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Assunto forte, título forte. Se você se droga, é drogado. Não tem outro nome.
Depois de falar aqui mesmo no DalheMongo [...]
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Assunto forte, título forte. Se você se droga, é drogado. Não tem outro nome.
Depois de falar aqui mesmo no DalheMongo como a mídia tenta vender desde 1930 a ideia de que cigarro é bacana – está na coluna
“Comerciais que fazem a diferença” – volto com um tema um pouco mais… ilegal. Este é o primeiro de três posts que pretendo fazer destrinchando os principais argumentos que um drogado usa como justificativa para seu vício:
- Escapismo;
- Aceitação no grupo e;
- Direito ao livre arbítrio.
O jovem está cada vez mais precoce. Não gosto muito dessa palavra, porque sugere que seja algo negativo. Nem sempre. Contudo, é fato, cada vez mais cedo é necessário se fazer escolhas e cumprir deveres. Para quase todos, a balança dos direitos e deveres do adolescente está desbalanceada e não é para o lado que mais o agrada. Você tem obrigação de estudar, mas sem direito de ir e vir de acordo com sua vontade. Obrigação de estar em casa em determinado horário, mas não pode sair com aquele grupo de amigos que seus pais não gostam. Obrigação de escolher uma profissão, mas não pode ser qualquer uma, ela tem que te pagar um salário que seja satisfatório para seus pais.
Estas cobranças muitas vezes encaradas pelo jovem como exageradas trazem a tona uma “necessidade” de se distanciar de sua atual conjuntura e realidade para o além, um local onírico, dos sonhos, onde a liberdade é a palavra de ordem.
Fugir do mundo adulto, da cobrança exacerbada sob seu futuro, da necessidade de se ter responsabilidade sobre seus atos e, em contrapartida, não possuir livre arbítrio diante de todas as questões relacionadas a sua própria vida. Por que tenho que cumprir obrigações mas não tenho todas minhas vontades feitas?
Gabriel Pensador – de novo ele – o mesmo autor de “Cachimbo da Paz“, suposta música apológica à legalização da maconha, em momento de grande consciência retrata na canção “Tem Alguém Aí?” que transcrevo mais abaixo, a cabeça de muitos jovens brasileiros de classes média/alta que entram no dourado mundo das drogas.
O próprio clipe já passa muito dessa incerteza e revolta, as maiores justificativa de quem utiliza desse subterfugio.
Para acompanhar a letra da música, clique aqui.
Tenho quase certeza de que o Gabriel Pensador não é espírita, mas faz duas colocações extremamente compatíveis com a doutrina.
A primeira é referência ao suicídio. De fato, drogar-se é cometer ato suicída. Muitos pensam que fumar maconha, pelo fato de ser erva natural, mesmo contendo efeito alucinógeno, não traz malefícios. “Os índios usam e não viciam”. Se todas as ervas naturais não fizessem mal, cicuta o veneno tomado por Sócrates, o teria dado apenas um barato muito louco. E não foi isso que aconteceu. Os índios de fato usam, em rituais sagrados, em pouquíssimas ocasiões e em pequenas quantidades. Usar toda semana não é ritual, é vício.
Não importa se é natural ou não. Não importa se faz mal ou muito mal. Extase, crack, maconha matam em velocidades diferentes, mas trazem consequências iguais. Em um planeta de Regeneração, onde existe, segundo Chico Xavier, 04 vezes mais desencarnados que encarnados no plano astral, você está mesmo disposto a arriscar sua encarnação com a fila que está lá fora por conta de uma alucinação? Nem se preocupe, você está delirando desde já só por cogitar esta ideia.
A segunda colocação que ele faz é que se você está procurando fugir do sistema, a droga definitivamente não é a melhor saída. Está mais enrustida no sistema do que você pensa. Seu tráfico não é controlado pelos grandes marginais que estão nas favelas e sim por empresários e políticos de classes altas. O traficante é só mais uma peça nessa longa teia de hierarquias, sinto-lhe informar. Espiritualmente falando, também não deixa de fazer parte de outro sistema, dos umbralinos. Os espíritos que foram dependentes na última encarnação, continuam dependentes no plano espiritual e se afinizam – veja você – com aqueles que usam drogas.
