Archive for Espaço Filosofar

Espírito Nobre

Fiz um texto baseado na minha concepção de vida e em músicas do Teatro Mágico e da Mocidade.
Enjoy it ! ;D

A melhor forma de “ser” é brilhando aonde estiver, irradiando sua própria luz atraindo o mérito e não o monstro, colocando seu sentimento mais profundo à flor da pele para que ele se torne tão real a ponto de teu sonho se realizar. Mas que esse sentimento possa unir à sua alegria de viver, pois criarão elos de amor entre sentimento e desejo. Acho que assim fica claro entender que devemos ser o pierrot da vida, somos palhaços tristes e não conseguimos encontrar nossa arte de viver, mas que em uma noite clara podemos até ver a estrela da nova manhã e perceber que o mundo foi feito para nós!

Assim, nobres seres seremos! Mantendo nossa mente sã, livre, para que pensemos em nossa inspiração sob o sol, pois só o céu em sua infinita beleza pode entre luzes e raios de sol representar o universo de cada um em que estamos submersos. Quantificando essa inspiração, chegamos perto do infinito que há dentro de nós, perceba que a cada minuto tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto.
Espero poder encontrar um castelo nas nuvens para fazer uma oferenda da dança dos ventos em que todos venham a ser homens de bem e não tenham mais a que ter medo, eis que nosso mundo precisa de amor e só.

Nhandê aê Peerehê

Rafael Caracciolo Martins, SP-Oeste.

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Ordem natural da vida

É a ordem natural da vida…

Erras, levanta, caminha, aprende com o passado

Mas não se enrijeça, não deixe de sorrir,

Saiba que errar é fase natural da vida

Aprender também

E sorrir está em todas elas, no fracasso, na decepção, na prática do bem

Entre elas, o sorriso a acompanha

É ele que vai te renovar as forças, re dar novo ânimo para lutar

Não falo aqui de um sorriso tolo, desnecessário, débil

Mas o profundo, que vem do coração

E da certeza que por errar, não somos perfeitos

Mas podemos ter a certeza que o divino está a nos auxiliar a sempre superar

Felipe Vasconcellos de Siqueira, ABC.

“Não importa o número de vezes que cais,

Mas a quantidade de vezes que se propõem a levantar.”

Autor desconhecido.

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Pede

“Pede, e se fores merecedor, obtereis. Mas cuidado com o que pedes.”

Você já deve ter lido alguma vez: “Pedi e obtereis”. Pois bem, vou tentar humildemente completar o ditado.

Analisando parte por parte, começamos por “pedir”, esse verbo tão presente em nossas vidas, principalmente quando somos crianças e incapazes de realizar sozinho, então pedimos.  Muitos têm receio de pedir, com medo de estar sendo egoístas, mas se formos pensar bem, continuamos sendo crianças aos olhos de Deus, e incapazes de realizar tudo, então qual o mal de pedir? Se temos necessidades, Deus, como nosso pai, está ai para nos auxiliar, mesmo que por necessidades materiais ou “mais nobres”, todas são necessárias para nossa evolução, então deixe seu orgulho e avareza de lado e peça!, se necessário.

Nesse ponto é preciso cuidado: “e se fores merecedor”. Aqui não tem o sentido de que Deus nos julgará, pelo contrário, ele com toda sua justiça deixa a própria lei universal fazer o seu serviço. Como? Através da lei da atração; atraímos situações, pessoas, e coisas que se afinizam com a gente e dessa forma, o que queremos se aproximará a medida que fazermos merecer em nossos atos, em nossas situações e atitudes do dia a dia, onde encontramos pessoas que nos auxiliarão para isso ou para aquilo conforme o que vibramos e proporcionamos ao universo.

Veja que assim como a frase original de Jesus, continuamos com a certa do verbo no afirmativo: “obtereis”, apenas coloquei essa relação para que entendamos como ela se dá.

E por fim, “Mas cuidado com o que pedes”, é um alerta, afinal, podes pedir tudo, e se realmente fizer por merecer, será recompensado, mas nem sempre a recompensa é o que você esperava, ou o melhor pra você, e na necessidade momentânea você pede sem pensar nas consequências e depois pode se arrepender. Por isso pense sempre no que irá pedir, para não sofrer com as consequênicas.

Acima de tudo, não se esqueça: “Pedi e obtereis”.

Felipe, ABC.

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Futuro, presente ou passado?

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Existem pelo menos três formas de olhar para o mundo.

A primeira é andar olhando para cima. Nessa situação a pessoa está propensa a tropeçar, e esbarrar nas coisas, sem orientação alguma.

