Existem palavras que conhecemos ou não, que dizem muito sobre nós, sobre o que somos, o que fazemos, o que queremos. Muitas dessas palavras, até já ouvimos falar, mas não conhecemos o significado, o que elas expressam. Naturalmente dessa forma, se tornam um emaranhado de letras, que se forem ditas ao vento, se perdem por [...]
Existem palavras que conhecemos ou não, que dizem muito sobre nós, sobre o que somos, o que fazemos, o que queremos. Muitas dessas palavras, até já ouvimos falar, mas não conhecemos o significado, o que elas expressam. Naturalmente dessa forma, se tornam um emaranhado de letras, que se forem ditas ao vento, se perdem por aí, pelo tempo, sem valor. É exatamente sobre elas que eu queria falar. Sobre palavras que não são comuns para nós, mas que ao mesmo tempo tem uma profundidade, porque se encaixam perfeitamente com o nosso comportamento, dizem um pouco mais sobre nós.
POROROCA
É uma palavra que vem do tupi (“poro’roka” = estrondar). Na verdade, é um fenômeno natural, produzido pelo encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas. É muito comum na região Amazônica, sendo que essa junção do rio com o mar, provoca elevações de até seis metros. Sem sombra de dúvida, pelo menos uma vez, todos nós já nos deparamos com alguém muito diferente de nós, seja pelo lado positivo ou negativo. E essas diferenças nos provocam diversos sentimentos. Um “estrondo” deles. Estrondo que não é fácil de lidar, que temos dificuldades de aceitar. Porém por mais que saibamos que água salgada e água doce tenham sabores diferentes, também sabemos que tem a mesma essência, são simplesmente água. Com a gente também é assim, pode até demorar, mas uma hora a gente se mistura, somos seres humanos, temos a mesma essência. Somos pororoca!
ANTOLHOS
Significa uma peça geralmente de couro, com que se cobre os olhos dos animais lateralmente, forçando-os a olhar para frente. É natural que todos nós queiramos olhar para frente, nossos sonhos e projetos sempre são muitos, e um par de antolhos, nos faria chegar a esse objetivo com mais facilidade. Mas será que agindo dessa forma, só olhando para frente, não deixamos coisas importantes que nos rodeiam, pessoas que precisam de nós, ou até simples paisagens para trás? Claro que desejamos ser felizes, conquistar, buscar e para isso é importante olhar para frente, mas desviar o olhar, perceber, sentir, pode nos fazer chegar aos nossos objetivos pegando um atalho.
Pedro – Vale
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Aproveitando o período dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.
Em português, a palavra “se” pode ser:
Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:
Aproveitando o período dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.
Em português, a palavra “se” pode ser:
Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:
* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.
- Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
- Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.

- Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
- Ele arrependeu-se do que fez.
- Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
- Vendem-se casas.
- Aluga-se carro.
- Compram-se jóias.
Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.
Trabalha-se de dia.
Precisa-se de vendedores
Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:
- Objeto direto
- Ele cortou-se com o facão.
- Objeto indireto
- Ele arroga-se direitos que não possui.
- Sujeito de um infinitivo
- “Sofia deixou-se estar à janela”.
Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…
Pedro – Vale
dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.
Em português, a palavra “se” pode ser:
Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:
* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.
- Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
- Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.
- Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
- Ele arrependeu-se do que fez.
- Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
- Vendem-se casas.
- Aluga-se carro.
- Compram-se jóias.
Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.
Trabalha-se de dia.
Precisa-se de vendedores
.
Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:
- Objeto direto
- Ele cortou-se com o facão.
- Objeto indireto
- Ele arroga-se direitos que não possui.
- Sujeito de um infinitivo
- “Sofia deixou-se estar à janela”.
Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…
Uma das rodovias mais importantes do Brasil é a rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio de Janeiro a São Paulo. O trecho que me importa dessa estrada é curto.
O percurso dura aproximadamente 45 Min e não é repleto de belezas naturais, muito pelo contrário, é rodeado [...]