Luiz Sérgio relata em seu livro “Ninguém está sozinho!” como a droga é utilizada para desviar os jovens de sua missão assumida antes de encarnar, sob forte influência de espíritos obsessores que se aproveitam dos viciados para vampirizá-los.
“A mãe voltou para junto do jovem, levando uma garrafa. Ele ingeriu o líquido abençoado, pois sentia muita sede. Olhou para a mãe e perguntou:
- O que a senhora colocou nesta água?
- Nada, respondeu. Não temos remédio para vômito em casa. Quero levar-te ao hospital, mas te recusas…
- Não é nada, mãe. Ontem comi um sanduíche que me fez mal e até pesadelos tive essa noite.
- Interessante, eu também os tive, mas como ando fazendo regime não atinei com a causa.Pensei: “Se eles soubessem a causa iriam sair em correria louca ou morreriam de susto”.
A mãe acariciava aquele ser muito amado. Ele também gostava da mãe, porém a droga o tinha adotado – era uma tutora terrível.
Alguns minutos após, retornaram os médicos espirituais trazendo um líquido que injetaram na veia do doente. Ele se retorceu sentindo dor no braço. Todos estávamos atentos, protegendo-o. A mãe estava preocupadíssima.
Só compreendi o objetivo da injeção ao ver a circulação do jovem intensificada e suas veias desobstruídas. O nosso amigo estava com um pé na sepultura e com uma agravante, como suicída!
Desesperado, sentia vontade até de materializar-me e contar àquele rapaz o horros por que passa um suicida. Ele era uma criatura protegida por mãe carinhosa e não estava dando valor a tudo o que possuía. Ignorava que corria sério risco de vida!
Queríamos ajudá-lo mais, entretanto, ele nos rejeitava. A mãe tentara levá-lo antes a um Centro Espírita ou mesmo a outra casa religiosa, procurando fazê-lo encontras Jesus, porém ele sempre reagiu contra. Quando ele não chegava a casa drogado, rezava antes de dormir, o que ainda era pouco. Se a mãe aventava a hipótese dele ser examinado por um médico, ficava nervoso e não aceitava a ideia.
- Veja Luiz Sérgio, os vampiros* se alvoroçaram. Estão notando a diferença no corpo do garoto. O remédio trazido por nós da Espiritualidade está expulsando alguns deles. Repare só como se retiram. Eles se encontram furiosos…”
Pense sobre esse assunto. Semana que vem eu volto para falar sobre a legalização e os diversos efeitos.
Filippo – Vale
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As cartas de Luiz Sérgio são postadas sempre às terças-feira, às 10h. Para ver todas as cartas, clique aqui.
Enquanto não soubermos
conduzir nosso pensamento
para os altos planos da
vida, não poderemos
alcançar a meta dos
iluminados.
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Enquanto não soubermos
conduzir nosso pensamento
para os altos planos da
vida, não poderemos
alcançar a meta dos
iluminados.
O Espírito, embora se modifique através da evolução, continua sendo o mesmo e há traços característicos que não perde nuca. São eles que se manifestam por um pendor único de sua estrutura emocional, fazendo sentir sua individualidade mediante os sentimentos e emoções que transmite.
Apesar de muitos irmãos possuírem qualidades semelhantes, as particularidades são tantas que, quando conhecemos uma Entidade, podemos notar-lhe os pendores, observar-lhe as características, verificar sua maneira de manifestar-se e reconhecer o irmão que sobre nós atua por intermédio do pensamento.
Quando conhecedores dos sentimentos que imperam nos Espíritos de determinado nível, em geral, podemos precisar o grau em que eles se encontram. Exemplificando: se um Espírito, ao intuir ou transmitir uma mensagem o fizer com humildade, exprimindo muito amor, sendo capaz de chamar a atenção dos presentes por deslizes praticados sem magoá-los, já sabemos que esse irmão é de nível espiritual elevado. Se um mentor procura orientar usando linguagem clara, sem se perturbar com possíveis interpelações irreverentes ou mesmo irônicas, continuando a falar no mesmo tom de doutrinação amorosa, ainda que enérgica, então sabemos que o irmão possui credenciais para estar servindo como digno professor de almas.
