Me lembro há um tempo ao ver alguns alunos de mocidade decidirem, espontaneamente, que em uma aula livre do programa, iriam passar de casa em casa para arrecadar alimentos para as famílias de Santa Catarina e Minas Gerais, me fez pensar. Tudo bem, existe um grupo que se aproveitou disso para benefício próprio [...]
Me lembro há um tempo ao ver alguns alunos de mocidade decidirem, espontaneamente, que em uma aula livre do programa, iriam passar de casa em casa para arrecadar alimentos para as famílias de Santa Catarina e Minas Gerais, me fez pensar. Tudo bem, existe um grupo que se aproveitou disso para benefício próprio e haverá uma reação a esta ação.
Mas nós somos poderosos. Não sozinhos, mas como um grupo, com identidade e ideologia formada, somos poderosos.
E se existe o que a comunicação chama de Marketing de Oportunidade, para mim, esta é a Caridade de Oportunidade. É aquela chance para você, que por alguma razão, tem vergonha de oferecer ajuda a uma senhora que carrega uma bolsa pesada ou que não tem tempo para dar um pulo em um orfanato para dar um presente de Natal, de colocar em prática um pouco dos ensinamentos do Amigo.
Hoje é a chance.
E para ilustrar, a Campanha da Anistía Internacional, que tem como tema “Você é poderoso”.
Filippo – Vale
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Olá dálhemonguerreiros e dalhemonguerreiras leitores do blog. A pedido do amigo DalheMongo, irei postar informações referente a algumas das minhas canções. Para iniciar “Por causa das estrelas”.
Esta canção foi tocada pela primeira vez em uma reciclagem de dirigentes de mocidades espíritas aqui no ABC em 1998.
Ela significava o [...]
Olá dálhemonguerreiros e dalhemonguerreiras leitores do blog. A pedido do amigo DalheMongo, irei postar informações referente a algumas das minhas canções. Para iniciar “Por causa das estrelas”.
Esta canção foi tocada pela primeira vez em uma reciclagem de dirigentes de mocidades espíritas aqui no ABC em 1998.
Ela significava o fim de uma fase, onde eu deixava de ser aluno, minha turma havia acabado. Estava procurando uma forma de expressar os sentimentos que me cercavam naqueles dias. Já que passamos muitos anos juntos, criara-se um vínculo. Como seria não havendo mais a turma todos os sábados? Éramos uma família, pai e filhos, irmão mais velho e irmão mais novo; muitos eram os termos para expressar aquela vivência, mas no fim, dirigente e aluno significavam amigos.
O que mais me marcava naquele momento era o pensamento da separação entre aluno e dirigente, depois de todo o trabalho despendido pelo dirigente, ao longo de anos de dedicação. Era como se devêssemos algo a ele(e realmente devemos alguma gratidão). Muitas perguntas rondavam meu o pensamento. Como retribuir? O que o dirigente estava sentindo naquele momento, não nos veríamos mais? E nós alunos, depois de tantos anos simplesmente acabar? Havíamos nos tornados melhores do que éramos no início? Quantas lágrimas foram transformadas em sorrisos? Quanta luz pudemos perceber em nosso sorriso, devido ao espelho que nos foi mostrado durante todos aqueles anos?
Mas, naturalmente, vivíamos o fim de um ciclo. Sentíamos que estávamos livres, mas não uma liberdade após ter passado por sofrimento. Após grande período de felicidade e alegria estávamos livres para uma vida toda pela frente.
Era muito forte em mim a idéia de sermos como flores. De não crescermos ao acaso ou somente para o jardineiro contemplar. Tínhamos um propósito único. A partir daí os versos da poesia, na tentativa de suavizar e aquele momento, explicar que algo terminava por um motivo existencial.
