A Lenda
A Lenda: uma Estória ou História?
Você já deve ter percebido que este é um blog de comunicação espírita (de encarnados), certo? Mas, dentre tantos nomes que poderiam ser escolhidos para este humilde blog, por que motivo usaram o nome DalheMongo? Por que não homenagear celebridades do mundo espírita?
E se fosse www.dedéluiz.com? Ou www.luluserginho.org? Ou um nome mais feminino, como www.violets-on-the-window.net?
Por essas e por outras, imagine você, criou-se esta página: para contar as origens deste nome tão… tão… cabalístico.
Vamos relatar fatos distantes. Acompanhe-nos neste pequeno túnel do tempo:
Certa feita, era um desses Encontros de Mocidade, nos primórdios dos tempos. Carnaval, calor e muita, muita gente. Um jovem grupo de alunos estavam participando ativamente do encontro, salvo um cochilo ou outro nas palestras da plenária (amigos, naquele tempo o encontro era adornado por diversas palestras nos tempos livres e não músicas e agitação juvenil, como hoje em dia). Eis que, em dado momento, este grupo de alunos de procedência desconhecida resolve criar um cântico para exprimir o que lá eles sentiam… Um grito de guerra, talvez. O que aquilo representava? Revolta? Alegria? Sono? Impaciência? Fé? Amor? Sirico-tico? Nunca saberemos.
Hoje desconfiamos que inventaram este grito porque jovem não gosta de silêncio! Jovem gosta de vibração e alegria! Bastava então que existisse um silêncio que já se ouvia o coro: “DalheMongo, Dá-lhe, Dá-lhe Mongo! DalheMongo!”
O que sabemos é que a partir do puro ócio criativo, influência do plano espiritual (sabe-se lá de que lado da força) ou a falta do que fazer mesmo, fez com que surgisse esta pequena brincadeira, este pequeno movimento, dentro até mesmo do próprio movimento de mocidades, que partiu de alunos, como vocês, jovens, e se alastrou por todo o meio mocidadesco conhecido.
E como diria o sábio, “a vida que segue em suas gerações”. Hoje o Dalhe está por aí. Em muitas regionais, seja em São Paulo, Minas, Centro Oeste, Vale do Paraíba ou até Litoral. Quem sabe na sua chegue também? Não sabemos.
Só sabemos que onde há dois ou mais de mocidade, há DalheMongo. E de tal forma, e com tanta força e de um jeito, que virou identidade. Se ouvir DalheMongo, sabe que é de mocidade que estão falando. E, apesar de não significar nada suas palavras em sentido literal, elas tem seu valor.
Significa a força jovem, a união do grupo, a identidade do jovem espírita e a energia que move tudo isso.
Mas, se você não estava naquele encontro e quer ouvir de onde veio este hino que acabou por se tornar um motivo para confraternizar mocidade, aí vai!
E já sabe… se ouvir DalheMongo, ali tem jovens espíritas, frequentadores de encontros e mocidade.
Experimente você também!
Segue a “bula” deste mantra-tântrico:
DALHEMONGO – PRESCRIÇÃO MEDIÚNICA
POR DEFINIÇÃO
O DalheMongo® é uma expressão social-cultural que busca exprimir um sentimento excluso e incluso, individual e coletivo, de forma a exaltá-lo perante o meio. Ele vem do nada e acaba do nada, mas de maneira conjunta e sincronizada, sem qualquer ensaio. Alguns outros movimentos popularescos já foram comparados a ele como a “ôôôla”, um “bocejo” ou o aplauso, todos sem sucesso.
O blog é a visão do mundo espírita de maneira jovem e divertida. É a voz descontraída do jovem perante este mundão tecno-ilógico doido em que vivemos.
SEUS FINS
O DalheMongo® também pode ser utilizado para fins terapeuticos. Com ele, você exaure todos os sentimentos mais diversos para o além-mar. É anti estressante, anti depressivo, além de ser um grande estimulador.
O DalheMongo® ainda pode ser utilizado para socialização, criando assim uma identidade grupal. Ao fazer, usar, sentir, espalhar, multiplicar o DalheMongo® você faz novas amizades e se sente parte de um grupo.
USANDO O DALHEMONGO®
Qualquer grupo de jovens de mesmo ideal, sorte e vontade.
DalheMongo: Jovem. Espírita. Brazuca.
Saudações DalheMonguerreiras,
HEY!
DalheMongo
Administrator Mor



