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#NossoLar pode ganhar sequência

O longa-metragem brasileiro Nosso Lar tornou-se a oitava maior bilheteria nacional de estreia do ano. Sendo assim, o diretor Wagner de Assis já está pensando em filmar uma sequência. Ele pretende adaptar a continuação da história, o livro Os Mensageiros, psicografado por Chico Xavier.

Nosso Lar mostra a jornada de um médico após sua morte. Ele acorda num mundo espiritual e vê desde os primeiros dias, numa dimensão de dor e sofrimento, até ser resgatado para uma cidade espiritual. O filme também foi baseado em uma obra do médium mineiro.

O elenco conta com os atores Renato Prieto, Othon Bastos, Ana Rosa, Paulo Goulart, Werner Schünemann, Fernando Alves Pinto, Rodrigo dos Santos, Inez Viana, Rosanne Mulholland e Clemente Viscaíno.

Ainda sem confirmação oficial, o novo filme poderá chegar aos cinemas em 2012.

Fonte: Cineclick.

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Filmes espíritas lideram recorde de bilheteria no Brasil

“Nosso Lar”, filme baseado em best-seller de Chico Xavier, liderou as bilheterias de cinema do Brasil neste final de semana, ao arrecadar R$ 6,1 milhões em ingressos em 443 salas entre sexta e domingo, informou nesta tarde a distribuidora Fox.

O número divulgado faz uma estimativa das vendas de domingo e pode mudar até o fechamento final, a ser anunciado entre segunda e terça.

Se confirmado, “Nosso Lar” será a segunda maior abertura para um filme brasileiro desde a retomada do cinema nacional, em 1995, atrás apenas da cinebiografia “Chico Xavier”, outro longa de temática espírita, que fez R$ 6,2 milhões em 377 salas em abril.

“Nosso Lar”, dirigido por Wagner de Assis e feito com R$ 20 milhões, narra a morte do médico André Luiz e a chegada de seu espírito a uma “colônia”, em cenários repletos de efeitos especiais. A trilha sonora é de Philip Glass.

Já “Chico Xavier”, dirigido por Daniel Filho e feito com R$ 12 milhões, estreou em 2 de abril, aniversário do centenário de nascimento do médium, e foi visto por mais de 590 mil pessoas em três dias.

Segundo o FilmeB, que reúne dados das distribuidoras no país, “Chico Xavier” é o filme brasileiro mais visto de 2010. Na lista com filmes internacionais, o longa espírita é o sétimo mais visto.

Em terceiro lugar entre as maiores aberturas do cinema nacional desde 1995 está “Se Eu Fosse Você 2″, também de Daniel Filho, que estreou em janeiro de 2009 com R$ 5,7 milhões.

Fonte: Folha.com

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#NossoLar detém recorde de produção nacional mais cara

Serão 435 cópias em salas de todo Brasil. É o recorde de lançamento do cinema brasileiro – “Os Normais” chegou a 434 cópias, perdendo por uma para “Nosso Lar”. O longa adaptado do best seller de Chico Xavier chega para arrebentar. A Federação Espírita do Brasil, que detém os direitos do livro, dá seu aval. As plateias de espíritas, que já assistiram às pré-estreias – no Rio e em São Paulo, entre outras praças -, reagem emocionalmente, muitos chorando. “Nosso Lar” baterá outro recorde, o de público, de “Chico Xavier”? O longa de Daniel Filho bateu nos 5 milhões de espectadores. Dependendo do sucesso de “Nosso Lar”, haverá nova enxurrada de filmes inspirados na doutrina espírita, a começar por “Os Mensageiros”, também ditado pelo espírito de André Luiz, que o diretor Wagner de Assis também gostaria de verter para a tela.

