Há algum tempo atrás assisti um programa na TV Futura chamado “Ao Ponto“, com Jairo Bouer. O tema falado era muito interessante: honestidade. Jairo levantou pontos extremamente pertinentes junto a um grupo de jovens. Você se considera uma pessoa honesta? De cara, todos acabam por [...]
Há algum tempo atrás assisti um programa na TV Futura chamado “Ao Ponto“, com Jairo Bouer. O tema falado era muito interessante: honestidade. Jairo levantou pontos extremamente pertinentes junto a um grupo de jovens. Você se considera uma pessoa honesta? De cara, todos acabam por responder que sim, são. Porém, quando casos específicos vêm a tona, pode-se perceber que o conceito de honestidade é bem maleável e que para muitos, relativo.
Vamos fazer um rápido teste!
Responda a essas perguntas abaixo, anonimamente:
Quer ver o que a galera respondeu? Clique aqui!
Pois bem, não é tão fácil como parece, não é? O grupo que o Jairo trabalha fez uma pesquisa com 6.500 jovens no Brasil fazendo exatamente esta mesma pergunta: “Você se considera honesto?”. Em suas respostas, 90% dos jovens disseram que sim! Porém, ao se aprofundarem no tema, percebemos algumas respostas bem controversas por parte dos adolescentes respondentes.
42% disseram que passariam por cima de qualquer princípio para chegar a um objetivo. Ou seja, se necessário fosse, roubaria dinheiro da carteira da mãe para ir ao show da banda que mais gosta no mundo.
Já 35% alegaram que não devolveriam troco que recebessem a mais, não importando a quantidade. Nessa mesma linha, 29% dos entrevistados disseram que não devolveriam uma carteira que encontrassem na rua.
O que pega é que essas são respostas dadas por pessoas que não percebem as consequências dos atos que elas mesmas tomam. Afinal, e se fosse sua carteira a encontrada por alguém desonesto? Ou se fosse você que perdesse parte do salário, por errar o troco em um dia que estivesse com muito sono, depois de horas de trabalho a fio?
Existem muitos motivos dentro da doutrina que poderíamos usar como argumento para não cometer qualquer um dos atos citados: seja compaixão pelo próximo, amor, honestidade… Porém, podemos nos apegar ao mais básico de todos e que não exige tanta reforma íntima assim, a tal da Ação e Reação.
Tudo o que você fizer para o outro poderá – e acabará – se virando contra você. Portanto, amigos, seja pelo amor ou pela dor, ser honesto não pode ser uma opção e sim uma certeza.
Para finalizar as estatísticas, um dado impressionante! Você sabia que 75% dos brasileiros afirmam que cometeria algum deslize se estivesse no poder? Ora, então, como cobrar um governo honesto em uma sociedade com pensamento como esse?
Nunca se esqueça que o Governo é formado por “representantes” do povo. E representantes nada mais são do que uma pequena parcela de pessoas que representam a forma de pensar de um conjunto maior. Logo, se 3/4 da população afirma que seria desonesto em situações como essa, como exigir um governo diferente? Como exigir governantes honestos?
Para finalizar, uma brilhante matéria do Danilo Gentili, repórter do CQC. Inclusive – acreditem ou não – por acaso do destino, o encontrei exatamente no dia em que ele fazia essa gravação pelas ruas de São Paulo. Mais precisamente quando ele aguardava escondido que alguém pegasse o óculos dele, no caso do rapaz que encontra em cima da mesa do bar, aos 3:51 da matéria abaixo.
Mas eu não sou mentiroso, hein!!
Filippo – Vale do Paraíba
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
No dia 17 de dezembro de 1961, na cidade de Niterói, houve um grande incêndio no circo “Gran Circus Norte-Americano”, o que foi considerado uma das maiores tragédias circenses do mundo. Neste incêndio morreram mais de 500 pessoas, a maioria, crianças.
Na antevéspera do Natal, seis dias após o acontecimento, José acordou alegando ter ouvido “vozes astrais”, segundo suas próprias palavras, que o mandavam abandonar o mundo material e se dedicar apenas ao mundo espiritual.
Então, pegou um de seus caminhões e foi para o local do incêndio. Plantou jardim e horta sobre as cinzas do circo em Niterói, local que um dia foi palco de tantas alegrias, mas também de muita tristeza. Aquela foi sua morada por quatro anos. Lá, José Datrino incutiu nas pessoas o real sentido das palavras “agradecido” e “gentileza”. Foi um consolador voluntário, que confortou os familiares das vítimas da tragédia com suas palavras de bondade.
Daquele dia em diante, passou a se chamar “José Agradecido”, ou simplesmente “Profeta Gentileza”.
A partir de 1980, escolheu 56 pilastras do Viaduto do Caju, que vai do Cemitério do Caju até a Rodoviária Novo Rio, numa extensão de aproximadamente 1,5 km. Ele encheu as pilastras do viaduto com inscrições em verde-amarelo propondo sua crítica do mundo e sua alternativa ao mal-estar da civilização. Durante a Eco-92, o Profeta Gentileza colocava-se estrategicamente no lugar por onde passavam os representantes dos povos e incitava-os a viverem a gentileza e a aplicarem gentileza em toda a Terra.
