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Nosso Lar, o filme – Fast review escrita às 00h45

O Gabriel nos enviou este email pelo sac.dalhemongo@gmail.com. E você? Tem algo a nos contar? Envie!!

Olá pessoa do Dalhemongo! ]

Meu primeiro texto aqui, então, solicito a compreensão de vocês pela minha pouca habilidade.

Este fim de semana foi bem corrido pra mim. Sábado à noite fui a uma festa de casamento, fui dormir bem tarde. Lá por volta das 8h30min da manhã do domingo, eu recebo uma ligação de um número desconhecido. A pessoa se identificou como Edson. Foi mais ou menos assim: “Gabriel? Aqui é o Edson. Você me mandou um e-mail pedindo para eu avisar se acaso abrisse vaga para a sessão de pré-estréia do Nosso Lar no shopping de Guarulhos. Então, abriu mais vaga sim, só que você tem que voar pra cá, pois o filme começa às 10h30”.

Saltei da cama com uma dor de cabeça terrível. Chamei minha mãe, e lá fomos nós.

Para vocês pode parecer bobagem, mas eu estava ansioso por esse filme desde que vi o trailer em maio. Acompanho notícias, converso com a produção pelo twitter, divulgo pra todo mundo. Então o fato de estar indo para o cinema assisti-lo foi como realizar um sonho antes do esperado.

Chegamos cedo ao shopping, tivemos que esperar abrir, e desde aquele momento, sentíamos um clima mágico no ar. A caminhada até a sala 5 do Cinemark do shopping Internacional de Guarulhos, me remeteu à “futura famosa” cena das dezenas de espíritos chegando à grande muralha de Nosso Lar.  Comprei uma pipoca e um refri que me ajudou bastante com a dor de cabeça.

Alguém apertou o play, e sem trailer, sem nada, começam a surgir os créditos iniciais do tão esperado roteiro. O que aconteceu desse momento em diante foi e será uma experiência individual, que depende de cada coração e da sensibilidade de cada um.

Serei redundante ao elogiar a parte técnica, a maquiagem, os efeitos especiais que foram utilizados na medida certa e sem exageros, os atores, a luz. Tudo perfeito.

Mas o filme Nosso Lar vai além disso, vai além das intrigas filosóficas que rondam o tema “colônias espirituais”, vai além até da filosofia espírita.  O que se vê, são lições e lições de cidadania, de perdão e auto-perdão, responsabilidade social e política, caridade, amor, organização e disciplina.

A visita do André ao seu lar terreno foi contada com uma suavidade, com uma leveza que, ao meu ver, conseguiu até superar a história original, contada pelos idos da década de 40.

A inserção do Emmanuel (que originalmente não aparece na história, porém foi autor do prefácio do livro) foi acertada, e a compactação necessária do conteúdo, não gerou grandes perdas na estrutura (por favor, não entendam que o conteúdo não citado não seja de extrema importância).

Quem não conhece o livro, vai se surpreender. Quem já leu vai se emocionar ao ver a história tão querida contada no cinema. (Eu confesso que só com o filme eu consegui imaginar os habitantes de nosso lar como seres humanos “normais”. Sempre eu os imaginava com um “q” de fantasma quando lia o livro, rs).

Ao final da sessão, as pessoas permaneceram sentadas, olhando os créditos. Algo como que se recuperando da grande emoção apresentada. Até que um irmão abençoado fez algo que todos estavam querendo fazer. Começou a bater palmas. Logo toda a sala estava batendo palmas. Palmas para a equipe do filme, para o Chico, para o André Luiz e também para os cidadãos de Nosso Lar. Não tenho dúvida alguma de que a sala estava repleta de espíritos de luz acompanhando essa sessão, nos encorajando a divulgar essa obra.

Divulguem, espalhem, assistam, estudem. Nosso Lar é um patrimônio da humanidade e se tudo der certo, o mundo inteiro vai conhecer essa história maravilhosa.

