O Trevo, Junho de 1990.
No novo programa de Mocidades foi definida a faixa etária de 14 a 18 anos. Os jovens com mais de 18 anos deverão ser encaminhados para a Escola de Aprendizes do Evangelho, cabendo ao dirigente da Mocidade Espírita incentivá-los a frequentar a Escola. Caso o jovem [...]
O Trevo, Junho de 1990.
No novo programa de Mocidades foi definida a faixa etária de 14 a 18 anos. Os jovens com mais de 18 anos deverão ser encaminhados para a Escola de Aprendizes do Evangelho, cabendo ao dirigente da Mocidade Espírita incentivá-los a frequentar a Escola. Caso o jovem tenha menos de 14, porém já cursou a Evangelização Infantil, e o evangelizador sente que ele está apto para entrar na Mocidade, não há problema.
Ficou definida a faixa etária para ser dirigente, ou secretário, de Mocidade é de 14 a 25 anos. Caso exista alguém que queira abrir uma Mocidade, em um centro que não possui Mocidade, e não se encontra na faixa etária estipulada, poderá abrir esta Mocidade, contanto que passe a função de dirigente para o jovem que se destacar melhor em liderança, o mais breve possível.
Este novo programa tem três principais partes: a Pré-Mocidade, o Ciclo I e o Ciclo II.
A Pré-Mocidade visa o conhecimento da turma e de seus componentes, em discussões bem descontraídas e de temas de fácil aceitação. Atenção, não confundir Pré-Mocidade com Intermediário. O Intermediário pertence à Evangelização Infantil, cabendo a esta melhor conduzir as aulas para os futuros jovens de Mocidade.
O Ciclo I visa a formação intelectual e moral do jovem, sendo completado pelo Ciclo II, com a formação religiosa, preparando o jovem para uma ativa participação no Centro Espírita.
Fica em aberto um 3º Ciclo, onde a turma passaria a estudar algumas obras, como por exemplo, obras da codificação ou de outras religiões. Lembramos apenas que o programa não deverá se expandir muito, tornando-no deste modo monótono e cansativo, desincentivando seus participantes.
As turmas poderão receber jovens até a aula 10 do Ciclo I.
Os temas para o Caderno de Temas são livres, a não ser os últimos temas, bem como a forma de aplicá-los, que descrevemos a seguir. A implantação do Caderno de Temas deverá ocorrer na aula 9. Fica aqui uma sugestão: seguir os temas já existentes no Vivência acrescentando ao final os seguintes temas:
- Como me vejo na Paciência
- Como me vejo na Disciplina
- Como me vejo na Humildade
- Como me vejo na Caridade
A partir deste tema, incentivar o jovem a escrever sobre si mesmo, seus avanços e seus fracassos, transformando o Caderno de Temas em uma “quase” Caderneta Pessoal.
(…)
FONTE: O Trevo.
O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.
O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/
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O Trevo, Maio de 1990.
Moisés Paula Mendes, condenado a dois anos de prisão por haver falsificado a carteira de identidade de Rubens Cohen, vai cumprir a pena em liberdade, mas terá que ler atentamente “O Evangelho Segundo O Espiritismo”. E de quatro em quatro meses deverá comparecer ao Tribunal de [...]
O Trevo, Maio de 1990.
Moisés Paula Mendes, condenado a dois anos de prisão por haver falsificado a carteira de identidade de Rubens Cohen, vai cumprir a pena em liberdade, mas terá que ler atentamente “O Evangelho Segundo O Espiritismo”. E de quatro em quatro meses deverá comparecer ao Tribunal de Justiça para analisar os capítulos lidos.
É o que determina a sentença lavrada pelo Juiz Alexandre Herculano Varela, da 5ª Vara Criminal.
A notícia foi divulgada, com destaque, pelo “O Globo” do Rio de Janeiro. Acrescenta que o Juiz indicou a livraria da Federação Espírita Brasileira (Av. Passos, 30) e afirmou que “a leitura desse livro – “O Evangelho Segundo O Espiritismo” – deverá despertar no réu o sentimento de amor e respeito ao próximo”.