Outra forma é andar olhando pra frente. Nesse caso vemos o horizonte, podemos nos orientar. Vemos os obstáculos a nossa frente, mas quando eles estão chegando perto de nós já estamos olhando para o outro de forma que acabamos tropeçando naquele primeiro.

A terceira forma é andar olhando pro chão Nesse caso não tropeçamos, mas esbarramos nos outros, e principalmente, não sabemos pra onde estamos indo, e podemos acabar indo para lugares que não gostaríamos de ir.

O céu é o futuro bem distante. O horizonte é o futuro aqui, próximo, o dia de amanhã. E o chão é o simples presente.

Quem anda olhando só para o futuro esquece do presente e pode tropeçar nos obstáculos. Da mesma forma quem anda só pensando no presente entra em uma rotina que não sabe para onde ir.

E mesmo assim, quem anda olhando só para o horizonte e para o chão, e não olha para o céu de vez em quando, para agradecer, ou para pedir mesmo, é o mesmo de quem vive sem objetivo. Também andar só olhando para o céu e não prestar atenção aqui, no chão, é não viver, lembrando que para se olhar para o céu é preciso ter uma base firme, um chão que você sabe que vai te sustentar naquele momento.

O pior é que tem gente que ainda anda olhando para trás, então complica mais, esse corre o risco de andar para trás e se perder facilmente, pois não vai a lugar algum.

E qual é o melhor a se fazer? Isso cada um que tem que saber. Saber dosar a quantidade certa para cada momento. Difícil? Talvez… Quer tentar?

Felipe, ABC.

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Sistema de Avaliação Escolar?

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Seguindo a linha da nossa querida Helena, gostaria de falar um pouco sobre a qualidade do nosso ensino.

Mas dessa vez vou focar no sistema de avaliação. Vocês já se questionaram sobre como são avaliados os alunos? Sobre como te avaliam, caso seja estudante, se realmente veem o seu potencial, ou simplesmente realizam um método para que todos consigam passar e desafogar as escolas. Eu acredito que a segunda opção, na verdade a qualidade do ensino é colocado em segundo lugar frente a quantidade de alunos que querem formar. Eles querem desafogar a enorme quantidade de alunos e dão menos valor a qualidade.

O governo apóia o ensino, dá verba, procura melhorar as escolas e tudo mais, mas sem a boa qualidade do ensino em si nada adianta, os alunos não se interessam pela aula e é dinheiro jogado fora. Um grande problema também encontrado é a falta de motivação para ser professor no Brasil. A profissão não é valorizada, eles não ganham bem, tem poucas vantagens, trabalham muito e a sociedade dá pouco valor.

Mas entendo que o maior problema não são esses ainda, o maior problema é a forma com que os alunos são avaliados. Hoje temos um sistema bem simples, as famosas provas, tão temidas, que não testam nada além da capacidade de decorar. Os professores elaboram as provas de forma que todos tenham chance de passar, talvez por desmotivação, mas também por pressão do governo de que tem de passar os alunos de ano, a famosa progressão.

Assim perde a qualidade, e desmotiva todo mundo, porque pense comigo, de que adiantará eu me esforçar e estudar o ano todo com tanto afinco se o meu colega fica durante o ano menos atento, mas quando chega no final do ano estuda pra prova final e passa. Acho que tudo favorece isso, os vestibulares, as leis governamentais, e até os próprios alunos, que tal pensarmos em um método diferente? Uma avaliação pelo esforço durante todo o ano, durante as aulas, a cada atividade realizada, quando o aluno presta atenção, demonstra interesse, enfim, e a prova fosse dissolvida ao decorrer do período?

Então eu levo você a pensar, como podemos melhorar isso? Melhorar os métodos de ensino? Será que como estudantes temos chances? Talvez os professores?  O que acham. Pare, questione. Afinal, se você não é, já foi, ou será estudante, e seus filhos poderão colher os SEUS frutos.

Felipe, ABC.

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Essa é a educação que queremos?

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Ao Ilustríssimo Governador do Estado de São Paulo e todos os funcionários da Secretaria da Educação.

Com grande pesar venho colocar nessas linhas a indignação de todo o Estado de Sao Paulo com relação aos livros incluidos no Projeto Ler e Escrever, que continham citações execráveis.

Sabemos da enorme responsabilidade do Governo em administrar o Estado e nos proporcionar uma melhor qualidade de vida. Infelizmente, não foi essa responsabilidade que presenciamos ao nos deparar com os livros mencionados.

