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39ª FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA em São José dos Campos

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Camisetas da Camiseteria do DalheMongo.

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Autor de ‘O mundo de Sofia’ estudou espiritismo para escrever novo livro

O escritor Jostein Gaarder, autor de “O mundo de Sofia”, revelou que estudou a doutrina espírita para escrever seu novo livro, “O castelo nos Pirineus”. O autor norueguês falou sobre a nova obra durante a mesa “Poderes da fábula”, nesta segunda-feira (16), ao lado do irlandês John Boyne.

“É um livro sobre um casal que se separa depois de uma experiência importante. Cada leitor o interpreta de uma maneira diferente, e isso se tornou um diálogo na minha cabeça”, conta Gaarder.

“Tendo a pensar como homem voltado para as ciências. Mas eu precisava de argumentos para minha história e usei o espiritismo. Conheço o trabalho de Allan Kardec, e sei que o Brasil é o maior país espírita do mundo. E agora, depois de escrever sobre isso, eu ainda penso como o homem, mas começo a simpatizar com essa visão espírita do mundo”, explicou o autor, falando de “O castelo nos Pirineus”.

O debate se concentrou sobre a influência das narrativas na sociedade. “Nós, seres humanos, precisamos de narrativas. Isto é  o que temos em comum: nós falamos em línguas diferentes, mas conseguimos contar histórias uns para os outros”, explicou o norueguês na abertura da mesa.

Boyne, autor do best-seller “O menino do pijama listrado” disse que as histórias de ficção podem ter consequências no mundo real. “Você pode envolver o seu leitor e fazê-lo pensar de modo diferente, mudar as coisas, ter novas ideias”, diz.

Para o autor, o próprio ato de ler é uma atividade criativa. “Todos recriamos os personagens inventados pelos autores na nossa cabeça quando lemos um livro”.

O poder das perguntas
Segundo Gaarder, são os questionamentos criados pelos livros que criam as novas ideias. “Além de acreditar nas histórias, eu também acredito nas perguntas. O poder das perguntas é maior que o das respostas, é como a história de Andersen sobre as novas roupas do imperador – tudo muda a partir da pergunta de uma criança”.

Boyne também deu dicas para quem quer se tornar um escritor. “Fiz um curso de escrita criativa, que me ajudou muito”, lembra. “Não aprendi nada diretamente, com fórmulas. Na verdade era um grupo de doze pessoas e vocês aprendem um com o outro, lendo, criticando, recebendo críticas dos outros. Você pode fazer a mesma coisa se reunindo com os amigos, ouvindo críticas sinceras, escrevendo e reescrevendo”, afirmou.

Fonte: G1.

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Livro: NO TEMPO DO COMANDANTE

Armond foi um inovador dentro do Espiritismo, pois transcendeu às “formas convencionais”, aos “dogmas” inconscientemente introjetados no movimento espírita, como “fora de Kardec, não há salvação”, rechaçando tudo o que não estivesse na codificação; por seu caráter de “universalidade” tão “essencial” para o Desenvolvimento do conhecimento humano, “conciliou os múltiplos e aparentes aspectos divergentes da verdade”. Conseguiu com muito trabalho e a colaboração de muitos confrades, alcançar um Espiritismo de vanguarda com resultados admiráveis. O que ele fez, para os mais ortodoxos da época foi um sacrilégio, uma “heresia” espírita. Ele conseguiu concretizar aquilo que Leopoldo Machado tanto conclamou aos espíritas: “Um Espiritismo de vivos”, em que cada adepto, cada espírita, fosse responsável pelo progresso da Doutrina em nosso país, não deixando a cargo dos Espíritos aquilo que é de responsabilidade dos “vivos”.

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Livro: O Drama da Bretanha

1804, Bretanha. Período marcado pela Revolução Francesa, onde todo ar europeu aspirava aos ideais revolucionários. É nesse cenário que se desenrola uma história marcada pelas conseqüências e escolhas passadas. A protagonista, Andréa de Guzman vive cercada por dilemas amorosos, dividida entre as investidas de um primo, por quem nutria muito amor, e um vizinho fortemente apaixonado, que lhe inspirava descontrolado desejo doentio, ao mesmo tempo que sofre as insistentes perturbações de um obssessor. Tão incessante se fizeram as incertezas e sofrimentos na vida de Andréa, que ao se descobrir grávida antes de seu casamento, atira-se ao maior e mais profundo poço do desespero humano, ao pior dos castigos atrozes que os seres já viram: Andréa se atira aos braços sombrios do suicídio. Aprisionada ao corpo, a personagem sofre os mais inimagináveis tormentos possíveis, entre eles a interminável sensação do afogamento eterno, ao mesmo tempo que ouvia o choro descontrolado de seu filho. O Drama da Bretanha repercute num conceito universal, chamado lei de Causa e Efeito, comungada à  Justiça Divina. Revela os delicados processos atravessados por aqueles que buscam no suicídio e na loucura a resposta para suas angústias, além de detalhar suavemente as conseqüências causadas pelas más escolhas.