Quantas estrelas um dirigente tem para mostrar e recordar para sempre, todas as vezes que contemplar uma noite? As estrelas estão coladas na noite, mas se ele estender as mãos em direção a elas, estarão também em suas mãos. Um dirigente não plantou lírios para ficarem sempre a sua disposição, mas sim para suavizar o mundo, cada um no seu destino; em um novo jardim, em um vaso do outro lado do mundo, pra iluminar a tristeza de alguém, para ilustrar o amor realizado…
Por causa das estrelas no DalheDJ.
Juliano
Regional ABC
Olá caros jovens de Mocidade, vamos refletir sobre a pergunta acima juntos? Como será que a Doutrina Espírita nos ilumina nesta questão? Vamos viajar nessa! Lembrando que a idéia aqui não é fechar a questão com um ponto final. Quero instigá-los a pensar no assunto e tirar suas próprias conclusões.
E [...]
Olá caros jovens de Mocidade, vamos refletir sobre a pergunta acima juntos? Como será que a Doutrina Espírita nos ilumina nesta questão? Vamos viajar nessa! Lembrando que a idéia aqui não é fechar a questão com um ponto final. Quero instigá-los a pensar no assunto e tirar suas próprias conclusões.
E para começar precisamos entender o que é exatamente essa tal pesquisa com células-tronco. A célula-tronco é capaz de se dividir e originar outra célula semelhante à sua progenitora. Existem duas possibilidades de extração: elas podem ser adultas ou embrionárias. As adultas são encontradas em tecidos como medula óssea, sangue, fígado, cordão umbilical, placenta, entre outros.
Já as embrionárias são encontradas no embrião humano (!). Uma célula-tronco adulta retirada do fígado de uma pessoa terá a capacidade de se multiplicar em células do fígado desse indivíduo, assim como as células adultas retiradas de outros tecidos. Já a célula embrionária é como um coringa, é capaz de se transformar em qualquer outro tecido do corpo humano, como ossos, nervos, músculos e sangue.
A aplicação na Medicina seria fantástica e útil no tratamento de diversas doenças sérias e graves, principalmente aquelas que afetam as células nervosas. Lendo assim, tudo parece simples. A cura para as doenças está resolvida.
Os ministros do STF (Superior Tribunal Federal) já aprovaram as pesquisas com células-tronco embrionárias. Discussões polêmicas foram travadas nas mais altas esferas do governo e também na sociedade civil. Os católicos se manifestam contra e argumentam que utilizar embriões para a extração de células-tronco é o equivalente a um assassinato, já que o processo destruiria o embrião.
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
(Nota do DalheMongo): Hei, jovem de mocidade, você sabia que tem gente falando de você em O TREVO de dezembro? Quer saber o que?! Leia o texto abaixo.
Imagine que a resposta para a pergunta “Senhor, posso freqüentar esta casa espírita?” seja SIM. Sim, pode freqüentar esta casa. Imagine agora, que [...]
(Nota do DalheMongo): Hei, jovem de mocidade, você sabia que tem gente falando de você em O TREVO de dezembro? Quer saber o que?! Leia o texto abaixo.
Imagine que a resposta para a pergunta “Senhor, posso freqüentar esta casa espírita?” seja SIM. Sim, pode freqüentar esta casa. Imagine agora, que este mesmo jovem passe a freqüentar o grupo de Mocidade Espírita de sua casa. Quantas vezes você terá oportunidade de encontrá-lo na casa? Em quais momentos poderá cumprimentá-lo e ter a oportunidade de saber de sua vida? Será que somente em eventos da casa? Ou será que nem nestes momentos? Por quais sofrimentos e alegrias poderá passar nos anos da turma de Mocidade? Será capaz de reconhecê-lo após alguns meses?
Não só um programa de aulas dedicado à adolescência, ou um departamento da casa espírita, a Mocidade deve assumir sua função como parte de um processo de desenvolvimento e amadurecimento do espírito encarnado, que se inicia na infância e ocorre no decorrer de toda sua vida. Neste sentido, mais do que uma seqüência de aulas formando um programa padronizado, o que já nos caracteriza como uma Aliança, a Mocidade é um ideal de crescimento espiritual da adolescência.