Percebemos claramente que o ato de analisar o conteúdo proposto aos alunos foi descartado, ou se não, muito mal realizado. As palavras chulas e grosseiras, seguidas de imagens impróprias e muitos palavrões mostraram que, pela terceira vez, o descaso do Governo e da Secretaria foi maior que o interesse pelo Projeto Ler e Escrever.

A resposta dada pelo Governo a indignação pública foi baseada no fato de que houve uma sabotagem, e que o mesmo foi vítima. Entretanto, caso tenha ocorrido alguma sabotagem, ela deveria ser solucionada o mais rápido possivel, e no entanto, depois dos primeiros erros, ainda se seguiram mais dois.

Perguntamos entao aos Senhores, o que esperar de um Brasil onde a educação está em segundo plano? O que esperar de uma geração educada a errar constantemente, e pior ainda, a justificar seus erros como atitudes corretas. Todo e qualquer problema reconhecido no Brasil, (desde fome, miséria, desemprego ate a formação de milícias) tem seus fundamentos na péssima qualidade do Ensino nas redes Estadual e Pública, onde as crianças convivem com a incompetência, e muitas vezes acabam aderindo a ela.

Contamos com maior atenção dos Orgãos da Educação e Governo em relação aos citados ocorridos, lembrando sempre que o Brasil depende do nosso investimento em um futuro preparado e competente.

(Carta enviada para a Secretaria de Educação)

Helena Vitorino, SP-Sul.

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Lei ou Ensinamento Moral?

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Vemos ultimamente na mídia aprovação de leis que mexem não só com a parte criminal, mas com os preceitos morais da sociedade.

O governador de São Paulo, José Serra, assinou uma medida que proíbe fumar em lugares fechados coletivos. Segundo pesquisa realizada pelo DataFolha, 88% dos brasileiros são contra o fumo em lugares fechados coletivos. Veja AQUI.

Em três cidades do interior de São Paulo foi decretado o toque de recolher pelos prefeitos locais, onde jovens com menos de 18 anos tem limitações, conforme a idade, de circular livremente pelas ruas após certo horário. As cidades são Ilha Solteira, Itapura e Fernandópolis, esta última precursora da iniciativa. Segundo essas cidades eles tentam afastar os jovens da criminalidade, álcool e drogas, protegendo a cidade também de arruaceiros. Veja AQUI.

E outro projeto de lei está em votação para proibir o trânsito de motos nos famosos corredores criados entre os carros.

Acontece que em todos os casos, vemos que as leis não tem o intuito de simplesmente proibir atos prejudiciais à sociedade, mas de moldar as leis conforme o gosto da sociedade, representada pelos nossos governadores.

O caso é que uma lei parte da vontade da sociedade e dos conceitos morais, para ir com o tempo virando lei, mas será que o que estão tentando é fazer o caminho contrário? Querem fazer leis para regrar a sociedade, e assim mostrar o que é aceitável e o que não é? Ou será que não, que nossos representantes finalmente estão criando vergonha na cara e de certa forma proibindo o que a boa moral condena, fazendo assim uma forma de doutrinar moralmente a sociedade, em forma de leis?

Opinem. O que vocês acham sobre essas leis?, e sobre essa possível nova forma de doutrinar?

Felipe, ABC.

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Liberdade: fruto de uma conquista

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A palavra “liberdade” engloba várias interpretações. Cada um possui dentro de si um significado para “liberdade”, que quase sempre está atrelado a conquistas em massa. Mas será que não nos damos conta do quanto a liberdade está ligada a nós? E ainda mais, tudo aquilo que nos testa diariamente, colocando a prova nossos princípios liberais.

Não podemos deixar de pensar que a liberdade nada mais é do que uma conquista. Para podermos atingi-la, colocamos em questão dois fatores: o conhecimento e a moral. Como podemos alcançar nossa liberdade material e física sem conhecimento e estudo do que realmente temos direito e precisamos? Como buscar a liberdade espiritual sem conhecer e aplicar as leis morais?

Quando compreendemos ambos os fatores, vemos que a liberdade é fruto de grande trabalho e esforço. De uma maneira simplória, “nada que é bom vem de graça.” Se temos como argumentar nosso ponto de vista, defendê-lo e abraçar sua causa, já estamos no primeiro passo rumo a liberdade: a busca. Aprender e questionar é quebrar as barreiras impostas, e mostrar que alem delas, procuramos algo maior.

Em alguns momentos, nos sentimos fraquejar, dando espaço aos pensamentos de efeito negativo. Quanto mais avançamos naquilo que queremos, mais o sonho se torna difícil, muitas vezes parece inatingível. Entra em questão um outro fator, muito ligado a liberdade, e a tudo que almejamos: a persistência.

