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Esse filme te dá a visão do sofrimento universal causado pelo mundo da guerra. Benedict Cumbertbatch, atuou no filme.
Cavalo de Guerra é um filme extraordinário que engloba a guerra, a coragem, a lealdade, a amizade e o sofrimento causado pela guerra em um só plano, de modo claro para todos aqueles que possuem sensibilidade para apreciá-lo.
É um filme que toca sem precisar usar dos escrúpulos que a maioria dos filmes sobre guerra usa: muito sangue e feridas abertas, pessoas se matando. Nós sabemos que isso ocorre, mas é de modo sutil, sem agredir o telespectador, é o oposto, é contra a guerra.
Com um enredo envolvente, é imperceptível a passagem do tempo no cinema…Um cavalo e um menino que buscam se encontrar  é o que mostra o filme, simples, porém encantador.
Fiz um vídeo e músicas em homenagem a esse filme, para quem quiser saber mais:
Laís Vitória, 16 anos.
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    1. Bastidores do filme de Chico Xavier
    2. Filme: O Príncipe do Egito

    ”We don’t need machine, we need humanity![...]” – Não foi apenas um discurso, foi o sentimento do mundo refletido em palavras, o que o mundo sentia naquela época ao ver o Hitler cometer as atrocidades: a dor, o desespero, aquele sentimento de querer se libertar de amarras invisíveis.

    Charles Chaplin conseguiu eternizar a dor do mundo naquele momento, a sua dor, mostrou a sua opinião em relação as máquinas, ao mundo que estava se formando naquele momento: o capitalismo tornando sua forma mais cruel, a crise que o mundo estava passando. Uma mente sensível observando todas as desgraças e esperanças do mundo teria que deixar toda a emoção que tomava conta do seu espírito naquele momento florescer, e deixou por meio de um grande legado a humanidade: o filme O Grande Ditador.

    ‘We think too much, feel too little” – Palavras atemporais, ditas por um gênio que o tempo não apaga, apenas reluz.

    Laís Vitória
    Laís escreve contribui com textos periodicamente no DalheMongo.com. Para ler outros textos sobre cinema e conhecer seu blog, acesse:
    http://lalavitoria.wordpress.com/cinema/

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      Os seres humanos tem uma certa tendência a ser pessimistas. Acho que muito em função do meio em que estamos inseridos hoje, que acaba nos influenciando e nos fazendo pensar que a competição ou o alto número de pessoas fazendo as coisas – não sei – aumenta a probabilidade de você ser mais um, das coisas darem errado e de que nada vale a pena.

      Sempre gostei de ler biografias de pessoas que fizeram a diferença, de procurar saber um pouco mais sobre elas. Me parece que essa é uma forma de adentrar ao mundo daquela personagem e entender como era lido e entendido por ela cada situação. Quais eram as reações às pequenas coisas, as decisões nos pequenos detalhes.

      O cinema mesmo nos propicia muitos filmes biográficos de pessoas que superaram suas gerações, enxergaram além de seus pares e fizeram a diferença – sem entrar no mérito se foi positiva ou negativa a sua passagem. Cito Cazuza, Ray Charles, John F. Nash (gênio matemático inventor de famosa teoria econômica – Uma Mente Brilhante), Howard Hughes (mega-empresário americano – O Aviador), Gandhi, Hitler, Mark Zuckerberg (co-fundador do Facebook – A Rede Social) e Chico Xavier. Cada um desses caras trouxe ao mundo uma visão diferente do comum, um olhar além do que estavamos acostumados, atitudes que não esperavamos para o cotidiano repetitivo.

      Somos treinados para fazer o que estamos acostumados. Até sentimentalmente. Nossas reações já são esperadas, nossos sorrisos, calculados. Você já reparou que tendemos a rir mais quando assiste a uma comédia acompanhado? Por que será? Massificamos nossas reações? Padronizamos as respostas aos estímulos do mundo?

      Depois de entender um pouco melhor esses caras que citei aí em cima, é que vejo o quanto a atitude e o exemplo nos menores atos, nas pequenas coisas, fazem toda a diferença e mostram quem você é. O quanto aplicar o seu ideal a tudo, sem criar exceções, sem ter preguiças, viver aquilo que você acredita, de coração, faz de você uma pessoa diferente.