Quando ele se lançou ao projeto, parecia coisa de louco. Para tornar real o mundo pós-mortem relatado por Chico Xavier em seu livro ditado por André Luiz, Assis sabia que ia necessitar de efeitos, muitos efeitos. Eles não o assustavam, mas, além de não dominar tecnologias de ponta nessa área de produção, o cinema brasileiro tem o hábito de só timidamente recorrer a elas Efeitos são coisas de Hollywood, aumentam os custos. Felizmente, o projeto interessou a uma empresa do Canadá, e o próprio governo daquele país barateia custos ao subsidiar a produção estrangeira. Um compositor tão prestigiado quanto Philip Glass também ligou seu nome a “Nosso Lar”, e não por dinheiro, mas por achar intrigante esse mundo retratado por Assis em seu longa.

No comando de tudo isso, a produtora Iafa Britz arrisca a maior cartada de sua carreira. Ex-Total Entertainment, ela se desligou da outra empresa para desenvolver projetos próprios. Estreia com o mais caro filme produzido no Brasil – outro recorde associado a “Nosso Lar”. Até aqui, o campeão era “Lula, o Filho do Brasil”, de Fábio Barreto, que estreou no começo do ano. “Nosso Lar” foi orçado em US$ 10 milhões, o que, convertido em reais, fica próximo dos R$ 18 milhões. Toda essa dinheirama está na tela, e boa parte dela convertida em efeitos. Alguns – muitos – são bons, mas Iafa Britz e Wagner de Assis reconhecem o calcanhar de Aquiles de seu épico espírita. Quando o ‘nosso lar’ aparece na tela – existem milhares de cidades espirituais como aquela, ao redor dos planetas, não somente da Terra -, o plano de conjunto sugere uma maquete, sobre a qual se move o aerobus. “É o plano que mais nos incomoda, mas temos de conviver com ele”, explica a produtora. “Poderíamos até melhorá-lo, mas isso significaria aumentar, e muito, o custo. Tornou-se inviável”, acrescenta o diretor.

Afinal, isto aqui não é Hollywood. E o importante é passar a ‘mensagem’. O espiritismo, reflete o presidente da Federação Espírita, Nestor João Masotti, não é filosofia nem religião. É uma doutrina que busca o conhecimento da verdade baseada nas leis naturais. Os mistérios da (i)mortalidade e da reencarnação são encarados sempre por meio de leis morais. Quem for ver “Nosso Lar”, o filme, esperando uma reprodução exata do livro, vai estranhar as liberdades. Mas elas foram aceitas pelo próprio Masotti baseado na mais simples das evidências – o cinema é uma mídia diferente do livro. Ele aprovou o roteiro e a filmagem teve acompanhamento da Federação. A essência da obra de Chico Xavier está na tela e isso é o que importa.

Masotti já havia gostado de “Chico Xavier”, mesmo com a ressalva – admitida pelo diretor Daniel Filho – de que um filme de duas horas não poderia dar conta da integralidade de uma vida tão grande quanto a do médium mineiro, que psicografou centenas de livros, ditados por vários espíritos. O campeão de vendas, entre aqueles cujos direitos pertencem à Federação, é “Nosso Lar”, mas também vende muito bem “Há Dois Mil Anos”, ditado por outro espírito, o de Emmanuel. “Nosso Lar” reproduz a experiência do médico André Luiz, que morre e vai para a região sombria do Umbral, de onde será resgatado pelos espíritos para o Nosso Lar. Embora a doutrina espírita não reconheça o inferno, o Umbral seria o seu equivalente, o espaço das trevas. O Nosso Lar é a região da luz, onde os espíritos se aprimoram e de onde retornam às Terra, para novas encarnações. O objetivo do filme não é catequizar, mas levar o público a compartilhar as experiências da imortalidade e do aprimoramento espiritual.

Fonte: Viva Maringá

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#NossoLar estreou. E agora? (Efeitos colaterais da obra – no bom sentido)

O Gabriel enviou seu texto para o sac.dalhemongo@gmail.com e ele veio parar aqui! Já pensou em fazer o mesmo?

Olá pessoal!

O filme Nosso Lar estreou, a expectativa é grande e aparentemente será um enorme sucesso.

Eu me pergunto: O movimento espírita terá “estrutura” para acolher os recém chegados à Doutrina? Ou melhor, os espíritas terão capacidade de receber a nova leva de pessoas não tão engajadas, ou apenas entusiasmadas superficialmente pelo filme, sem o conhecimento básico da doutrina?