Uma das rodovias mais importantes do Brasil é a rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio de Janeiro a São Paulo. O trecho que me importa dessa estrada é curto.
O percurso dura aproximadamente 45 Min e não é repleto de belezas naturais, muito pelo contrário, é rodeado de muitas industrias. Uma depois da outra, que denunciam o crescimento assustador da região. Com a janela fechada do ônibus e o chato barulho do ar condicionado que nem gela muito e o ronco do motor, é difícil dormir. A luz do sol ilumina todas as poltronas. Sem ter muito que fazer, meu passatempo predileto, se tornar ouvir no meu MP4 velho, algumas canções, dentre elas “Pra Sempre Pierrot”. Confesso que deixo no módulo de repetição e acabo por ouvir duas, três vezes. É quase um transe que se interrompe sem que eu perceba com o desligar do motor e os poucos agradecimentos nem tanto efusivos ao motorista que na maioria das vezes nem responde. Cheguei na rodoviária! Meu roteiro para quem ainda não descobriu, é Taubaté –São José dos Campos.
Engana-se aqueles que pensaram que eu iria falar sobre turismo. Vim falar de gente, de amizade, de sentimento. Essa estrada já me levou a muitos lugares, muitos caminhos, muito além de caminhos físicos, e meu percurso já se cruzou com o de muita gente importante e que hoje constituem uma rota dentro de mim, tão fácil de localizar, que o uso de qualquer aparelho de GPS seria desnecessário. 
Todas as retas, as curvas, entroncamentos, rotatórias, pontes nos levam ao mesmo lugar: mocidade! Km 01 (Pedro – PH) O ponto de partida foi em Monteiro Lobato no encontro de dirigentes de mocidade. É engraçado como temos tanta afinidade e sintonia com que mal conhecemos, e com a gente foi exatamente assim. Talvez o fato de ele ser mais velho que eu (há controvérsias) corroborou para que essa amizade fosse duradoura. Ás vezes fico bravo com ele por seus inúmeros compromissos que o impedem de pegar a mão contrária e dar um pulinho em Taubaté, mas faz parte, o importante é saber que podemos contar um com o outro.
Km 08 (Pedro – Luana) Pró-atividade em pessoa. Quem dera que eu tivesse 10% da sua energia, 10% da sua disposição. Sempre com uma palavra sábia e consoladora. Km 14 (Pedro – Yuri) Já o conheço de outros carnavais, literalmente falando, afinal, foi em um desses Folias da vida que a gente se conheceu. Esse cara é genial, sabe como e onde conseguir as coisas. Impressionante sua disponibilidade e capacidade. Sempre que eu precisei esteve lá, sempre atendendo os meus diversos e absurdos pedidos, “do parafuso ao foguete”.
Km 28 (Pedro – Filippo) Criatividade latente, sabe ser engraçado sem ser piegas e ser sério sem ser chato. Identifico-me bastante com ele e com o seu jeito. Nos anos 80, acompanhava muito seu programa na televisão, onde ele fazia a alegria da garotada com outros colegas trapalhões (piada interna). Definitivamente gosto desse cara.
Km 30 (Pedro – Naty) Tão jovem e com tanta responsabilidade. Um doce, uma flor, um enorme coração. Diz ela que é braba, mas nisso eu não acredito. Só acredito que ela é linda, em todos os sentidos que a palavra permite.
Km 33 (Pedro – Miltinho) Quem é Miltinho? Era a pergunta que eu fazia há bem pouco tempo atrás. De fato não o conhecia, mas hoje sei da sua capacidade de agregar, de liderança, da sua capacidade de realizar coisas, da sua capacidade. 
Km 37 (Pedro-João) Nos conhecemos “ontem”, mas parece que foi há muito tempo. Sabe compartilhar, sabe ouvir, sabe ensinar. É uma pessoa em quem a gente pode confiar. Km 40 (Pedro – Olívia) Essa menina é inteligente demais. Séria, compenetrada e sempre disposta. Acho engraçado quando ela fica brava. Sei que terá um futuro brilhante pela frente. Km 42 (Pedro – Camilinha) Peço licença a banda “Ira” para parafrasear uma canção: “1,65 m de sol”. Se bem que ela é menor que isso, mas o sol que brilha nela é muito maior do que o seu tamanho. Companheira, prestativa, sempre disposta a aprender, um show de menina. Vai longe!
