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	<title>DalheMongo &#187; entrevista</title>
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	<description>Médium de comunicação entre encarnados, em que trata da doutrina de maneira jovem e descontraída.</description>
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		<title>A Nova Geração</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 17:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DalheMongo</dc:creator>
				<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[cristal]]></category>
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		<category><![CDATA[espiritismo]]></category>
		<category><![CDATA[evangelização infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista de Divaldo Pereira Franco ao Programa Televisivo O Espiritismo Responde, da União Regional Espírita – 7ª Região, Maringá, em 21.03.2007. Recebido através do email sac.dalhemongo@gmail.com
Espiritismo Responde - Um de seus mais recentes livros publicados tem por título “A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal”. Quem são as crianças índigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Entrevista de Divaldo Pereira Franco ao Programa Televisivo O Espiritismo Responde, da União Regional Espírita – 7ª Região, Maringá, em 21.03.2007. Recebido através do email </em><a href="mailto:sac.dalhemongo@gmail.com"><em>sac.dalhemongo@gmail.com</em></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espiritismo Responde -</strong> Um de seus mais recentes livros publicados tem por título “A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal”. Quem são as crianças índigo e cristal?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Divaldo –</strong> Desde os anos 70, aproximadamente, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar.</p>
<p>Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.</p>
<p>As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).  O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.  Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São crianças portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais e interdimensionais ou transdimensionais.</p>
<p>As crianças cristal são aquelas que apresentam uma aura alvinitente, razão pela qual passaram a ser denominadas dessa maneira.  A partir dos anos 80, ei-las reencarnando-se em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.<br />
<img class="alignright size-full wp-image-4504" style="margin: 5px;" title="IS098SN53" src="http://dalhemongo.com/wp-content/uploads/2010/08/1.jpg" alt="" width="212" height="319" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>ER – Essas crianças não poderiam ser confundidas com as portadoras de transtornos da personalidade, de comportamento, distúrbios da atenção? Como identificá-las com segurança?</em></strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Divaldo -</strong> Essa é uma grande dificuldade que os psicólogos têm experimentado, porque normalmente existem as crianças que são portadoras de transtornos da personalidade (DDA) e aquelas que, além dos transtornos da aprendizagem, são também hiperativas (DTAH), mas os estudiosos classificaram em 10 itens as características de uma criança índigo, assim como de uma criança cristal.<br />
A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento, não fica em fila, não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período, não teme ameaças&#8230;  Não é possível com essas crianças fazermos certos tipos de chantagem. É necessário dialogar, falar com naturalidade, conviver e amá-las.</p>
<p>Para tanto, os especialistas elegem como métodos educacionais algumas das propostas da doutora Maria Montessori, que criou, em Roma, no ano de 1907, a sua célebre Casa dei Bambini, assim como as notáveis contribuições pedagógicas do Dr. Rudolf Steiner. Steiner é o criador da antroposofia. Ele apresentou, em Stuttgart, na Alemanha, os seus métodos pedagógicos, a partir de 1919, que foram chamados Waldorf.</p>
<p>A partir daquela época, os métodos Waldorf começaram a ser aplicados em diversos países. Em que consistem? Amor à criança. A criança não é um adulto em miniatura. É um ser que está sendo formado, que merece o nosso melhor carinho. A criança não é objeto de exibição, e deve ser tratada como criança. Sem pieguismo, mas também sem exigências acima do seu nível intelectual.</p>
