Há alguns anos atrás, um garotinho de 6 anos aprendeu que nem todas as pessoas tinham acesso a água, e ficou indignado: como assim nem todas as pessoas do mundo não vivem como eu?
Sua professora falou a ele da possibilidade da construção de um poço de água na África, [...]
Há alguns anos atrás, um garotinho de 6 anos aprendeu que nem todas as pessoas tinham acesso a água, e ficou indignado: como assim nem todas as pessoas do mundo não vivem como eu?

Sua professora falou a ele da possibilidade da construção de um poço de água na África, completamente entusiasmado, ele resolveu que iria construir um poço de água na África, mais precisamente Uganda.
Primeiramente conseguiu 70 dólares, apenas fazendo tarefas diárias, como limpar vidros e varrer a casa.Pensou que com 70 dólares iria conseguir construi-lo, mas foi um grande engano.
Era muito mais do que ele poderia conseguir apenas fazendo pequenas terefas… Mesmo com esse obtáculo, ele persisitiu com o seu objetivo – e persiste até hoje. Começou a fazer campanhas para arrecadar dinheiro: um ano depois alcançou seu objetivo, construindo um poço de água em Uganda.
Esse é o começo de uma história que ainda não teve um fim e espero que não tenha, de uma história de persistência e até mesmo amizade, já que a escola do Ryan começou um trabalho com os alunos, onde eles trocavam cartas com os estudantes de Uganda, e assim conheceu o seu irmão de coração, Jimmy.
Hoje tem uma fundação, intitulada Ryan’s Well, que leva água a aqueles lugares que dela carecem, 750 000 pessoas já foram salvas da sede graças a um garoto que decidiu mudar o mundo.
Se um garotinho de 6 anos conseguiu mudar tanta coisa, se todos nós nos unissêmos em prol de uma mudança, hoje o mundo estaria muito melhor…A Terra é um processo de transformação, nós só precisamos decidir qual será essa mudança: se será para melhor ou pior.
Quem quiser saber mais sobre essa ONG, fiz um vídeo em homenagem a eles, quem quiser ver:
Laís Vitória, 16 anos
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Há algum tempo atrás assisti um programa na TV Futura chamado “Ao Ponto“, com Jairo Bouer. O tema falado era muito interessante: honestidade. Jairo levantou pontos extremamente pertinentes junto a um grupo de jovens. Você se considera uma pessoa honesta? De cara, todos acabam por [...]
Há algum tempo atrás assisti um programa na TV Futura chamado “Ao Ponto“, com Jairo Bouer. O tema falado era muito interessante: honestidade. Jairo levantou pontos extremamente pertinentes junto a um grupo de jovens. Você se considera uma pessoa honesta? De cara, todos acabam por responder que sim, são. Porém, quando casos específicos vêm a tona, pode-se perceber que o conceito de honestidade é bem maleável e que para muitos, relativo.
Vamos fazer um rápido teste!
Responda a essas perguntas abaixo, anonimamente:
Quer ver o que a galera respondeu? Clique aqui!
Pois bem, não é tão fácil como parece, não é? O grupo que o Jairo trabalha fez uma pesquisa com 6.500 jovens no Brasil fazendo exatamente esta mesma pergunta: “Você se considera honesto?”. Em suas respostas, 90% dos jovens disseram que sim! Porém, ao se aprofundarem no tema, percebemos algumas respostas bem controversas por parte dos adolescentes respondentes.
42% disseram que passariam por cima de qualquer princípio para chegar a um objetivo. Ou seja, se necessário fosse, roubaria dinheiro da carteira da mãe para ir ao show da banda que mais gosta no mundo.
Já 35% alegaram que não devolveriam troco que recebessem a mais, não importando a quantidade. Nessa mesma linha, 29% dos entrevistados disseram que não devolveriam uma carteira que encontrassem na rua.
O que pega é que essas são respostas dadas por pessoas que não percebem as consequências dos atos que elas mesmas tomam. Afinal, e se fosse sua carteira a encontrada por alguém desonesto? Ou se fosse você que perdesse parte do salário, por errar o troco em um dia que estivesse com muito sono, depois de horas de trabalho a fio?
Existem muitos motivos dentro da doutrina que poderíamos usar como argumento para não cometer qualquer um dos atos citados: seja compaixão pelo próximo, amor, honestidade… Porém, podemos nos apegar ao mais básico de todos e que não exige tanta reforma íntima assim, a tal da Ação e Reação.
Tudo o que você fizer para o outro poderá – e acabará – se virando contra você. Portanto, amigos, seja pelo amor ou pela dor, ser honesto não pode ser uma opção e sim uma certeza.
Para finalizar as estatísticas, um dado impressionante! Você sabia que 75% dos brasileiros afirmam que cometeria algum deslize se estivesse no poder? Ora, então, como cobrar um governo honesto em uma sociedade com pensamento como esse?
Nunca se esqueça que o Governo é formado por “representantes” do povo. E representantes nada mais são do que uma pequena parcela de pessoas que representam a forma de pensar de um conjunto maior. Logo, se 3/4 da população afirma que seria desonesto em situações como essa, como exigir um governo diferente? Como exigir governantes honestos?
Para finalizar, uma brilhante matéria do Danilo Gentili, repórter do CQC. Inclusive – acreditem ou não – por acaso do destino, o encontrei exatamente no dia em que ele fazia essa gravação pelas ruas de São Paulo. Mais precisamente quando ele aguardava escondido que alguém pegasse o óculos dele, no caso do rapaz que encontra em cima da mesa do bar, aos 3:51 da matéria abaixo.
Mas eu não sou mentiroso, hein!!