Bom, me perdoem aqueles que não foram citados, tem muita gente que mereceria entrar nesse percurso. Foram “lugares” em que já transitei e outros em que ainda minhas pontes não chegaram por completo, mas sem sombra de dúvida chegarão. O mais importante de tudo, é que depois de tanto tempo e depois de cruzar com todas essas pessoas, o caminho Taubaté – São José dos Campos nunca mais foi o mesmo. Motor ligado, MP4 também, poltrona 23. É hora de partir e fazer o caminho de volta. Boa viagem!…
“Imbarueri na língua do índio é o lugar onde o amor bebe água.
Onde a felicidade amarra o sapato.
Imbarueri é do lado do lugar comum…”
A gente se encontra em Imbarueri?
Pedro – Vale do Paraíba
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Nunca fui bom em matemática. É como se fosse uma linguagem que mesmo que me esforce não consigo entender. A coisa para mim é tão estranha, que mesmo na matemática, só consigo enxergar Língua Portuguesa. Vai saber! Mas existem contas, que são muito fáceis de fazer, tão fáceis que até uma criança de [...]
Nunca fui bom em matemática. É como se fosse uma linguagem que mesmo que me esforce não consigo entender. A coisa para mim é tão estranha, que mesmo na matemática, só consigo enxergar Língua Portuguesa. Vai saber! Mas existem contas, que são muito fáceis de fazer, tão fáceis que até uma criança de cinco anos sabe resolver. Antes de ingressarmos em nossa jornada de cálculos, gostaria de tecer algumas considerações sobre o tempo. Vivemos em um mundo cheio de novidades, as atribulações diárias, nos fazem cair em uma rotina frenética e deixamos muitas coisas por fazer. Eu trabalho! Eu estudo! Hoje eu tenho curso! Quinta é dia de inglês! Vou sair com a namorada! Todas essas afirmações vêm sempre antecedidas por alguma pergunta, e servem de subterfúgio para dizer: Não! Não posso! Não vou! Não vai dar! Não! É verdade e até natural, temos diversos compromissos e necessariamente temos que priorizar alguns deles.
Agora, se o convite fosse feito por Jesus, você diria não? Tem certeza? Absoluta? Pense!
1
2
3
Estou certo, que muita gente disse que não recusaria um convite feito por Jesus e tenho que dizer que vocês estão absolutamente equivocados. Arrisco-me a afirmar, que todos, eu disse todos, já recusaram convites feitos por Jesus. É muito simples, quantos de vocês ao serem convidados para ir à aula de mocidade, já disseram não? Quantos de vocês já recusaram convites para ir dar uma aula em alguma casa perto ou distante? Quantos de vocês, já preferiram realizar alguma outra tarefa ao invés de realizar um trabalho voluntário? Quantos de vocês, já deixaram de ajudar de alguma forma alguém que precisava por motivo nenhum? E são tantos outros questionamentos. Ué! Não esperavam que Jesus se materializasse e entregasse o convite em mãos né? Agora aqueles “nãos” do parágrafo anterior vão pesar. Mas alguém irá dizer: Mas eu sou dirigente de mocidade! Eu sou aluno de mocidade! Eu dou algumas aulas! Procuro ajudar ás pessoas! É louvável! Como já disse, temos muitas atividades, muitos compromissos, mas o tempo que trabalhamos verdadeiramente para Jesus é pouco, muito pouco. E dessa forma a matemática de Jesus entra em ação…
Notas de um observador:
- Devemos considerar que S = semanas, M= meses, A= anos, H= horas.
- Pedro trabalha na Seara do Mestre 416h por ano e lhe sobram 8350h (8766 H/A – 416 H/A = 8350 H/A)
- Nessa conta, foram colocados gastos com deslocamentos, contratempos, horas extras. Devemos considerar também que temos os períodos de recesso e trabalhos computados a mais que não são realizados toda semana.