<p>Então, essas crianças esperam encontrar uma visão diferenciada, porque, ao serem matriculadas em escolas convencionais, tornam-se quase insuportáveis. São tidas como DDA ou DTAH. São as crianças com déficit de atenção e hiperativas. Nesse caso, os médicos vêm recomendando, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, a Ritalina, uma droga profundamente perturbadora. É chamada a droga da obediência.</p>
<p>A criança fica acessível, sim, mas ela perde a espontaneidade. O seu cérebro carregado da substância química, quando essa criança atinge a adolescência, certamente irá ter necessidade de outro tipo de droga, derrapando na drogadição. Daí é necessário muito cuidado.</p>
<p>Os pais, em casa (como normalmente os pais quase nunca estão em casa e suas crianças são cuidadas por pessoas remuneradas que lhes dão informações, nem sempre corretas) deverão observar a conduta dos filhos, evitar punições quando errem, ao mesmo tempo colocando limites. Qualquer tipo de agressividade torna-as rebeldes, o que pode levar algumas a se tornar criminosos seriais. Os estudos generalizados demonstram que algumas delas têm pendores artísticos especiais, enquanto outras são portadoras de grandes sentimentos humanistas, outras mais são emocionais e outras ainda são portadoras de natureza transcendental.</p>
<p>Aquelas transcendentais, provavelmente serão os grandes e nobres governantes da Humanidade no futuro. As artísticas vêm trazer uma visão diferenciada a respeito do Mundo, da arte, da beleza. Qualquer tipo de punição provoca-lhes ressentimento, amargura que podem levar à violência, à perversidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>ER – Você se referiu às características mentais, emocionais dessas crianças. Elas têm alguma característica física própria? Você tem informação se o DNA delas é diferente?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Divaldo -</strong> Ainda não se tem, que eu saiba, uma especificação sobre ela, no que diz respeito ao DNA, mas acredita-se que, através de gerações sucessivas, haverá uma mudança profunda nos genes, a fim de poderem ampliar o neocórtex, oferecendo-lhe mais amplas e mais complexas faculdades. Tratando-se de Espíritos de uma outra dimensão, é como se ficassem enjauladas na nossa aparelhagem cerebral, não encontrando correspondentes próprios para expressar-se. Através das gerações sucessivas, o perispírito irá modelar-lhes o cérebro, tornando-o ainda mais privilegiado.</p>
<p>Como o nosso cérebro de hoje é um edifício de três andares, desde a parte réptil, à mamífera e ao neocórtex que é a área superior, as emoções dessas crianças irão criar uma parte mais nobre, acredito, para propiciar-lhes a capacidade de comunicar-se psiquicamente, vivenciando a intuição.</p>
<p>Características físicas existem, sim, algumas. Os estudiosos especializados na área, dizem que as crianças cristal têm os olhos maiores, possuem a capacidade para observar o mundo com profundidade, dirigindo-se às pessoas com certa altivez e até com certo atrevimento&#8230; Têm dificuldade em falar com rapidez, demorando-se para consegui-lo a partir dos 3 ou dos 4 anos. Entendemos a ocorrência, considerando-se que, vindo de uma dimensão em que a verbalização é diferente, primeiro têm que ouvir muito para criar o vocabulário e poderem comunicar-se conosco. Então, são essas observações iniciais que estão sendo debatidas pelos pedagogos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-4505" style="margin: 5px;" title="2" src="http://dalhemongo.com/wp-content/uploads/2010/08/2.jpg" alt="" width="262" height="259" /><br />
<strong><em>ER – Com que objetivo estão reencarnando na Terra?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Divaldo -</strong> Allan Kardec, com a sabedoria que lhe era peculiar, no último capítulo do livro A Gênese, refere-se à nova geração que viria de uma outra dimensão. Da mesma forma que no tempo do Pithecanthropus erectus vieram os denominados Exilados de Capela ou de onde quer que seja, porque há muita resistência de alguns estudiosos a respeito dessa tese, a verdade é que vieram muitos Espíritos de uma outra dimensão. Foram eles que produziram a grande transição, denominada por Darwin como o Elo Perdido, porque aqueles Espíritos que vieram de uma dimensão superior traziam o perispírito já formado e plasmaram, nas gerações imediatas, o nosso biótipo, o corpo, conforme o conhecemos.</p>
