Relembrar é viver
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Desde que nascemos a gente se esforça para fazer parte de algo que seja mais do que apenas o nosso próprio mundo. Às vezes encontramos. A mocidade se tornou um desses grupos para mim.
No início eu não entendia muito bem o que estava acontecendo naquele espaço chamado casa espírita e [...]
Desde que nascemos a gente se esforça para fazer parte de algo que seja mais do que apenas o nosso próprio mundo. Às vezes encontramos. A mocidade se tornou um desses grupos para mim.
No início eu não entendia muito bem o que estava acontecendo naquele espaço chamado casa espírita e quem eram todas aquelas pessoas que ali estavam. Apesar disso eu, como ser humano, e jovem, sentia a necessidade de fazer parte de um grupo. A minha primeira busca foi pelo sentimento. Eu não queria o conhecimento como primeiro objetivo. E ainda bem que os meus dirigentes sabiam disso. E ainda bem que a mocidade sabe disso até hoje. A partir do momento em que eu me senti parte do grupo eu comecei a perceber outras coisas, até que descobri o significado da doutrina espírita.
Quando é que o sentimento de fraternidade despertou em você? Aconteceu comigo em um encontro de mocidades durante o carnaval. Ali eu percebi que existiam pequenos grupos de jovens completamente diferentes entre si mas que se ligavam por alguma razão. Saí com duas perguntas que eu me faço até hoje: o que é isso que faz com que pessoas tão diferentes se respeitem pelo que são? E será que é possível que as pessoas de fora dali vivam esse tipo de sentimento?
Conclui que não consigo responder à primeira pergunta, mas que eu não preciso disso para responder à segunda. Decidi que simplesmente levaria isso para outras pessoas. Para isso virei dirigente de mocidade. Assim tentei propagar aquilo que desde aquele dia fez tanto bem para mim.
A mensagem que fica para você que está lendo esse texto – seja aluno, seja dirigente ou até mesmo se apenas convive com os jovens – é: viva e propague o sentimento da mocidade. Ele é real e tem a capacidade de mudar as nossas vidas.
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Amanhã é 12 de Outubro, Dia das Crianças. Nada melhor do que falarmos um pouco de uma das coisas que elas mais gostam: Desenho Animado.
Essa é uma das animações mais impactantes que eu já vi. Eu não podia esperar menos da história de Moisés.
O Príncipe do Egito é uma animação criada pelos estúdios [...]
Amanhã é 12 de Outubro, Dia das Crianças. Nada melhor do que falarmos um pouco de uma das coisas que elas mais gostam: Desenho Animado.
Essa é uma das animações mais impactantes que eu já vi. Eu não podia esperar menos da história de Moisés.
O Príncipe do Egito é uma animação criada pelos estúdios DreamWorks em 1998. Trata da vida de Moisés desde seu nascimento e sua infância como príncipe do Egito até a sua escolha como guia do povo Hebreu e de sua libertação. A história do filme é baseada no Êxodo e em tradições islâmicas. O diretor de filmes Stephen Spielberg, dono da DreamWorks, provavelmente influiu na história do filme, considerando sua fé judaica.
No Egito Antigo os hebreus eram escravos. Seth, o Faraó, preocupado com o crescimento do número de escravos, ordena que todos os bebês homens sejam executados. A mãe de um desses meninos colocao-o em uma cesta no rio Nilo e sua filha mais velha, Miriam, acompanha o percurso do cesto através do rio. O cesto é encontrado pela rainha do Egito, que adota o menino e o batiza com o nome de Moisés.
Alguns anos depois Moisés e Ramsés, também príncipe, são irmãos inseparáveis e sempre se encrencam de alguma forma. Apesar da participação dos dois, Ramsés normalmente levava a culpa.
Certo dia Moisés sugere ao seu pai que faça de Ramsés príncipe regente. Em agradecimento, Ramsés proclama Moisés arquiteto chefe real e os altos sacerdotes oferecem a ele uma mulher para lhe servir de concubina.