Esse questionamento não foi originalmente meu, na verdade uma ouvinte da rádio espírita Boa Nova (1450 AM na grande SP) colocou essa questão em um programa.

Uma coisa que eu percebo entre muitos espíritas é uma incômoda tendência de utilizarem-se do conhecimento técnico como razão para agirem com arrogância e “superioridade”. Tudo isso pintando com uma fina camada da tinta da hipocrisia e falso moralismo. Palavras duras? Talvez, mas acredito serem necessárias. Somos nós que ditaremos o futuro da doutrina e somos nós os responsáveis por mantê-la sempre fiel aos preceitos do Cristo.

Recebemos agora uma tarefa quase paternal de guiarmos as pessoas que buscarem orientações sobre a espiritualidade segundo o espiritismo. E deveremos fazer isso com paciência e resignação. Devemos estar dispostos a enfrentar a dúvida e até o ceticismo. Talvez as informações passadas para essas pessoas não fará sentido agora, mas poderá desabrochar amanhã em algum momento de dificuldade.

Sim amigos, temos uma responsabilidade grande. Jesus pregou para os crentes e para os descrentes, para pessoas de bem e também para os desviados em todos os sentidos. É hora de seguirmos um pouquinho do seu exemplo, baixarmos a guarda e aceitar com carinho nossos novos “alunos” da doutrina.

Nosso Lar não foi lançado apenas para ser um sucesso de público, ou mais uma história bonita. Ele é uma das ferramentas para o progresso coletivo, e a nossa tarefa começa assim que o filme termina. Espíritas nós já somos, sejamos agora cada dia mais cristãos!

Alegria e paz para todos!
Gabriel Bergamini

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Video Show: Os bastidores de ‘Nosso Lar’, uma superprodução do cinema nacional

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Ajude a divulgar: Amanhã é dia de #NossoLarEuVou (@NossoLarOFilme) no Twitter

Você já participou de alguma campanha no Twitter?

Quem sabe você foi um daqueles que fez um #DiaSemGlobo. Talvez um daqueles que irá comemorar o dia dos #100anosdecorinthians.

Durante a Copa do Mundo você se preocupou com os pássaros #CALABOCAGALVAO?

Então o @DalheMongo pede a sua ajuda para a divulgação do #Espiritismo.

Na Sexta-Feira, 03/09/10, dia da estréia do filme “Nosso Lar” (@NossoLarOFilme), de Chico Xavier, escreva no Twitter:

#NossoLarEuVou

Você vai na Sexta-Feira com a sua família ao cinema? Só pode ir na outra semana? Recomenda aos seus seguidores um filme brasileiro, sobre #Espiritismo, que eles não conhecem? 

Espalhe essa idéia até Sexta, e ajude a fazer desse dia, que já vai entrar para a história do cinema brasileiro, e do #Espiritismo, um dia ainda mais especial!

@DalheMongo

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Nosso Lar, o filme – Fast review escrita às 00h45

O Gabriel nos enviou este email pelo sac.dalhemongo@gmail.com. E você? Tem algo a nos contar? Envie!!

Olá pessoa do Dalhemongo! ]

Meu primeiro texto aqui, então, solicito a compreensão de vocês pela minha pouca habilidade.

Este fim de semana foi bem corrido pra mim. Sábado à noite fui a uma festa de casamento, fui dormir bem tarde. Lá por volta das 8h30min da manhã do domingo, eu recebo uma ligação de um número desconhecido. A pessoa se identificou como Edson. Foi mais ou menos assim: “Gabriel? Aqui é o Edson. Você me mandou um e-mail pedindo para eu avisar se acaso abrisse vaga para a sessão de pré-estréia do Nosso Lar no shopping de Guarulhos. Então, abriu mais vaga sim, só que você tem que voar pra cá, pois o filme começa às 10h30”.

Saltei da cama com uma dor de cabeça terrível. Chamei minha mãe, e lá fomos nós.