Muita paz e alegria. Fiquem com Deus.
Gabriel Bergamini

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“Sem a adolescência, os seres humanos não passariam de uns bobos incoerentes dotados de um cérebro enorme”

O veterinário inglês David Bainbridge é um especialista no funcionamento do organismo de várias espécies, inclusive da humana. Com três filhos entre 6 e 11 anos, no período da pré-adolescência, ele resolveu usar seu conhecimento para tentar lidar com as mudanças de temperamento que acometem os jovens. Constatou o que muitos pais já sabem: não há método que amenize a rebeldia juvenil. Mas descobriu que há um bom motivo para aturar a fase de contestação juvenil. Em seu livro Teenagers, a natural history (Adolescentes, uma história natural, sem edição no Brasil), ele afirma que as mudanças no cérebro adolescente – que geram o comportamento difícil – proporcionaram aos humanos o desenvolvimento do intelecto sofisticado. “Os adolescentes foram fundamentais para o sucesso da nossa espécie”, diz.

ÉPOCA – Por que o senhor diz que o sucesso da espécie humana se deve aos adolescentes?
David Bainbridge – Muitas das habilidades exclusivas aos seres humanos são desenvolvidas durante o período da adolescência. E foram essas capacidades que ajudaram nossa espécie a sobreviver ao longo da evolução. Com a adolescência, ganhamos um tempo extra, além da infância, para organizar o cérebro: dos 11 aos 20 anos. Esse tempo a mais de reordenação cerebral permitiu que a espécie humana desenvolvesse uma capacidade intelectual incrível. Sem a adolescência, os seres humanos não passariam de uns bobos incoerentes dotados de um cérebro enorme.

ÉPOCA – Que habilidades são essas?
Bainbridge – É só olhar uma criança aos 10 anos e uma pessoa aos 20. No final da adolescência, conseguimos articular pensamentos e levantar hipóteses a partir de abstrações, algo que é tremendamente difícil para uma criança de 10 anos, acostumada a pensar em termos mais concretos. Com 20 anos, somos capazes de estabelecer objetivos de longo prazo e esperar que eles aconteçam. Para uma criança, o tempo não passa. Elas precisam obter recompensas imediatamente. Essas habilidades que vêm com a adolescência – abstração, planejamento, além de uma boa dose de autonomia – são importantes para garantir nossa sobrevivência na vida adulta.

ÉPOCA – Que modificações ocorrem no cérebro durante a adolescência para desenvolvermos essas habilidades?
Bainbridge – O cérebro atinge o tamanho que terá na vida adulta aos 12 anos nas meninas e aos 14 nos garotos. Desde antes do nascimento até essa idade, nossos neurônios construíram ligações com outros, estabeleceram novos caminhos para as informações circularem dentro do cérebro. Na adolescência, esse grande emaranhado de massa cinzenta precisa ser reorganizado. Muitas dessas conexões são desligadas. Outras são ativadas.

ÉPOCA – Por quê?
Bainbridge – Pode até parecer um desperdício passar anos formando ligações para depois cortá-las. Mas essa é uma boa estratégia porque dá flexibilidade para nosso cérebro. Ele é plástico o suficiente para ser remodelado com novas experiências, como aprender a se relacionar adequadamente com as pessoas – o que basicamente aprendemos na adolescência. A plasticidade do cérebro adolescente permite que ele se reorganize com essas experiências e mantenha essas conexões que serão necessárias na vida adulta.

ÉPOCA – Quais áreas do cérebro são mais afetadas com essas transformações?
Bainbridge – São as regiões envolvidas em interpretações complexas e sutis, como as que usaríamos para escrever um poema sobre nossas emoções. Elas ficam no córtex parietal, localizado na porção superior do cérebro, na parte de trás da cabeça. Outra região bastante afetada é o córtex pré-frontal, localizada bem na frente de nossa cabeça. Ela está relacionada a nossas habilidades analíticas. As mudanças também atingem o corpo dos neurônios, por onde os impulsos nervosos circulam. A cobertura de gordura que os envolve se torna mais espessa e faz com que eles transmitam as informações ainda mais rápido.

ÉPOCA – Essas mudanças no cérebro explicam algumas características comportamentais típicas dos adolescentes?
Bainbridge – Não há outra razão para explicar esses comportamentos senão as modificações no cérebro.Tantas alterações no córtex pré-frontal afetam a capacidade dos adolescentes de prever consequências. Por isso, eles costumam ser impulsivos. Mudanças no nível de dopamina, uma substância que transporta as informações entre os neurônios, também podem explicar as alterações na personalidade. Ela inibe o funcionamento de algumas regiões do cérebro que controlam o prazer. Isso explica por que os adolescentes procuram experiências frequentemente arriscadas. Eles precisam compensar a sensação de tédio causada pela supressão das atividades dessas áreas. Essa também é a raiz do comportamento de contestação e rebeldia.

