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	<title>DalheMongo &#187; contos</title>
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		<title>Quando todos colaboram&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 13:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DalheMongo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Num tranquilo e feliz bairro de subúrbio, onde as casas têm cercas com arranjos de flores, há uma única casa sombria e cujo jardim está morto.</p> <p style="text-align: justify;">Os vizinhos não têm conhecimento disso, mas ali se encontra o esconderijo secreto de um vilão assustador chamado Gru, que planeja o maior golpe do [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Num tranquilo e feliz bairro de subúrbio, onde as casas têm cercas com arranjos de flores, há uma única casa sombria e cujo jardim está morto.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vizinhos não têm conhecimento disso, mas ali se encontra o esconderijo secreto de um vilão assustador chamado Gru, que planeja o maior golpe do mundo: ele vai roubar a lua.</p>
<p style="text-align: justify;">Gru acredita que pode vencer qualquer um que cruzar o seu caminho. Isso até o dia em que conhece as garotinhas órfãs Margô, Edith e Agnes.</p>
<p style="text-align: justify;">Elas são as únicas que conseguem ver naquele homem o que ninguém jamais viu: um pai em potencial. E o amor delas mostrará o ser bom que ele é.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o enredo de um desenho animado, traduzido ao idioma português como meu malvado favorito. Parece mais ser uma obra para adultos, tal a profundidade dos ensinamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ali colhemos, entre tantos, um detalhe deveras interessante. Ocorre que, em determinado ponto da sua estratégia para roubar a lua, Gru se vê sem recursos.<a href="http://dalhemongo.com/wp-content/uploads/2012/03/92982981.jpg" rel="lightbox[7343]" title="Quando todos colaboram..."><img class="alignleft size-full wp-image-7352" style="margin: 5px;" src="http://dalhemongo.com/wp-content/uploads/2012/03/92982981.jpg" alt="" width="253" height="329" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Triste, ele vai até os seus subordinados e confessa estar falido. O banco não lhe dera mais crédito e ele não dispõe de dinheiro para continuar o projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Há tristeza e desencanto na sua voz. Ele é um homem derrotado, fracassado, cujo mais arrojado projeto jamais poderá ser executado.</p>
<p style="text-align: justify;">Exatamente neste momento, adentram o local as três meninas. Gru fala, com leve tom de irritação, que aquela é uma reunião de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Então Agnes, a menorzinha, de olhos grandes e expressivos, demonstrando que entendera toda a problemática, sorri e ergue seu cofrinho.</p>
<p style="text-align: justify;">É o suficiente. Logo, um dos ajudantes de Gru entende a mensagem e ergue uma nota. O contágio da doação é geral. Cada qual mostra o que tem e está disposto a contribuir. Por fim, reúne-se o necessário para dar andamento ao projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">As imagens são rápidas e engraçadas. Mas o importante a se registrar é o gesto da pequena Agnes. Ela não tem ideia de quantos mil ou milhões são necessários para concluir o projeto de Gru. Nem cogita ser uma loucura querer roubar o satélite da terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela se dispõe a contribuir com as moedinhas do seu cofre. E, em total desprendimento, as oferece.</p>
<p style="text-align: justify;">*   *   *</p>
<p style="text-align: justify;">Pensemos em quantas vezes observamos situações difíceis, criaturas em dificuldades e paramos no muro do não tenho condições de ajudar. Mas, o importante é ofertar o que se pode. O gesto inicial de alguém desencadeia o contágio do bem e, logo, outros tantos se dispõem ao auxílio.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, da próxima vez que você tiver à frente uma dificuldade de alguém e desejar auxiliar, não detenha o gesto. Ofereça o que tiver.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que isso seja somente a solidariedade de um abraço a dizer: estou contigo!</p>
<p style="text-align: justify;">Ou o ombro amigo para que o outro possa encharcá-lo com lágrimas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou você pode iniciar uma campanha, depositando o primeiro real.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensemos nisso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redação do Momento Espírita</strong></p>
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		<title>De onde surgiu a Mocidade da Aliança?</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 12:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DalheMongo</dc:creator>
				<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recebemos, com muita alegria, um relato de Eduardo Miyashiro, diretor da AEE. De onde surgiu a Mocidade da Aliança?</p> <p style="text-align: justify;">A primeira turma de Mocidade Espírita da Aliança iniciou em 1976, no CEAE Genebra. Seus dirigentes foram Heloisa Capellas Pires e Joel Beraldo. Eles já haviam participado de mocidades em centros espíritas [...]


