Archive for mocidade

#NossoLar estreou. E agora? (Efeitos colaterais da obra – no bom sentido)

O Gabriel enviou seu texto para o sac.dalhemongo@gmail.com e ele veio parar aqui! Já pensou em fazer o mesmo?

Olá pessoal!

O filme Nosso Lar estreou, a expectativa é grande e aparentemente será um enorme sucesso.

Eu me pergunto: O movimento espírita terá “estrutura” para acolher os recém chegados à Doutrina? Ou melhor, os espíritas terão capacidade de receber a nova leva de pessoas não tão engajadas, ou apenas entusiasmadas superficialmente pelo filme, sem o conhecimento básico da doutrina?

Esse questionamento não foi originalmente meu, na verdade uma ouvinte da rádio espírita Boa Nova (1450 AM na grande SP) colocou essa questão em um programa.

Uma coisa que eu percebo entre muitos espíritas é uma incômoda tendência de utilizarem-se do conhecimento técnico como razão para agirem com arrogância e “superioridade”. Tudo isso pintando com uma fina camada da tinta da hipocrisia e falso moralismo. Palavras duras? Talvez, mas acredito serem necessárias. Somos nós que ditaremos o futuro da doutrina e somos nós os responsáveis por mantê-la sempre fiel aos preceitos do Cristo.

Recebemos agora uma tarefa quase paternal de guiarmos as pessoas que buscarem orientações sobre a espiritualidade segundo o espiritismo. E deveremos fazer isso com paciência e resignação. Devemos estar dispostos a enfrentar a dúvida e até o ceticismo. Talvez as informações passadas para essas pessoas não fará sentido agora, mas poderá desabrochar amanhã em algum momento de dificuldade.

Sim amigos, temos uma responsabilidade grande. Jesus pregou para os crentes e para os descrentes, para pessoas de bem e também para os desviados em todos os sentidos. É hora de seguirmos um pouquinho do seu exemplo, baixarmos a guarda e aceitar com carinho nossos novos “alunos” da doutrina.

Nosso Lar não foi lançado apenas para ser um sucesso de público, ou mais uma história bonita. Ele é uma das ferramentas para o progresso coletivo, e a nossa tarefa começa assim que o filme termina. Espíritas nós já somos, sejamos agora cada dia mais cristãos!

Alegria e paz para todos!
Gabriel Bergamini

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Mocidade Cultural: Um Evento Diferente!

O que acha da ideia de fazer um dia diferente com as mocidades da sua região? Foi o que o pessoal de Guaianases fez! Olha só o resultado, que bacana:

E a sua Mocidade? Tem um evento diferente também? Comenta aí!

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo

http://www.youtube.com/watch?v=aDxdCnJIM7A

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[ENQUETE][EGM11] Escolha o título do Encontro Geral de 2011

Nesta realidade atribulada em que vivemos, muitas vezes nos esquecemos de fazer um raio-X da nossa vida e questionar como temos pensado e agido diante das mais diversas situações.

Em um mundo que há facilidade ao acesso às drogas, o consumo é exagerado, as relações são mais virtuais do que reais, os relacionamentos vão, substancialmente, se modificando. Será mesmo? Você tem amigos virtuais? Reais? Como estão os seus relacionamentos atualmente?

E em meio a tudo isso, existe a Mocidade. Com tudo aquilo que aprendemos nas nossas turmas, temos certeza de que você age e pensa diferente de muitos jovens por aí.

Sobre estes assuntos e muito mais é que vai tratar o Enconto Geral de Mocidades 2011, que acontece no Carnaval, no Vale do Paraíba.

E como estamos em tempos de interatividade na web, mais uma vez, como é de costume, você pode escolher o título do Encontro.


Vá até a enquete e dê o seu voto! Participe. No Orkut:
http://migre.me/127cI

A enquete ficará aberta até o dia 17/08/10, 12h.
Equipe de Comunicação.
Encontro Geral de 2011.
@dalhemongo

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10ª edição Me News – Acantonamento 2010

O Acantonamento é um encontro de férias da Mocidade Elos da Amizade, de Caraguatatuba. O programa a seguir também faz uma homenagem de despedida ao Camarão, dirigente de Mocidade, que vai morar em outro estado.

