Via @Carla Zanetti
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Um anúncio da Red Bull, que dentre outras coisas é mais conhecida por fabricar bebidas energéticas e patrocinar uma equipe de F-1, tem causado polêmica entre os católicos mundo afora pelo fato de um dos personagens ser nada menos que o Mestre Jesus!
Na propaganda, Jesus anda de barco com mais dois [...]
Um anúncio da Red Bull, que dentre outras coisas é mais conhecida por fabricar bebidas energéticas e patrocinar uma equipe de F-1, tem causado polêmica entre os católicos mundo afora pelo fato de um dos personagens ser nada menos que o Mestre Jesus!
Na propaganda, Jesus anda de barco com mais dois discípulos e resolve descer porque tinha se cansado da “pescaria”, e então começa a andar sobre as águas.
Um dos discípulos pergunta como ele faz isso. Aí o outro discípulo espertinho diz que Jesus tomou um Red Bull (“Red Bull te dá aaaaaaasas”).
No que Jesus responde: que não é Red Bull, nem milagre, é só ficar esperto para pisar nas pedras certas.
A meu ver, a polêmica deve ser pelo fato de a propaganda “brincar” com Jesus ou por ter feito menção ao Mestre ter bebido energético.
Sinceramente, se Jesus veio trazer o amor e a paz, e consequentemente a alegria, acho que não se incomodaria em “participar” de uma propagando bem humorada.
Não digo com isso que a figura do Mestre deva ser usada para fins comerciais, mas daí a causar uma polêmica, sei não, tenho cá minhas dúvidas.
Mas, quero saber de você, o que acha sobre a questão?
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Engraçado como as coisas mudam!
Até outro dia, para se ter um celular era preciso entrar em uma fila (calma, fica pior) para se comprar “a linha”. Sendo que esta fila não era algo físico, literal, mas uma lista de pessoas interessadas em ter um número de telefone. Uma linha de [...]
Engraçado como as coisas mudam!
Até outro dia, para se ter um celular era preciso entrar em uma fila (calma, fi
ca pior) para se comprar “a linha”. Sendo que esta fila não era algo físico, literal, mas uma lista de pessoas interessadas em ter um número de telefone. Uma linha de telefone podia custar R$1.200 reais, sem o valor do aparelho! O celular deveria ser comprado a parte, custando um pouco mais caro do que isso. Época esta em que falavamos em um tijolo carinhosamente apelidado de celular, sem joguinhos, analógico, sem agenda. O pior de tudo é que as pessoas compravam linhas de celular como se fossem investimentos, como quem compra um apartamento na planta ou dólar, pensando em revender depois. Hoje compramos uma “linha” na banca de jornal, com o nome de “chip”. Mundo estranho.
Antes usavamos a internet para entrar em salas de bate-papo. Era moda poder falar com os amigos do colégio pela internet. Combinava-se a sala de chat, nickname e horário, e… quase nunca dava certo. Eram 30 minutos acertando os detalhes, 20 para conectar à internet e mais um tanto para efetivamente entrar na sala de bate-papo virtual. Isso porque estavamos juntos, no colégio, 1 hora antes. Pessoas estranhas.
É assim mesmo. Quando uma coisa nova surge e nós ainda não temos muita noção de seu alcance, poder e principalmente do que aquilo é capaz, nos perdemos e acabamos por ter uma visão minimalista. Mal comparando, é como o Frodo em O Senhor dos Anéis (desculpe, foi a única referência que me ocorreu agora): ele achava que o anel fazia as pessoas desaparecerem. Eis que ele poderia destruir o mundo com aquele objeto.
A internet é a mesma coisa. Criou-se o Mirc, ICQ, MSN, Gtalk e Skype, muita gente disse “Para que vou usar a internet para falar com as pessoas? Se eu quiser falar com alguém, eu ligo”. Eis que o mundo muda. Hoje, se você não tem um endereço de email, não existe para a sociedade – ele é seu RG. Se a sua empresa não tem um site, não faz parte do mercado. Se você não conhece alguns sites, não sabe o que acontece no mundo. E ainda vejo algumas pessoas que falam: “Twitter? Que negócio inútil”! Cuidado, será que você sabe para que serve e qual seu alcance?
Contudo, ultimamente venho me questionando: quanto a internet está nos ajudando efetivamente na evolução dos homens? Até onde ela converge com nosso objetivo de melhoria do mundo?
Analisando profundamente, em gênero, número e grau… nenhuma conclusão.