ÉPOCA – Existem evidências científicas que atribuem o sucesso dos humanos ao aparecimento dos adolescentes?
Bainbridge – As outras espécies de animais não desenvolveram habilidades tão complexas quanto as humanas porque não têm adolescência. Elas podem até ter uma fase juvenil, mas não é esse período inacreditavelmente longo que os humanos têm. Passamos quase duas décadas nos desenvolvendo: são dez anos da infância e mais dez da adolescência. Os outros animais passam rapidamente de um padrão de crescimento infantil para a vida adulta. Nem animais muito inteligentes, como chimpanzés, elefantes e golfinhos, demoram 20 anos para se desenvolver. Em dez anos eles se tornam adultos, o que já é muito tempo se comparado a outras espécies. Além disso, há fósseis de ancestrais humanos que sustentam essa tese.

ÉPOCA – O que eles indicam?
Bainbridge – Os fósseis mostram que os adolescentes, hominídeos com mais de 12 anos e corpo ainda imaturo, apareceram um pouco antes de nosso cérebro adquirir o tamanho que tem hoje.Os paleontólogos encontraram arcadas dentárias e ossos compatíveis com os de um adolescente de 12 anos.

ÉPOCA – Como podemos usar esse conhecimento sobre a adolescência?
Bainbridge – Podemos melhorar o desempenho escolar dos adolescentes se entendermos que eles são preguiçosos não porque querem, mas em razão das alterações fisiológicas pelas quais estão passando. Nos Estados Unidos e na Europa, as aulas em algumas escolas começam mais tarde porque a direção leva em consideração que o relógico biológico dos adolescentes está desajustado. Nos adultos e nas crianças, ele é perfeitamente programado para 24 horas. Nos adolescentes, parece que está sempre funcionando atrasado, com 25 ou 26 horas. É por isso que eles querem ficar acordados até mais tarde e não conseguem acordar cedo. Também podemos entender que não é possível mudar a disposição dos adolescentes para correr riscos. O que podemos e precisamos fazer é alertá-los para as atitudes muito perigosas, como fazer sexo sem proteção.

ÉPOCA – Resta aos pais se conformar com a rebeldia do adolescente que eles têm em casa?
Bainbridge – Temos de lembrar que os adolescentes existem para tornar nossa espécie bem-sucedida. Não para fazer a vida dos adultos mais fácil.

Texto retirado desse site
Marcela Buscato – Revista ÉPOCA

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O poder da vida sem violência

O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do MK Institute, contou a seguinte história sobre a vida sem violência, na forma da habilidade de seus pais, em uma palestra proferida em junho de 2002 na Universidade de Porto Rico.

Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais, na instituição que meu avô havia fundado, e que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul.
Vivíamos no interior, em meio aos canaviais, e não tínhamos vizinhos; por isso minhas irmãs e eu sempre ficávamos entusiasmados com possibilidade de ir até a cidade para visitar os amigos ou ir ao cinema.

Certo dia meu pai me pediu que o levasse até a cidade, onde participaria de uma conferência durante o dia todo. Eu fiquei radiante com esta oportunidade. Como íamos até a cidade, minha mãe me deu uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como passaríamos o dia todo, meu pai me pediu que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina. Quando me despedi de meu pai ele me disse: “Nós nos encontraremos aqui, às 17 horas, e voltaremos para casa juntos.”

Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo. Distraí-me tanto com o filme (um filme duplo de John Wayne) que esqueci da hora. Quando me dei conta eram 17h30. Corri até a oficina, peguei o carro e apressei-me a buscar meu pai.

Eram quase 18 horas. Ele me perguntou ansioso: “Por que chegou tão tarde?” Eu me sentia mal pelo ocorrido, e não tive coragem de dizer que estava vendo um filme de John Wayne. Então, lhe disse que o carro não ficara pronto, e que tivera que esperar. O que eu não sabia era que ele já havia telefonado para a oficina. Ao perceber que eu estava mentindo, me disse: “Algo não está certo no modo como o tenho criado, porque você não teve a coragem de me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado a você. Caminharei as 18 milhas até nossa casa para pensar sobre isso.”