<p>Logo depois, cumprida a tarefa na Terra, retornaram aos seus lares, como diz a Bíblia, ao referir-se ao anjo que se rebelara contra Deus – Lúcifer.</p>
<p>Na atualidade, esses lucíferes voltaram. Somente que, neste outro grande momento, estão vindo de Alcione, uma estrela de 3ª. grandeza do grupo das plêiades, constituídas por sete estrelas, conhecidas pelos gregos, pelos chineses antigos e que fazem parte da Constelação de Touro.  Esses Espíritos vêm agora em uma missão muito diferente dos capelinos.  É claro que nem todos serão bons. Todos os índigos apresentarão altos níveis intelectuais, mas os cristais serão, ao mesmo tempo, intelectualizados e moralmente elevados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>ER – Já que eles estão chegando há cerca de 20, 30 anos, nós temos aí uma juventude que já está fazendo diferença no Mundo?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Divaldo –</strong> Acredito que sim. Podemos observar, por exemplo, e a imprensa está mostrando, nesse momento, gênios precoces, como o jovem americano Jay Greenberg considerado como o novo Mozart. Ele começou a compor aos quatro anos de idade. Aos seis anos, compôs a sua sinfonia. Já compôs cinco. Recentemente, foi acompanhar a gravação de uma das suas sinfonias pela Orquestra Sinfônica de Londres para observar se não adulteravam qualquer coisa.</p>
<p>O que é fascinante neste jovem, é que ele não compõe apenas a partitura central, mas todos os instrumentos, e quando lhe perguntam como é possível, ele responde: “Eu não faço nenhum esforço, está tudo na minha mente”.  Durante as aulas de matemática, ele compõe música. A matemática não lhe interessa e nem uma outra doutrina qualquer. É mais curioso ainda, quando afirma que o seu cérebro possui três canais de músicas diferentes. Ele ouve simultaneamente todas, sem nenhuma perturbação. Concluo que não é da nossa geração, mas que veio de outra dimensão. <img class="alignright size-full wp-image-4506" style="margin: 5px;" title="3" src="http://dalhemongo.com/wp-content/uploads/2010/08/3.jpg" alt="" width="202" height="304" /></p>
<p>Não somente ele, mas muitos outros, que têm chamado a atenção dos estudiosos. No México, um menino de seis anos dá aulas a professores de Medicina e assim por diante&#8230; Fora aqueles que estão perdidos no anonimato.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><br />
ER – O que você diria aos pais que se encontram diante de filhos que apresentam essas características?</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Divaldo -</strong> Os técnicos dizem que é uma grande honra tê-los e um grande desafio, porque são crianças difíceis no tratamento diário. São afetuosas, mas tecnicamente rebeldes. Serão conquistadas pela ternura. São crianças um pouco destrutivas, mas não por perversidade, e sim por curiosidade. Como vêm de uma dimensão onde os objetos não são familiares, quando vêem alguma coisa diferente, algum objeto, arrebentam-no para poder olhar-lhes a estrutura.  São crianças que devemos educar apelando para a lógica, o bom tom.  A criança deve ser orientada, esclarecida, repetidas vezes.</p>
<p>Voltarmos aos dias da educação doméstica, quando nossas mães nos colocavam no colo, falavam conosco, ensinavam-nos a orar, orientavam-nos nas boas maneiras, nas técnicas de uma vida saudável, nos falavam de ternura e nos tornavam o coração muito doce, são os métodos para tratar as modernas crianças, todas elas, índigo, cristal ou não.</p>
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		<title>Dalhe Entrevista: Eduardo Miyashiro</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 00:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bárbara Paludeti</dc:creator>
				<category><![CDATA[2009]]></category>
