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“Fé inabalável é aquela que pode enfrentar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade”
(Allan Kardec – O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XIX – item 7)

O que é ser religioso?
É simplesmente adotar e professar uma crença?
Decorar todos os livros e ter todas as respostas na ponta da língua?
Não…

Religião vem da palavra latina religare, que quer dizer, literalmente, religar. Religar com quem? Com o Pai, nosso Criador.
O Espiritismo não deveria ser propriamente nossa religião, pois que nós temos de ser a Religião. Religados ao Pai através de nossas atitudes, de nossos pensamentos, de nossas palavras.
Infelizmente, ainda estamos longe de sermos absolutamente religiosos e , por isso, necessitamos de um caminho para nos guiar à iluminação.
Para isso, temos nossa Doutrina Bendita.

Alessandro – Litoral Sul

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    Gostou? Então dá uma olhada nesses:

    1. Será que estamos nos preparando?
    2. CRESCER É DIFÍCIL?

    Fazendo um grande estudo sobre a existência de anjos e demônios, resolvi fazer uma pequena entrevista com cinco jovens e fiquei extremamente satisfeita com as respostas que obtive. Pra vocês, curiosos de plantão, ai vão os fragmentos da minha entrevista!

    Bom, a primeira pergunta foi sobre a religião. Quis saber entre todos os entrevistados se eles acreditavam em algo e seguiam alguma doutrina. Todos responderam que sim, embora três deles disseram não seguir prontamente sua fé. A segunda pergunta foi: “Sua religião responde as suas duvidas e perguntas de uma maneira que te faz compreender totalmente?” Ai o bicho pegou. As respostas variaram muito, e aqueles que diziam freqüentar sua Igreja ou Templo constantemente disseram “Sim”. Nas demais respostas, obtive: “Não”, “Não totalmente” e “Nunquinha.”

    Seguindo nessa linha, cheguei finalmente ao objetivo da pesquisa. A pergunta central da entrevista: “Você acredita na existência de anjos e demônios?” 100% das respostas positivas. Sobre elas, discursei um pouco mais com dois entrevistados.

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      Gostou? Então dá uma olhada nesses:

      1. Será que anjos existem, Plínio Oliveira?
      2. PESQUISA ACADÊMICA SOBRE O ESPIRITISMO NO BRASIL

      Somente aos 21 anos de idade decidi me engajar em um trabalho voluntário. Sério. Periódico. Durante algum tempo colhi os frutos inconscientes de estar cumprindo minha parte social, apesar de acreditar que a grande mudança só ocorre em conjunto – à despeito da inegável contribuição que todos podemos fazer.

      Retomando, estava convencido do papel que cumpria, não tinha qualquer tipo de discussão sobre voluntariado na minha cabeça. Até que uma discussão envolvendo serviço social, e desigualdade veio me perturbar. Diziam eles:

      “O Voluntariado não é uma boa prática. Em alguns casos, ele empurra para a sociedade civil deveres que o Estado deve exercer. Incentivar o voluntariado é perpetuar a incompetência estatal e quem sabe, aprofundá-la.”

      E ainda,

      “O Voluntariado leva a práticas pulverizadas que tem um pequeno resultado local. Ao criar centenas, milhares de organizações, ele aumenta a burocracia e atua no sentido de desagregar movimentos maiores, que em tese teriam mais poder, político ou social.”

      Em alguns casos, é verdade sim, que a ação da sociedade civil, bem ou mal organizada, faz o papel do Estado, seja assumindo completamente o papel deste, seja porque determinado grupo de cidadãos acredita que deve complementar determinada área carente. Vejo, entretanto, dimensões diferentes no que toca à argumentação de que esse movimento perpetua a irresponsabilidade estatal e me permito discordar das afirmações acima citadas.

      No mais das vezes, o Voluntariado quando bem estruturado, chama a atenção do grande público, graças ao seu caráter especial. A opinião pública, quando provocada, também consegue levar questionamentos ao Estado. Chamar a atenção das massas e do Estado para um problema que deveria ser de responsabilidade pública é um ótimo começo para que as coisas mudem.