Mas você deve estar se questionando, o que tenho a ver com isto?
Quando pensamos em Mocidade, a palavra integração logo nos vem à mente. Integrar o que? Para que? Por quem? Se reconhecermos que qualquer trabalho precisa se integrar a casa espírita, isto significa que já está separado. E precisamos fazer de tudo para que isto não ocorra. E fazer mais ainda para que tal situação não perdure. Compartilhar seria a melhor palavra. Compartilhar decisões da diretoria em conjunto com os dirigentes de Mocidade, compartilhar aulas em conjunto com as Escolas de Aprendizes, compartilharem exposições de aula nas turmas de Mocidade, compartilhar discussões sobre a juventude nos cursos de Oratória e de Entrevistadores, compartilhar o mesmo horário na casa espírita para que o jovem veja e seja visto, compartilhar risadas nos corredores da casa espírita, compartilhar músicas e vibrações para o bem da humanidade e compartilhar acima de tudo, a esperança na juventude e no homem.
Mas uma outra pergunta nos motiva a reflexão, como posso contribuir para este desenvolvimento do jovem? Sabendo das potencialidades do jovem, da Mocidade e como o programa de aulas da Mocidade pode contribuir para que caminhos em comum sejam construídos. Você conhece o programa de aulas da Mocidade? Sabe que ele mudou e foi ratificado na RGA deste ano? Se mudou, como podemos construir possibilidades de interação?
Um programa estruturado em quatro ciclos, em que palavras como Conhecer, Sentir, Pensar e Agir são norteadoras. Um programa em que busca estar em conformidade e atualizado com as transformações do espírito na fase da adolescência e da sociedade. Um programa na qual as visitas aos trabalhos da casa estão contextualizadas (como por exemplo a visita aos trabalhos de cunho espiritual da casa na parte em que se aborda o tema Mediunidade, a visita as Escolas da casa espírita quando o assunto da História do Espiritismo no Brasil é abordado), um programa que convida os pais dos jovens a conhecerem a Mocidade, a Casa Espírita e o Espiritismo, um programa que faz Evangelho no Lar na casa de um dos alunos, levando um pouco de paz e amor aos lares (não te faz lembrar nenhum trabalho das Escolas?), um programa enfim que pode muito, mas nada faz sem a real colaboração e vontade dos trabalhadores da casa espírita, dirigentes de Mocidade ou dos demais trabalhos.
Compartilhar amigos, pensamentos, reflexões, atitudes, erros e acertos na tentativa de fazer da casa espírita um ambiente sadio de convivência e confraternização espiritual, quiçá uma Casa do Caminho. E agora, o que fazer não seria a pergunta mais adequada e sim:
E agora, quando começar a fazer?
Daniel Boari – SP Centro
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Imagine um jovem passando pela rua do seu centro. No auge das transformações físicas, com suas dúvidas quanto ao corpo e a sexualidade, na maturação dos seus sentimentos e cognição. Quantas dores será que ele tem? Quanto conflito familiar o espera no retorno ao lar? Será que está estudando? Quais grupos ele freqüenta? [...]
Imagine um jovem passando pela rua do seu centro. No auge das transformações físicas, com suas dúvidas quanto ao corpo e a sexualidade, na maturação dos seus sentimentos e cognição. Quantas dores será que ele tem? Quanto conflito familiar o espera no retorno ao lar? Será que está estudando? Quais grupos ele freqüenta? Quantas expectativas de um mundo melhor, de oportunidades e felicidade? Imagine um jovem com sorrisos e tristezas que transparecem de seu rosto, um jovem comum, dos muitos que se encontram nas ruas. Imagine este jovem parando com seu olhar curioso de frente à porta de seu centro espírita. Uma curiosidade pueril, que resplandece pela necessidade de saber, pela ansiedade da idade, pela busca de identidade. Você desejaria que ele entrasse?
