Filippo – Vale do Paraíba
Filippo – Vale do Paraíba
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Já falamos sobre esse assunto antes aqui, quer ver?
Filippo – Vale do Paraíba
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
A superpopulação acarreta diversas dificuldades de aspectos físicos. Fome, miséria, falta de recursos básicos para a sobrevivência, além de contribuir para a má divisão de renda, visto que os países com a taxa de natalidade mais descontroladas são (prepare-se para a surpresa!) do terceiro mundo. Se trouxermos essa análise apenas aqui para o [...]
A superpopulação acarreta diversas dificuldades de aspectos físicos. Fome, miséria, falta de recursos básicos para a sobrevivência, além de contribuir para a má divisão de renda, visto que os países com a taxa de natalidade mais descontroladas são (prepare-se para a surpresa!) do terceiro mundo. Se trouxermos essa análise apenas aqui para o Brasil, é comum vermos que em regiões mais pobres de nosso país, como o Nordeste por exemplo, os núcleos familiares são muito maiores do que as da região Sul e Sudeste. E isso acontece até mesmo por uma questão de sobrevivência natural: nesses locais, doenças básicas ainda assolam a população pela falta de estrutura sanitária e hospitalar, além do fato de que depois de determinada idade, os filhos passam a ajudar o pai no trabalho. Ora, é a lógica da natureza – se a taxa de mortalidade em determinado local é maior, a taxa de natalidade também precisa ser, para que a natureza assegure a sobrevivência da espécie.
Tomando a realidade citada acima, e partindo do princípio que países ou regiões ricas despertaram através dos anos uma consciência de que para se ter qualidade em ensino, educação e estrutura, famílias menores tem maior progresso nesse campo, podemos assumir que esse tipo de comportamento acabará sendo adotado pelas regiões pobres, eventualmente?
Possivelmente sim. E o reforço disso está até mesmo nas constantes mudanças econômicas e financeiras que vêm acontecendo ultimamente pelo mundo. O modelo econômico mundial em vigor tem se mostrado frágil em diversos aspectos e há muito tempo, mas nos últimos anos está atingindo quem mais se beneficiava desse sistema: as nações mais ricas. E a chave para essa solução não deve tardar a aparecer… países pobres precisam receber choques de desenvolvimento para que se tornem consumidores e passem a comprar produtos dos países ricos. Ou então criamos uma nova forma de gerenciar nossas atividades econômicos aqui no planeta. Não é preciso ser nenhum especialista para perceber que as dificuldades e crises que surgem todos os anos estão precisando de intervenções cada vez mais vigorosas para que o sistema se mantenha. Em suma: é muito provável – se já não estiver acontecendo – que os países ricos percebam que para a sobrevivência do atual sistema econômico mundial será preciso o despertar não só dos “países em desenvolvimento”, mas de todas as nações. E isso esbarra um pouco nas revoltas em países que tem regimes ditatoriais, controlados por micro elites e centralizados em uma figura única de poder. A democracia é uma ferramenta em potencial que pode dificultar as facilidades de manipulação financeira por parte de países ricos em países com esse tipo de regime.
Em contrapartida a tudo isso, já é um clichê espírita: “o planeta está passando por um processo de mudança, em que deixa o estado de provas e expiações e se transforma em um mundo de regeneração”. Fazendo uma rápida sinopse, isso quer dizer que a Terra passará por transformações profundas – físicas e morais – e mudará sua faixa vibratória para “algo mais elevado” do que temos hoje. Sendo assim, muitos espíritos que vivem encarnados e desencarnados serão “convidados a se retirar” para um outro planeta que possua vibração compatível e condizente com o comportamento moral vigente (desculpe, rima involuntária).