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MocidadeTV: Arrecadar é Preci$o!

O segundo programa da Mocidade TV, vem falar sobre um evento anual da Regional Vale, que arrecada fundos para as Mocidades da região. O Caldinho da CAM ocorre no dia 26/06/2010.

Você tem alguma crítica? Alguma sugestão? Algum elogio? Se interessou? Você também pode participar dos próximos programas! Entre em contato com agente aqui pelo DalheMongo, pelo nosso email (projetotvdalhemongo@gmail.com) ou pelo nosso orkut.

Sua mocidade tem algo interessante pra mostrar? Filme e nos mande que iremos mostrar nos próximos programas.

Equipe MocidadeTV

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De onde surgiu a Mocidade da Aliança?

Recebemos, com muita alegria, um relato de Eduardo Miyashiro, diretor da AEE. De onde surgiu a Mocidade da Aliança?

A primeira turma de Mocidade Espírita da Aliança iniciou em 1976, no CEAE Genebra. Seus dirigentes foram Heloisa Capellas Pires e Joel Beraldo. Eles já haviam participado de mocidades em centros espíritas da zona leste de São Paulo e também eram alunos da 1a. turma de Escola de Aprendizes do CEAE Genebra.

Eram entusiastas da idéia da Mocidade, assim como os demais amigos que eram filhos e familiares dos primeiros dirigentes da Aliança. Receberam forte apoio do Jacques Conchon, primeiro Diretor Geral da Aliança, porque este também havia participado ativamente do movimento da mocidade espírita paulistana, na década de 1960.

A experiência pessoal do Jacques com a Mocidade, no entanto, foi marcada por participar de turmas de mocidade onde os dirigentes ficavam por décadas! Aquela alegação de que o que valia era a juventude do Espírito e não a do corpo fazia com que o Jacques se perguntasse: então, qual seria a diferença entre uma mocidade espírita “independente” e um centro espírita autônomo?

Quando Joel e Heloisa se reuniram para elaborar um programa-piloto, partiram da sequencia de aulas do Curso Básico de Espiritismo do programa da Aliança (nessa época eram 12 aulas). Inseriram aulas sobre Leis Morais e virtudes cristãs e concluíram um programa de 40 aulas para o primeiro ano da Mocidade. Mas a grande novidade era o conceito de que a Mocidade seria um programa, com começo, meio e fim, para não ficar durando eternamente.

As regras do trabalho eram semelhantes às da Escola de Aprendizes, porém o clima de aula era próprio da Mocidade. Aula de 90 minutos, com preparação, caderno de temas, exposição da aula, vibrações e encerramento. Os expositores eram escalados entre o quadro da Escola de Aprendizes e os próprios dirigentes. Havia ainda uma regra adicional, sugerida pelo Jacques: o limite máximo de idade de 25 anos, tanto para alunos como para dirigentes, evitando que se perpetuassem turmas com pessoas de mais idade, que deveriam ser encaminhadas para as escolas de aprendizes.

A primeira turma começou com mais de 60 jovens. Houve muita atividade de estudo, trabalho e confraternização, ao mesmo tempo em que o programa era testado. Quando se completou as 40 aulas do primeiro ano, foi concebido o segundo ano, contendo uma série de temas mais profundos, com o aprofundamento das questões tratadas no Livro dos Espíritos, na Série André Luiz e outras obras de peso. Em 1977, também se decidiu dar início à 2a. turma de Mocidade, dirigida pelas pessoas que mais se destacaram no trabalho da primeira turma, que eram a Gisele Lorenzetti e o Zeca Capelas.

Também nessa época foi feito um esforço para se multiplicar o programa de mocidades para outros centros. A Gisele e a Mônica foram dirigir a primeira turma do CEAE-Casa Verde. O Luiz Carlos Orbolato dirigiu a 1a. turma em São José dos Campos (Grupo Espírita Francisco de Assis) e a Solange Marreiro, o Carlos Belém e a Zila Rosa Belém começaram a dirigir a 1a. turma no Litoral (Centro Espírita Irmão Timóteo, de São Vicente). O Maurício e a Helen começaram a dirigir a 1a. turma do CEAE-Manchester, na zona leste de SP.