“O Evangelho Segundo O Espiritismo” foi editado em Paris em 1864. E nas primeiras linhas da Introdução, Allan Kardec explica o conteúdo do livro:
“Podem dividir-se em cinco partes as matérias contidas nos Evangelhos: os atos da vida do Cristo; os milagres, as predições, as palavras que foram tomadas pela Igreja para fundamento de seus dogmas, e o ensino moral. As quatro primeiras tem sido objeto de controvérsias; a última, porém, conservou-se constantemente inatacável.
Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva. É terreno onde todos os cultos podem reunir-se, estandarte sob o qual podem todos colocar-se, quaisquer que sejam suas crenças, porquanto jamais ele constituiu matéria das disputas religiosas, que sempre e por toda a parte se originaram das questões dogmáticas. Aliás, se o discutissem, nele teriam as seitas encontrado sua própria condenação visto que, na maioria, elas se agarram mais à parte mística do que à parte moral, que exige a reforma de si mesmo.
Para os homens, em particular, constitui aquele código uma regra de proceder que abrange todas as circunstâncias da vida privada e da vida pública, o princípio básico de todas as relações sociais que se fundam na mais rigorosa justiça. É, finalmente, e acima de tudo, o roteiro infalível para a felicidade vindoura, o levantamento de uma ponta do véu que nos oculta a vida futura. Essa parte é que será objeto exclusivo dessa obra”.
Na entre-capa o título do livro tem uma explicação que vale ser assinalada também: “O Evangelho Segundo O Espiritismo” com as explicações das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida.
( Extraído do SEI – Serviço Espírita de Informação, de 21/4/90 )
FONTE: O Trevo.
O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.
O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/
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O Trevo, Dezembro de 1989.
Lucy vivia com seus pais e seus irmãos, Alice e Vado. Seu pai era lavrador, sua mãe, dona Maria, lavadeira, cuidava dos afazeres da casa.
Moravam em uma pequena chácara, ela ajudava “seo” José, seu pai, a cuidar das plantações, das galinhas e porcos.
[...]
O Trevo, Dezembro de 1989.
Lucy vivia com seus pais e seus irmãos, Alice e Vado. Seu pai era lavrador, sua mãe, dona Maria, lavadeira, cuidava dos afazeres da casa.
Moravam em uma pequena chácara, ela ajudava “seo” José, seu pai, a cuidar das plantações, das galinhas e porcos.
Lucy era uma menina muito sensível, ficava horas pensando como a natureza é imensa, como Deus conseguiu fazê-la tão bela cheia de encantamentos, do mar, das montanhas, árvores grandes, árvores que dão frutos e tudo mais. “Como Deus é grande, eu me sinto tão pequena diante de tanta grandeza!”.
Mas Lucy, logo acordava com sua mãe chamando-a para os afazeres da casa e, assim voltava a preocupar-se com o trabalho.
Estava se aproximando a grande data festiva do Natal, suas coleguinhas de escola diziam:
- Lucy, o que você vai pedir para Papai Noel?
Ela ficava triste e respondia:
- Eu, todos os anos deixo meus sapatos na janela e o Papai Noel não passa em minha casa; por que será? Será que não sou uma boa menina? Eu faço de tudo para agradá-lo, ajudo minha mãe, estudo, não falo palavrões, e nada, mas este ano, vou deixar meus sapatos novamente na janela, se ele não me trouxer nada, nunca mais vou deixá-los lá.
Os dias se passaram e Lucy disse à sua mãe:
- Mamãe, este ano novamente vou esperar Papai Noel, será que ele vai se lembrar de mim?
- Lucy, Papai Noel não existe, são os pais que põem o presente nos sapatos de seus filhos, se não fosse assim, o Papai Noel seria mau, deixando de presentear as crianças pobres.
Mas Lucy acreditava mais em suas amiguinhas. Elas me falam com tanta certeza que eu acredito, mamãe!
- Pois então acredite, depois não vá dizer que não avisei, vai sofrer uma desilusão.
Chegou o dia tão esperado, Lucy, logo ao deitar, limpou seus sapatinhos velhos e arrumou-os na janela, sua mãe ficou muito triste e pensou: o que hei de fazer para esta menina entender? – e teve uma idéia – vou escrever um bilhete e colocar no seu sapatinho com dizeres:
“Lucy, a sua mãe está certa, Papai Noel não existe, se existisse, não deixaria você sem presentes, eles são colocadas pelos pais das crianças. Um amigo do céu”.