- Pedro trabalha muito pouco para Jesus
Notas de um observador:
- Realmente, Sr Dedicado é um exemplo, trabalha a metade do seu tempo para Jesus, mesmo assim, em números absolutos, se formos reparar, ainda lhe sobra muito tempo.
- Dificilmente alguém dedica tanto tempo assim para Jesus, nós que estamos envolvidos com a mocidade, certamente não.
- Sr Dedicado trabalha pouco para Jesus.
Primeiramente, como já mencionei, sou péssimo com a matemática, então perdoem e relevem qualquer pequeno e eventual erro de cálculo, independente disso, o entendimento é o mesmo. É óbvio que somos seres humanos, imperfeitos e ninguém quer que fiquemos diuturnamente nos dedicando somente aos outros. Seria bom, mas não é assim que acontece. Ao mesmo tempo, temos que ter a consciência, que trabalhamos pouquíssimo tempo para o nosso mestre. Será que não conseguimos ajeitar nossas agendas, para ajudar um colega, para socorrer uma pessoa, para trabalhar realmente naquilo que nos propomos a fazer? Será que não é possível deixar um pouquinho de lado nossa diversão, algum trabalho na escola que eu ainda tenho tempo de entregar ou alguma coisa que eu considero muito importante para fazer algo para o próximo? Sempre existe um tempo, basta querer. E agora, considerando a matemática de Jesus, será que conseguiremos recusar o próximo convite que recebermos?…
Pedro – Vale
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Gosto muito de música, de vários tipos. Atualmente dentre os compositores e cantores do cenário musical brasileiro, prefiro o Nando Reis. Nando é daqueles caras que nos fazem refletir, nos desperta emoções. Como cantor, tem uma voz, no meu modo de entender que não é a das melhores, desafinada em alguns momentos, e é justamente [...]
Gosto muito de música, de vários tipos. Atualmente dentre os compositores e cantores do cenário musical brasileiro, prefiro o Nando Reis. Nando é daqueles caras que nos fazem refletir, nos desperta emoções. Como cantor, tem uma voz, no meu modo de entender que não é a das melhores, desafinada em alguns momentos, e é justamente por isso que eu gosto, porque é diferente, porque foge do comum. Por isso, aconselho quem não tenha ainda prestado atenção nas letras, que faça isso, poderá se surpreender. Embora tudo isso que eu tenha dito seja verdade, uma coisa me chamou muita atenção em uma das músicas dele, que é o objeto desse meu texto. Eu penso diferente de Nando Reis e acredito que ao final da leitura, você também irá pensar o mesmo. Leiam com cuidado a letra da música.
Prestou atenção? Nando fala de perdas, especificamente da perda de sua mãe, de como ele ficou, de qual foi sua situação. Vamos olhar com mais cuidado em algumas partes:
Desde o dia que perdi minha mãe
Eu me perdi de mim também
Perdi no mundo o que era o mundo meu
- minha mãe
E eu não sei o que sou sem ela
Só sei que ela me deixou
Por que ela me deixou?
Por que ela me deixou?
Ela me deixou
Começo a discordar dele desde o início, e falo isso com toda convicção e conhecimento de causa. Já passei por isso, igualzinho. Claro que essa passagem de minha vida, ocorreu quando eu tinha apenas um ano de idade e o reflexo só chegou mais tarde, para os meus irmãos, mais velhos, deve ter sido barra pesada. Muita gente já passou por situações de perda de pessoas queridas ou ainda irá passar. Por mais difícil que possa parecer, nós que somos espíritas logicamente considerando a bagagem de cada um, temos um entendimento do que ocorre. Quando a gente perde alguém que a gente gosta, é complicado, é triste, mas a gente não se perde não. Eu estou aqui para provar isso, vinte anos depois (idade fantasia, rs*). A morte é carnal, mas o espírito é imortal e se momentaneamente tivemos que nos separar, certamente existe um propósito para que isso tenha acontecido, já foi planejado antes de nossa jornada aqui na Terra. Porque ela me deixou? Não deixou! Foi apenas um até breve, talvez uma nova oportunidade de aprendizado, de conhecimento e de descoberta. Mais uma vez, é difícil! Mas é real!