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		<description><![CDATA[E foi dada a largada, o Dalhemongo, portal sempre à frente de seu tempo, estreia mais uma coluna que chega a todo vapor, é a &#8220;Dalhe Entrevista&#8221;. A ideia é entrevistar algumas figuras carimbadas do movimento espírita e também de mocidade, mas não pense você que só iremos perguntar sobre a vida espírita do entrevistado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E foi dada a largada, o Dalhemongo, portal sempre à frente de seu tempo, estreia mais uma coluna que chega a todo vapor, é a <strong>&#8220;Dalhe Entrevista&#8221;</strong>. A ideia é entrevistar algumas figuras carimbadas do movimento espírita e também de mocidade, mas não pense você que só iremos perguntar sobre a vida espírita do entrevistado, na na ni na não, a vida pessoal também está inclusa nessa proposta. Porque é mais legal sabermos que atrás de um cara sério, sempre compenetrado no trabalho em prol do próximo, há um ser humano sensível que chora até em inauguração de posto de gasolina ou que foi um capetinha quando criança, não é?</p>
<p>E para abrirmos com chave de ouro, não poderíamos ter escolhido nome melhor que Eduardo Miyashiro. Não sabe de quem estamos falando? Do diretor-geral da Aliança Espírita Evangélica, poxa!</p>
<p>Miyashiro é diretor da AEE pela segunda vez e topou responder às perguntas do <strong>Dalhe Entrevista</strong>. Você sabia que ele foi um dos pioneiros do movimento da mocidade da Aliança. Pois é, começou a frequentar uma turma no Genebra em 1978. Tempos depois, já era dirigente e ajudou a formar a primeira CAM (Comissão de Apoio às Mocidades).</p>
<p>Você sabe que nos encontros gerais e regionais de mocidade &#8211; aliás, nosso entrevistado participou de vários encontros de jovens, até lá na distante Londrina, no Paraná &#8211; por aí está cheio de casais apaixonados que se encontraram no movimento e se casaram, certo? Enfim, como a afinidade de ideal e construção de valores contam muito na hora de encontrar um parceiro para a vida, isso acontece com uma frequência inimaginável. O que eu duvido que você saiba é que o atual diretor-geral da AEE conheceu sua esposa, a Beth, com quem é casado há 25 anos, por causa da mocidade. &#8220;Ela era assistente de turma no CEAE Manchester&#8221;, contou ao <strong>Dalhe Entrevista</strong>.</p>
<p>Além disso, olha que curioso, Miyashiro adora torta de maçã e pratica natação. E sabe o que o deixa de cabelo em pé? Trânsito congestionado! Mas isso tira qualquer um do sério mesmo, meu querido&#8230;</p>
<p>Bom, chega de enrolação e vamos à entrevista:</p>
<p><span id="more-2913"></span></p>
<p><strong>Vida pessoal</strong></p>
<p><strong><img style="float: right; margin: 5px; border: 0px initial initial;" title="miyashiro" src="http://dalhemongo.com/wp-content/uploads/2009/11/miyashiro.jpg" alt="miyashiro" width="200" height="280" />Nome completo?</strong> Eduardo Miyashiro<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Idade?</strong> 50<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Profissão?</strong> Engenheiro civil por formação; atualmente, diretor de TI no serviço público<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Lugar preferido?</strong> São tantos&#8230; acho que não dá para ter preferências&#8230; se considerar as lembranças de lugares que já não existem mais, então escolho um pequeno sítio em Poá em que passei muitos finais de semana da minha infância<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Prato preferido?</strong> Também é muito difícil escolher; vou optar pela torta de maçã<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Estilo musical preferido?</strong> Pode ser três? <em><strong>(claro, você manda)</strong></em> Pela ordem: música barroca, jazz, bossa nova<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Um hobby?</strong> Sudoku<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Pratica esporte?</strong> <strong>Se sim, qual?</strong> Natação<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>O que faz nas horas vagas, se é que elas existem?</strong> Estudo piano, então as horas não ficam mesmo vagas&#8230;<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Gosta de internet?</strong> 100%! A rede tornou-se a utopia da Biblioteca de Alexandria. Muita informação, do melhor e do pior do ser humano. O desafio é saber separar o joio do trigo<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>O que te deixa nervoso?