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<li><a href='http://dalhemongo.com/serie-alianca-e-canal-oficial-no-youtube' rel='bookmark' title='Série Aliança e Canal Oficial no Youtube'>Série Aliança e Canal Oficial no Youtube</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recebemos, com muita alegria, um relato de Eduardo Miyashiro, diretor da AEE. De onde surgiu a Mocidade da Aliança?</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira turma de Mocidade Espírita da Aliança iniciou em 1976, no  CEAE Genebra. Seus dirigentes foram Heloisa Capellas Pires e Joel  Beraldo. Eles já haviam participado de mocidades em centros espíritas da  zona leste de São Paulo e também eram alunos da 1a. turma de Escola de  Aprendizes do CEAE Genebra.</p>
<p style="text-align: justify;">Eram entusiastas da idéia da Mocidade, assim como os demais amigos  que eram filhos e familiares dos primeiros dirigentes da Aliança. Receberam forte apoio do Jacques Conchon, primeiro Diretor Geral da  Aliança, porque este também havia participado ativamente do movimento da  mocidade espírita paulistana, na década de 1960.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência pessoal do Jacques com a Mocidade, no entanto, foi  marcada por participar de turmas de mocidade onde os dirigentes ficavam  por décadas! Aquela alegação de que o que valia era a juventude do  Espírito e não a do corpo fazia com que o Jacques se perguntasse: então,  qual seria a diferença entre uma mocidade espírita &#8220;independente&#8221; e um  centro espírita autônomo?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Joel e Heloisa se reuniram para elaborar um programa-piloto,  partiram da sequencia de aulas do Curso Básico de Espiritismo do  programa da Aliança (nessa época eram 12 aulas). Inseriram aulas sobre  Leis Morais e virtudes cristãs e concluíram um programa de 40 aulas para  o primeiro ano da Mocidade. Mas a grande novidade era o conceito de que  a Mocidade seria um programa, com começo, meio e fim, para não ficar  durando eternamente.</p>
<p style="text-align: justify;">As regras do trabalho eram semelhantes às da Escola de Aprendizes,  porém o clima de aula era próprio da Mocidade. Aula de 90 minutos, com  preparação, caderno de temas, exposição da aula, vibrações e  encerramento. Os expositores eram escalados entre o quadro da Escola de  Aprendizes e os próprios dirigentes. Havia ainda uma regra adicional,  sugerida pelo Jacques: o limite máximo de idade de 25 anos, tanto para  alunos como para dirigentes, evitando que se perpetuassem turmas com  pessoas de mais idade, que deveriam ser encaminhadas para as escolas de  aprendizes.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira turma começou com mais de 60 jovens. Houve muita  atividade de estudo, trabalho e confraternização, ao mesmo tempo em que o  programa era testado. Quando se completou as 40 aulas do primeiro ano,  foi concebido o segundo ano, contendo uma série de temas mais profundos,  com o aprofundamento das questões tratadas no Livro dos Espíritos, na  Série André Luiz e outras obras de peso. Em 1977, também se decidiu dar  início à 2a. turma de Mocidade, dirigida pelas pessoas que mais se  destacaram no trabalho da primeira turma, que eram a Gisele Lorenzetti e  o Zeca Capelas.</p>
<p style="text-align: justify;">Também nessa época foi feito um esforço para se multiplicar o  programa de mocidades para outros centros. A Gisele e a Mônica foram  dirigir a primeira turma do CEAE-Casa Verde. O Luiz Carlos Orbolato  dirigiu a 1a. turma em São José dos Campos (Grupo Espírita Francisco de  Assis) e a Solange Marreiro, o Carlos Belém e a Zila Rosa Belém  começaram a dirigir a 1a. turma no Litoral (Centro Espírita Irmão  Timóteo, de São Vicente). O Maurício e a Helen começaram a dirigir a 1a.  turma do CEAE-Manchester, na zona leste de SP.