A maior curiosidade, talvez, seja pela real história apresentada, já que a personagem Andréa Guzman foi, numa encarnação passada, a própria médium que psicografou o livro O Drama da Bretanha. Em três volumes (Nas voragens do Pecado, O Cavaleiro de Numiers e O Drama da Bretanha) Yvone Pereira descreve suas três últimas experiências terrenas, relatando com sutileza seus erros e enganos, e a maneira como os superou para, depois de muitos séculos, a protagonista de três grandes obras poder contar sua própria história.

Helena Vitorino, SP-Sul.

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Edgard Armond

Um Comandante Determinado.

No dia 14 de junho de 1894 nasce em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, Edgar Pereira Armond. De família Humilde, Armond, aos 21 anos, ingressa na Força Pública de São Paulo, onde inicia a carreira que lhe daria o um título, pelo qual é conhecido até hoje: “Comandante”.

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Em 1919 casa-se com Nanci de Menezes, filha do Marechal do Exército Manuel Feliz de Menezes.

Participa de vários movimentos militares, atuando nas revoluções de 1922 e 1924 onde fez parte das tropas de ocupação nas nossas fronteiras com o Paraguai e Argentina.
Em 1923 matricula-se na Escola de Farmácia e Odontologia do Estado, diplomando-se em 1926.

Com uma vida profissional plena de atividades, trabalha na construção de uma estrada de rodagem unindo as cidades de Paraibuna e São Sebastião. Mesmo enfrentando muitas dificuldades financeiras, toma a direção pessoal do empreendimento e esta atitude antecipa o progresso desta região em 40 anos, beneficiando muitas cidades.

Paralelamente começa a estudar e trabalhar no Espiritismo, chegando a atuar ao lado do famoso médium Dr. Luiz Parigot de Souza, do Paraná. Participa também de um grupo de estudos e práticas espíritas a convite de Canuto de Abreu, visitando vários Centros Espíritas particulares que se dedicavam exclusivamente à prática de trabalhos de efeitos físicos, isto nos arredores da capital.

Em 1938, o Comandante sofre um acidente de automóvel, no Parque Dom Pedro, em São Paulo, no qual quebra os dois joelhos, além de sofrer outros ferimentos, sendo inclusive hospitalizado. Após várias cirurgias e muitos tratamentos, fica quase sem poder andar durante seis meses, usando assim as muletas.

Em 1939 é convidado a ocupar o cargo de secretário-geral da Federação Espírita do Estado de São Paulo.

Em 1940 Armond é considerado inválido para o serviço militar, passando então a se dedicar por completo ao Espiritismo.

Dotado de um caráter reto e firme, de moral elevada, detestava a maledicência, e fugia das conversas fúteis e de perguntas vulgares, como expositor, tinha um discurso persuasivo, acompanhado de uma linguagem fácil, clara e objetiva, não deixando pairar dúvidas sobre o tema tratado.

Como escritor era um profundo estudioso dos fenômenos psíquicos e conhecedor de largos recursos sobre o tema Mediunidade. Escreveu uma série de 21 livros didáticos sendo que a maior parte destinada ao uso nas Escolas que criara e os outros para a Fraternidade dos  Discípulos de Jesus.

Para suprir a carência de médiuns de confiança e bens preparados que encontrou na FEESP, criou-se o Grupo Razin, composto por sete membros que passaram a atuar dentro da Federação. Melhorando assim o intercâmbio com o mundo espiritual, durante uma das reuniões deste grupo, manifestou-se pela primeira vez a entidade feminina designada pelo nome de “Castelã”, que dispensou ao grupo valiosíssima cooperação e depois de algum tempo através de Divaldo Pereira Franco, identificou-se como protetora pessoal do Comandante.

Aconteceram também nas reuniões do Grupo Razin, as primeiras manifestações de Ismael, o preposto de Jesus para a condução do Espiritual do Brasil, apresentaram-se também valorosos espíritos componentes da Fraternidade do Santo Sepulcro e da Fraternidade dos Cruzados, em seguida apresentou-se ao Comandante o Venerável Razin, com a finalidade de auxiliá-lo na criação da Escola de Aprendizes do Evangelho, para que pudessem ser preparados através do estudo, do trabalho e da disciplina, os novos “Discípulos de Jesus”.