Para vocês pode parecer bobagem, mas eu estava ansioso por esse filme desde que vi o trailer em maio. Acompanho notícias, converso com a produção pelo twitter, divulgo pra todo mundo. Então o fato de estar indo para o cinema assisti-lo foi como realizar um sonho antes do esperado.

Chegamos cedo ao shopping, tivemos que esperar abrir, e desde aquele momento, sentíamos um clima mágico no ar. A caminhada até a sala 5 do Cinemark do shopping Internacional de Guarulhos, me remeteu à “futura famosa” cena das dezenas de espíritos chegando à grande muralha de Nosso Lar.  Comprei uma pipoca e um refri que me ajudou bastante com a dor de cabeça.

Alguém apertou o play, e sem trailer, sem nada, começam a surgir os créditos iniciais do tão esperado roteiro. O que aconteceu desse momento em diante foi e será uma experiência individual, que depende de cada coração e da sensibilidade de cada um.

Serei redundante ao elogiar a parte técnica, a maquiagem, os efeitos especiais que foram utilizados na medida certa e sem exageros, os atores, a luz. Tudo perfeito.

Mas o filme Nosso Lar vai além disso, vai além das intrigas filosóficas que rondam o tema “colônias espirituais”, vai além até da filosofia espírita.  O que se vê, são lições e lições de cidadania, de perdão e auto-perdão, responsabilidade social e política, caridade, amor, organização e disciplina.

A visita do André ao seu lar terreno foi contada com uma suavidade, com uma leveza que, ao meu ver, conseguiu até superar a história original, contada pelos idos da década de 40.

A inserção do Emmanuel (que originalmente não aparece na história, porém foi autor do prefácio do livro) foi acertada, e a compactação necessária do conteúdo, não gerou grandes perdas na estrutura (por favor, não entendam que o conteúdo não citado não seja de extrema importância).

Quem não conhece o livro, vai se surpreender. Quem já leu vai se emocionar ao ver a história tão querida contada no cinema. (Eu confesso que só com o filme eu consegui imaginar os habitantes de nosso lar como seres humanos “normais”. Sempre eu os imaginava com um “q” de fantasma quando lia o livro, rs).

Ao final da sessão, as pessoas permaneceram sentadas, olhando os créditos. Algo como que se recuperando da grande emoção apresentada. Até que um irmão abençoado fez algo que todos estavam querendo fazer. Começou a bater palmas. Logo toda a sala estava batendo palmas. Palmas para a equipe do filme, para o Chico, para o André Luiz e também para os cidadãos de Nosso Lar. Não tenho dúvida alguma de que a sala estava repleta de espíritos de luz acompanhando essa sessão, nos encorajando a divulgar essa obra.

Divulguem, espalhem, assistam, estudem. Nosso Lar é um patrimônio da humanidade e se tudo der certo, o mundo inteiro vai conhecer essa história maravilhosa.

Muita paz e alegria. Fiquem com Deus.
Gabriel Bergamini

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Diálogo espiritualista

O diretor Wagner de Assis (de “A Cartomante”) fala ao Caderno 3 sobre seu novo projeto: “Nosso Lar”. O cineasta comenta os desafios de produzir o filme, as primeiras impressões do público e é taxativo em afirmar que, apesar do tema, não se trata de um filme doutrinário

Como se deu o trabalho de adaptação, o tratamento do roteiro?

Para começar a escrever o roteiro, conversei com mais de 100 leitores. Anotei suas sugestões e conselhos. À produção, foram se juntando pessoas de várias religiões, o que foi muito interessante. E o que era um barquinho virou um transatlântico…

Mas custou quanto mesmo esse transatlântico?

Pouco mais de R$ 20 milhões, só a produção do filme. Não inclui essa correria da divulgação que estamos fazendo.

Este é o tipo de filme que depende dos efeitos especiais. Você o filmou em cima de um “story board”?