Ora, olhando por esse ponto de vista, a superpopulação é uma solução. Porque daria o que entende-se ser a “oportunidade final” a diversos espíritos – nós inclusive, por que não? – de provação moral ainda nesse planeta. A mudança está acontecendo em diversos âmbitos e não é preciso ser médium para perceber que alguns tipos de comportamentos já não mais são aceitos pela sociedade, como empresas que agridem o meio ambiente ou usam mão de obra escrava. Claro e óbvio que muitas atitudes voltadas para esse campo estão vinculadas aos departamentos de marketing/comunicação das empresas, e são pensados visando exclusivamente um retorno de imagem positivo da sociedade para com a organização, mas essa é a lei do mercado atual. Acho que o mais importante é que consciências tem sido despertadas e pessoas estão mudando suas mentalidades a respeito de temas que precisam ser discutidos, como o voluntariado e o meio ambiente.
E essas discussões tem que chegar a todos mesmo. Afinal, no mundo de regeneração – talvez isso seja novidade para alguns – não serão só os espíritas que ficarão por aqui, não é? Aliás, muitos de nós faremos a mudança forçada, porque o fato de frequentar um Centro Espírita não garante o “visto” aqui na Terra.
É sempre muito interessante notar que os apontamentos da Doutrina Espírita se encaixam em momentos históricos como esse e fico feliz com a oportunidade de poder ver toda essa mudança a partir dessa visão. Faz com que as coisas façam mais sentido e não deixa de estimular um exercício de fé. Afinal, como me disseram uma vez: A fé é humana, mas também é divina.
Faça a sua parte.
Filippo Carmona
Fonte: Site G1
Centro espírita na Zona Norte de SP cuida de animais. Tratamento espiritual, no entanto, não dispensa ida ao veterinário.
Donos de animais com fraturas, câncer ou que sofrem de ansiedade têm encontrado no centro espírita Vicente Cerverizo, na Vila Medeiros, na Zona [...]
Fonte: Site G1
Centro espírita na Zona Norte de SP cuida de animais. Tratamento espiritual, no entanto, não dispensa ida ao veterinário.
Donos de animais com fraturas, câncer ou que sofrem de ansiedade têm encontrado no centro espírita Vicente Cerverizo, na Vila Medeiros, na Zona Norte de São Paulo, uma ajuda para atravessar o momento difícil. O lugar é o único do Brasil que se tem notícia que oferece tratamento espiritual a animais de estimação. A afirmação é do veterinário Marcel Benedeti, presidente da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama).
Segundo ele, quaisquer animais são passíveis de tratamento espírita “uma vez que todos são seres que merecem atenção. Não importa se são cães, gatos, aves, suínos, bovinos ou eqüinos”, afirma Benedeti, que, apesar de ser veterinário, não mistura o trabalho do médico com o do espírita.
“Não é permitido tocar no assunto relacionado à medicina veterinária nem que alguém ali no trabalho é veterinário. Não lemos receitas e nem damos opiniões a respeito de tratamentos médicos que os animais recebem. Portanto, ali dentro, não existem veterinários e pacientes veterinários, mas apenas espíritos necessitados de auxílio”, esclarece.
Benedeti conta que todos no grupo espírita são vegetarianos. Os donos dos animais são chamados de tutores. “Não chamamos de donos, pois acreditamos que os animais não são objetos para terem donos”, justifica.
O perfil dos mascotes que são levados ao centro é bem parecido. Eles chegam lá depois de terem passado por diversos tratamentos “físicos” sem sucesso. “As pessoas recorrem ao tratamento espiritual como meio de aliviar o sofrimento dos animais”, diz Benedeti, que costuma receber principalmente animais desenganados ou que foram recomendados para eutanásia. “É o último recurso”, diz ele.
Os donos também têm algo em comum. “São pessoas sensíveis, que se preocupam com o bem-estar de seus animais”, observa Benedeti, que complementa: “Não fazemos distinção entre tutores quanto à religião”, diz. No local, são bem-vindos católicos, evangélicos, judeus, umbandistas e, naturalmente, os espíritas.
O veterinário Francisco Cavalcanti de Almeida, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, não vê problemas em o dono submeter o seu bichinho de estimação a um tratamento espiritual. O que não pode, afirma ele, é o animal deixar de ser levado ao veterinário.