Consciente da tarefa que lhe cabia, o Comandante começa heroicamente uma batalha que dura 10 anos, tempo que permanece à frente da Federação, para implantar os Cursos de Espiritismo citados por Allan Kardec no livro “Obras Póstumas”.

Em 1944, funda o Jornal “O Semeador”, e também o Programa de Rádio “Hora Espírita”, que passa a ser veiculado na Rádio Tupi.

Em 1947, Edgar Armond funda a USE – União Social Espírita.

Em 1950, dando cumprimento ao programa estabelecido com o plano espiritual, o Comandante cria a Escola de Aprendizes do Evangelho, para que através de estudos orientados as criaturas possam aprender o Evangelho e não apenas decorá-lo. Edgar cria também o Curso de Médiuns, visando à melhoria do intercâmbio com o mundo espiritual e a Fraternidade dos Discípulos de Jesus que deve funcionar como órgão de agrupamento dos trabalhadores do campo religioso.

Em 1967, por motivo de doença, o Comandante pede o seu afastamento da Federação, mas continua a colaborar à distância no setor da publicidade, da organização de centros e organizações espíritas, inclusive em países estrangeiros.

Em 1973, funda a Aliança Espírita Evangélica, a partir de 1980 assessora a fundação do Setor III da Fraternidade dos Discípulos de Jesus, continuando a Expansão do Espiritismo Religioso.

Em 29 de novembro de 1982, às 04h30min, o Comandante Edgar Armond desencarna no Hospital Osvaldo Cruz, na cidade de São Paulo, com oitenta e oito anos de uma ativa vida em prol da Doutrina Consoladora dos Espíritos. Seu jeito dinâmico de ser e seu ideal nobre nos dão a certeza de que o Comandante permanece em plena atividade no Trabalho Redentor.

FONTE: Grupo Caibar Schutel

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José Herculano Pires

José Herculano Pires, nasceu na cidade de Avaré, no estado de São Paulo a 25/09/1914, e desencarnou nesta capital em 09/03/1979. Filho do farmacêutico José Pires Correia e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires. Fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da sua cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, “Sonhos Azues” (contos), e aos 18 anos o segundo livro, “Coração” (poemas livres e sonetos). Já possuía seis cadernos de poemas na gaveta, colaborava nos jornais e revistas da época, da província de São Paulo e do Rio. Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e no Malho.

Foi um dos fundadores da União Artística do Interior (UAI), que promoveu dois concursos literários, um de poemas pela sede da UAI em Cerqueira César, e outro de contos pela Seção de Sorocaba. Mário Graciotti o incluiu entre os colaboradores permanentes da seção literária de A Razão, em São Paulo, que publicava um poema de sua autoria todos os domingos. Transformou (1928) o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI. Mudou-se para Marília em 1940 (com 26 anos), onde adquiriu o jornal “Diário Paulista” e o dirigiu durante seis anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nichemaja Sigal, Anthol Rosenfeld e outros promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou “Estradas e Ruas” (poemas) que Érico Veríssimo e Sérgio Millet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, “O Caminho do Meio”, que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schimidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados. Exerceu essas funções na Rua 7 de Abril por cerca de trinta anos. Autor de 81 livros de Filosofia, Ensaios, Histórias, Psicologia, Pedagogia, Parapsicologia, Romances e Espiritismo, vários em parceria com Chico Xavier, sendo a maioria inteiramente dedicada ao estudo e divulgação da Doutrina Espírita… Lançou a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances e novelas de Ficção Científica Paranormal. Alegava sofrer de grafomania, escrevendo dia e noite.

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Não tinha vocação acadêmica e não seguia escolas literárias. Seu único objetivo era comunicar o que achava necessário, da melhor maneira possível. Graduado em Filosofia pela USP em 1958, publicou uma tese existencial: “O Ser e a Serenidade”. De 1959 a 1962, docente titular da cadeira de filosofia da educação na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara.

Foi membro titular do Instituto Brasileiro de Filosofia, seção de São Paulo, onde lecionou psicologia. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo de 1957 a 1959. Foi professor de Sociologia no curso de jornalismo ministrado pelo Sindicato.