Assim, vestido em suas melhores roupas e calçando sapatos elegantes, começou a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação. Não pude deixá-lo sozinho… Guiei por 5 horas e meia atrás dele… Vendo meu pai sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu havia dito.

Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria.

Muitas vezes me lembro deste episódio e penso: “Se ele tivesse me castigado da maneira como nós castigamos nossos filhos, será que teria aprendido a lição?” Não, não creio. Teria sofrido o castigo e continuaria fazendo o mesmo. Mas esta ação não-violenta foi tão forte que ficou impressa na memória como se fosse ontem.

“Este é o poder da vida sem violência.”

Fonte: Saindo da Matrix

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Trabalhador de Mocidade? Eu?

E quais ferramentas você precisa para ser um bom trabalhador de mocidade?
Programa? Dinâmicas? Saber cantar, pintar e bordar? Saber que o jovem passa por uma transformação psicofisiológica espitirual, exatamente nesse período entre 14 e 18 (principalmente!)? Ou simplesmente achar que é tudo uma brincadeira?

E se eu disser que você precisa de tudo isso ( eu ainda não aprendi a bordar!) e muito mais!
Precisa ter coragem, fé, dinamismo, ser acolhedor, ser disciplinador, alegre, quieto, falante, ser exemplo e ter exemplos, falhar, acertar, estudar, gritar, chorar, orar, correr, dar o sangue, pedir desculpas, perdoar, dormir tarde, acordar muito cedo, marcar expositor, ser expositor, conversar pelo MSN, abraçar, conversar com o pais, bolar encontros, fazer coisas inesperadas a si mesmo ( muitas pessoas aprenderam a cozinhar, varrer chão, limpar banheiro e afins), viajar, cantar, preparar atividade,ter postura, cozinhar,ser mecânico hidráulico, fazer propaganda, saber esclarecer, ter dúvidas, disciplina, flexibilidade, ser autoconfiante, fazer parte do espírito de aliança, representar, abrir uma turma, querer evoluir e querer que outros evoluam com você e muitas outras coisas, mas acima de tudo AMAR! Um amor perto do divino, puro e fraternal. Algo especial!

No fim de semana dos dias 20 e 21 de Março foram “formados” mais alguns futuros trabalhadores de mocidade. Que tudo que foi passado no curso seja a energia necessária para o começo de grandiosos trabalhos, contem sempre com o auxilio da CAM, dos dirigentes e dos novos amigos.

Clique na imagem para vê-la em alta resolução

Sejam bem vindos a esse trabalho tão bonito e necessário a esse planeta! A equipe do curso agradece de coração a mais essa oportunidade de executar algo tão especial! Que no coração de cada um persista a vontade de reforma intima e amor ao próximo! Vocês movem o mundo! E deixo aqui um trecho de uma música. De mocidade, lógico!

“Mocidade, vida e amor,
Por toda vida, por todo tempo
Pelos lugares por onde for
Por toda Terra
Pelos seus sonhos
Pelas crianças que vão nascer
Que um dia vão ser jovens
Vão cantar, brincar, sorrir, brilhar, viver
Assim como nós
Eu e você.”

Com amor.
Equipe de Organização CDME 2010 – Vale do Paraíba

E você? Também está começando a trabalhar com a Mocidade agora? Qual a sua impressão? Escreva para a gente em sac.dalhemongo@gmail.com e conte-nos sua experiência!

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Será que estamos nos preparando?

Vivemos um momento de empolgação no Espiritismo.

O centenário de Chico Xavier vai mudar a forma como a doutrina é vista no Brasil. Nunca estivemos em tanta evidência e em tantos meios de comunicação ao mesmo tempo.

O filme sobre a vida de Chico estréia no dia 2 de Abril. Superprodução. Chico está no Globo Repórter, na Globo News, na Revista Época. Ele será praticamente onipresente a partir da próxima semana. Paralelamente a isso veremos a próxima novela da Globo falando abertamente sobre o Espiritismo. Em Setembro o filme “Nosso Lar” chega aos cinemas. Outros filmes também virão, ainda durante esse ano.