Porém, faço alguns comentários:
A Wikipédia, a enciclopédia – mais ou menos – livre, tem como filosofia a possibilidade de todos poderem depositar conhecimento e compartilhar informações. Desta forma, se possibilita de maneira muito mais ágil a definição de verbetes, locais e pessoas. Hoje, não mais dependemos que senhorzinhos como Aurélio e Michaelis façam uma nova versão de seus respectivos dicionários, para que possamos conhecer coisas novas.
Vocês se lembram da Barça? Pois é. Quem lembra..
O Skype é uma ferramenta muito interessante. Vem aproximando as pessoas cada vez mais, de maneira menos impessoal. Tudo bem, temos o orkut e msn, mas o Skype permite que você seja visto e ouvido. Já é utilizado em reuniões entre casas espíritas fora do Brasil, para auxilio e acompanhamento. A própria mocidade vem estudando maneiras de se reunir através dele, por conta da distância de muitas Regionais.
O próprio email é uma ferramenta de poder absurdo. A partir dele são criados grupos de discussão e trocas de informação espírita, é a base da Escola de Aprendizes a Distância, que possibilita a pessoas de locais longínquos trabalharem sua reforma íntima mesmo sem um centro espírita por perto.
Até mesmo o Twitter foi uma ferramenta utilizada para a organização de um movimento único contra o presidente do Senado, acusado de diversas falcatruas. Através do microblog, foram organizadas passeatas em diversas capitais, com apoio e participação ativa de jovens. E tudo começou com um simples #ForaSarney no Twitter.
Enfim, penso que a internet é apenas mais um teste para o livre arbítrio. Cabe a você saber utilizá-la da melhor maneira possível. E com certeza é uma ferramenta incrível! Hoje, através dela, podemos ver como site como esse tem um alcance muito maior do que imaginavamos… pessoas de todos os lugares se reunem aqui, para ler um pouquinho mais de espiritismo.
É isso aí!
Filippo – Vale
Gostou? Então dá uma olhada nesses:
Michael Braungart é um excentrico químico alemão que está tentando reinventar o modelo produtivo da humanidade. Para ele, nada na nossa cadeia de produção é realmente sustentável e que o máximo que fazemos é minimizar a destruição, o que não resolve o problema.
Assim, junto com o arquiteto americano William McDonough [...]
Michael Braungart é um excentrico químico alemão que está tentando reinventar o modelo produtivo da humanidade. Para ele, nada na nossa cadeia de produção é realmente sustentável e que o máximo que fazemos é minimizar a destruição, o que não resolve o problema.
Assim, junto com o arquiteto americano William McDonough escreveu o livro “Cradle to Cradle” (“de berço a berço”), que tenta desenhar um sistema no qual não há resíduo na produção industrial. Crítico do pensamento ambientalista tradicional, Braungart presta consultoria para a Ford, a Nike e a cidade de Chicago.
E afinal, se acreditamos em reencarnação, cuidar do meio ambiente passa a ser um objeto de interesse pessoal, não?
Fonte: Site G1
Centro espírita na Zona Norte de SP cuida de animais. Tratamento espiritual, no entanto, não dispensa ida ao veterinário.
Donos de animais com fraturas, câncer ou que sofrem de ansiedade têm encontrado no centro espírita Vicente Cerverizo, na Vila Medeiros, na Zona [...]
Fonte: Site G1
Centro espírita na Zona Norte de SP cuida de animais. Tratamento espiritual, no entanto, não dispensa ida ao veterinário.
Donos de animais com fraturas, câncer ou que sofrem de ansiedade têm encontrado no centro espírita Vicente Cerverizo, na Vila Medeiros, na Zona Norte de São Paulo, uma ajuda para atravessar o momento difícil. O lugar é o único do Brasil que se tem notícia que oferece tratamento espiritual a animais de estimação. A afirmação é do veterinário Marcel Benedeti, presidente da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama).
Segundo ele, quaisquer animais são passíveis de tratamento espírita “uma vez que todos são seres que merecem atenção. Não importa se são cães, gatos, aves, suínos, bovinos ou eqüinos”, afirma Benedeti, que, apesar de ser veterinário, não mistura o trabalho do médico com o do espírita.
“Não é permitido tocar no assunto relacionado à medicina veterinária nem que alguém ali no trabalho é veterinário. Não lemos receitas e nem damos opiniões a respeito de tratamentos médicos que os animais recebem. Portanto, ali dentro, não existem veterinários e pacientes veterinários, mas apenas espíritos necessitados de auxílio”, esclarece.
Benedeti conta que todos no grupo espírita são vegetarianos. Os donos dos animais são chamados de tutores. “Não chamamos de donos, pois acreditamos que os animais não são objetos para terem donos”, justifica.