‘Para qualquer ser vivo, existe uma enfermidade e o seu tratamento médico específico. O veterinário é o profissional capacitado para detectar qualquer sintoma ou doença e até realizar a prevenção”, afirma Almeida. 
O aposentado Mário da Conceição, de 75 anos, conheceu o tratamento espiritual depois que encontrou na rua o setter irlandês Caramelo. “Levei ele para o veterinário, que constatou que Caramelo tinha problema no coração, no fígado, não enxergava e não ouvia direito e também não se firmava nas patas traseiras. Ele viveria por pouco tempo”, relembra.
O cachorro, que já devia ter cerca de 12 anos quando foi achado, foi tratado com um veterinário homeopata e, com o tempo, apresentou melhora. Paralelamente ao tratamento, Mário levava Caramelo ao centro espírita.
“A fila do passe depende do estado de saúde do animal. No começo, ele passava na frente. Depois, ele passou a entrar na fila como todos os outros. Antes, eu carregava ele no colo do carro até a sala. No fim, ele já descia do carro sozinho”, relembra. Caramelo morreu em outubro do ano passado, mas Mário não deixou de frequentar o centro. O aposentado é responsável por outros três cães: Judite, que mora com ele, e Pretinho e Branquinho, que moram em uma pet shop mas saem para passear todos os dias com o tutor.
Quem também costuma frequentar o centro é o aposentado Antônio de Andrade, de 81 anos, dono de Diana e Juruna, um casal de fila brasileiro. A fêmea vem sendo submetida a um tratamento veterinário contra câncer há seis meses, período em que também passou a ir ao centro na Zona Norte.
Na semana passada, no entanto, Diana perdeu o movimento das pernas. “Tentei erguê-la, mas não adiantou”. Agora, o tratamento espiritual da cadela será à distância. Sim, o grupo espírita também atende, a pedido do tutor, animais doentes que não podem ir até o centro.
Tutores que se interessaram pelo tratamento devem começar fazendo um cadastro na Asseama. É preciso informar nome, endereço, raça, sexo e idade do bicho de estimação, para, depois, dar detalhes sobre o problema que aflige o animal. Neste momento, a pessoa se compromete a não comer carne nem oferecê-la ao mascote no dia marcado para o tratamento.
Chegando ao centro, o tutor passa por nova entrevista e, em seguida, é encaminhado à sala de palestras. “Esta é a parte mais importante do tratamento. É neste intervalo de reserva e reflexão, quando as pessoas ouvem do palestrante orientações evangélicas, que a equipe espiritual procede ao tratamento dos animais e do tutor”, descreve Benedeti.
Após a palestra, que dura cerca de 30 minutos, o animal e o seu acompanhante entram em uma sala onde são submetidos a um tratamento por imposição de mãos durante um minuto. “Geralmente, pede-se para retornarem depois de algum tempo, que pode ser entre sete a 30 dias”.
Conheça o site da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama)
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
07 DE OUTUBRO NOS CINEMAS
07 DE OUTUBRO NOS CINEMAS
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Serviços
Posts Desencarnados
Escolha o Assunto
AEE aliança aliança espírita evangélica carnaval charges charges espíritas Chico Chico Xavier cinema DalheDJ dalhemongo desenhos deus doutrina egm egm11 Encontro encontro geral encontro geral de mocidades encontros espiritirinhas espiritismo espírita filme filme espírita globo Jesus jovem jovens juventude KARDEC mediunidade mocidade mocidade espírita música nosso lar Obras Básicas O TREVO rede globo reencarnação religião sagrado Tirinhas TV vídeoVisitas
- 294.486 visits
- 3.872 hits per visit
- Last 24h: 254 visits & 1257 hits
- One visit each 6'19''
- One hit each 1'08''
- Your IP: 38.107.179.236
- Your browser: Bot
- Your OS: Unknown
Área Restrita




