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Codificador e maior nome do espiritismo, Allan Kardec (1804-1869) é uma das figuras mais interessantes do século XIX. E essa vida variada – pedagogo, estudioso do magnetismo, promulgador mundial de doutrina religiosa – vai ser recontada em quadrinhos.

Kardec, lançamento da LeYa/BarbaNegra, é a nova parceria entre o roteirista Carlos Ferreira e o desenhista Rodrigo Rosa, elogiados e premiados autores de Os Sertões: A Luta, do ano passado. Eles fizeram uma longa pesquisa sobre a França de meados do século XIX para contar e representar a época.

O álbum tem 144 páginas, custa R$ 34,90 e chega em breve às livrarias.

Texto retirado do site Omelete.


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    As Mães de Chico Xavier marca a volta dos responsáveis por lançar a onda espírita que constitui hoje um dos filões de maior sucesso do cinema nacional. Os diretores Glauber Filho e Halder Gomes e o produtor Luís Eduardo Girão, da Estação Luz, foram os responsáveis, em 2008, pelo longa Bezerra de Menezes, produção tímida que custou R$ 1,5 milhão mas que surpreendeu arrastando mais de 500 mil pessoas às salas de cinema.

    — A meta, com As Mães de Chico Xavier, é superar os 4 milhões de espectadores de Nosso Lar (o título da onda que mais levou gente aos cinemas) — diz o coprodutor Ricardo Rihan.

    Conta Rihan que tudo começou quando Girão, empresário de Fortaleza (CE), criou a Mostra de Teatro Transcendental, nove anos atrás. Glauber Filho — nada a ver com Glauber Rocha, por suposto – é um nome conhecido no cenário cultural da capital cearense. Propôs que o produtor investisse na temática mítico-religiosa também no cinema.

    — Daí nasceu Bezerra. Com o centenário do Chico Xavier, vieram os outros filmes — relata Rihan, ex-executivo de TV que com a produtora Lighthouse se associou a Girão logo depois. — As dificuldades de produção do Bezerra eram notáveis, coisa que não se viu em Chico Xavier, o Filme e Nosso Lar e que não se verá em As Mães de Chico Xavier — afirma o produtor, que esteve no Sul para organizar a sessão de pré-estreia, semana passada.

    O novo filme custou mais de R$ 7 milhões e chega com status de grande lançamento: são cerca de 400 cópias espalhadas pelo país. De As Mães de Chico Xavier, contudo, não se deve esperar mudança estética: embora o discurso dos autores seja o de dialogar com o público que não é famíliar ao espiritismo, seu principal parâmetro é Nosso Lar, longa que não alcança qualquer transcendência artística.

    O passo seguinte dessa turma é uma cinebiografia de Allan Kardec, para a qual vão tentar uma coprodução internacional. Antes, a onda espírita vai ganhar mais um representante: O Filme dos Espíritos, produção baseada em O Livro dos Espíritos, de Kardec, dirigida por André Marouço e Michel Dubret e estrelada novamente por Nelson Xavier, cuja estreia no Brasil está marcada para 7 de outubro.

    Retirado do ZERO HORA.

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      Gostou? Então dá uma olhada nesses:

      1. E a Vida Continua…. – opinião de quem já assistiu o filme

      Parte 5:

      Veja as 4 primeiras partes desse vídeo no blog REVISTA ESPÍRITA HISTÓRICA E FILOSÓFICA.

        Hebe Laghi de Souza é bióloga, nasceu em Salto, SP, em 4/04/32, formou-se em Biologia na USP, especializando-se em Genética. Proferiu palestras em várias universidades e publicou inúmeros trabalhos em revistas científicas nacionais e internacionais. Já publicou os seguintes livros – “Darwin e Kardec – Um Diálogo Possível”, “Do Pó das Estrelas ao Homem” e escreveu um dos capítulos da obra “Reflexões para o Despertar da Consciência Ética”, lançado este ano.

        Hebe, quando começa realmente a vida?