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram realizados os primeiros encontros de mocidade, em que se  escolhia uma cidade para uma confraternização, em geral em um domingo  pela manhã, das 8h30 às 12h30. Algumas vezes foram realizados no CEAE  Genebra, em outras, em São José dos Campos ou São Vicente, ou no Parque  Cemucam, da Prefeitura de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Havia diversos trabalhos para as turmas, como acompanhamento de  caravanas das turmas de EAE, visita ao Lar Esperança e à Clínica  Francisca Júlia, do CVV, em São José dos Campos, distribuição de  mensagens nos cemitérios no Dia de Finados, faxina geral nos centros  espíritas, gincanas de conhecimento, Campanha Auta de Souza, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi definido mais um ciclo de aulas (o terceiro ano), com  aprofundamento de leis morais. Em 1978, a 3a. turma do CEAE Genebra foi  dirigida pela dupla José Roberto Espósito e Mara. Nessa turma eu fui  aluno, junto com a Tais Lorenzetti e a Monica Conchon. A Tais dirigiu a  4a. turma. A 5a. turma foi dirigida por mim e pela Monica, a partir de  1979. Nessa época, foi definido um 4a. ano no programa, mas a 1a. turma  já havia se encerrado. Esse 4. ano incluía uma série de estágios de  trabalhos e atividades, como teatro, jornalismo, audiovisuais, noções de  direito e contabilidade para abertura de um centro espírita,  assistência social, etc. As aulas teóricas incluíam os livros clássicos  dos continuadores de Kardec (Leon Denis, Gabriel Dellanne, Camille  Flammarion, William Crookes, etc.) Ficou um programa muito pesado, mas a  Diretoria da Aliança (Jacques, Flavio e Valentim) resolveu fazer essas  aulas junto com a turma que eu dirigia, durante 6 meses, para que  pudéssemos fazer uma avaliação embasada na vivência prática e não apenas  na teoria. Após essa experiência, percebeu-se que a programação  precisava de um ajuste, ou adaptação, pois a faixa etária das turmas  começou a diminuir.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa altura, o Paulo Amaral, a Angela Donda, o Carlos Belém e eu  estávamos empenhados na elaboração de uma versão revisada do programa,  que passou a ser incluído na 3a. edição do &#8220;Vivência&#8221;. Muitas noites  foram consumidas nessa revisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foi nessa época que decidimos fazer um programa intenso de  expansão do programa de Mocidade, que era um &#8220;ilustre desconhecido&#8221;  entre os dirigentes de centros espíritas da Aliança. Então surgiu a  Comissão de Apoio às Mocidades da Aliança e nós começamos a aparecer em  todas as reuniões possíveis e imagináveis para incluir o assunto &#8220;O que é  a Mocidade&#8221; na pauta.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos a montar uma secretaria da Mocidade, em uma sala do CEAE  Manchester. Compramos material de escritório, contratamos uma estagiária  de Secretariado em meio-período e organizamos a correspondência e o  material didático. (Vale a pena lembrar que não existia computador,  e-mail, celular, internet, etc.)</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí, começaram a se multiplicar as turmas de mocidade em  diversas regiões do país. A Aliança ainda não havia se descentralizado,  então não existiam as regionais como as conhecemos hoje, porém sempre  houve lideranças atuantes nos centros e nas mocidades, em diversas  regiões, que nos apoiaram muito.</p>
<p style="text-align: justify;">A Mocidade do CEAE-Londrina naquela época foi um grande destaque,  com dinamismo e criatividade. Participaram ativamente de todos os  encontros realizados em SP, na década de 1980.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1984, eu  completei 25 anos e, de acordo com a regra em vigor, saí da Mocidade.  Junto com o Paulo, transferimos o material da secretaria da Mocidade,  junto com a responsabilidade pela condução da mocidade da Aliança para  os novos integrantes da CAM (Valnei, Gerson, Geraldinho, etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">No final desse mesmo ano, eu casei com a Beth, a quem conheci devido  à Mocidade, e ainda acompanhamos a aventura das turmas que decidiram  montar o primeiro encontro de Mocidades fora do estado de SP, exatamente  em Londrina, como forma de agradecer e estimular aquela turma tão  dedicada.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, acho que, daí em diante, outras pessoas poderão escrever mais  coisas sobre a Mocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços,</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eduardo</strong></p>