</strong> Trânsito parado e barbeiragens. Infelizmente, é o meu jeito mais rápido de virar bicho!<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>E o que te deixa calminho, calminho?</strong> Música, principalmente a dos estilos que mencionei<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>É casado? Se sim, há quanto tempo? </strong>Sim, há 25 anos<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Sua esposa é espírita também?</strong> Sim, eu conheci a Beth através da Mocidade! Ela era assistente de turma no CEAE Manchester<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Tem filhos? </strong>Dois<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Uma curiosidade/história da infância?</strong> Sou filho único. Quando nasci, minha mãe teve um parto muito difícil. Meus pais haviam se mudado para São Paulo e não contavam com familiares próximos. O apoio veio de uma família italiana, todos espíritas, que se tornaram a minha família também. A matriarca da família foi uma médium de capacidades extraordinárias e tinha um conhecimento doutrinário que me contagiou desde pequeno</p>
<p><strong>E na adolescência, foi mais pra rebelde ou tranquilo? Conte!</strong> Mais pra tranquilo. Sempre fui estilo &#8220;nerd&#8221;. As amizades intensas costumam acontecer na época do ensino médio. Eu cursava a Escola Técnica Federal e vivi grandes momentos participando do Coral da escola, que viajava e se apresentava em muitos lugares. Mas o interessante é que, depois de muitos anos, os contatos antigos que ainda mantenho são os da época do primeiro grau&#8230;</p>
<p><strong>Espiritismo</strong></p>
<p><strong>Quanto tempo de espiritismo? É espírita desde sempre? Como foi a 1ª vez em um centro espírita? </strong>O que relatei na pergunta anterior sobre a infância explica um pouco isso. Não há um momento definido, pois eu me recordo de ter quatro ou cinco anos e ir todas as semanas com minha mãe às sessões do Centro Espírita Nova Era, no bairro do Belém.</p>
<p><strong>Fez mocidade? (eu sei que sim!) Com quantos anos?</strong> Na adolescência minhas atividades espíritas resumiam-se a ler muitos livros, mas não encontrava oportunidades para ir ao mesmo centro espírita. Quando entrei na faculdade, aos 18, sentia um estranho vazio interior. Tempos depois, um amigo me sugeriu conhecer uma mocidade espírita de um movimento &#8220;diferente&#8221;. E lá fui eu para conhecer a Mocidade do CEAE Genebra, era o mês de agosto de 1978. A 3ªturma estava no limite máximo de inscrições (naquela época, a aula 16 &#8211; Caridade e Auxílio). Fiquei tão surpreso e bem-impressionado pelo modo organizado de conduzir a aula, desde a preparação, pela ligação intensa com a espiritualidade, com a dinâmica de participação&#8230; Logo percebi que ali era o meu lugar também. E me propus a não faltar nenhuma aula do primeiro ano, e a fazer todas as reposições de aula que fosse necessário na 4ª turma.</p>
<p>Os amigos, as atividades da Mocidade e a participação nas outras atividades da Aliança vieram com uma rapidez incrível. Logo comecei a dar aulas em outras turmas e assumi a direção da 5a. turma de mocidade do CEAE Genebra.</p>
<p>Depois, o grande desafio, assumido junto com tantos amigos que compuseram a primeira CAM &#8211; Comissão de Apoio às Mocidades. Viajar por todas as cidades onde havia o programa da Aliança e mostrar o que era o Programa de Mocidade, incentivando à abertura de novas turmas. Eu me sentia meio &#8220;bandeirante&#8221;, ajudando e incentivando a expansão da Mocidade. Foi um período de muito trabalho e muitas realizações.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2953" title="jesus-jovem" src="http://dalhemongo.com/wp-content/uploads/2009/11/jesus-jovem.jpg" alt="jesus-jovem" width="450" height="324" /></p>
<p><strong>Fato na mocidade que mais te marcou?</strong> Também é difícil de escolher, porque foram muitos&#8230; Os que mais vivamente vêm à lembrança são:<br />
a) as madrugadas que passamos no escritório do Jacques Conchon fazendo a composição do Programa de Mocidade Espírita para a 2a. edição do Vivência;<br />
b) a primeira aula que eu dei fora de SP: no Centro Espírita Irmão Timóteo, de São Vicente, porque era um grupo exemplar: unido, amoroso e dedicado;<br />