Moisés encontra, depois de um tempo, Miriam, que lhe conta a verdade sobre sua origem. Inicialmente ele não aceita, mas sua conversa com seus pais e seus sonhos o convencem de que ele é realmente hebreu. Tempo depois, Ramsés praticamente, Faraó, inicia a construção de um enorme templo e explora cada vez mais os escravos. Moisés, já sabendo da sua origem, empurra um guarda egípcio que humilhava um hebreu. Com medo das leis egípcias, Moisés, foge do Egito e vaga pelo deserto a procura de um novo recomeço.
No meio do deserto é muito bem recebido pelos hebreus que lá moravam e torna-se um pastor de ovelhas. Tempos depois, durante uma caminhada, encontra um arbusto em chamas e é instruído por Deus a libertar o povo hebreu. Essa, para mim, é uma das cenas mais emocionantes do filme. Mostra a demosntração de confiança no potencial de Moisés, e ao mesmo tempo a coragem do mesmo para assumir o seu papel no mundo. Moisés imediatamente volta ao Egito em busca de Ramsés e pede a ele que liberte o seu povo, mas Ramsés recusa várias vezes e faz o povo hebreu sofrer cada vez mais.
O Faraó sofre então, através da intervenção de Moisés, com as Dez pragas do Egito. Algumas delas aparecem no vídeo abaixo. Por fim, Ramsés deixa os hebreus partirem, mas logo em seguida volta atrás e tenta recapturá-los. Deus se manifesta através de Moisés e o povo consegue atravessar o Mar Vermelho, na célebre cena da abertura de suas águas.
Ao final Moisés aparece com as Tábuas da Lei, que trazem em si os Dez Mandamentos.
É uma animação bastante emocionante e útil. Ela pode ser usada com crianças, jovens e adultos, para que mostremos essa passagem da nossa história, tão importante para aquele momento da humanidade e bem descrita na Bíblia.
Para mais, Navegue por assunto em cinema.
Yuri, VALE.
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Codificador e maior nome do espiritismo, Allan Kardec (1804-1869) é uma das figuras mais interessantes do século XIX. E essa vida variada – pedagogo, estudioso do magnetismo, promulgador mundial de doutrina religiosa – vai ser recontada em quadrinhos.
Kardec, lançamento da LeYa/BarbaNegra, é a nova parceria entre [...]
Codificador e maior nome do espiritismo, Allan Kardec (1804-1869) é uma das figuras mais interessantes do século XIX. E essa vida variada – pedagogo, estudioso do magnetismo, promulgador mundial de doutrina religiosa – vai ser recontada em quadrinhos.
Kardec, lançamento da LeYa/BarbaNegra, é a nova parceria entre o roteirista Carlos Ferreira e o desenhista Rodrigo Rosa, elogiados e premiados autores de Os Sertões: A Luta, do ano passado. Eles fizeram uma longa pesquisa sobre a França de meados do século XIX para contar e representar a época.
O álbum tem 144 páginas, custa R$ 34,90 e chega em breve às livrarias.
Texto retirado do site Omelete.
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O sonho brasileiro é um estudo sobre o Brasil e o futuro a partir da perspectiva do jovem de 18 a 24 anos.
Vale a pena conferir o site do programa: http://www.osonhobrasileiro.com.br
Nele podemos baixar a pesquisa completa. [...]
O sonho brasileiro é um estudo sobre o Brasil e o futuro a partir da perspectiva do jovem de 18 a 24 anos.
Vale a pena conferir o site do programa: http://www.osonhobrasileiro.com.br
Nele podemos baixar a pesquisa completa. São 384 páginas de opiniões e dados sobre os jovens com os quais convivemos e trabalhamos em conjunto para realizar as mudanças positivas que tanto sonhamos para o Brasil.
Yuri – Vale do Paraíba.
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