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		<title>A mocidade e os ditados&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 15:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrotaubate</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Bom, depois de muito refletir sobre diversas coisas que acontecem no ambiente de mocidade, cheguei a conclusão de que todos os fatos ocorridos estão amparados em algo bem simples mais ao mesmo tempo tão complexos que são os ditados populares, esses mesmos que são passados de geração em geração. Daqui a muitos anos, você poderá ler esse texto novamente, pois irá perceber que as situações serão as mesmas, só os personagens mudarão. Não sei ao certo como começou, sei que anos antes de Cristo o famoso profeta Moisés, já se utilizava desse recurso. Com o seu “olho por olho dente por dente”, constituía as leis daquela época, acho que não seria para incitar a violência, somente uma forma de fazer com que o povo pudesse se adaptar já que antigamente só compreendiam a linguagem do medo. O tempo passou, e como passou! Os ditos populares continuam se encaixando perfeitamente nos tempos modernos, veja como tenho razão&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Vamos falar de relacionamentos, um tema bastante polêmico e que acaba sempre tendo visões controversas. Imaginem só, dois rapazes perdidamente apaixonados por uma única menina, todos da mesma turma de mocidade. Cada um querendo chamar mais atenção do que o outro, mesmo que para isso tenham que falar mal do seu rival, ou melhor, do seu concorrente, “o homem é o lobo do homem”, ou seja, o homem é o seu próprio predador, e que predador voraz! Sabe quando aquele seu amigo todo certinho chega com uma série de lições sobre o que é certo ou o que é errado, o que você deve ou não fazer? Pois é, aí você percebe que ele faz tudo aquilo de errado que ele te disse para não fazer, “quem tem telhado de vidro não atira pedra no telhado do vizinho”. Se não consegue agir de uma forma exemplar, porque exigir do outro essa conduta? Vejamos como não é fácil a vida de dirigente de mocidade. Sempre existe aquele aluno que está meio indeciso se freqüenta ou não as aulas e o dirigente se esforça e faz de tudo, até convencer e conseguir integrar esse aluno ao demais, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, de tanto insistir, convenceu o não tão duro coração do aluno indeciso.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://dalhemongo.files.wordpress.com/2009/05/10154775.jpg" target="_blank" rel="lightbox[1616]" title="DalheMongo"><img class="size-full wp-image-1617 alignright" style="margin:5px;" title="DalheMongo" src="http://dalhemongo.files.wordpress.com/2009/05/10154775.jpg" alt="10154775" width="269" height="446" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Quando chega a época de encontro é uma correria só e é muito chato quando algum aluno diz que não pode ir por um motivo ou outro. Isso acontece e é até natural, ficamos sempre tristes. Só que ele não foi simplesmente por um motivo banal, ou para fazer qualquer outra coisa sem importância, “o que os olhos não vêem o coração não sente”. Ainda bem, porque seria muito decepcionante descobrir uma coisa como essa. Tem também aquela história do expositor que vai dar aula em uma turma pela primeira vez. Ele não conhece bem o perfil da turma e todos estão bem tímidos. Ele começa a instigar os alunos com uma série de perguntas e de uma hora para outra, os alunos começam a responder e fazer também, uma série de perguntas tão complexas que o expositor até fica sem graça, “não cutuque a onça com vara curta”, é sempre bom estar preparado para todo tipo de situação.