Nesse dia, o dia em que eu perdi minha mãe
Eu me dei conta que eu estava só por minha conta
Mesmo tendo o meu pai, que eu amo
A minha conta não se fecha
Essa conta nunca mais fechou
Nunca mais fechou
Nunca mais fechou
Essa conta
Estou aqui, estou aqui, fiquei aqui
Você não está, você não está, não está mais
Eu quero te ver, quero te ver, para te ver
Não estamos só por nossa conta, temos outras pessoas que estão a nossa volta que dependem de nós ou que estão aí para nos auxiliar, compartilhar momentos de alegria ou de sofrimento. Quantas famílias não se uniram depois de uma grande perda, irmãos que não se falavam e se juntaram para superarem juntos esse momento difícil. A conta fecha sim! Os outros que estão a nossa volta, merecem ser amados tanto quanto aqueles que partiram porque é isso que essa pessoa que se foi espera de nós, e quando no outro plano nos encontrarmos, ela estará lá, de braços abertos, sorrindo e nos cumprimentando por termos vencido com força essa etapa da vida e estando prontos para outra.
E a partir desse dia, desse dia em diante
Minha alegria se transformou
Minha família aumentou bastante
Sou pai de cinco filhos
Mas um filho-pai apenas, criança sou
Uma criança sou
Uma criança sou
Uma criança sou
E a vida segue, e novos laços serão construídos, constituiremos nossa própria família, marido, mulheres, filhos, ou com outras pessoas até. Quando tudo isso acontecer, vamos olhar para traz e ver que Nando Reis estava errado, que a gente não se perde, que não estamos só por nossa conta, que ninguém nos deixa, que tudo já estava planejado e que a gente conseguiu vencer. É essa lição que iremos transmitir para aqueles que convivem conosco, essa sem sombra de dúvida é parte de nossa missão. Agora uma coisa eu tenho que concordar com o grande Nando Reis, “apenas uma criança sou”, todos nós somos…
Pedro – Vale
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
O ano era 2006. Dava para sentir nos brasileiros aquele brilho no olhar à medida que Junho se aproximava. Festa e corações aquecidos pela esperança, afinal, entrava de novo aquele velho lema: “É a pátria de chuteiras”. Claro que só posso estar me referindo a copa do mundo, futebol, paixão de dez entre dez brasileiros, [...]
O ano era 2006. Dava para sentir nos brasileiros aquele brilho no olhar à medida que Junho se aproximava. Festa e corações aquecidos pela esperança, afinal, entrava de novo aquele velho lema: “É a pátria de chuteiras”. Claro que só posso estar me referindo a copa do mundo, futebol, paixão de dez entre dez brasileiros, seleção brasileira, paixão até daqueles que não gostam do esporte. E a seleção canarinho saía como favorita a levantar mais um caneco. Também não era pra menos, veja o nível dos titulares, só craque:
- Dida
- Cafu
- Lúcio
- Juan
- Emerson
- Roberto Carlos
- Adriano
- Kaká
- Ronaldo
- Ronaldinho
- Zé Roberto
Por onde o Brasil passava na Alemanha, no período pré-copa, era assediado, era badalado, era a estrela principal. E a copa começa, era 13 de Junho, treze que para os mais supersticiosos significa sorte, o Brasil estreava com a vitória de um gol sobre a Croácia. Depois vitória não convincente sobre a fraca Austrália e tropeço em 1 x 1 com a turminha de olho puxado do Japão. Não era a campanha que todos esperavam de uma favorita. E meio que aos trancos e barrancos fomos passando, até que chegamos ao dia 1 de Julho. Lembro-me muito bem, pois era antevéspera do meu aniversário. A vitória seria o meu grande presente. Mais uma vez Brasil x França frente a frente, a oportunidade da revanche de 1998. E o jogo foi indo, meio sonolento, sob os olhos de quarenta e oito mil expectadores mais milhões pela televisão. Primeiro tempo sofrível com poucas oportunidades de gol. Estariam os brasileiros guardando toda a ginga do futebol verde e amarelo para a segunda etapa? A resposta veio logo aos 12 minutos. Depois de uma cobrança de falta, a zaga da seleção bobeia e Henry aparece como um foguete para escorar pras redes. Brasil eliminado! Fim de sonho, fim de papo, fim…