No dia seguinte, Lucy levantou-se e correu à janela, encontrou o bilhete, ficou satisfeita, saiu correndo para mostrá-lo à sua mãe.
- Deus ouviu as minhas preces, mamãe, agora eu acredito, de hoje em diante, serei feliz, porque sei que Papai Noel não existe.
Hoje, depois que se passaram muitos anos, Lucy trabalha e no Natal, nunca esquece de levar brinquedos às crianças menos favorecidas pela sorte, e à sua maior felicidade.
Lucia Tancredo Bochicchio
GS Emmanuel, Peruíbe.
FONTE: O Trevo.
O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.
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O Trevo, Abril de 1990.
Uma notícia, um acontecimento, uma idéia bem elaborada, tudo isto, na maioria das vezes, torna-se de conhecimento necessário para inúmeras e distintas pessoas e grupos.
Atualmente não temos mais a possibilidade de passar estas informações de pessoa em pessoa, devido à falta de tempo [...]
O Trevo, Abril de 1990.
Uma notícia, um acontecimento, uma idéia bem elaborada, tudo isto, na maioria das vezes, torna-se de conhecimento necessário para inúmeras e distintas pessoas e grupos.
Atualmente não temos mais a possibilidade de passar estas informações de pessoa em pessoa, devido à falta de tempo pelas demais ocupações, às distâncias e ao grande e ainda crescente número de pessoas que desejamos atingir. Se fôssemos levar estas informações desta forma, perderíamos muito tempo, e a informação sofreria uma pequena alteração, uma pequena perda, que, no final, poderia alcançar extensões desastrosas.
Hoje temos auxílio para facilitar estas ações. Podemos de uma só vez, informar diversas pessoas e grupos em diversos locais. O mundo moderno dispõe de televisão, rádio, jornais e revistas, para atuar nesse campo tão importante e necessário.
Para isto que existe este jornal, informar, mostrar opiniões e idéias sobre temas relacionados ao Espiritismo e à Aliança Espírita Evangélica. Dentro deste contexto, encontramos o Espaço da Mocidade, que justamente especifica estas informações, voltando-as aos jovens, e na maioria das vezes, vindas de jovens.
Não devemos guardar conosco acontecimentos e opiniões bastante trabalhadas. Não devemos provar centenas de pessoas dessas informações. Vamos nos comunicar, aprimorar nossos conhecimentos. Voltamos a lembrar que este jornal é aberto a estas informações, e mais, necessita-as para tornar-se um jornal mais pleno de notícias e mais amplo em opiniões.
Lembremos que se guardarmos só para nós, estas informações tornar-se-ão velhas e para nada servirão, enquanto que se forem massificadas, daremos oportunidades a demais pessoas tomarem conhecimento e discorrerem sobre o assunto.
FONTE: O Trevo.
O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.
O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/
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DalheMongo
Administrator Mor
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O Trevo, Fevereiro de 1990.
Muito foi destruído, extinto, embrutecido e hostilizado. Há uma força muito potente que nos faz reconstruir, levantar os destroços, reunir pedaços, restituir a paz.
A evolução é compulsória, ou nós nos adaptamos ou somos atropelados. O que foi feito, passou. Não podemos culpar e [...]
O Trevo, Fevereiro de 1990.
Muito foi destruído, extinto, embrutecido e hostilizado. Há uma força muito potente que nos faz reconstruir, levantar os destroços, reunir pedaços, restituir a paz.
A evolução é compulsória, ou nós nos adaptamos ou somos atropelados. O que foi feito, passou. Não podemos culpar e apedrejar quem fez ou deixou de fazer. Nós um dia, já fomos estas pessoas, e voltamos aqui para desfazer os erros, nos redimirmos e perpetuarmos as espécies terrestres. Movimentos ecológicos e pacifistas têm esse fim. O que nos resta é orar e trabalhar. Se muito foi destruído, muito ainda tem que ser feito por nós. Devemos nos apoiar no que restou e trabalhar, trabalhar para que a Natureza volte a ter estabilidade, os homens possam viver em paz e dignamente e o planeta atingir uma faixa vibratória correspondente às vontades de progresso e amor, que deverão ser unânimes um dia.
