Archive for TV

Sagrado: até onde a medicina pode ajudar a retardar a morte?

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Série ‘Chico Xavier’ em montagem

Daniel Filho já começou a editar a versão para a Globo do filme “Chico Xavier” (produção da Lereby, com parceria da Globo Filmes). O programa, em quatro episódios, está previsto para ir ao ar no primeiro trimestre de 2011.

Fonte: Patrícia Kogut.

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Sagrado: é possível aceitar a morte como fim absoluto?


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Vanguarda Comunidade – Espiritismo

Vanguarda Comunidade é um programa de TV exibido no Vale do Paraíba.

(via MEPT Blog)

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Com 71 anos, Carlos Vereza vive espírito em ‘Escrito nas Estrelas’

Carlos Vereza passa quase a mesma serenidade do “espírito de luz” Athael de Escrito nas Estrelas. Mas a fala pausada e o olhar atento do ator de 71 anos não são as únicas semelhanças que ele guarda com o mentor espiritual do protagonista Daniel, de Jayme Matarazzo, na novela das seis da Globo. Seguidor da doutrina espírita há 20 anos, Vereza se baseou em seu conhecimento da religião para compor o espírito de luz da trama de Elizabeth Jhin. E se diverte ao falar sobre o espanto que causa nas ruas em função do personagem. “As pessoas me olham um tanto quanto admiradas, como se estivessem mesmo vendo um espírito. Eu acho graça e sorrio para elas”, divertiu-se o ator, que costuma ser procurado pelo elenco para tirar dúvidas sobre o espiritismo. “Tento ajudá-los a entender um pouco melhor esse universo. O Jayminho (Matarazzo), por exemplo, sempre me pergunta alguma coisa”, contou, orgulhoso.

Você segue a doutrina espírita há 20 anos. Que diferenças isso fez na composição do Athael?
O conhecimento teórico e doutrinário eu já tinha. Não construí nada porque parto do princípio de que somos todos espíritos encarnados. O que procuro é fazer com que o Athael passe uma profunda compreensão e paciência com o Daniel. O mentor vê lá na frente e sabe que essa é uma fase de evolução do garoto, que ainda não aceita que fez a passagem para o plano espiritual. Tem de ter calma e muita paciência. E essa serenidade é o principal que tento passar para o personagem.

Mas você aparenta ser uma pessoa bem serena. Foi só passar isso para o personagem?
Emprestei minha tranquilidade e serenidade para o Athael. Mas quem me deu isso foi o espiritismo. Eu era um pouco mais espevitado. Procurei fazer o mínimo, não ter reações bruscas. Mas, ao mesmo tempo, também não quis fazer um santinho. Tem horas em que o Athael dá bronca no Daniel. Às vezes tem de ser severo. Personagem bom para mim é todo aquele que tem contradições. Que não seja apenas uma coisa.

Escrito nas Estrelas tem alcançado ótimos índices de audiência. Como você avalia a importância da abordagem espiritual nisso?
Acho que o Brasil está precisando dessa novela. Acredito, inclusive, que esse é um folhetim que poderia ser exibido no horário nobre porque o mundo está muito conflituoso. O Brasil está sem rumo e, nessa época de eleição, as coisas ficam ainda mais tensas. A novela é uma espécie de oásis durante 40 minutos. Dá um pouco de paz para as pessoas e a boa audiência prova a importância disso. A TV cresceu tecnologicamente, mas dramaturgicamente precisa dar uma renovada. Isso deve ser buscado no grande mestre que está vivo ainda, que é o Benedito Ruy Barbosa. Gosto de chamá-lo de o último dos moicanos. A Elizabeth Jhin também está se revelando como uma grande autora. A gente tem de ousar um pouco mais na dramaturgia. Antigamente havia mais espaço para isso.

Nos últimos anos, a maioria dos personagens que você interpretou na TV eram de época. São tipos que lhe deixam mais à vontade?
Sou contratado da Globo e eles me respeitam muito. Atores como eu, o Paulo José e o Othon Bastos fizemos muito teatro. Podemos ser chamados tanto para fazer uma novela contemporânea quanto de época. E fizemos muito. O teatro traz uma versatilidade, tarimba e experiência maiores. Meu objetivo é ser um ator respeitado. Não quero ser uma celebridade. Quero o conceito de respeitabilidade que tenho junto ao público. Para mim isso é mais importante do que sair em revistas de fofoca. Até os humoristas do Pânico me respeitam. É isso que eu preservo.