c) o Encontro de Artes realizado no Clube da Vila Maria, que teve uma banca de jurados especialistas em literatura, música e artes plásticas (Valentim Lorenzetti, Jamil Aún, Claudia Rosa), o que incentivou a criatividade coletiva nas turmas de mocidade;<br />
d) o Encontro de Mocidades realizado em Londrina, em 1986, primeira grande mobilização de jovens para fora do estado de SP.</p>
<p><strong>Participou de encontros?</strong> Já deu para perceber que sim, conforme a resposta anterior. Os primeiros encontros de Mocidade aconteciam nas manhãs de domingo, a cada 6 meses. Naquela época (1976/1979), havia 5 ou 6 turmas em São Paulo, 2 em São José dos Campos, 2 em Santo André e 2 em São Vicente. Reunir 60 jovens para uma confraternização das 9 às 12 da manhã em algum dos Centros da Aliança já era uma façanha!</p>
<p>Os encontros ajudaram a Mocidade a ser conhecida no movimento da Aliança, porque o trabalho coletivo para sua organização foi envolvendo cada vez mais pessoas com o passar do tempo. E isso foi um dos fatores que propiciou que os dirigentes de centros apoiassem o surgimento de mais turmas de mocidade.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-2951" style="margin: 5px;" title="alianca" src="http://dalhemongo.com/wp-content/uploads/2009/11/alianca.jpg" alt="alianca" width="68" height="70" />Como se envolveu com a AEE? Desde quando? </strong>Agora ficou fácil responder. Desde a Mocidade, conforme as respostas anteriores.</p>
<p><strong>Já é a 2ª vez que é diretor da AEE, não sente que é uma super responsabilidade?!? Como lida com isso?</strong> A facilidade com que fui convidado (não só eu, muitos amigos) a participar de cada vez mais atividades, com uma intensidade crescente, me ensinou que a disponibilidade e a dedicação são muito valorizados na Aliança. Então o trabalho não é posse exclusiva de um pequeno grupo, mas sim uma obra coletiva. Isso não anula as responsabilidades individuais. Ao contrário, ajuda a consciência do dever, porque você vê tantos amigos-irmãos trabalhando juntos por uma causa maior. Então, é mais difícil de ficar envaidecido porque o resultado é fruto da união de muitos, porém a felicidade da realização é uma dádiva.</p>
<p><strong>Jogo rápido</strong></p>
<p><strong>Um livro: </strong>A Caminho da Luz, de Emmanuel (como ele conseguiu descrever o lado espiritual da história de 4 bilhões de anos do Planeta Terra em apenas trezentas e poucas páginas?)</p>
<p><strong>Um filme:</strong> A Lista de Schindler</p>
<p><strong>O que te inspira?</strong> O princípio da Evolução, pensar que a Natureza se transforma e que as pessoas se modificam, tanto na macro-escala da Humanidade como no íntimo de cada pessoa</p>
<p><strong>Um ídolo:</strong> Desculpe-me a franqueza, mas ídolos são imagens criadas para serem adoradas, e acho que essa fase já passou</p>
<p><strong>Uma frase: </strong>A verdadeira fé é aquela capaz de se defrontar com a razão face a face, em todas as épocas da humanidade</p>
<p><strong>Um sonho:</strong> Que a Humanidade perceba que seu planeta foi criado para o seu desenvolvimento pleno, e passe a agir de acordo com esse conceito.</p>
<p><strong>E para fechar, conte algo que ninguém sabe, nem imagina sobre você&#8230; </strong>Estranho pensar nisso&#8230; É difícil escolher algo para revelar, talvez coisas que nem mesmo eu tenha me dado conta. Outro dia fiquei pensando que eu quase nunca choro, não sei o porquê. E, por isso mesmo, as poucas ocasiões em que isso acontece ficam gravadas na memória. Por exemplo, eu sempre choro quando releio as passagens do livro &#8220;Ave Cristo&#8221; em que há confronto entre pai e filho (Quinto Varro e Taciano). Acho emocionante a forma como um pai dedica duas reencarnações consecutivas de sacrifício, encontrando e desencontrando do filho que precisa se redimir, mas que custa a reconhecer isso. Para mim, é o relato mais comovente do Emmanuel, embora a torcida mais numerosa seja a do &#8220;Paulo e Estêvão&#8221; e do &#8220;Renúncia&#8221;.</p>
<p>Obrigada, Eduardo! Nós, da mocidade, esperamos que você continue firme e forte com seu trabalho na Aliança.</p>
<p><strong>Bárbara Paludeti &#8211; ABC</strong></p>
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