      Assim, acredito que é isso que quero para o planeta de regeneração. Tentar fazer do meu mundo um lugar condizente com o ideal que quero seguir. Colocar em prática o que escolhi, sem negar nem mesmo nas pequenas decisões,minha crença. E digo isso sem pensar em religião nenhuma, apesar dela fazer parte e nortear meus ideais.

      Para finalizar, aqui vai um vídeo que fala um pouco disso.

      A letra da música tocada no comercial é Whatever, do Oasis e você pode conferir letra e tradução aqui. Recomendo!

      Filippo – @_Filippo

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        1. #NossoLar – Carta enviada por Richard Simonetti à Revista Veja
        2. Filme sobre a vida de Chico Xavier pode ter continuidade
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        Amanhã é 12 de Outubro, Dia das Crianças. Nada melhor do que falarmos um pouco de uma das coisas que elas mais gostam: Desenho Animado.

        Essa é uma das animações mais impactantes que eu já vi. Eu não podia esperar menos da história de Moisés.

        O Príncipe do Egito é uma animação criada pelos estúdios DreamWorks em 1998. Trata da vida de Moisés desde seu nascimento e sua infância como príncipe do Egito até a sua escolha como guia do povo Hebreu e de sua libertação. A história do filme é baseada no Êxodo e em tradições islâmicas. O diretor de filmes Stephen Spielberg, dono da DreamWorks, provavelmente influiu na história do filme, considerando sua fé judaica.

        No Egito Antigo os hebreus eram escravos. Seth, o Faraó, preocupado com o crescimento do número de escravos, ordena que todos os bebês homens sejam executados. A mãe de um desses meninos colocao-o em uma cesta no rio Nilo e sua filha mais velha, Miriam, acompanha o percurso do cesto através do rio. O cesto é encontrado pela rainha do Egito, que adota o menino e o batiza com o nome de Moisés.

        Alguns anos depois Moisés e Ramsés, também príncipe, são irmãos inseparáveis e sempre se encrencam de alguma forma. Apesar da participação dos dois, Ramsés normalmente levava a culpa.

        Certo dia Moisés sugere ao seu pai que faça de Ramsés príncipe regente. Em agradecimento, Ramsés proclama Moisés arquiteto chefe real e os altos sacerdotes oferecem a ele uma mulher para lhe servir de concubina.

        Moisés encontra, depois de um tempo, Miriam, que lhe conta a verdade sobre sua origem.  Inicialmente ele não aceita, mas sua conversa com seus pais e seus sonhos o convencem de que ele é realmente hebreu. Tempo depois, Ramsés praticamente, Faraó, inicia a construção de um enorme templo e explora cada vez mais os escravos. Moisés, já sabendo da sua origem, empurra um guarda egípcio que humilhava um hebreu. Com medo das leis egípcias, Moisés, foge do Egito e vaga pelo deserto a procura de um novo recomeço.

        No meio do deserto  é muito bem recebido pelos hebreus que lá moravam e torna-se um pastor de ovelhas. Tempos depois, durante uma caminhada, encontra um arbusto em chamas e é instruído por Deus a libertar o povo hebreu. Essa, para mim, é uma das cenas mais emocionantes do filme. Mostra a demosntração de confiança no potencial de Moisés, e ao mesmo tempo a coragem do mesmo para assumir o seu papel no mundo. Moisés imediatamente volta ao Egito em busca de Ramsés e pede a ele que liberte o seu povo, mas Ramsés recusa várias vezes e faz o povo hebreu sofrer cada vez mais.

        O Faraó sofre então, através da intervenção de Moisés, com as Dez pragas do Egito. Algumas delas aparecem no vídeo abaixo. Por fim, Ramsés deixa os hebreus partirem, mas logo em seguida volta atrás e tenta recapturá-los. Deus se manifesta através de Moisés e o povo consegue atravessar o Mar Vermelho, na célebre cena da abertura de suas águas.

        Ao final Moisés aparece com as Tábuas da Lei, que trazem em si os Dez Mandamentos.

        É uma animação bastante emocionante e útil. Ela pode ser usada com crianças, jovens e adultos, para que mostremos essa passagem da nossa história, tão importante para aquele momento da humanidade e bem descrita na Bíblia.

        Para mais, Navegue por assunto em cinema.

        Yuri, VALE.

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