Parece que todos os nossos pedidos de divulgação da doutrina foram atendidos de uma só vez. Alegria enorme. Receio tão grande quanto ela. Eu estive pensando bastante sobre uma coisa nos últimos dias: Será que estamos nos preparando?

Será que já paramos para pensar que o número de pessoas que passarão a se interessar pelo Espiritismo crescerá exponencialmente, e já a partir da próxima semana? A figura de Chico, pessoa moralmente incontestável, atrairá a curiosidade de milhares e quem sabe milhões de pessoas para a doutrina. Pessoas que nunca pararam para pensar sobre reencarnação, por exemplo. Citando, com isso, a dúvida mais básica. Outras tantas virão.

Acho que a hora chegou. A nossa hora. Nunca a frase “Trabalhadores da Última Hora” fez tanto sentido para o Espiritismo.

Pensemos sobre isso, caros amigos. Estudemos mais e mais ainda, para que essa chance singular não nos escape.

Yuri, VALE.

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Experiências do Geral

É estranho como um encontro consegue contagiar a gente. Lembro-me do meu primeiro encontro, ano passado, em São Paulo. Recordo-me, também, do final dele, onde você perguntava pra qualquer um se iriam ao encontro em Minas, poucos falavam que iriam. Pois bem, levei isso em conta na conta na hora de decidir entre ir ou curtir meu Carnaval. Resolvi fazer. Os dirigentes sempre nos animavam para ir, alguns contavam os dias. Eu não botava muita fé de ir muita gente, pensava que iriam poucas pessoas, umas 400 no máximo. Até que me avisaram que o encontro tinha batido recorde de inscrições, 919. Pensei comigo mesma: “Esse encontro vai ser bom, 919 inscrições… Eu vou sim!”. E assim fui me animando a cada dia que passava para o tão esperado Geral de 2010 em Minas!

Foi se aproximando o dia do encontro. Todos me perguntavam: “Onde você irá passar o Carnaval?” e eu respondia: “Num encontro de jovens espíritas em BH!” e ninguém entendia o porquê de eu ir para BH para um encontro. Confesso que fiquei um pouco atentada a deixar de ir ao encontro pra curtir o Carnaval, mas algo dentro de mim, dizia que eu iria me sentir melhor indo. Conversei com muita gente, sobre isso, ir ou ficar, e me deram um leque de resposta. Segui meu coração e resolvi ir. E posso dizer com toda a certeza do mundo que não me arrependo ter ido. Foi bom pra mim, ver todas aquelas pessoas indo com o mesmo objetivo para o encontro, ver jovens deixando de curtir o Carnaval para aprender e tentar melhorar. Sentia um arrepio quando ouvia todos cantando, juntos, num só ideal, sentia um arrepio quando escutava as mensagens da câmara de sustentação, sentia um arrepio quando me abraçavam e eu sentia que aquilo era verdadeiro, sentia um arrepio em ver todos os trabalhadores empenhados a deixar o encontro em ordem… Realmente, esse Geral me surpreendeu muito. Surpreendeu-me a organização de Minas, do empenho e da força de vontade do pessoal do Centro-Oeste e todo o trabalho dos monitores de atividades e de quarto, do pessoal da cozinha, da enfermaria e da ronda. Eu agradeço muito a todos vocês, que transformaram esse encontro num dos melhores que já tivemos.

Obrigada aos alunos, que compartilharam suas vivências comigo e me fizeram refletir sobre muito dos meus atos. Obrigada aos monitores de quarto, que ajudaram a manter a ordem nos quartos. Obrigada aos monitores de atividade, que se empenharam a aplicar as atividades e passar o conhecimento para todos nós. Obrigada ao pessoal da cozinha, que fizeram comidas maravilhosas que pareciam as comidas de minha avó. Obrigada aos que trabalharam na enfermaria, que ajudaram as pessoas que se machucavam ou não se sentiam bem. Obrigada ao pessoal da estrutura, que fez de tudo e mais um pouco e deixou o encontro em ordem. Obrigada a todos que eu conheci e que se tornaram muito especial pra mim!

Agora, que venha o encontro do ano que vem, aqui, no Vale.

Mel Musumeci, VALE.

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Hitler e a Mocidade Espírita?

