Archive for Sem categoria

Hei, você!

Você que vem toda semana nas verdes páginas deste humilde blog, já pensou em postar um texto SEU aqui?

Ora, mas não se acanhe! Envie-o para sac.dalhemongo@gmail.com! Esperamos seu texto ANSIOSAMENTE!

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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“Se”…

Aproveitando o período dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.

Em português, a palavra “se” pode ser:

Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:

* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.

  • Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
  • Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.C
  • Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
  • Ele arrependeu-se do que fez.
  • Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
  • Vendem-se casas.
  • Aluga-se carro.
  • Compram-se jóias.

Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.

Trabalha-se de dia.

Precisa-se de vendedores

Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:

  • Objeto direto
  • Ele cortou-se com o facão.
  • Objeto indireto
  • Ele arroga-se direitos que não possui.
  • Sujeito de um infinitivo
  • “Sofia deixou-se estar à janela”.

Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…

Pedro – Vale

dos vestibulares, vamos a aula de Língua Portuguesa: Analisando o “Se”.

Em português, a palavra “se” pode ser:

Conjunção: relaciona entre si duas orações. Nesse caso, não exerce função sintática. Como conjunção, a palavra se pode ser:

* conjunção subordinativa integrante: inicia uma oração subordinada substantiva. Perguntei se ele estava feliz.

  • Conjunção subordinativa condicional: inicia uma oração adverbial condicional (equivale a caso). Se todos tivessem estudado, as notas seriam boas.
  • Partícula expletiva ou de realce: pode ser retirada da frase sem prejuízo algum para o sentido. Nesse caso, a palavra se não exerce função sintática. Como o próprio nome indica, é usada apenas para dar realce. Passavam-se os dias e nada acontecia.
  • Parte integrante do verbo: faz parte integrante dos verbos pronominais. Nesse caso, o se não exerce função sintática.
  • Ele arrependeu-se do que fez.
  • Partícula apassivadora: ligada a verbo que pede objeto direto, caracteriza as orações que estão na voz passiva sintética. É também chamada de pronome apassivador. Nesse caso, não exerce função sintática, seu papel é apenas apassivar o verbo.
  • Vendem-se casas.
  • Aluga-se carro.
  • Compram-se jóias.

Índice de indeterminação do sujeito: vem ligando a um verbo que não é transitivo direto, tornando o sujeito indeterminado. Não exerce propriamente uma função sintática, seu papel é o de indeterminar o sujeito. Lembre-se de que, nesse caso, o verbo deverá estar na terceira pessoa do singular.

Trabalha-se de dia.

Precisa-se de vendedores

.

Pronome reflexivo: quando a palavra se é pronome pessoal, ela deverá estar sempre na mesma pessoa do sujeito da oração de que faz parte. Por isso o pronome oblíquo se sempre será reflexivo (equivalendo a si mesmo), podendo assumir as seguintes funções sintáticas:

  • Objeto direto
  • Ele cortou-se com o facão.
  • Objeto indireto
  • Ele arroga-se direitos que não possui.
  • Sujeito de um infinitivo
  • “Sofia deixou-se estar à janela”.

Além disso, o “se” pode se tornar fator preponderante em nossas vidas. É natural do ser humano, principalmente nos dias atuais, onde a correria e as diversas atividades tomam conta de nós, condicionar nossas atividades a outro determinado fator. Se não chover, eu vou à aula de mocidade! Se minha mãe não brigasse tanto comigo, eu seria mais feliz! Se eu tivesse estudado mais, passaria no vestibular! Se eu soubesse me controlar, não teria dito aquelas coisas horríveis! Se você vier falar comigo, aí sim falo com você! Se as pessoas fossem melhores, o mundo seria melhor! Quanto “se”! Vá a aula de mocidade! Seja feliz! Estude mais! Tenha controle! Fale com as pessoas! Seja melhor! Não podemos ficar mais esperando alguma coisa acontecer para nos modificarmos, o tempo está passando e todos nós sabemos que o tempo é muito precioso. O “se” não existe, apenas nas gramáticas…

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SAC DalheMongo: Depois de Itaipú…

2009/11/11 Janaina Rosalina Alves <jana_rosa@XXXXXXXXX>

Olá, sou a Janaina do CEAE Poá – Reg Sp Leste.Quando o Dalhe DJ, vai voltar ao normal? As música podem ser copiadas?

Obrigada

——-

Olá Brilhante Janaina,

Sua apreensão também é a nossa. Me parece que depois de itaipú, quem decidiu dar um apagão apocaliptico foi o nosso serviço DalheDJ. E pior! Jesus Luz não está aqui para nos salvar!

Estamos nesse mesmo momento tentando resolver esse percalço com nossa numerosa equipe espiritual e o único coitado que manja de Web encarnado.

Enquanto isso, uma oportunidade única para testarmos nossa paciência, não é?

Infelizmente, por conta de direitos autorais, não podemos disponibilizar as músicas para downloads, ok?

Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!

DalheMongo
Administrator Mor

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De volta ao normal

Muitos perceberam que nosso site ficou fora do ar por algumas horas. O que aconteceu foi que nosso banco de dados abriu o bico.