Foram realizados os primeiros encontros de mocidade, em que se escolhia uma cidade para uma confraternização, em geral em um domingo pela manhã, das 8h30 às 12h30. Algumas vezes foram realizados no CEAE Genebra, em outras, em São José dos Campos ou São Vicente, ou no Parque Cemucam, da Prefeitura de São Paulo.

Havia diversos trabalhos para as turmas, como acompanhamento de caravanas das turmas de EAE, visita ao Lar Esperança e à Clínica Francisca Júlia, do CVV, em São José dos Campos, distribuição de mensagens nos cemitérios no Dia de Finados, faxina geral nos centros espíritas, gincanas de conhecimento, Campanha Auta de Souza, etc.

Foi definido mais um ciclo de aulas (o terceiro ano), com aprofundamento de leis morais. Em 1978, a 3a. turma do CEAE Genebra foi dirigida pela dupla José Roberto Espósito e Mara. Nessa turma eu fui aluno, junto com a Tais Lorenzetti e a Monica Conchon. A Tais dirigiu a 4a. turma. A 5a. turma foi dirigida por mim e pela Monica, a partir de 1979. Nessa época, foi definido um 4a. ano no programa, mas a 1a. turma já havia se encerrado. Esse 4. ano incluía uma série de estágios de trabalhos e atividades, como teatro, jornalismo, audiovisuais, noções de direito e contabilidade para abertura de um centro espírita, assistência social, etc. As aulas teóricas incluíam os livros clássicos dos continuadores de Kardec (Leon Denis, Gabriel Dellanne, Camille Flammarion, William Crookes, etc.) Ficou um programa muito pesado, mas a Diretoria da Aliança (Jacques, Flavio e Valentim) resolveu fazer essas aulas junto com a turma que eu dirigia, durante 6 meses, para que pudéssemos fazer uma avaliação embasada na vivência prática e não apenas na teoria. Após essa experiência, percebeu-se que a programação precisava de um ajuste, ou adaptação, pois a faixa etária das turmas começou a diminuir.

Nessa altura, o Paulo Amaral, a Angela Donda, o Carlos Belém e eu estávamos empenhados na elaboração de uma versão revisada do programa, que passou a ser incluído na 3a. edição do “Vivência”. Muitas noites foram consumidas nessa revisão.

Também foi nessa época que decidimos fazer um programa intenso de expansão do programa de Mocidade, que era um “ilustre desconhecido” entre os dirigentes de centros espíritas da Aliança. Então surgiu a Comissão de Apoio às Mocidades da Aliança e nós começamos a aparecer em todas as reuniões possíveis e imagináveis para incluir o assunto “O que é a Mocidade” na pauta.

Chegamos a montar uma secretaria da Mocidade, em uma sala do CEAE Manchester. Compramos material de escritório, contratamos uma estagiária de Secretariado em meio-período e organizamos a correspondência e o material didático. (Vale a pena lembrar que não existia computador, e-mail, celular, internet, etc.)

A partir daí, começaram a se multiplicar as turmas de mocidade em diversas regiões do país. A Aliança ainda não havia se descentralizado, então não existiam as regionais como as conhecemos hoje, porém sempre houve lideranças atuantes nos centros e nas mocidades, em diversas regiões, que nos apoiaram muito.

A Mocidade do CEAE-Londrina naquela época foi um grande destaque, com dinamismo e criatividade. Participaram ativamente de todos os encontros realizados em SP, na década de 1980.

Em 1984, eu completei 25 anos e, de acordo com a regra em vigor, saí da Mocidade. Junto com o Paulo, transferimos o material da secretaria da Mocidade, junto com a responsabilidade pela condução da mocidade da Aliança para os novos integrantes da CAM (Valnei, Gerson, Geraldinho, etc.).

No final desse mesmo ano, eu casei com a Beth, a quem conheci devido à Mocidade, e ainda acompanhamos a aventura das turmas que decidiram montar o primeiro encontro de Mocidades fora do estado de SP, exatamente em Londrina, como forma de agradecer e estimular aquela turma tão dedicada.

Bom, acho que, daí em diante, outras pessoas poderão escrever mais coisas sobre a Mocidade.

Abraços,

Eduardo

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A próxima revolução é sua

Espero que vcs, amigos que eu tanto amo, não entendam este texto como um “puxão de orelha” e sim uma reflexão.