Destruir em nome da ciência e da tecnologia é tão contraditório quanto matar em nome de Deus. Porém, deixar de reconstruir o planeta porque não há mais tempo, significa não observar ao redor, não perceber quantas pessoas têm as mesmas idéias, quantos espíritos estão conosco e qual a força da natureza.
Não é vontade divina que o homem destrua a natureza para selar seu fim. É lei natural a ação e reação, mas a vontade superior é da evolução através do trabalho e de nossos próprios erros.
Vamos nos unir, pois ainda há tempo, conseguiremos garantir um planeta mais limpo e agradável, uma Humanidade mais amiga, honesta e fraternal. Estamos atrasados, mas o prazo não terminou. Começando agora, poderemos obter resultados palpáveis ao entrarmos no próximo milênio.
É preciso lembrar que outras gerações virão. Quanto menos preocupações com o essencial passarmos, mais estas gerações se ocuparão com os demais problemas. Veremos então as gerações do terceiro milênio passando um mundo novo às gerações dos demais tempos.
O trabalho enobrece o homem, neste caso, salva a Humanidade.
André M. Lorenzetti
FONTE: O Trevo.
O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.
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O Trevo, Novembro de 1989.
Diz-nos o Dicionário Aurélio em sua definição abstrata que: “jovem é o que é moço, que está na idade juvenil”. Alguns completam que é aquele revolucionário que quer pôr abaixo todas as normas morais e de conduta social. Tem mente ainda confusa e idéias não definidas, [...]
O Trevo, Novembro de 1989.
Diz-nos o Dicionário Aurélio em sua definição abstrata que: “jovem é o que é moço, que está na idade juvenil”. Alguns completam que é aquele revolucionário que quer pôr abaixo todas as normas morais e de conduta social. Tem mente ainda confusa e idéias não definidas, tendendo ao radicalismo e materialismo.
Fisicamente o jovem é caracterizado por usar óculos escuros, mascar chiclete, ouvir “rock”, usar roupas coloridas, tênis sem meia, tatuagem no braço e uma prancha de surfe embaixo dele, com cabelos esquisítos e gírias das mais variadas origens.
Se para você, o jovem está bem definido deste modo, seria melhor tentar lembrar aquela sua época que muitos o tacharam ou rotularam assim. Mais fácil que isto, é conversar com jovens, conviver com eles. Além de estágio intermediário entre a infância e a fase adulta, com conversa descontraída e brincadeiras, juventude é também a fase da energia, da espontaneidade e do sorriso.
Tente lembrar quantas vezes você tem sido espontâneo, agido naturalmente, tem dado um sorriso, contado uma piada, se movimentado, e compare com sua época juvenil. Não era melhor, mais alegre, menos tensa?
O jovem tenta muitas vezes buscar um caminho, respostas e apoio firme às suas idéias. Não cabe aos mais velhos tentar passar um pouco de experiência e de confiança aos jovens? Acho que sim. Como queremos formar um futuro diferente tendo a mesma juventude que vemos há muitas gerações? Jovem é jovem, revoltado, imoral e mal-educado, não devendo se misturar com os mais velhos. Tolice. Se estes “mais velhos” não cumprirem sua obrigação de transmitir conhecimentos, opiniões, e até de apoiar os mais jovens, esses últimos não conseguirão cumprir sua obrigação de melhorar o mundo, trazendo a paz, o esclarecimento juntos com a tecnologia.
Tudo se interliga. Os mais velhos transmitem o que adquiriram e dão apoio ao jovem, para que ele possa achar seu caminho, aprimorar suas idéias, tornando-se, deste modo, um adulto mais consciente e responsável. E no outro sentido, o jovem traz de volta a alegria natural e a energia àqueles que já se aproveitaram dela, além do que, os chamados mais velhos poderão reciclar e revalorizar suas idéias e conceitos, baseados nos pensamentos renovadores jovens, e quem sabe, adotá-los também.
É do convívio entre os homens que nascem novos homens com novas idéias para novos mundos.
FONTE: O Trevo.
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