José Herculano Pires foi presidente e professor do Instituto Paulista de Parapsicologia de São Paulo. Organizou e dirigiu cursos de Parapsicologia para os Centros Acadêmicos: da Faculdade de Medicina da USP, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, da Escola Paulista de Medicina e em diversas cidades e colégios do interior.
Fundou o Clube dos Jornalistas Espíritas de São Paulo em 23/01/1948. O Clube funcionou por 22 anos. Herculano foi membro da Academia Paulista de Jornalismo onde ocupou a Cadeira “Cornélio Pires” em 1964.
Herculano pertenceu também a União Brasileira de Escritores, onde exerceu o cargo de Diretor e Membro do Conselho no ano de 1964.

José Herculano Pires foi Chefe do Sub-Gabinete da Casa Civil da Presidência da República no governo do Sr. Jânio Quadros no ano de 1961, onde permaneceu até a renuncia do mesmo.

Espírita desde a idade de 22 anos não poupou esforço na divulgação falada e escrita da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tarefa essa à qual dedicou a maior parte da sua vida. Durante 20 anos manteve uma coluna diária de Espiritismo nos Diários Associados com o pseudônimo de Irmão Saulo.

Durante quatro anos manteve no mesmo jornal uma coluna em parceria com Chico Xavier sob o título “Chico Xavier pede Licença”. Foi Diretor fundador da revista “Educação Espírita” publicada pela Edicel.
Em 1954 publicou Barrabás, que recebeu um prêmio do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo, constituindo o primeiro volume da Trilogia A Conversão do Mundo.

Publicou em 1975, Lázaro e com o romance Madalena concluiu a Trilogia.

Traduziu cuidadosamente as obras da Codificação Kardecista enriquecendo-as com notas explicativas nos rodapés. Essas traduções foram doadas a diversas editoras espíritas no Brasil, Portugal, Argentina e Espanha.

Colaborou com o Dr. Júlio Abreu Filho na tradução da Revista Espírita.

Ao desencarnar deixou vários originais os quais vêm sendo publicados pela Editora Paidéia

FONTE: Editora Paideia

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Livro: Amai os Inimigos

Uma ilha deserta, cercada da beleza da natureza. Esse cenário magnífico inicia o livro Amai os Inimigos, mas a paz espiritual da personagem principal, o empresário Noel, não vai de encontro a paz do lugar. Fugido da traição da mulher e da morte do filho, Noel se isola numa ilha durante muitos anos para se recuperar espiritualmente de seus traumas. Já preparado para voltar a sociedade, Noel vê a vida de um outro parâmetro, analisando todos os fatos que o levaram a se ausentar e a causa desse isolamento na vida de seus parentes e amigos.

Porém, a estadia de Noel na nova vida socializada dura pouco, já que logo depois desse regresso a cidade, Noel desencarna tentando salvar uma vida. Já no Plano Espiritual, amparado pelo espírito de seu filho Gabriel, a personagem consegue perceber as marcas do ódio causadas pelos rancores do passado, e luta para cicatrizá-las com o bem ao próximo. Mas, um próximo que muitas vezes não conseguimos sequer enxergar, nem tampouco amar. Esse próximo, que tanto tememos, é também um alguém que não desejamos a presença; um irmão que muitas vezes negamos ou omitimos; é um espírito tão necessitado do amor quanto nos, e por muitas vezes não o compreendemos. Esse próximo é nosso inimigo. Noel passa então por um processo de estudo e conscientização da vida daqueles que julgou seus inimigos, ate o momento de reconciliação dos espíritos, e o perdão da alma.

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Nos nossos questionamentos de simples humanos, a duvida e indignação estará sempre presente: seria assim tão fácil perdoar a traição da mulher amada, ou aquele que matou seu filho? Seria fácil curar essa ferida incalculavelmente grande na alma? Não, meus irmãos, nada que envolve o perdão e aceitação do inimigo é fácil de se realizar. Mas a compreensão sempre surge em nossa alma, mesmo que pequena e fraca. Quando nos educamos a aceitar o outro da maneira como ele realmente é, e mais que isso, aceitar e perdoar seus erros, estamos diante da verdadeira lição do Cristo: “Amar o próximo como a si mesmo”.

Amai os inimigos nos traz a mente aquela velha recordação dos ensinamentos, que muitas vezes achamos tão difíceis de praticar. A historia de Noel nos mostra que a alma é capaz de perdoar e amar seu inimigo, esquecendo assim as magoas geradas na vida corpórea, e que assim como o corpo físico, se desintegram e desaparecem com o passar do tempo e a pratica do amor.

Helena Vitorino, SP-Sul.