Andei dando uma olhada nos textos aqui do blog.(melhor, vi parada mesmo, no meu pc……huahuaha….já perceberam q sou eu, né?) O legal dessa tal modernidade é a gente poder ter notícias de amigos que não vemos a séculos, ver o que todos têm feito.Acho que a grande marca da mocidade, da juventude como um todo, é a alegria. E isso nossas mocidade têm de sobra.

Mas outra marca também é a revolução.

Em todos os tempos, as mudanças sociais têm sido feitas por jovens. Muitos pegaram em armas, outros fizeram à revolução sexual e ainda muitos gritaram aos quatro ventos “Que país é esse?!!!!”

Enfim, tentaram de tudo. Hoje acredito que já sabemos que a violência não leva a nada. Que desejar tirar o presidente do comando do país, não o melhor (sempre vem um igual). Ir as ruas pedindo justiça e vergonha na cara também já ta fora de moda.

Aí eu me pergunto o que fazer agora pra continuar revolucionando????? Não se aflija querido leitor que gasta seu precioso tempo com estas poucas linhas!!! Pois é justamente aqui que entra a mocidade. Justamente, Juvenal!

Se você está toda semana participando ativamente de sua mocidade, se assiste as aulas atento e ávido por novos conhecimentos, por receitas de como lidar com sua família tão anti-você (se ainda não sabe, é 1 xícara de paciência, 3 copos de perdão e amor a gosto), com certeza você já ouviu falar que “o exemplo é a força mais poderosa do Mundo”, que “um sorriso cabe em qualquer lugar”.

Assim você já sabe que a próxima revolução é a do amor. Não um amor egoísta que acolhe os iguais e exclui os que não gostamos. Falo do amor fraterno pelas criaturas. Falo de entender de uma vez por todas que você, o chato do seu priminho, Fidel Castro, Sadan, Madre Teresa, Gandhi, pais que matam filhos, filhos que matam pais e até JESUS, são mesmo filhos de um mesmo Pai. Choquei você? Mas é verdade.

Agora sim vem minha pergunta: será que você tem deixado sua crença, sua religião no centro, embaixo da cadeira, grudada junto com um chiclete usado??? Sabemos de muita coisa, temos muito entendimento, mas o que fazemos com isso??? Não falo de revolucionar o Mundo com passeatas, guerras, ou querer ser presidente (já disse que isso já foi feito e não teve o efeito que queriam). Falo da pequena revolução que podemos fazer todo dia. Talvez não criticando o presidente, mas votando pra fazer sua parte. Talvez não julgando as pessoas que aparecem no noticiaria como autores de crimes hediondos, mas vibrando por elas e suas vítimas. Talvez jogando seu papel no lixo, economizando folhas de papel, não desperdiçando comida. Respeitando as leis de trânsito (eu sou a primeira a não fazer isso!!! Infelizmente)

Pequenas atitudes que podem fazer a diferença.

O que você tem feito de fato??? Que exemplo você tem sido entre seus amigos, familiares….? Nós podemos ser a corrente do bem. E é essa uma das funções da mocidade, formar cidadãos conscientes.

Ta na hora de fazer a diferença.

Ass: Palhacete, tutti-frutti, lull’s, mendigona, Lu e Luana para os íntimos!

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Trabalhador de Mocidade? Eu?

E quais ferramentas você precisa para ser um bom trabalhador de mocidade?
Programa? Dinâmicas? Saber cantar, pintar e bordar? Saber que o jovem passa por uma transformação psicofisiológica espitirual, exatamente nesse período entre 14 e 18 (principalmente!)? Ou simplesmente achar que é tudo uma brincadeira?