Tristes lembranças! Embora pareça, se engana aqueles que pensaram que esse texto seria sobre futebol. Todo esse rodeio, toda essa ilustração, foi para abordar uma situação na qual estamos inseridos, principalmente quando estamos em grupo, mesmo que não pareça. O individualismo exagerado! Todos nós somos capazes, temos nossas características, temos um talento para alguma coisa. Só, que esse talento só funciona verdadeiramente, muitas vezes em grupo, se agirmos como um grupo. No exemplo da seleção, percebemos que todos eles eram muito bons, e hoje três anos depois, temos notícias de como o ambiente era conturbado, o quanto à rotina carregada de soberba e prepotência prejudicou. Um querendo mostrar que era melhor que o outro, que podia mais que o outro. Em nossa realidade de mocidade, sempre tem alguém que é muito bom na parte artística, outro que domina a arte de se expressar, outro que consegue atrair pessoas e até mesmo um que pode ser considerado o camisa 10, pois faz todas essas coisas e muito mais. Mais e aí? Tanto talento junto sem direção acaba se perdendo.
Mais um exemplo para entendermos melhor essa questão, um encontro de mocidade. Muita gente boa, com muito talento e muita vontade. Mas é preciso de um técnico, alguém que de a direção, que distribua as tarefas. Coordenador! É preciso bons zagueiros, que segurem “a bronca” com aquele pessoal do outro lado que não tem um entendimento e quer perturbar a ordem das coisas. Câmara de Sustentação! Nas laterais para impedir o avanço da desorganização e chegando com segurança ao ataque das coisas desarrumadas. Estrutura! O meio de campo precisa alimentar não só o ataque, mas todos os outros jogadores, é preciso força para agüentar os 90 minutos. Cozinha! O ataque tem é que fazer gols e se possível de placa, e gols em um encontro é passar conhecimento, é evangelizar, é sensibilizar. Atividades! Torcida vibrante, querendo comemorar, querendo curtir, querendo se emocionar, querendo ser feliz. Alunos!
Com essa formação, não tem adversário que resista, mesmo com os obstáculos e as dificuldades a vitória está garantida. Um grande craque pode até ganhar uma partida sozinho, mas somente uma equipe unida ganha um campeonato inteiro. Precisamos cada vez mais em todos os níveis, não só no ambiente de mocidade, reforçar a idéia de união, de trabalho coletivo. Dá resultado! Não custa nada tentar…
Abrem-se as cortinas, pontapé inicial para mais um grande espetáculo, torcida vibrante, grupo fechado, é a busca por mais um título…
E tenho dito!
Pedro, VALE.
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Serviços
Posts Desencarnados
Escolha o Assunto
AEE aliança aliança espírita evangélica carnaval charges charges espíritas Chico Chico Xavier cinema DalheDJ dalhemongo desenhos deus doutrina egm egm11 Encontro encontro geral encontro geral de mocidades encontros espiritirinhas espiritismo espírita filme filme espírita globo Jesus jovem jovens juventude KARDEC mediunidade mocidade mocidade espírita música nosso lar Obras Básicas O TREVO rede globo reencarnação religião sagrado Tirinhas TV vídeoVisitas
- 294.480 visits
- 3.871 hits per visit
- Last 24h: 251 visits & 1209 hits
- One visit each 6'18''
- One hit each 1'09''
- Your IP: 38.107.179.238
- Your browser: Bot
- Your OS: Unknown
Área Restrita