Faltando menos de uma semana pro Geral de 2010, jogo uma pergunta para nossa reflexão: Como está indo a mocidade? E já respondo, não minto, com otimisto declarado. A mocidade cresce e aparece, pinta, borda e transforma. A união e coesão que o movimento vem apresentando é motivo de alegria pra todos que dele participam, não só desse lado material mas com certeza do outro também. Quem vem acompanhando as mensagens e orientações do plano espiritual direcionadas ao movimento de mocidade sabe da importância do nosso trabalho e de todas as coisas boas que estamos alcançando. Estamos conseguindo mudar o mundo? Aos poucos, mas com certeza estamos.

E cada jovem que hoje faz sua parte no trabalho e luta pela melhora, não só no plano do indivíduo mas também no social, cultural e mesmo do próprio movimento, é que vai construir a nossa regeneração, que já tá chegando por aqui e a gente tem muito trabalho pela frente. Uma juventude de multiplicadores. Se hoje estamos progredindo e trabalhando tanto, e a nossa tendência natural é a evolução (mesmo que lenta), imagina o que a gente não pode ter alcançado em 2030, se continuarmos nesse pique?

Fica a descontração de imaginar como os planos inferiores estão reagindo com nossos avanços. Fazendo uma brincadeira com Hitler supostamente comandando esforços no umbral para desorganizar a mocidade, como ele e os generais estariam reagindo a todo nosso trabalho pela juventude e pelo nosso planeta? Bravo, triste? Estão pensando em planejar ataques cada vez mais intensos? Estão pensando em passar pro nosso lado e desencanar do trabalho nas sombras? Será que eles aguentariam com as proteções dos nossos mentores e vibrações? Eu acho que não.

Fica aí a brincadeira e a reflexão, com a certeza de muito (mas muito mesmo) trabalho pela frente. Que possa servir de estímulo para o trabalho edificante e de aperitivo para um encontro geral maravilhoso que aguarda a todos em 2010.

Abraços!

Danilo Basile – Regional Araraquara

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Turma da Mônica fala de Reencarnação

A Turminha da Monica hoje é remédio recomendado sem restrições. Afinal, em um mesmo gibi é possível se alegrar de avó a netinha, de fissurados em ficção científica a garotas delicadas, de admiradores da arte à amantes da história da evolução humana.

As aventuras de seus personagens hoje são inscontestáveis unanimidade – principalmente pelo fato de, para muitos, ser o primeiro contato com a escrita. No meu caso, foi antes mesmo disso, quando era possível acompanhar somente as figulinhas. Digo, figurinhas. Trabalhando em estereótipos interessantes, considero esses os nossos super heróis, até porque, nunca fui lá muito fã de comic books como Homem Aranha, Batman e Superhomão, como diria Cascão.

Nascida e criada em berço jornalístico, no periódico chamado “Folha da Manhã”, o ‘valdisnei’ brasileiro Maurício de Souza inicia a concepção de sua turma ainda no ano de 1959 com Bidu e Franjinha. Desde então, seu crescimento foi constante, com novos horizontes e mídias exploradas: cds, dvds, filmes, parques temáticos, presença em países como Espanha, Estados Unidos e Itália, e percussor em quesito de site de HQ, não necessariamente nesta ordem.

Além de se expandir na mídia, aqueles dois personagens deram origem a muitos outros que posteriormente acabaram por se tornar núcleos diferentes – quase como em um novela. Se você pegar um gibi hoje vai se deparar com histórias diversas da  Turma da Mônica, Chico Bento, Horácio, Piteco, Tina, Papa-capim, Mata, Astrounauta, Ronaldinho Gaúcho, Pelezinho, Bidu, Monica jovem, Monica Baby e Penadinho.

E este último, a Turma do Penadinho, ao meu ver, de enorme importância na educação de crianças. Afinal, de uma maneira leve e divertida, mantém os pequenos familiarizados com o tema “morte” desde a infância, utilizando uma conceituação muito saudável. Tanto, que parece ter rendido uma nova ideia: uma historinha explicando a reencarnação.

Revistinha
Para ler a historinha, clique na imagem acima.

Através da linguagem jovem e dinâmica que lhes é peculiar, os estúdios Maurício de Souza dão um passo corajoso na divulgação da doutrina espírita a nível nacional. Com a história entitulada Reencarnação, pode-se perceber alguns conceitos como vida após a morte, evolução espiritual e até mesmo missão do espírito na Terra são mostradas durante a história.