        Início da vida, eis a questão! Temos aqui, um tema muito complexo, além de subjetivo, o que torna o assunto polêmico e que por isso mesmo, já foi motivo de muitas contendas, principalmente por ocasião em que se pensou utilizar embriões congelados para pesquisas visando sua possível utilização como fonte de células tronco para cura de doenças. O inicio da vida marca a origem de um ser e no caso do ser humano a origem de sua vida é o que o define como pessoa,  razão pela qual, o uso de embriões humanos para pesquisa e/ou cura de doenças se tornou intensamente debatido pelos diferentes grupos da nossa sociedade, fazendo parte deles religiosos, cientistas, jurídicos e leigos em geral. As opiniões se mostraram bastante diversificadas dividindo-se para alguns em se considerar a vida como tendo inicio na fecundação; para outros, a partir da implantação do embrião no útero; para outros ainda, na formação do cérebro e para os demais, a vida se iniciaria no nascimento. Como bióloga, penso como a maioria dos biólogos de uma forma geral, considerando que a vida humana começa quando o espermatozóide fecunda o óvulo, nesse caso na fecundação. Por que penso assim? Penso assim, porque tenho em mente que a potencialidade da vida humana existe desde o ovo. Todo o ser humano pode ser visto como um processo dinâmico em que o organismo evolui continuamente da célula ovo ao embrião, do embrião ao feto, do feto ao bebê, do bebê à criança, da criança ao jovem, do jovem ao adulto, do adulto à velhice, seguindo os ciclos naturais da vida humana. Todos nós passamos por essas fases. A nossa primeira fase foi um ovo resultante da união de um espermatozóide com um óvulo. Um ovo que se dividiu, diferenciou-se adquirindo a forma humana; que nasceu para o mundo, cresceu, se tornou criança, adolescente e depois adulto e… Cá estamos nós… Mas, já fomos um simples ovo que por ser vivo, e, portanto, por possuir a vida e por carregar todas as potencialidades para o nosso desenvolvimento pudemos prosseguir até ser o que hoje somos.

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          Você já parou para pensar no mundo da época em que Kardec começou a Codificação?

          O seguinte artigo tenta passar uma visão geral da América e da Europa nessa época. Não se trata de um estudo detalhado, mas de um texto que relaciona fatos e curiosidades da época em comparação com os acontecimentos dos primórdios do Espiritismo.

          Comecemos do início.

          Em Abril de 1857 o educador e escritor Hippolyte Léon Denizard Rivail publicou “O Livro dos Espíritos“, sob o pseudônimo de Allan Kardec. O livro foi o resultado de um estudo e compilação de respostas recebidas do plano espiritual através médiuns, supervisionados pelo “Espírito da Verdade”. Começava ali a Codificação Espírita.

          Enquanto isso, no Brasil, o romance “O Guarani” havia sido escrito e publicado sob a forma de folhetins para o Diário do Rio de Janeiro entre 1º de Janeiro e 20 de Abril. Na mesma França, Gustave Flaubert publicava o romance “Madame Bovary“.

          Em Janeiro de 1858 Kardec lançava a “Revue Spirite” ou “Revista Espírita”, que foi uma das mais importantes fontes históricas dos primeiros anos do Espiritismo. A Revista era também espaço para estudos preliminares ou paralelos aos que eram publicados oficialmente nas obras da Codificação.

          No mesmo ano era fundada a “Societé Parisiense des Études Spirites” ou “Sociedade Parisiense De Estudos Espíritas”.

          No Brasil entrava em serviço outra ferrovia, a Estrada de Ferro D. Pedro II, construída com o objetivo transportar café do Vale do Paraíba para o porto do Rio de Janeiro.

          O ano de 1859 foi marcado pela publicação do livro “A Origem das Espécies” por Charles Darwin, na Inglaterra. O livro sofreu forte reação da maior parte das correntes religiosas, que consideraram a teoria de evolução das espécies uma afronta a Deus e a Bíblia.

          Na mesma época se pensava em uma solução que permitisse a embarcações navegarem da Europa para a Ásia sem terem que contornar a África pelo cabo da Boa Esperança. Iniciou-se então a construção do Canal do Suez.

          Em 1860 o homem criava a Metralhadora.

          No início de 1861 Kardec publicava “O Livro dos Médiuns“. No mesmo ano começava a Guerra Civil nos Estados Unidos, que teve como estopim a eleição de Abraham Lincoln para a presidência da República e sua forte posição anti-escravagista.

          Ainda em 1861, na Espanha, e por ordens do Bispo de Barcelona, se realiza o Auto-de-fé de Barcelona, em que foram queimados trezentos volumes e brochuras sobre Espiritismo. O evento causou viva impressão através da imprensa de todo o mundo à época, evocando as antigas fogueiras do Santo Ofício, chamando a atenção para as obras espíritas.

          Ainda em 1861 era emitida a primeira nota em papel-moeda pelo governo dos Estados Unidos e promulgada a abolição da escravatura pelo presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln.

          No ano de 1862 Camille Flammarionfoi publicava o livro “A pluralidade dos Mundos Habitados”, obra em que o espírita, astrônomo e filósofo francês defendia a pluralidade dos mundos habitados.