Em 1996, aos 79 anos, faleceu na cidade de seus familiares, onde se encontra
enterrado, no “Cemitério Saudades”.
Com o decorrer dos anos, os murais foram danificados por pichadores, sofreram vandalismo, e mais tarde cobertos com tinta de cor cinza. A eliminação das inscrições foi criticado e posteriormente com ajuda da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, foi organizado o projeto “Rio com Gentileza”, com o objetivo restaurar os murais das pilastras. Em maio de 2000, a restauração das inscrições foi concluída e o patrimônio urbano carioca foi preservado.
Uma das homenagens recebidas pelo Profeta foi a música Gentileza, de Marisa Monte.
Fonte: Wikipedia
Filippo – Vale
A trilha da Mocidade é, sem dúvida, iluminada. Na maioria das vezes não percebemos, porque estamos olhando para baixo, com medo de tropeçar em algum obstáculo natural, enraizado no meio da passagem, pronto para nos pegar desprevenidos. Ou então, estamos olhando para nossos companheirinhos de jornada, com medo que eles saiam da rota [...]
A trilha da Mocidade é, sem dúvida, iluminada. Na maioria das vezes não percebemos, porque estamos olhando para baixo, com medo de tropeçar em algum obstáculo natural, enraizado no meio da passagem, pronto para nos pegar desprevenidos. Ou então, estamos olhando para nossos companheirinhos de jornada, com medo que eles saiam da rota e caiam no mundão de meu Deus, usando de outra trilha, mais abertas e arejadas. Somos guias de primeira viagem, prontos para ajudar a percorrer caminhos que trilhamos pela primeira vez. Ninguém disse que era fácil, ninguém disse que seria óbvio.
Neste percurso, nos perdemos em nossas certezas, aprendemos a ouvir intuições e vozes que nunca demos ouvido. Crescemos e aprendemos. Vamos criando confiança, nos sentindo seguro, aprendendo a dividir o caminho e não mais liderá-lo cegamente. Percebemos que unidos, ponderando, chegaremos mais alto. Vemos que ninguém tem certeza de nada e que na verdade, vamos todos aprender juntos. Perseverar é preciso. Perseverar se faz necessário.
Estamos no pico deste trabalho. Olhamos para trás, vendo tudo que percorremos, uma sensação incrível toma nosso espírito, a missão foi cumprida. Fincamos a bandeira, admiramos a paisagem. Consegui! Caminhei com você, perseverei com você, cativei a você e consegui!
E então, como quem não quer nada, nos viramos para ver o que há do outro lado desta montanha que acabamos de escalar. E então, logo nos damos conta que um novo caminho está lá, esperando ser trilhado. Às vezes, é outra montanha, às vezes o caminho é outro.
Mas, dentro de ti, essa satisfação de ter conseguido, mesmo que dure apenas alguns segundos, nos dá gás e coragem para percebermos que nosso lugar não é mais em cima daquela montanha, mas sim, naquele próximo caminho.
Um abraço amigo.
Mentor Espiritual da Sua Turma de Mocidade
escrito por Filippo – Vale
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Amanhã é 12 de Outubro, Dia das Crianças. Nada melhor do que falarmos um pouco de uma das coisas que elas mais gostam: Desenho Animado.
Essa é uma das animações mais impactantes que eu já vi. Eu não podia esperar menos da história de Moisés.
O Príncipe do Egito é uma animação criada pelos estúdios [...]
Amanhã é 12 de Outubro, Dia das Crianças. Nada melhor do que falarmos um pouco de uma das coisas que elas mais gostam: Desenho Animado.
Essa é uma das animações mais impactantes que eu já vi. Eu não podia esperar menos da história de Moisés.
O Príncipe do Egito é uma animação criada pelos estúdios DreamWorks em 1998. Trata da vida de Moisés desde seu nascimento e sua infância como príncipe do Egito até a sua escolha como guia do povo Hebreu e de sua libertação. A história do filme é baseada no Êxodo e em tradições islâmicas. O diretor de filmes Stephen Spielberg, dono da DreamWorks, provavelmente influiu na história do filme, considerando sua fé judaica.
No Egito Antigo os hebreus eram escravos. Seth, o Faraó, preocupado com o crescimento do número de escravos, ordena que todos os bebês homens sejam executados. A mãe de um desses meninos colocao-o em uma cesta no rio Nilo e sua filha mais velha, Miriam, acompanha o percurso do cesto através do rio. O cesto é encontrado pela rainha do Egito, que adota o menino e o batiza com o nome de Moisés.
Alguns anos depois Moisés e Ramsés, também príncipe, são irmãos inseparáveis e sempre se encrencam de alguma forma. Apesar da participação dos dois, Ramsés normalmente levava a culpa.