Iria convidá-lo para conhecer sua casa? Imagine que, por curiosidade ou necessidade, ele adentra a casa espírita e se depara com pessoas de mais idade, todas conversando sobre a felicidade, o Espiritismo, as escolas de evangelização que freqüentam, a transformação que tiveram ao participar desta casa bendita. E o jovem se pergunta: esta casa é para mim também? Ele não encontra nenhuma outra pessoa de sua idade. Em pleno final-de-semana, onde estarão os jovens? Ele deseja falar, mas com quem? Todos conversam alegremente. Imagine agora que ele o procura: Senhor, posso freqüentar esta casa?
E qual seria sua resposta? O que sua casa tem para oferecer a ele? Sua casa espírita tem Mocidade? Quais os horários da turma? Recorda-se dos telefones dos dirigentes da turma? A vida de um espírito depende destas respostas.
Suponha agora que este mesmo jovem passe a freqüentar a casa espírita na turma de Mocidade. Quantas vezes depois deste encontro você falaria com ele? Sorriria para ele? Procuraria saber como está sua turma de Mocidade? Procure responder se ele não desejaria tê-lo como expositor de uma aula, compartilhando de discussões e compartilhando informações. Novamente, a vida de um espírito depende destas respostas. Depende também de você.
Queremos aqui apenas salientar a importância das respostas a estas questões, que nos remetem a discussões sobre como está a Mocidade de sua Casa Espírita e como ela interage com os demais trabalhos e trabalhadores do centro.
As transformações dos trabalhos da Mocidade para atender um jovem e seus anseios estão acontecendo, mas elas pedem por sua colaboração. Um novo programa de Mocidade já está em vigor, reformulado como o jovem da sociedade atual, modificado como os novos desafios enfrentados pela juventude. Um programa que deve ser consolidado pelo centro espírita para o jovem. Um programa da nossa bendita Aliança que deve ser estudado, aplicado e divulgado. Mas não se preocupe caso ainda não o conheça, ele está disponível no site da Aliança. Um programa que convidará os familiares a se aproximarem das turmas de Mocidade, com aulas direcionadas aos pais. Uma ótima oportunidade de conhecerem o centro espírita, um convite as Escolas de Aprendizes do Evangelho a divulgarem seus trabalhos. Um programa que solicitará dos dirigentes de Mocidade um maior conhecimento dos trabalhos do centro, pois inúmeras aulas de visitas ocorrerão no decorrer da turma.
Um programa que exigirá dos expositores atualizações, sendo um ótimo momento para que novos e velhos expositores conheçam e se sintam cativados a expor aulas a espíritos em corpos adolescentes. Um programa que oferecerá aos alunos das turmas de Mocidade convites a leituras edificantes, vivências significativas a trabalhos sociais e evangelho no lar, por exemplo, oportunidades de trabalho por Jesus.
Um programa de Mocidade que pede que seja pensado e repensado em todos os ambientes da casa espírita, com preletores, entrevistadores, dirigentes de EAEs, por exemplo. Ao trabalho da bendita Assistência Espiritual, que estejam preparados para recepcionar e encaminhar jovens de nossa sociedade, aos dirigentes de EAEs que estendam o convite da Mocidade aos filhos de seus participantes, ao diretor de estudos, que incentivem novos e velhos expositores a entrarem neste ambiente de juventude e sorrisos através de suas aulas. Apenas sugestões e idéias para que as discussões sobre como a Mocidade e os trabalhos da casa espírita possam estar mais próximos. Que a Mocidade não ocupe somente um lugar físico e sim um espaço no coração de todos os trabalhadores da nossa amada Doutrina Espírita.
Imagine novamente o jovem que adentrou esta casa. Qual seria sua resposta a esta pergunta: Senhor, posso freqüentar esta casa?
