A bondade está programada no nosso cérebro ou se desenvolve com a experiência? O psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia, em Berkeley, investiga essas questões por vários ângulos e apresenta resultados surpreendentes. Em seu novo livro Born to be good: the science of a meaningful life (W.W.Norton, 2009, ainda sem tradução em português), Keltner compila descobertas científicas que revelam o poder da emoção humana inata e criam conexões entre as pessoas, segundo ele um caminho eficaz para uma boa vida. Em entrevista, o pesquisador discute altruísmo, neurobiologia e aplicações práticas de suas descobertas.
Mente&Cérebro – Para o senhor, que quer dizer a expressão “nascido para ser bom”?
Dacher Keltner – Significa que a evolução criou uma espécie, os humanos, com inclinação para bondade, brincadeira, generosidade, reverência e autossacrifício – vitais para a evolução, vale dizer, sobrevivência, replicação genética e habilidade de convívio em grupo –, que se manifestam por meio de emoções como compaixão, gratidão, medo, vergonha e felicidade. Estudos recentes revelam que as capacidades humanas de cuidar, brincar e respeitar foram desenvolvidas pelo cérebro e pela prática social.
M&C – Uma das estruturas corporais que parece ter sido adaptada para gerar altruísmo é o nervo vago, como sua equipe em Berkeley descobriu. Fale um pouco sobre essa pesquisa e suas implicações.
Keltner – O nervo vago é um feixe neural que se origina no topo da espinha dorsal. Ele estimula diferentes órgãos (como coração, pulmão, fígado e aparelho digestivo). Quando ativo, produz uma sensação de expansão confortável no tórax, como quando estamos emocionados com a bondade de alguém ou ouvimos uma bela música. O neurocientista Stephen W. Porges, da Universidade de Illinois em Chicago, há tempos argumenta que essa região cerebral é o “nervo da compaixão”. Acredita-se que esse nervo estimule alguns músculos na cavidade vocal, permitindo a comunicação. Estudos recentes apontam que ele pode estar conectado à rede de receptores para a oxitocina, neurotransmissor relativo à confiança e aos laços maternais. Nossas pesquisas e as de outros cientistas indicam que a ativação dessa região está associada aos sentimentos de cuidado e intuição que humanos de diferentes grupos sociais têm. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral são mais propensas a desenvolver compaixão, gratidão, amor e felicidade. A psicóloga Nancy Eisenberg, da Universidade Estadual do Arizona, descobriu que crianças com atividade alta do nervo vago têm mais chances de cooperar e doar. Segundo pesquisas recentes, ele estimula tal comportamento.
M&C – Frequentemente, quando lemos trabalhos acadêmicos sobre emoções, moralidade e áreas relacionadas, perguntamos: existe alguma coisa que possamos fazer para usar isso na prática? Ao olhar para o futuro, que repercussão o senhor gostaria que seu trabalho tivesse?
Keltner – Em resumo, após tratar da nova ciência das emoções no meu livro, percebi o quanto isso é útil. Segundo alguns estudos, cooperação e senso moral são traços evolucionários, e essas habilidades são encontradas nas emoções sobre as quais escrevo. Uma ciência da felicidade está revelando que esses sentimentos podem ser cultivados, o que traz o lado bom dos outros – e o nosso – à tona.
M&C – O que esse tipo de ciência o faz pensar?
Keltner – Ela me traz esperanças para o futuro. Que nossa cultura se torne menos materialista e privilegie satisfações sociais como diversão, toque, felicidade, que do ponto de vista evolucionário são as fontes mais antigas de prazer. Vejo essa nova ciência em quase todas as áreas da vida. Os médicos, por exemplo, hoje recebem treinamento para desenvolver empatia para com seus pacientes, ouvi-los, tocá-los com carinho; são atitudes que ajudam no tratamento. Os professores interagem com mais proximidade com seus alunos. Ensina-se meditação em prisões e em centros de detenção de menores. Executivos aprendem que inteligência emocional e bom relacionamento podem fazer uma empresa prosperar mais do que se ela for focada apenas em lucros.
Uma dica de Bárbara Paludeti – ABC
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