Certo dia Moisés sugere ao seu pai que faça de Ramsés príncipe regente. Em agradecimento, Ramsés proclama Moisés arquiteto chefe real e os altos sacerdotes oferecem a ele uma mulher para lhe servir de concubina.
Moisés encontra, depois de um tempo, Miriam, que lhe conta a verdade sobre sua origem. Inicialmente ele não aceita, mas sua conversa com seus pais e seus sonhos o convencem de que ele é realmente hebreu. Tempo depois, Ramsés praticamente, Faraó, inicia a construção de um enorme templo e explora cada vez mais os escravos. Moisés, já sabendo da sua origem, empurra um guarda egípcio que humilhava um hebreu. Com medo das leis egípcias, Moisés, foge do Egito e vaga pelo deserto a procura de um novo recomeço.
No meio do deserto é muito bem recebido pelos hebreus que lá moravam e torna-se um pastor de ovelhas. Tempos depois, durante uma caminhada, encontra um arbusto em chamas e é instruído por Deus a libertar o povo hebreu. Essa, para mim, é uma das cenas mais emocionantes do filme. Mostra a demosntração de confiança no potencial de Moisés, e ao mesmo tempo a coragem do mesmo para assumir o seu papel no mundo. Moisés imediatamente volta ao Egito em busca de Ramsés e pede a ele que liberte o seu povo, mas Ramsés recusa várias vezes e faz o povo hebreu sofrer cada vez mais.
O Faraó sofre então, através da intervenção de Moisés, com as Dez pragas do Egito. Algumas delas aparecem no vídeo abaixo. Por fim, Ramsés deixa os hebreus partirem, mas logo em seguida volta atrás e tenta recapturá-los. Deus se manifesta através de Moisés e o povo consegue atravessar o Mar Vermelho, na célebre cena da abertura de suas águas.
Ao final Moisés aparece com as Tábuas da Lei, que trazem em si os Dez Mandamentos.
É uma animação bastante emocionante e útil. Ela pode ser usada com crianças, jovens e adultos, para que mostremos essa passagem da nossa história, tão importante para aquele momento da humanidade e bem descrita na Bíblia.
Para mais, Navegue por assunto em cinema.
Yuri, VALE.
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Semana Santa. Época de nos lembrarmos dos últimos momentos de Jesus Cristo encarnado, e de sua mensagem eterna.
O programa Memória na TV mostra, em três partes, as visões de católicos, espíritas e evangélicos sobre a data.
Abaixo a primeira parte.
Veja também as [...]
Semana Santa. Época de nos lembrarmos dos últimos momentos de Jesus Cristo encarnado, e de sua mensagem eterna.
O programa Memória na TV mostra, em três partes, as visões de católicos, espíritas e evangélicos sobre a data.
Abaixo a primeira parte.
Veja também as outras duas partes. Parte 2. Parte 3.
Yuri, VALE.
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Somos reféns do medo, quando ele diz: não!, obedecemos. Mas por quê?
Tudo parte do pensamento, quando vamos fazer algo, pensamos: Não sou capaz!
Mas o medo não é pensamento, é sentimento, e então?
Paramos e pensamos: “Que pessoa idiota.” O pensamento se torna raiva. Ou dizemos:”Que [...]
Somos reféns do medo, quando ele diz: não!, obedecemos. Mas por quê?
Tudo parte do pensamento, quando vamos fazer algo, pensamos: Não sou capaz!
Mas o medo não é pensamento, é sentimento, e então?
Paramos e pensamos: “Que pessoa idiota.” O pensamento se torna raiva. Ou dizemos:”Que encantador”, e nosso peito se enche de felicidade.
Mas qual vem antes? Não importa, trabalham juntos.
Aliás, o medo tem vários nomes: plano inferior, demônios, homem, mundo, nossos pais, a escola, o trabalho. Ih, cuidado! Porque na verdade o medo está aí, dentro de você.
Olhe para ele, independente de sua forma, encare-o de frente. Olhe nos olhos dele. Ahhhh! Ele é gigante! Então sente no chão, respire fundo e ria! Sim, ria, ria muito, ria da cara dele, ele vai ficar sem graça. A coragem que estava miudinha, quieta num canto, fica feliz, alegre, se enche, incha o peito e abre um sorriso, e ai meu caro, o medo, que se achava o maioral, sai correndo, … (com medo).
Ele vai voltar, mas a coragem estará lá, o esperando.
Mas naquele momento travei. Olhei para o medo e nada fiz, não consigo.
Espera, mas também você está tentando sozinho. Eeeeeeeee, cabeção! Olha só, tem um monte de gente ao seu lado, só esperando você chamar, dar um sinalzinho para ele entrar em ação Ihhhhh, olha lá atrás, tem um cara alto, nossa! Ele é grande mesmo. É impressionante como me sinto bem ao seu lado.
Uéh! Cadê o medo? Foi embora?
Independente do que vem antes, o pensamento ou o sentimento, quando ele vier, não de bola para ele, corte o mal pela raiz, pense e sinta coisas boas, repito, não de bola para ele, que quando você menos esperar ele não estará mais lá.
Felipe – ABC
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