Daniel Boari – Regional SP Centro
Equipe de Revisão do Programa de Mocidade
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Espero que vcs, amigos que eu tanto amo, não entendam este texto como um “puxão de orelha” e sim uma reflexão.
Andei dando uma olhada nos textos aqui do blog.(melhor, vi parada mesmo, no meu pc……huahuaha….já perceberam q sou eu, né?) O legal dessa tal modernidade é a gente poder ter [...]
Espero que vcs, amigos que eu tanto amo, não entendam este texto como um “puxão de orelha” e sim uma reflexão.
Andei dando uma olhada nos textos aqui do blog.(melhor, vi parada mesmo, no meu pc……huahuaha….já perceberam q sou eu, né?) O legal dessa tal modernidade é a gente poder ter notícias de amigos que não vemos a séculos, ver o que todos têm feito.Acho que a grande marca da mocidade, da juventude como um todo, é a alegria. E isso nossas mocidade têm de sobra.
Mas outra marca também é a revolução.
Em todos os tempos, as mudanças sociais têm sido feitas por jovens. Muitos pegaram em armas, outros fizeram à revolução sexual e ainda muitos gritaram aos quatro ventos “Que país é esse?!!!!”
Enfim, tentaram de tudo. Hoje acredito que já sabemos que a violência não leva a nada. Que desejar tirar o presidente do comando do país, não o melhor (sempre vem um igual). Ir as ruas pedindo justiça e vergonha na cara também já ta fora de moda.
Aí eu me pergunto o que fazer agora pra continuar revolucionando????? Não se aflija querido leitor que gasta seu precioso tempo com estas poucas linhas!!! Pois é justamente aqui que entra a mocidade. Justamente, Juvenal!
Se você está toda semana participando ativamente de sua mocidade, se assiste as aulas atento e ávido por novos conhecimentos, por receitas de como lidar com sua família tão anti-você (se ainda não sabe, é 1 xícara de paciência, 3 copos de perdão e amor a gosto), com certeza você já ouviu falar que “o exemplo é a força mais poderosa do Mundo”, que “um sorriso cabe em qualquer lugar”.
Assim você já sabe que a próxima revolução é a do amor. Não um amor egoísta que acolhe os iguais e exclui os que não gostamos. Falo do amor fraterno pelas criaturas. Falo de entender de uma vez por todas que você, o chato do seu priminho, Fidel Castro, Sadan, Madre Teresa, Gandhi, pais que matam filhos, filhos que matam pais e até JESUS, são mesmo filhos de um mesmo Pai. Choquei você? Mas é verdade.
Agora sim vem minha pergunta: será que você tem deixado sua crença, sua religião no centro, embaixo da cadeira, grudada junto com um chiclete usado??? Sabemos de muita coisa, temos muito entendimento, mas o que fazemos com isso??? Não falo de revolucionar o Mundo com passeatas, guerras, ou querer ser presidente (já disse que isso já foi feito e não teve o efeito que queriam). Falo da pequena revolução que podemos fazer todo dia. Talvez não criticando o presidente, mas votando pra fazer sua parte. Talvez não julgando as pessoas que aparecem no noticiaria como autores de crimes hediondos, mas vibrando por elas e suas vítimas. Talvez jogando seu papel no lixo, economizando folhas de papel, não desperdiçando comida. Respeitando as leis de trânsito (eu sou a primeira a não fazer isso!!! Infelizmente)
Pequenas atitudes que podem fazer a diferença.
O que você tem feito de fato??? Que exemplo você tem sido entre seus amigos, familiares….? Nós podemos ser a corrente do bem. E é essa uma das funções da mocidade, formar cidadãos conscientes.
Ta na hora de fazer a diferença.
Ass: Palhacete, tutti-frutti, lull’s, mendigona, Lu e Luana para os íntimos!
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