E se eu disser que você precisa de tudo isso ( eu ainda não aprendi a bordar!) e muito mais!
Precisa ter coragem, fé, dinamismo, ser acolhedor, ser disciplinador, alegre, quieto, falante, ser exemplo e ter exemplos, falhar, acertar, estudar, gritar, chorar, orar, correr, dar o sangue, pedir desculpas, perdoar, dormir tarde, acordar muito cedo, marcar expositor, ser expositor, conversar pelo MSN, abraçar, conversar com o pais, bolar encontros, fazer coisas inesperadas a si mesmo ( muitas pessoas aprenderam a cozinhar, varrer chão, limpar banheiro e afins), viajar, cantar, preparar atividade,ter postura, cozinhar,ser mecânico hidráulico, fazer propaganda, saber esclarecer, ter dúvidas, disciplina, flexibilidade, ser autoconfiante, fazer parte do espírito de aliança, representar, abrir uma turma, querer evoluir e querer que outros evoluam com você e muitas outras coisas, mas acima de tudo AMAR! Um amor perto do divino, puro e fraternal. Algo especial!

No fim de semana dos dias 20 e 21 de Março foram “formados” mais alguns futuros trabalhadores de mocidade. Que tudo que foi passado no curso seja a energia necessária para o começo de grandiosos trabalhos, contem sempre com o auxilio da CAM, dos dirigentes e dos novos amigos.

Clique na imagem para vê-la em alta resolução

Sejam bem vindos a esse trabalho tão bonito e necessário a esse planeta! A equipe do curso agradece de coração a mais essa oportunidade de executar algo tão especial! Que no coração de cada um persista a vontade de reforma intima e amor ao próximo! Vocês movem o mundo! E deixo aqui um trecho de uma música. De mocidade, lógico!

“Mocidade, vida e amor,
Por toda vida, por todo tempo
Pelos lugares por onde for
Por toda Terra
Pelos seus sonhos
Pelas crianças que vão nascer
Que um dia vão ser jovens
Vão cantar, brincar, sorrir, brilhar, viver
Assim como nós
Eu e você.”

Com amor.
Equipe de Organização CDME 2010 – Vale do Paraíba

E você? Também está começando a trabalhar com a Mocidade agora? Qual a sua impressão? Escreva para a gente em sac.dalhemongo@gmail.com e conte-nos sua experiência!

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EGM 2010: Um mês depois, o que eu achei?

Queridos amigos,

Hoje faz exatamente um mês que o Encontro Geral de Mocidades 2010 acabou. Todos nós nos despedimos do pessoal de Minas Gerais – que é pura simpatia – e voltamos para casa para fazer a nossa parte.

Os Jovens da Última Hora somos todos nós e podemos – e devemos – fazer a diferença no mundo sempre.E você deve saber que o trabalho de mocidade não para, certamente você já está cheio de compromissos com a turma: visitas, passeios, aulas, Encontro Regional, Encontro de Dirigentes, eventos, ações sociais, ufa!Saiba você que já tem uma galerinha pensando no Encontro Geral de 2011, que vai acontecer no Vale do Paraíba.

E para isso, nós queremos saber a sua opinião sobre tudo o que rolou no Encontro deste ano.Já passou um mês, temos certeza que você refletiu bastante, pensou e amadureceu suas ideias, então, bora opinar sobre tudo.Como? A gente explica, é bem simples, é só clicar no link correspondente à sua participação no Encontro que passou.

Estrutura – http://bit.ly/estrutura
Atividade – http://bit.ly/atividade
Quarto – http://bit.ly/mquarto
Participante – http://bit.ly/participante

Ele parece meio grande, mas é só impressão, e lembre-se: é o que você colocar lá que vai nortear a organização e planejamento do Encontro de 2011!

Mais sobre o Encontro aqui. http://dalhemongo.com/categoria/egm2010
Contamos com vocês!

Fraternalmente,

Equipe de Comunicação
EGM 2010 – Regional Minas Gerais
http://alianca.org.br/

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Festa e Trabalho: Encontro e Mocidade

O ano da Mocidade é feito de momentos que fazem parte de ciclos. Vivemos agora o momento do Pós-Encontro. Eu, particularmente, sempre utilizo este momento para pensar muito sobre o que passou e em tudo aquilo que está por vir.

O ano que passou foi cheio. Cheio de preparação, dúvidas, medos. Cheio de muito trabalho, força de vontade e fé, acima de tudo. Garanto que isso aconteceu com cada pessoa em cada um dos diversos encontros que aconteceram no Carnaval pelo Brasil afora. Participei do EGM10, então falarei sobre ele.