      Não defendo, mesmo assim, que o Voluntariado um dia deixe de existir, quando o Estado tiver assumido integralmente suas responsabilidades. Um equilíbrio entre ação pública e ação coletiva organizada me parece o ideal. ONGs como a Anistia Internacional, ou os Medecins Sens Frontiers são essenciais, principalmente porque lidam com relações internacionais, num contexto em que não há um poder maior para policiar e acompanhar eventuais afrontas aos direitos humanos; a Fundação Abrinq e o projeto Amigos da Escola são grandes catalisadores sociais e culturais… mas ONGs que fornecem ao cidadão direitos básicos que deveriam ser providos pelo Estado estão claramente denunciando uma realidade que precisa mudar, que merece mais atenção por parte do poder público, e é nosso direito e dever cobrar essa mudança. Gritemos bem alto, para que os governantes percebam que estamos fazendo nossa parte, e para que então se empenhem em fazer a parte deles.

      O voluntariado é do meu ponto de vista, a ação descentralizada, de caráter eminentemente filantrópico, voltada para o indivíduo ou grupo de indivíduos necessitados, sejam eles amparados pelo poder público ou não. A fraternidade do Voluntariado, portanto, implica uma relação pessoal forte. Ele é motivado por convicções pessoais – é apartidário, facultativo, espontâneo, completamente neutro quanto à sua causa. Acredito que isso assegura à esfera moral do Voluntariado uma boa interface. O que está no cerne mesmo do movimento é energia de mudança essencialmente voltada para o bem.

      Concluo dizendo novamente: o Voluntariado é MUITO importante. Não podemos esperar que o Estado, o governo, sozinho, mude nossa sociedade. Centralizar demais o poder (a capacidade de transformar nosso mundo, nossa realidade) nunca foi uma boa idéia, e abrir mão do espaço de ação social conquistado pelas ONGs ao longo de uma luta por direitos civis que ainda não acabou, parece uma idéia pior ainda. Como sempre, é uma questão de achar o equilíbrio.

      José
      (cria da mocidade GEFA e amigo da garotada)

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        Se você nunca teve, ao menos ouviu falar.

        “Lego”, aquele jogo de encaixar peças e formar o que você quiser, através da lógica e um boa cota de criatividade, era um dos grandes passatempos dos jovens na década de 80, início de 90. Para alguns até, uma forma embrionária do RPG. Exagero? Não sei.

        Quero deixar claro que não estou sendo saudosista! É só a introdução do tema, pessoal! Não vou dizer que “naquele tempo é que se tinha infância de verdade” e todos aqueles papos que ouvimos muito e lemos em powerpoints por aí, porque não acho.

        Cada geração tem a infância que a sociedade cultiva. Se hoje, nossos jovens não tiveram “a infância saudosista e nostálgica” que muita gente diz ter sido melhor, ora, o jovem nada tem a ver com isso! Se alguém tem culpa no cartório, é a geração anterior, pois foi justamente ela que criou os jovens de hoje.

        Desabafos a parte, para quem não se lembra deste joguinho de montar, segue uma das versões do comercial de natal da marca:

        Pois bem! O pessoal do site The Brick Testament teve uma ideia genial! Eles encenaram somente com peças de lego todas as passagens bíblicas! Além de divertido, é muito mais ilustrativo e leve, ler os salmos e afins com estas imagens. Na hora me lembrei da “Bíblia ilustrada para crianças“, só que muito mais legal!

        Fico pensando como seria mais suave uma aula de Escola de Aprendizes de O Redentor com um powerpoint ilustrado por estas imagens! Ou mesmo uma aula de mocidade sobre a vida de Jesus.

        Bom, enquanto muitas Mocidades não tem datashow e os expositores de Escolas de Aprendizes continuam com a crença de que só porque está se falando para adultos, a aula tem que ser monótona, sem inovações, dinâmismo, troca de informações e afins, continuamos a ver essas coisas legais na net, né?

        Abaixo, algumas das passagens mais famosas que compilei do site!

        paraiso

        A discussão de Adão e Eva com Deus, após o pecado inicial.


        construção da torre de babel

        A construção da Torre de Babel


        moises

        Moisés logo após receber os 10 Mandamentos.


        pregando

        Jesus, falando por parábolas.


        santa ceia

        A Santa Ceia.

        Filippo – Vale

          Deus é amor. Acho que todos concordamos com isso.

          Todos nós, em algum momento, nos deparamos com a passagem da Bíblia que fala sobre a proibição de evocar os mortos, por parte de Moisés. Se isso ainda não aconteceu, vai acontecer agora.