Filippo – Vale do Paraíba
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Quando Cristo falou ”quem não tiver nenhum pecado que atire a primeira pedra”, quis que aprendêssemos a não julgar como os fariseus fizeram com a Madalena; a olhar mais para os nossos erros que os dos outros. O que é uma fofoca senão um julgamento? E uma crítica? As vezes julgamos e não percebemos, é [...]
Quando Cristo falou ”quem não tiver nenhum pecado que atire a primeira pedra”, quis que aprendêssemos a não julgar como os fariseus fizeram com a Madalena; a olhar mais para os nossos erros que os dos outros. O que é uma fofoca senão um julgamento? E uma crítica? As vezes julgamos e não percebemos, é preciso aprender a ver os nossos erros e aprender a corrigi-los.
Fiz essas poucas linhas para o encerramento de uma peça natalina no centro espírita São João Batista, São João da Boa Vista.
Laís Vitória.
Laís enviou seu texto para o sac.dalhemongo@gmail.com. Gostaria de dar também sua constribuição para o nosso site? Escreve um texto que tenha alguma correlação com espiritismo e nos envie!
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Engraçado como as coisas mudam!
Até outro dia, para se ter um celular era preciso entrar em uma fila (calma, fica pior) para se comprar “a linha”. Sendo que esta fila não era algo físico, literal, mas uma lista de pessoas interessadas em ter um número de telefone. Uma linha de [...]
Engraçado como as coisas mudam!
Até outro dia, para se ter um celular era preciso entrar em uma fila (calma, fi
ca pior) para se comprar “a linha”. Sendo que esta fila não era algo físico, literal, mas uma lista de pessoas interessadas em ter um número de telefone. Uma linha de telefone podia custar R$1.200 reais, sem o valor do aparelho! O celular deveria ser comprado a parte, custando um pouco mais caro do que isso. Época esta em que falavamos em um tijolo carinhosamente apelidado de celular, sem joguinhos, analógico, sem agenda. O pior de tudo é que as pessoas compravam linhas de celular como se fossem investimentos, como quem compra um apartamento na planta ou dólar, pensando em revender depois. Hoje compramos uma “linha” na banca de jornal, com o nome de “chip”. Mundo estranho.
Antes usavamos a internet para entrar em salas de bate-papo. Era moda poder falar com os amigos do colégio pela internet. Combinava-se a sala de chat, nickname e horário, e… quase nunca dava certo. Eram 30 minutos acertando os detalhes, 20 para conectar à internet e mais um tanto para efetivamente entrar na sala de bate-papo virtual. Isso porque estavamos juntos, no colégio, 1 hora antes. Pessoas estranhas.
É assim mesmo. Quando uma coisa nova surge e nós ainda não temos muita noção de seu alcance, poder e principalmente do que aquilo é capaz, nos perdemos e acabamos por ter uma visão minimalista. Mal comparando, é como o Frodo em O Senhor dos Anéis (desculpe, foi a única referência que me ocorreu agora): ele achava que o anel fazia as pessoas desaparecerem. Eis que ele poderia destruir o mundo com aquele objeto.
A internet é a mesma coisa. Criou-se o Mirc, ICQ, MSN, Gtalk e Skype, muita gente disse “Para que vou usar a internet para falar com as pessoas? Se eu quiser falar com alguém, eu ligo”. Eis que o mundo muda. Hoje, se você não tem um endereço de email, não existe para a sociedade – ele é seu RG. Se a sua empresa não tem um site, não faz parte do mercado. Se você não conhece alguns sites, não sabe o que acontece no mundo. E ainda vejo algumas pessoas que falam: “Twitter? Que negócio inútil”! Cuidado, será que você sabe para que serve e qual seu alcance?
Contudo, ultimamente venho me questionando: quanto a internet está nos ajudando efetivamente na evolução dos homens? Até onde ela converge com nosso objetivo de melhoria do mundo?
Analisando profundamente, em gênero, número e grau… nenhuma conclusão.
Porém, faço alguns comentários:
A Wikipédia, a enciclopédia – mais ou menos – livre, tem como filosofia a possibilidade de todos poderem depositar conhecimento e compartilhar informações. Desta forma, se possibilita de maneira muito mais ágil a definição de verbetes, locais e pessoas. Hoje, não mais dependemos que senhorzinhos como Aurélio e Michaelis façam uma nova versão de seus respectivos dicionários, para que possamos conhecer coisas novas.
Vocês se lembram da Barça? Pois é. Quem lembra..
O Skype é uma ferramenta muito interessante. Vem aproximando as pessoas cada vez mais, de maneira menos impessoal. Tudo bem, temos o orkut e msn, mas o Skype permite que você seja visto e ouvido. Já é utilizado em reuniões entre casas espíritas fora do Brasil, para auxilio e acompanhamento. A própria mocidade vem estudando maneiras de se reunir através dele, por conta da distância de muitas Regionais.
O próprio email é uma ferramenta de poder absurdo. A partir dele são criados grupos de discussão e trocas de informação espírita, é a base da Escola de Aprendizes a Distância, que possibilita a pessoas de locais longínquos trabalharem sua reforma íntima mesmo sem um centro espírita por perto.
Até mesmo o Twitter foi uma ferramenta utilizada para a organização de um movimento único contra o presidente do Senado, acusado de diversas falcatruas. Através do microblog, foram organizadas passeatas em diversas capitais, com apoio e participação ativa de jovens. E tudo começou com um simples #ForaSarney no Twitter.
Enfim, penso que a internet é apenas mais um teste para o livre arbítrio. Cabe a você saber utilizá-la da melhor maneira possível. E com certeza é uma ferramenta incrível! Hoje, através dela, podemos ver como site como esse tem um alcance muito maior do que imaginavamos… pessoas de todos os lugares se reunem aqui, para ler um pouquinho mais de espiritismo.
É isso aí!
Filippo – Vale
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