O serviço já está normalizado e providências foram tomadas para que tudo funcione perfeitamente.

Se você achar algo de estranho no funcionamento do Dalhe, mande um e-mail para suporte @dalhemongo.com.

Abraço

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Charge da Semana

Para ver a tirinha em alta definição, clique na imagem.
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Esta charge foi retirado do blog Espiritirinhas, de Wilton Pontes.

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O Estudo, O Tempo e o Espaço | LS Parte 9

As cartas de Luiz Sérgio são postadas sempre às terças-feira, às 10h. Para ver todas as cartas, clique aqui.

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O “tempo” não existe, ou é
contado de maneira muito
diferente, porque não há,
praticamente, o problema do espaço.

Estamos em estudos no âmbito escolar da Terra. Verificamos como são organizados os programas de trabalho e qual a diretriz espiritual a que obedecem. O aprendizado que fazemos é geral, como se estivéssemos preparando uma base para posteriores estudos. Pode ser isso comparado ao cursinho que nos prepara a entrada em uma Faculdade, se formos aprovados no vestibular.

Não é fácil conseguir adquirir esses conhecimentos elementares, pois nos habituamos aos métodos da nossa sociedade e aos valores que ela considera necessários para tornar o aluno apto a exercer a atividade a que se destina.

Notamos isso e falamos ao nosso professor. Ele, então, propôs que estudássemos a evolução dos métodos educativos desde a mais tenra infância.

Fizemos pesquisas em muitos ambientes e fomos fichando tudo o que encontramos de notável, como as diferenças de caráter, tendências espirituais e provas cármicas de cada elemento observado.

Agora estamos em um núcleo escolar infantil onde procuramos notar o comportamento das crianças e dos mestres. Achamos perfeitamente de acordo uns e outros. Tais Espíritos têm os mestres que merecem, com raras exceções . Isso porque já estava tudo preparado e cada pessoa ocupa o lugar que lhe cabe dentro da sociedade.

Assim, cada Espírito recebe os ensinamentos necessários ao seu aprendizado e cada mestre mantém o contato que deve com aqueles aos quais precisa levar uma semente boa, a fim de que esta mais tarde possa produzir bons frutos.

Os semeadores são sempre pessoas em luta pela sua melhoria, inclusive aqueles que trazem um grande acervo de conhecimento de métodos. Aliás, estes principalmente.

Minha vida aqui é a melhor possível. Ainda estou morando na mesma cidadezinha. Mas viajo muito em estudos. Nosso grupo todo se desloca. Percorremos o mundo e já fizemos grandes relações com irmãos de outras terras, mas ainda fomos à Índia nem à China. Esperam que tenhamos maiores conhecimentos para atender melhor o espírito desses povos.

Estamos terminando o estudo sobre a educação das crianças e vamos fazer o mesmo em outras sociedades terrenas, a fim de fazer confrontos e tirar conclusões.

Não há só trabalho aqui. Também nos divertimos, passeamos muito e fazemos viagens de recreio.

O tempo não existe, ou é contado de maneira muito diferente, porque não há, praticamente, o problema de espaço. Nosso pensamento, dependendo da nossa capacidade de emiti-lo, nos leva rapidamente aonde desejamos ir. Os entraves são ocasionados geralmente pela nossa incapacidade e, às vezes, pelo meio em que nos encontrarmos. Ë possível que ainda se consiga impedir que o ambiente provoque obstáculo ao nosso deslocamento. A prática pode ensinar-nos a vencer esse pequeno obstáculo. Sem o recurso da volição é mais difícil caminhar, porém nem sempre podemos usá-lo.

VOLIÇÃO é a capacidade de podermos nos deslocar como a luz se desloca, isto é, em pequenos impulsos. Eles são tão rápidos que não percebemos, mas nos projetam com maior ligeireza e sem o auxílio dos membros locomotores.

Esse deslocamento é tão mais rápido quanto maior capacidade tenha o Espírito de emitir esses impulsos.

Aprendi a me locomover assim e fui estudar como isso era possível. Sim, funcionamos como um motor, ou melhor, um reator que produzisse infinitas modulações capazes de, uniformemente, provocar uma descarga em tempo mínimo, no sentido de movimentar a área circunjacente, formando um vácuo, projetando o corpo para a frente. Esse vácuo seria formado no sentido exato da direção a seguir. A pressão oposta como que “empurraria” o corpo.

Como vê, não somos nós que caminhamos. Somos impelidos pelas forças da própria natureza. Basta, para isso, que saibamos criar as condições.

Creio que entendeu uma pequena lição. Procure pensar sobre ela, porque lhe será útil quando mudar de plano. Agora é impossível conseguir. Tempo virá em que o homem encarnado conseguirá caminhar com maior facilidade e sem desgaste. A própria gravidade será problema do passado, mas isto ainda não posso explicar. Ficará para uma lição posterior.

Agora vou voltar aos meus afazeres. Recomende-me ao meus pais. Diga-lhes que tenham calma em qualquer circunstância, porque tudo está certo.

Luiz Sérgio

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Protected: Compra Online

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Resposta:

Castelo nas Nuvens

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Resposta 05:

Oferenda

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Resposta 04:

Nhandê Ae Peerehe

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