Posts by: Helena Vitorino

Fazendo um grande estudo sobre a existência de anjos e demônios, resolvi fazer uma pequena entrevista com cinco jovens e fiquei extremamente satisfeita com as respostas que obtive. Pra vocês, curiosos de plantão, ai vão os fragmentos da minha entrevista!

Bom, a primeira pergunta foi sobre a religião. Quis saber entre todos os entrevistados se eles acreditavam em algo e seguiam alguma doutrina. Todos responderam que sim, embora três deles disseram não seguir prontamente sua fé. A segunda pergunta foi: “Sua religião responde as suas duvidas e perguntas de uma maneira que te faz compreender totalmente?” Ai o bicho pegou. As respostas variaram muito, e aqueles que diziam freqüentar sua Igreja ou Templo constantemente disseram “Sim”. Nas demais respostas, obtive: “Não”, “Não totalmente” e “Nunquinha.”

Seguindo nessa linha, cheguei finalmente ao objetivo da pesquisa. A pergunta central da entrevista: “Você acredita na existência de anjos e demônios?” 100% das respostas positivas. Sobre elas, discursei um pouco mais com dois entrevistados.

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    1804, Bretanha. Período marcado pela Revolução Francesa, onde todo ar europeu aspirava aos ideais revolucionários. É nesse cenário que se desenrola uma história marcada pelas conseqüências e escolhas passadas. A protagonista, Andréa de Guzman vive cercada por dilemas amorosos, dividida entre as investidas de um primo, por quem nutria muito amor, e um vizinho fortemente apaixonado, que lhe inspirava descontrolado desejo doentio, ao mesmo tempo que sofre as insistentes perturbações de um obssessor. Tão incessante se fizeram as incertezas e sofrimentos na vida de Andréa, que ao se descobrir grávida antes de seu casamento, atira-se ao maior e mais profundo poço do desespero humano, ao pior dos castigos atrozes que os seres já viram: Andréa se atira aos braços sombrios do suicídio. Aprisionada ao corpo, a personagem sofre os mais inimagináveis tormentos possíveis, entre eles a interminável sensação do afogamento eterno, ao mesmo tempo que ouvia o choro descontrolado de seu filho. O Drama da Bretanha repercute num conceito universal, chamado lei de Causa e Efeito, comungada à  Justiça Divina. Revela os delicados processos atravessados por aqueles que buscam no suicídio e na loucura a resposta para suas angústias, além de detalhar suavemente as conseqüências causadas pelas más escolhas.

    A maior curiosidade, talvez, seja pela real história apresentada, já que a personagem Andréa Guzman foi, numa encarnação passada, a própria médium que psicografou o livro O Drama da Bretanha. Em três volumes (Nas voragens do Pecado, O Cavaleiro de Numiers e O Drama da Bretanha) Yvone Pereira descreve suas três últimas experiências terrenas, relatando com sutileza seus erros e enganos, e a maneira como os superou para, depois de muitos séculos, a protagonista de três grandes obras poder contar sua própria história.

    Helena Vitorino, SP-Sul.

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