          Os trechos encontram-se no Antigo Testamento, mais especificamente em Levítico e Deuteronômio:

          “Não vos desvieis do vosso Deus para procurar mágicos; não consulteis os adivinhos, e receai que vos contamineis dirigindo-vos a eles. Eu sou o Senhor vosso Deus.” (Levítico, cap. XIX, v. 31.) O homem ou a mulher que tiver Espírito pitônico, ou de adivinho, morra de morte. Serão apedrejados, e o seu sangue recairá sobre eles.” (Idem, cap. XX, v. 27.) Quando houverdes entrado na terra que o Senhor vosso Deus vos há de dar, guardai-vos; tomai cuidado em não imitar as abominações de tais povos; – e entre vós ninguém haja que pretenda purificar filho ou filha passando-os pelo fogo; que use de malefícios, sortilégios e encantamentos: que consulte os que têm o Espírito de Píton e se propõem adivinhar, interrogando os mortos para saber a verdade. O Senhor abomina todas essas coisas e exterminará todos esses povos, à vossa entrada, por causa dos crimes que têm cometido. (Deuteronômio, cap. XVIII, vv. 9, 10, 11 e 12.)

          Sejamos coerentes. Se a lei de Moisés deve ser rigorosamente seguida aqui, deve também ser seguida em todos os outros pontos. Não podemos tomar dois pesos e duas medidas.

          O mesmo livro, Deuteronômio, diz também:

          Se alguém tiver um filho obstinado e rebelde, que não obedece à voz do pai nem da mãe e, embora o castiguem, não lhes dê ouvidos, seu pai e sua mãe o tomarão, e o levarão aos anciãos da sua cidade, à sua porta, e lhes dirão: Este nosso filho é rebelde e obstinado, não dá ouvidos à nossa voz. É dissoluto e beberrão. Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão, até que morra. Assim extirparás o mal do meio de ti e, ao sabê-lo, todo o Israel temerá. (Deuteronômio 21,18-21)

          Se um homem for achado deitado com uma mulher casada, ambos serão mortos, o homem que se deitou com a mulher, e a mulher. Assim extirparás o mal do meio de ti. (Deuteronômio 22,23-24)

          Nada amoroso.

          Entre as tuas armas terás alguma coisa com que cavar, e quando defecares, cavarás e cobrirás os teus excrementos. (Deuteronômio 23,13)

          Percebe-se aqui a grande dependência do povo em relação às suas ações ditadas por um líder. Questões simples, tais como a higiene, também precisavam ser definidas.

          Aqui fica claro que existe uma distinção entre os dois conjuntos de leis de Moisés: a lei de Deus propriamente dita, representada pelos dez mandamentos, e a lei civil ou disciplinar, necessária aos costumes do povo da época. A primeira lei é imutável, desde sempre e para sempre, a segunda se modifica com o tempo, gerações e necessidades e esclarecimento do povo da época. Interessante também colocar que era comum justificar todas as leis como sendo de vontade de Deus, porque isso fazia com que as mesmas fossem cumpridas.

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            1. Filme: O Príncipe do Egito
            2. O Lego Bíblico

            Encontrei este stand-up – mais conhecido no Brasil como comédia de pé – do Leandro Hassum, aquele ator do Zorra Total. Nessa sketch ele fala das peculiaridades de cada religião, com uma visão bem cômica. O pessoal dos “Melhores do Mundo”, criadores do Joseph Klimber, tem uma peça inteirinha chamada Misticismo, onde falam sobre as mais diversas religiões.

            Tanto na peça, quanto neste stand up, vale ressaltar a mistura comumente feita por pessoas de fora da doutrina, em que entendem espiritismo, candomblé, umbanda e outros, como a mesma religião. E como sempre podemos tirar uma lição de qualquer coisa, aproveitemos esta para uma visão crítica.

            O humor só é engraçado quando as pessoas se identificam com aquela determinada  situação. Portanto, os ocorridos aqui descritos, são entendimentos comuns a respeito de nossa religião. Não há, na cabeça das pessoas, uma divisão entre o candomblé, a umbanda e o espiritismo, e este pode ser um ponto importante da gente trabalhar.

            Será que o espírita divulga sua doutrina?
            Ou será que é mais fácil não dizer que é espírita, para não ter que explicar?

            Abaixo, o vídeo que inspirou esses questionamentos:

            Filippo – Vale

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              Gostou? Então dá uma olhada nesses:

              1. Fazer o bem sem olhar a quem!
              2. Cinema: Um Olhar do Paraíso
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