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda nas aulas, às vezes o dirigente sofre, convida alguém para dar uma aula ou às vezes convida até duas pessoas e por ironia do destino, nenhuma das duas aparece. Ele bastante esperto, já estudou e pediu para que seu secretário estudasse a aula também, “mais vale um pássaro na mão do que dois voando” Dirigente é realmente uma figura, todo lugar que vai, sempre leva seu programa para conseguir alguém para dar uma aulinha “de grão em grão a galinha enche o papo”. Em todas essas situações, o aluno é sempre o principal beneficiado, afinal, tudo o que é feito é em prol do aluno, e mesmo que ele ache que uma situação não irá dar certo, as coisas sempre acabam acontecendo de uma forma positiva para ele, “quem espera sempre alcança”. O que se espera alcançar, é que a juventude de hoje, principalmente aquela que freqüenta a mocidade, tenha mais qualidade de vida, com valores morais bem definidos. Quando as coisas não acontecem tão facilmente e quando não alcançamos nossos objetivos tão rápido, ficamos decepcionados, “devagar se vai ao longe”, afinal, tudo tem seu tempo, sua hora certa para acontecer.. O ditado que mais gosto, é “o trabalho com mocidade é duro, mas feliz”, esse ninguém deve conhecer porque acabei de inventar, por enquanto é o que dá para fazer, inventar uma maneira de fazer melhor, de ser melhor, de ser feliz, de ser&#8230;</p>
<p align="center"><strong>E tenho dito!</strong></p>
<p style="text-align:left;">Pedro &#8211; Vale</p>
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		<title>Manifesto Musicado</title>
		<link>http://dalhemongo.com/725</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 13:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DalheMongo</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Enviado por email<br /> Este texto foi montado apenas com trechos de música de mocidade.</p> <p>“Era domingo, e acordei sonhando que poderia um sonho realizar.<br /> Sonhava com amigos que na vida vi passar,<br /> Pensando que um dia poderia reuni-los em um só lugar”<br /> “Por toda a vida, por todo o tempo,<br /> [...]


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Enviado por email<br />
</em><em>Este texto foi montado apenas com trechos de música de mocidade.</em></strong></p>
<p>“Era domingo, e acordei sonhando que poderia um sonho realizar.<br />
Sonhava com amigos que na vida vi passar,<br />
Pensando que um dia poderia reuni-los em um só lugar”<br />
“Por toda a vida, por todo o tempo,<br />
Pelos lugares por onde for;<br />
Por toda a Terra e pelos seus sonhos”,<br />
”Para ser o que For,<br />
E onde quer que eu for que eu leve amor a vida”.<br />
E “o que é a vida?É o mais bonito espetáculo Divino<br />
Chamado amor”&#8230;<br />
“Meus amigos e amigas de tinta, por favor,<br />
Não façam despedidas.<br />
Sabemos que vamos nos encontrar lá,<br />
Todos num mesmo lugar”<br />
“Que se chama caminho.<br />
Caminho que incendeia o mar,<br />
Faz com que o céu seja possível de tocar”.<br />
E “ao longe eu escuto mensagens de amor, poesias raras<br />
Que embalam meus sonhos de vida, e a noite vai ficando clara”.</p>
<p>“A noite cai, mas o silencio da noite<br />
Toda noite te faz lembrar”<br />
É “só lembrar que um poeta escreveu:<br />
Eu não sou apenas um sonhador<br />
Sei que já não estou sozinho nesse sonho bom”<br />
“E ao lembrar as flores da nossa mocidade<br />
De todas as idades, do maior esplendor.<br />
Estou voltando aos poucos pra minha eternidade”&#8230;<br />
“De lutas por um mundo diferente,<br />
Amigos farpas e canções,<br />
Pedras de um caminho sem ilusões”.<br />
Pra sempre “vou me lembrar que o seu amor me tocou,<br />
Vou me lembrar que a sua voz me ensinou<br />
Vou ensinar que o mundo foi feito pra você”<br />
“Que leva para longe os meus medos<br />
Quando a brisa vem para me acalmar.<br />
Leve-me para longe, para onde quiser me deixar”.<br />
Sei que “já não tenho asas para voar,<br />
Mas sei que o amanhã será bem melhor”&#8230;<br />
“Daí-me forças, que eu faça o melhor por mim,<br />
Que o mundo receba de graça esse amor que reflito de ti”.<br />