A brasileiros como esse tal de Maurício de Souza, só resta admirar. E que outros tantos tenham esta mesma coragem.

Filippo – Vale

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Garoto junta 200 mil dólares para Haiti

Em Londres, Inglaterra, algo inusitado aconteceu.

Não ser George Clooney ou Sean Conery não deteve Charlie – um garotinho de sete ano de idade – de arrecadar mais de 220 mil dólares em doações para o Haiti. Na verdade, Charlie Simpson esperava juntar a quantia de 500 euros para o fundo de apoio da UNICEF, promovendo uma volta patrocinada de 08 km em um parque local, ato muito comum feito por famosos para arrecadar fundos para instituições.

“Meu nome é Charlie Simpson. Eu quero fazer uma volta de bicicleta pelo Haiti por causa do terremoto em que muitas pessoas perderam a vida” diz o garoto em sua página ‘JustGiving’. “Vou juntar dinheiro para comprar comida, água e produtos para todos no Haiti” diz.

Com este simples pedido, a página de Charlie foi inundada de acessos e doações. “Um coração enorme para um pequeno garoto, você é especial” diz um dos voluntários. “Parabéns, Charlie, uma verdadeira celebridade” diz outro.

Com a atenção da midia, cada vez mais doações chegavam e o garoto recebeu atenção até mesmo do primeiro ministro britânico Gordon Brown, que adotou a causa e passou a ajudá-lo na divulgação. E não parou por aí. David Bull, diretor executivo da Unicef do Reino Unido, descreve o esforço de Charlie como contagiante e inovador. “Mostra que ele não só entende como se conecta com crianças da idade dele que estão passando dificuldade no Haiti” diz em nota a imprensa. E continua “A pequena semente – ideia dele – que ele plantou cresceu rapidamente e tem espaço merecido em um mundo humanitário. Em nome de muitas crianças do Haiti, eu agradeço o esforço de Charlie.”

O dinheiro levantado por Charlie será direcionada à UNICEF do Haiti e proverá água, saneamento, educação, comida assim como ajudará na proteção das crianças.

Texto retirado do site da CNN
Livre tradução e adaptação.

Filippo – Vale

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Pede

“Pede, e se fores merecedor, obtereis. Mas cuidado com o que pedes.”

Você já deve ter lido alguma vez: “Pedi e obtereis”. Pois bem, vou tentar humildemente completar o ditado.

Analisando parte por parte, começamos por “pedir”, esse verbo tão presente em nossas vidas, principalmente quando somos crianças e incapazes de realizar sozinho, então pedimos.  Muitos têm receio de pedir, com medo de estar sendo egoístas, mas se formos pensar bem, continuamos sendo crianças aos olhos de Deus, e incapazes de realizar tudo, então qual o mal de pedir? Se temos necessidades, Deus, como nosso pai, está ai para nos auxiliar, mesmo que por necessidades materiais ou “mais nobres”, todas são necessárias para nossa evolução, então deixe seu orgulho e avareza de lado e peça!, se necessário.

Nesse ponto é preciso cuidado: “e se fores merecedor”. Aqui não tem o sentido de que Deus nos julgará, pelo contrário, ele com toda sua justiça deixa a própria lei universal fazer o seu serviço. Como? Através da lei da atração; atraímos situações, pessoas, e coisas que se afinizam com a gente e dessa forma, o que queremos se aproximará a medida que fazermos merecer em nossos atos, em nossas situações e atitudes do dia a dia, onde encontramos pessoas que nos auxiliarão para isso ou para aquilo conforme o que vibramos e proporcionamos ao universo.

Veja que assim como a frase original de Jesus, continuamos com a certa do verbo no afirmativo: “obtereis”, apenas coloquei essa relação para que entendamos como ela se dá.

E por fim, “Mas cuidado com o que pedes”, é um alerta, afinal, podes pedir tudo, e se realmente fizer por merecer, será recompensado, mas nem sempre a recompensa é o que você esperava, ou o melhor pra você, e na necessidade momentânea você pede sem pensar nas consequências e depois pode se arrepender. Por isso pense sempre no que irá pedir, para não sofrer com as consequênicas.

Acima de tudo, não se esqueça: “Pedi e obtereis”.

Felipe, ABC.

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