O perfil dos mascotes que são levados ao centro é bem parecido. Eles chegam lá depois de terem passado por diversos tratamentos “físicos” sem sucesso. “As pessoas recorrem ao tratamento espiritual como meio de aliviar o sofrimento dos animais”, diz Benedeti, que costuma receber principalmente animais desenganados ou que foram recomendados para eutanásia. “É o último recurso”, diz ele.
Os donos também têm algo em comum. “São pessoas sensíveis, que se preocupam com o bem-estar de seus animais”, observa Benedeti, que complementa: “Não fazemos distinção entre tutores quanto à religião”, diz. No local, são bem-vindos católicos, evangélicos, judeus, umbandistas e, naturalmente, os espíritas.
O veterinário Francisco Cavalcanti de Almeida, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, não vê problemas em o dono submeter o seu bichinho de estimação a um tratamento espiritual. O que não pode, afirma ele, é o animal deixar de ser levado ao veterinário.
‘Para qualquer ser vivo, existe uma enfermidade e o seu tratamento médico específico. O veterinário é o profissional capacitado para detectar qualquer sintoma ou doença e até realizar a prevenção”, afirma Almeida. 
O aposentado Mário da Conceição, de 75 anos, conheceu o tratamento espiritual depois que encontrou na rua o setter irlandês Caramelo. “Levei ele para o veterinário, que constatou que Caramelo tinha problema no coração, no fígado, não enxergava e não ouvia direito e também não se firmava nas patas traseiras. Ele viveria por pouco tempo”, relembra.
O cachorro, que já devia ter cerca de 12 anos quando foi achado, foi tratado com um veterinário homeopata e, com o tempo, apresentou melhora. Paralelamente ao tratamento, Mário levava Caramelo ao centro espírita.
“A fila do passe depende do estado de saúde do animal. No começo, ele passava na frente. Depois, ele passou a entrar na fila como todos os outros. Antes, eu carregava ele no colo do carro até a sala. No fim, ele já descia do carro sozinho”, relembra. Caramelo morreu em outubro do ano passado, mas Mário não deixou de frequentar o centro. O aposentado é responsável por outros três cães: Judite, que mora com ele, e Pretinho e Branquinho, que moram em uma pet shop mas saem para passear todos os dias com o tutor.
Quem também costuma frequentar o centro é o aposentado Antônio de Andrade, de 81 anos, dono de Diana e Juruna, um casal de fila brasileiro. A fêmea vem sendo submetida a um tratamento veterinário contra câncer há seis meses, período em que também passou a ir ao centro na Zona Norte.
Na semana passada, no entanto, Diana perdeu o movimento das pernas. “Tentei erguê-la, mas não adiantou”. Agora, o tratamento espiritual da cadela será à distância. Sim, o grupo espírita também atende, a pedido do tutor, animais doentes que não podem ir até o centro.
Tutores que se interessaram pelo tratamento devem começar fazendo um cadastro na Asseama. É preciso informar nome, endereço, raça, sexo e idade do bicho de estimação, para, depois, dar detalhes sobre o problema que aflige o animal. Neste momento, a pessoa se compromete a não comer carne nem oferecê-la ao mascote no dia marcado para o tratamento.
Chegando ao centro, o tutor passa por nova entrevista e, em seguida, é encaminhado à sala de palestras. “Esta é a parte mais importante do tratamento. É neste intervalo de reserva e reflexão, quando as pessoas ouvem do palestrante orientações evangélicas, que a equipe espiritual procede ao tratamento dos animais e do tutor”, descreve Benedeti.
Após a palestra, que dura cerca de 30 minutos, o animal e o seu acompanhante entram em uma sala onde são submetidos a um tratamento por imposição de mãos durante um minuto. “Geralmente, pede-se para retornarem depois de algum tempo, que pode ser entre sete a 30 dias”.
Conheça o site da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama)
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José Roberto Fonseca é um engenheiro que chegou a Baixas, um dos bairros mais pobres de São José da Tapera, uma das cidades mais pobres de Alagoas, um dos estados mais pobres do Brasil. O que ele enxergou lá foi uma oportunidade de gerar prosperidade a partir das riquezas naturais do lugar.
José Roberto Fonseca é um engenheiro que chegou a Baixas, um dos bairros mais pobres de São José da Tapera, uma das cidades mais pobres de Alagoas, um dos estados mais pobres do Brasil. O que ele enxergou lá foi uma oportunidade de gerar prosperidade a partir das riquezas naturais do lugar.
Você já pensou o quanto pode ser simples mudar a vida das pessoas?
@DalheMongo
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