Porque “até um gesto de carinho pode transformar<br />
Palavras em pães, sorrisos em luz,<br />
A Terra em paz”.</p>
<p>“E o vento vem trazer, os grãos da imensidão,<br />
Mil formas de calar, dizendo”:<br />
“Levanta-te, levanta-te e caminha;<br />
Ama, ama cada vez mais,<br />
E mais intensamente ainda!”<br />
“Você tem o destino em suas mãos, e sabe o que deve fazer.<br />
O Mundo gira em contra mão<br />
Eu quero ver a luz brilhar”<br />
“Porque viver é muito bom, viver é bom demais.<br />
Porque você é muito bom,<br />
Com o bem que você faz.”</p>
<p><strong>Mariana &#8211; Vale do Paraíba</strong></p>
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		<title>Um Natal diferente</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 13:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Naquele escritório era assim. Todos os anos, pelo Natal, eles procuravam uma família que necessitasse de assistência para comemorar o Natal. Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma família que havia sofrido várias tragédias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.</p> <p>Então, durante um mês, todos no escritório foram [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Naquele escritório era assim. Todos os anos, pelo Natal, eles procuravam uma família que necessitasse de assistência para comemorar o Natal. Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma família que havia sofrido várias tragédias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.</p>
<p>Então, durante um mês, todos no escritório foram colocando as doações em dinheiro dentro de uma lata decorada. Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a mãe e os seis filhos, imaginando a expressão de felicidade deles, ao receberem os presentes. Para os meninos, luvas para o inverno e aviões em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pelúcia. Para a mais velha, já adolescente, perfume e um relógio.</p>
<p>Evidentemente, a família não deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural freqüentada pela família, seria o portador dos presentes. Na sexta-feira anterior ao Natal, a mãe da família voltou mais cedo para casa, após o trabalho. Ela recebera uma gratificação extra do seu patrão. O marido ficou feliz com a notícia.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-638 alignleft" style="margin:2px 6px;" title="83010978" src="http://dalhemongo.files.wordpress.com/2008/12/83010978.jpg?w=190" alt="83010978" width="190" height="299" /></p>
<p>Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades. Mas, então, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e não poderia pagar as despesas médicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.</p>
<p>Condoídos com a situação, marido e mulher convocaram os filhos para uma reunião de família e decidiram entregar a gratificação de Natal a seus amigos. Comida e despesas médicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.</p>
<p>Algumas horas depois de tomada a decisão, o pastor foi fazer uma visita para a família. Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para a família necessitada. O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condição: todos eles deveriam acompanhá-lo até seu carro.</p>
<p>Sem entender muito bem o porquê da exigência do pastor, eles concordaram com o pedido. Quando atravessaram o portão da casa, eles viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escritório lhes havia mandado, como expressão de amor natalino.</p>
<p>Que Natal esplêndido foi aquele para as duas famílias necessitadas, para o coração do pastor e para todo o pessoal do escritório!</p>
<p><em>Redação do Momento Espírita, com base no cap. Uma tradição de Natal,<br />
de Pat A Carman, do livro Histórias para o coração da mulher, de<br />
Alice Gray, ed. United Press.<br />
Em 17.12.2008</em></p>
<p>____________________________________</p>
<p><strong>Luana &#8211; Vale</strong></p>
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<p></p>]]></content:encoded>
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