Enfim, quando nosso objetivo esta diante dos nossos olhos, parece incrível termos caminhado tanto por um ideal. Mas, ainda mais incrível, é a satisfação da conquista, daquilo que se tanto procurou. Maior do que a vontade de alcançar a liberdade, é o prazer de saber que a atingiu com sua própria forca de vontade.

Nunca devemos nos esquecer que a liberdade é um bem precioso, que nos aguarda pacientemente. Para chegar até ele, não devemos cortar caminho, nem buscar alternativas simples e rápidas. Aquele que sabe o que procura, e encara seus meios de chegar até isso, entenderá o verdadeiro significado de liberdade, e será recompensado.

Helena Vitorino, Casa Espírita Seara de Luz, SP-SUL.

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Utrapassando barreiras

espaco-filosofiaQueridos irmãos, no dia 4 de março de 09 saiu uma notícia na mídia, sobre um projeto de lei que visa aumentar as cotas de vagas para estudantes vindos de escola pública. Segundo essa lei todas as universidades públicas do pais terão que reservar 50% de suas vagas para estudantes advindos de escolas públicas.

Esse projeto teria como objetivo nivelar os estudantes que futuramente irão para o mercado de trabalho com mais chances de emprego.

Se já não bastasse o exagero da lei, que faria com que estudantes que não estivessem preparados entrem com notas baixíssimas, deixando de lado pessoas que da mesma forma batalharam tanto para estar lá, ainda tem mais. Segundo essa lei, desses 50% de alunos, a preferência é para negros, pardos e índios. Dessa forma eles buscam combater a herança cultural de desigualdade, causada pelas desigualdades dessas classes sociais, que foram por muito escravas, ou reféns da situação da época.

Ok pessoal, projetos como esse são bons como intenção, pois visam a igualdade social, mas além de esquecer  de combater o mais importante, que é a base escolar, e não o topo dos estudos, pois assim, desde o começo esses alunos teriam chances iguais aos demais, e chances justas, isso também causa ainda mais desigualdade diferenciando classes.

Um próprio comentarista, disse que esse método não é justo, pois imagine que houve uma época em que negros podiam ter escravos, então uma pessoa negra poderia estar sendo beneficiada mesmo que seu avô tenha sido dono de escravos.

E digo mais pessoal, convido vocês a pensarem além. Pensem como espíritas, lembrem que reencarnamos, e quem impede que nós mesmos não tenhamos sido donos de escravos em outra encarnação e por isso viemos como negros nessa vida para nos redimir? Então como podemos aceitar uma lei dessas que privilegia uma RAÇA, em favor de outra, sendo que já passamos por várias raças, e hoje somos uma mistura delas.

Gostei muito da iniciativa Espaço Filosofar, acho que esse espaço pode ser magnífico para discutirmos assuntos que diariamente aparecem para nós e podemos nos questionar: ‘Quais suas implicações no espiritismo?’.
E acho que mais do que um texto ‘postado’, teremos a oportunidade de dar nossa opinião e REFLETIR em cima dele.

É isso ae pessoal, vamos participar de mais uma idéia bacana dos nossos Monguerreiros.

Felipe Vasconcellos de Siqueira
ABC – Casa de Timóteo.

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Espaço Filosofar

Filosofar é a arte de questionar o porquê das coisas. Filosofar?

O homem nasce e vem para a Terra com missões. Cumprir suas missões a fim de evoluir. Para se sentir motivado a continuar a caminhada utiliza meios de identificação aos quais se apega e cria sentimentos. Um dos meios é usar a FILOSOFIA para elaborar questões abstratas, que até certo ponto parecem elementais, ou até mesmo simples e cotidianas, e tentar respondê-las.

O grande inimigo da motivação do homem é o cotidiano. A FILOSOFIA surge para combatê-lo. Questionar nos faz pensar, refletir, crescer, pois a partir das respostas às perguntas aprendemos um pouquinho mais, e um pouquinho mais é crescimento.

Usamos a FILOSOFIA para a distração, para o crescimento e para não deixar as coisas se estagnarem. Imagine se a humanidade aceitasse sua realidade e parasse de se questionar. Estaríamos arruinados.

ESPAÇO FILOSOFAR é um convite às mentes, e o mais importante, é um espaço ABERTO.

espaco-filosofia

Se você quer refletir e fazer refletir sobre um assunto do dia-a-dia, relacionando a ele a visão da doutrina espírita, esse é o lugar.

Envie seu texto ao email SAC.DALHEMONGO@GMAIL.COM.

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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