          O ano 1863 marcou a abertura da primeira estação do Metrô de Londres. Ainda na Inglaterra foi criado o Futebol.

          Em 1864 Maxwell publica a Teoria Dinâmica do Campo Eletromagnético, estabelecendo as bases do Eletromagnetismo moderno com as Equações de Maxwell.

          Na América do Sul tem início da Guerra do Paraguai. Na França Júlio Verne publica “Viagem ao Centro de Terra“.

          Em 29 de abril de 1864 é publicado o livro “O Evangelho segundo o Espiritismo“. No mesmo ano algumas obras espíritas entram no “Index Librorum prohibitorum” da Igreja Católica.

          Em 1865 Gregor Mendel formula a sua teoria da hereditariedade, com o artigo “Experimentos na hibridização de plantas“. Na América, Brasil, Argentina e Uruguai formam a Tríplice Aliança para combater o Paraguai.

          Ainda nesse ano Lewis Carroll publicava “Alice no País das Maravilhas“, no Reino Unido. No Brasil, José de Alencar publicava “Iracema“.

          Em 1 de agosto de 1865 Kardec publicava “O Céu e o Inferno“. Em 1867 era criada a Dinamite. Karl Marx e Friedrich Engels publicavam “O Capital“.

          No ano seguinte, em 6 de Janeiro de 1868, o livro “A Gênese” chegava ao nosso mundo. As Obras Básicas do Espiritismo, também conhecidas como Codificação Espírita, estavam publicadas.

          Em 1869 é abolida a escravatura em todos os domínios portugueses. Escravatura que só seria abolida no Brasil no ano de 1888, com a com a assinatura da Lei Áurea. Também em 1869 nasceu Mahatma Gandhi, líder indiano.

          Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo, e a defendê-lo dos opositores. Faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos de idade.

          Direto da Wikipédia.

          @yuridc, VALE.

            26/08/1850 Nasce Charles Robert Richet, Prêmio Nobel de medicina, defensor do Espiritismo.

            Conhecido como o fundador da Metapsíquica, Charles Richet (1850-1935) desempenhou um papel fundamental no processo de desvendar o desconhecido mundo dos fenômenos anímicos. Em 1905, então presidente da Sociedade de Investigações Psíquicas – Londres, propôs o nome de Metapsíquica a este conjunto de conhecimentos.

            A Obra

            Sua obra mais famosa, Tratado de Metapsíquica, é um verdadeiro arcabouço de fatos e descrições pormenorizadas de ex periên cias psíquicas, descrições históricas e classificatórias que muito colaboraram para o seu desenvolvimento.

            A sua maior contribuição, sem sombra de dúvida, foi o estudo do ectoplasma, substância responsável pela viabilidade dos fenômenos ditos objetivos.

            Foi ele quem, pela primeira vez, denominou a substância que emanava dos médiuns de efeitos físicos de ectoplasma, naquele momento referindo-se aos fluidos que emanavam de Eusápia Paladino (uma das maiores médiuns da história do Espiritismo): “são as formaçõ es difusas que eu chamo de ectoplasmas; porque elas parecem sair do próprio corpo de Eusápia”.

            Numa experiência transcorrida com a médium Marthe Béraud, Charles Richet e Gabriel Delanne fizeram com que a “materialização” soprasse o ar de seus pulmões através de uma solução aquosa de barita, usando um pequeno tubo. O resultado foi o turvamento do líquido, revelando a presença do gás carbônico, fenômeno peculiar dos organismos vivos normais.

            A Metapsíquica de Richet era composta pela composição dos seguintes fenômenos: a Criptestesia, a telecinesia e a ectoplasmia. Para ele, a Metapsíquica estava na flor d’água de uma nova psicologia. No seu Tratado, Richet classificou a história da fenomenologia metapsíquica em quatro períodos:

            1°) Período Mítico, que vai das origens históricas até Mesmer, (1776);2°) Período Magnético, que vai de Mesmer às irmãs Fox, ( 1847);3°) Período Espirítico, que vai das irmãs Fox, passando por Allan Kardec, a William Crookes (1872);4°) Período Científico, que vai de Crookes até agora.

            Charles Richet classificou os fenômenos metapsíquicos em dois grupos gerais: Fenômenos Subjetivos, que ocorrem exclusivamente na área psíquica, sem nenhuma ação dinâmica sobre os objetos materiais (anos antes, a estes fenômenos Allan Kardec denominou Inteligentes). E Fenômenos Objetivos, cuja manifestação envolve ação física sobre os objetos materiais (na linguagem espírita, Fenômenos Físicos).

            Esta classificação é utilizada até os dias de hoje.

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