Após 51 anos de carreira, em algum momento você pensou em parar de atuar?
Nunca. Isso seria horrível. Ainda tenho muita paixão tanto pela TV quanto pelo teatro e cinema. Comecei como figurante da Tupi, trabalhando ao vivo. Um dia virei para a minha mãe e falei “vou trabalhar na TV hoje”. Fiquei na porta da Tupi, encostado em uma pilastra. Nisso passou o Nelson Camargo, que fazia o Monteiro Lobato no Sítio do Picapau Amarelo. Ele estava reclamando que alguém havia faltado, e eu aproveitei e falei “deixa que eu faço”, sem saber o quê. Ele me mandou ir ao camarim e colocar um smoking. Eu nem sabia o que era isso. Fui para o estúdio e fiquei sabendo que seria o anfitrião de um grande convidado, que era uma aparelho de televisão Philco. Assim começou a minha carreira. A partir de então eu já tive a certeza de que era isso que queria para a minha vida.

Escrito nas Estrelas – Globo – Segunda a sábado, às 18h.

Fonte: Terra.

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Sagrado: quando começa e termina a vida humana?

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Os fantasmas da dramaturgia

Novela com temática espírita costuma ser grande sucesso na televisão. Mais ainda quando há personagens-fantasmas. É o caso da atual trama das seis, Escrito nas Estrelas. Na novela, de Elizabeth Jhin, o jovem Daniel  (Jayme Matarazzo) morre – mas deixa seu sêmen. O pai, poderoso empresário,  procura uma moça para ser mãe de seu neto. Escolhe Viviane, a quem o filho tinha conhecido antes de morrer. Durante a trama, o espírito de Daniel está sempre junto de Viviane e do pai. Escrito nas Estrelas tem alcançado excelente audiência. Chegou a ter mais pontos do que Passione, em 29 de maio: média de 24 contra 23. Um feito. Em junho, teve pico de 32 pontos, fato raro para uma novela das seis.

Coincidência ou não, novelas com fantasminhas costumam ser sucesso. Quem não se lembra da Nanda (foto 1), de Páginas da Vida? Depois de sua morte, no parto, ela volta para visitar os filhos gêmeos. Faz de tudo para que eles se encontrem e, de quebra, ainda os ajudava nas doenças. O telespectador adorava. O autor, Manoel Carlos, que não costuma fazer tramas espíritas, usou do artifício para manter na trama a atriz Fernanda Vasconcellos, que havia caído no gosto do público.

Outro fantasminha de novela recente foi Augusto (2), interpretado por José Wilker em As Três Irmãs. Ele volta para a ajudar a mulher e as filhas a enfrentar a vilã da novela. (Wilker, aliás, já tem experiência em fantasma – foi o genial Vadinho do filme Dona Flor e Seus Dois Maridos).

Na galeria dos personagens-fantasmas, tem espírito bom e espírito mau. Alexandre (3), de A Viagem, aprontou todas, primeiro vivo, depois morto. A novela, um remake da obra de Ivani Ribeiro, dos anos 60, foi um marco do horário das seis. Outro que deixou marcas foi o fantasma-sedutor de Fábio Jr. em Pedra sobre Pedra de Resplendor. Depois de desencarnado, o “retratista” Jorge Tadeu (4) voltava para deixar as mulheres da cidade nordestina de Resplendor maluquinhas. O papel, de 1992, elevou o ator-cantor ao posto de símbolo sexual.

Por último, há ainda o personagem que é mais a mente dos personagens do que espíritos propriamente ditos. Foi assim com Jonas (5) da série Força Tarefa. Em vida, ele era uma espécie de padrinho do honestíssimo tenente Wilson (Murilo Benício). Preso depois de se envolver em crimes, Jonas se mata. Mas volta para lembrar sempre ao amigo que sua cruzada contra a corrupção é impossível.

E você, lembra de algum personagem-fantasma interessante? (Ghost não vale!)

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Fonte: Mulher 7×7.

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Reencarnação no Programa Fantástico 08-08-2010

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Sagrado: os efeitos da dissolução dos casais na estrutura familiar

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Luciana Gimenez estréia no cinema interpretando mulher de 60 anos

Luciana Gimenez estréia nas telonas de todo o Brasil no final deste ano com o longa-metragem “O Filme dos Espíritos”.

A apresentadora vai substituir Regina Duarte, escalada para a nova novela das 18 horas da Globo “Araguaia”, e interpretará uma mulher de 60 anos.

“Não quis fazer uma coisa muito óbvia, é um aprendizado ser outra pessoa, diferente de mim, fazer a gostosona é fácil. Não tenho vergonha do inesperado””, diz ela.

O filme é uma adaptação da obra “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, precursor da doutrina espírita, e conta a história de um homem que se vê amparado pelo espiritismo depois de entrar em desespero por perder a mulher.

Fonte: QUEM ONLINE.

@dalhemongo

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