Sim. Fiz mais de 200 páginas de “story board” convencional e mais de meia hora de “story board” digital. Era um processo muito grande de visualização. O filme dependia disso, da exposição dos lugares onde se passava, para que as pessoas compreendessem o que era e onde se situava essa cidade. Porque, na verdade, o filme não é só a história da cidade, mas a de um homem, sobre a condição humana, sobre a transformação de um homem. Só que essa história apresenta um paradigma maravilhoso, que é a vida depois da vida. Como um homem se depara com esse paradigma. E quais os resultados disso, que são você descobrir quem é de verdade, enfrentar a si mesmo. Eu digo que o maior vilão de André Luiz é ele mesmo. Isso tudo num cenário diferente, num cenário espiritual, um lugar para onde se vai após a morte.

Uma das virtudes do filme é a diversidade de seus elementos dramáticos.

É. As escolhas dramáticas são muito difíceis, não são fáceis. Escolher como, quem, o que, por que… Por isso que foi bacana ter conversado com os leitores, porque livro é livro, filme é filme, são coisas diferentes.

Nas pré-estreias, quais têm sido as reações do público?

Estou muito feliz com as reações. 99% das pessoas se emocionam, e, dentro delas, algumas muito abertas. Por exemplo, quem leu o livro desaba mesmo, se identifica, se empolga, gosta das licenças que foram feitas, como Emanuel, presente na história. Outra parte fica muito intrigada, questionadora. Tem outra que diz ter tomado um soco no estômago, que está saindo impactado com tudo aquilo. E outra parte, mínima, um por cento, reage virulentamente contra o filme. Assim, comecei a entender a força dessa história junto às pessoas. Porque elas não veem o filme como um filme, como ele é, mas como um simbolismo da realidade, porque o filme traz uma carga espiritual, que é a presença de Chico Xavier e seu trabalho mediúnico. Eu sabia que isso existia, mas não como chegaria ao público. É sempre uma coisa nova que acontece com o filme na tela, né? E é incrível ver a raiva que certas pessoas têm do filme enquanto tema.

E a reação da crítica?

Não vou me assustar se o filme tiver algumas críticas muito pesadas em relação a achar que aquilo ali é a representação de uma realidade. Você não gosta de uma realidade, não está nem aí, fica com raiva daquilo. Não é incomum e isso tem acontecido. Sei que a história é forte, mas estamos apenas contando uma história, não é um documentário, não tenho a intenção de doutrinar ninguém.

Então, como adaptar “Nosso Lar” e não fazer um filme doutrinário?

Era colocar a filosofia e a ética espirituais contidas na história a favor do personagem. A doutrina espírita fala da lei do trabalho – como em outras religiões. O personagem tinha que entender que trabalho, no mundo espiritual, é igual ao trabalho no mundo material. Porém, as consequências são diferentes: você não acumula, mas você ganha méritos, crescimento interior, você ganha bônus, bônus-horas. Isso é dito para André Luiz, o personagem central. Porque é aí que ele entende que, se não começar a trabalhar, com vontade, com coração aberto, o trabalho por si não vai render-lhe nada.

O filme transmite emoção: como é trabalhar o sentimento, num filme desses, sem cair no pieguismo?

Difícil, viu? Muito difícil. E espero que tenhamos acertado em não ser piegas. Ninguém, até agora, o rotulou de piegas. Pode ser que saia, mas, pelo que sei, até agora não. O filme está num limite de emoção que foi muito bem construído, dentro do conflito do personagem: saudade e transformação, saudade e reforma íntima. Então quando André está ali, olhando a família, olhando que ele não mais vive naquele mundo, essa saudade reverbera tanta coisa, né? Tipo aprender a deixar para trás, ou ainda aprender a aceitar a verdade da vida. Leia a entrevista na íntegra em blogs.diariodonordeste.

Fonte: Caderno 3.

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Série ‘Chico Xavier’ em montagem

Daniel Filho já começou a editar a versão para a Globo do filme “Chico Xavier” (produção da Lereby, com parceria da Globo Filmes). O programa, em quatro episódios, está previsto para ir ao ar no primeiro trimestre de 2011.

Fonte: Patrícia Kogut.

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Werner Schünemann fala sobre o filme Nosso Lar

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