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Livro: Marley e Eu – Vida e Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo

Para os que têm um bicho de estimação este filme é mais do que recomendado. Para os que ainda não têm, a vontade de conviver com o melhor amigo do homem vai aflora… ou não!

Afinal, estamos falando de “Marley e Eu – Vida e Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo”, livro muito bem sucedido que se transformou em filme também muito bem aceito pelo público.

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Tudo começa antes da chegada do filhote de labrador, quando John Grogan resolve presentear sua jovem esposa, Jenny, com um filhote para protelar sua idéia de ter um filho. Assim, a história conta a trajetória atrapalhada, bagunçada, divertida e emocionante desta família convivendo com Marley.

Labradores por natureza são cães bastante brincalhões e que adoram uma bagunça principalmente quando não adestrados. Marley “encarna” o esteriótipo duplicado de um típico labrador, o que causa inúmeras situações engraçadas e difíceis.

A lição que podemos tirar deste filme, com bons espiritas que somos, é que as vezes sem saber por que temos em nossas famílias entes, que apesar de muito amados, causam grandes transtornos, exigindo de seus familiares grandes doses de paciência e tolerância. Nestes momentos basta amar para que se receba de volta amo, mesmo que demore muitas encarnações.

Trailer do cinema:

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Luana – Vale

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Livro: O Lado Obscuro da Alma

Você já pensou no quanto suas atitudes podem influenciar sua vida futura? E mais ainda, já se questionou se este momento que está vivendo é fruto de uma encarnação passada?

O Lado Obscuro da Alma aborda situações em que nos perguntamos até que ponto nossa vida é desenhada pela maneira como a seguimos, e a enorme influência dos espíritos em nossa existência; aborda ainda a polêmica que ronda o desencarne brusco, e também a questão em que o ser humano coloca-se na vida por total ou parcial desconhecimento de si mesmo e do mundo espiritual. Nos mostra quais os casos em que a regressão é a única alternativa para resolvermos problemas, solucionar traumas, e compreender fatos como antipatias, magoas e repulsa ao lar familiar.

No romance de Lourdes Carolina Gagete, planos material e espiritual dividem a cena, e personagens encarnados e desencarnados entrelaçam-se num misto de provas e admirações, afetos e desavenças, enquanto nos mostram o verdadeiro sentido do perdão, e a sua intensa relação com o reencarne para a evolução da alma. Fica a questão: nosso perdão auxilia na caminhada de nossos semelhantes?

O Lado Obscuro da Alma

Um historia que envolve assuntos polêmicos, ao mesmo tempo que evidencia como nossos atos podem modificar nossa existência, alem de desmistificar os mitos que norteiam a regressão. Uma lição de perdão e compreensão, em que os laços familiares perpetuam para a eterna vida espiritual.

Helena Vitorino, SP-Sul.

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Livro: Faz Parte do Meu Show

Muitas vezes não nos damos conta de como nossas atitudes influenciam no nosso futuro. Faz Parte do Meu Show é a autobiografia de um grande artista que viveu exageradamente e abalou multidões com sua música e rebeldia. A combinação das drogas e do sexo sem limites resultou num complicado desencarne, onde a personagem se encontra vagando no espaço, sem consciência da sua situação e com grande vazio dentro de si. E nessas condições, pede ajuda aos céus, que tanto rejeitou durante a vida corpórea.

Recebe atendimento na colônia Nosso Lar, e lá conhece espíritos que o auxiliam a compreender o sofrimento de seu desencarne, as razões de seu vazio interno e o fazem enxergar com os próprios olhos que a rebeldia nada mais é do que uma forte recusa as provas e aos trabalhos que devemos realizar para nossa evolução. Pouco a pouco, o entendimento vai surgindo em sua mente, e a compreensão de seus atos o levam a buscar a felicidade por meio da ajuda ao próximo.

Faz Parte do meu Show

Com o esclarecimento e as experiências de espíritos famosos, como Elis Regina, Carlos Drummond de Andrade e Chacrinha, nossa personagem desperta para o lado imortal da vida, e reencontra-se consigo mesmo,  auxiliando espíritos sofredores no Show da Vida, que acontece no Plano Espiritual com o objetivo de resgatar almas enfermas.

De uma maneira sincera e humilde, esse livro demonstra uma jornada difícil que auxiliou na evolução do espírito e na sua forma de compreender a si mesmo, esclarecendo questões sobre desencarnes, efeito dos vícios no perispírito e a importância da família e amigos durante todo esse longo percurso de aprendizado, chamado vida.

Helena Vitorino, SP-Sul.

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