Levar um encontro desse porte para um lugar tão distante, como foi o caso desse ano, Minas Gerais, foi um desafio e tanto para cada um daqueles que participaram do processo. Começou pelo trabalho de preparação e persistência dos amigos mineiros, que já estão pensando nesse evento há muitos anos. Desde o primeiro passo de saber o que é um encontro, fortalecer a sua regional, fazer parte do trabalho e fortalecer a base para conseguir fazer o que fizeram. Desafio também para todas as outras regionais, que vestiram a camisa dos mineiros e fizeram acontecer.

Confesso que fiquei apreensivo quando fiquei sabendo da confirmação de Minas como sede do encontro, e acho que não fui só eu. Imaginem a quantidade de dinheiro e de esforços necessários para se levar tanta gente para Belo Horizonte. Senti, no entanto, e na prática, a realização de uma frase que sempre gostei.

“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.” Bezerra de Menezes.

O ânimo dos nossos companheiros de Minas, que até agora eram pontos de vista, começaram a contagiar. Começamos a ser solidários e tudo começou a acontecer. Quando estive em Belo Horizonte no meio do ano para ajudar no curso de dirigentes, eu já sentia a empolgação e vontade de realização daquelas pessoas. Enquanto isso, nos outros lugares, todas as regionais faziam eventos e mais eventos para juntar o dinheiro necessário para a viagem. No meio de tudo isso lá estavam, como sempre, nossos amigos espirituais, nos apoiando e fortalecendo, e sempre sabendo que somos capazes.

No final do ano, fechadas as inscrições, mais uma surpresa: 919 pessoas. Achei demais. Inacreditável, de certa forma. A capacidade de realização do ser humano é grande. Acho que muito maior do que imaginamos.

Depois de tanto Pré-Encontro lá estávamos todos. Alguns depois de 10 horas de viagem, como nós do Vale. Outros depois de incríveis 30 horas, como foi o caso dos amigos que vieram do Centro-Oeste. Sim, foram mais quatro dias inesquecíveis. Mesmo para quem já passou por tantos carnavais e já esteve em tantas áreas de encontros como eu. As pessoas, os momentos, os aprendizados. Acho que temos também uma capacidade muito maior do que imaginamos de aprendizagem. A seguinte foto mostra o que eu queria descrever com palavras sobre esse encontro.

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Acabou o encontro. E agora? Começamos o outro? Engraçado. Há alguns anos discutimos sobre isso. Várias das diversas reuniões de Mocidade durante os anos eram dedicadas aos encontros. E como ficava a Mocidade? Isso mesmo, a Mocidade, aquela que originou tudo isso. O encontro é marcante, para o resto das nossas vidas eu diria, mas é uma festa. É uma reunião de amigos. Reunião nada fácil, é claro, e que dá muito trabalho, como vimos ou sentimos na pele, mas ainda assim não é o principal trabalho.

O principal é a Mocidade. Ela é o nosso dia-a-dia. É na Mocidade que aprendemos com mais profundidade sobre o Espiritismo, sobre os ensinamentos de Jesus, e sobre nós mesmos. Se você parar para pensar, as atividades do encontro não são tão profundas quanto as aulas no nosso centro. O papel delas é exatamente o de despertar as dúvidas, é a de nos fazer pensar. A nossa base real virá das aulas da Mocidade.

Isso é tão verdadeiro que pensando sobre aquelas diversas reuniões que se dedicavam apenas aos encontros  percebemos que elas conseguem, nos dias de hoje, e com muita desenvoltura, tratar dos encontros e de todos os outros problemas e soluções da Mocidade. Isso é sinal de maturidade de um trabalho que é feito há algumas décadas. Maturidade demonstrada nos números do encontro, que esteve em sua 37ª edição, quebrando todos os recordes de quantidades de pessoas. Esses recordes são reflexo direto do trabalho sério e competente feito em cada uma das regionais. Trabalho que só cresce a cada dia que passa. Pensemos sobre tudo isso. E que comece mais um ciclo. E que venha o Geral do VALE!

Ah, e não deixe de escrever sobre a sua experiência de encontros de Carnaval. Eu contei a minha sobre o EGM. Você que também foi nesse encontro pode ter uma outra visão, talvez complementar. Sei ainda de tantos outros encontros, que também já fui, ou ouvi falar. Até. =)

Yuri, VALE.

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