Entretanto, se o Espírito se apresenta autoritário, enervando-se com interrupções, incapaz de manter suas vibrações de amor a todos os presentes, verificamos tratar-se de irmão necessitado de muito aprimoramento, embora, muitas vezes, traga mensagens aproveitáveis.
Ë preciso que entendem que não devemos rejeitar os ensinamentos de uma entidade desencarnada só por que ela não se encontra em alto nível espiritual. Cada irmão oferece aquilo que sabe e os bem intencionados tomam muito cuidado para transmitir somente aquilo de que têm certeza. Cada um de nós, encarnado ou não, é responsável pelos ensinamentos que dá a quem quer que seja. Por esse motivo, eu procuro averiguar bem o assunto de que trato, quando escrevo para vocês todos. Não pensem que disse alguma inverdade. Desde as primeiras mensagens que ditei, esforcei-me por explicar bem minhas observações, dando-lhes a interpretação que meu conhecimento permitia. Ao transmitir ensinamentos, baseei-os em aulas que recebi e experiências que fiz. Nas descrições que porventura tenha feito dos lugares por onde andei, procurei ser o mais fiel possível, comparando-os com as paisagens que nós conhecemos no plano físico.
Sou um espírito muito ignorante ainda para poder fornecer maiores explicações aos amigos que ficaram. Minha grande preocupação é fazer vocês todos crerem na continuação da vida do desaparecimento do corpo. Isso é de uma importância inimaginável. Se pudéssemos avaliar a necessidade que temos de compreender a eternidade de nosso espírito e a realidade da vida espiritual estaríamos contribuindo grandemente para maiores facilidades de adaptação ao Plano em que agora vivo.
PLANO é usado aqui para expressar ambiente vibracional, se assim podemos dizer. Qualquer pessoa, não importa a crença ou religião que professe, pode adquirir condições de ser mais “independente” quando desencarnar e não perder tempo em “estado atribulatório” pelo qual passa a maioria dos que deixam a Terra e encontram o inesperado. Não sabem nortear-se, porque nunca pensaram nisso. É preciso também que não ignorem a paisagem espiritual, pois cada qual terá para si a visão interior que desenvolveu, segundo a sua maneira de encarar os problemas da vida que deixou.
Muito importante é a nossa força psíquica na vida espiritual, onde um pensamento pode levar-nos rapidamente ao local que desejamos. A capacidade ou intensidade do pensamento dirigido é uma força muito grande que pode orientar-se no sentido que lhe imprimimos. Se emitimos sentimentos destruídos de luz divina, vamos encontrar lugares trevosos.
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Jesus recomendou que,
antes de orar, prestássemos
reverência a Deus e nos
apaziguássemos com os
inimigos.
Aproveitei as “férias” [...]
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Jesus recomendou que,
antes de orar, prestássemos
reverência a Deus e nos
apaziguássemos com os
inimigos.
Aproveitei as “férias” para procurar novos assuntos. Nem sempre consigo trazer novidades, não só a vocês como aos amigos que se interessam pelo que escrevo. Esforço-me, porém, por dar-lhes alguma noção nova, a fim de que não se aborreçam com as repetições. Muitas vezes, porém, é necessário repetir certos ensinamentos, porque são básicos. Por exemplo: o “orai e vigiai”.
Orai – como será? Temos idéia de que orar seja colocar-se em comunicação com Deus. Muito bem! Como se conseguir isso? Há que desfie rosários de orações e nem sequer segue a meio caminho de sua ligação mental com a Divindade.
Então, de que maneira?
Vejamos. Já foi admitido que orar é comunicar-se com Deus e ninguém que conheça os Evangelhos pode ignorar como isso se faz. Jesus aconselhou-nos a orar com simplicidade sem multiplicar palavras e, como exemplo de prece ensinou-nos o “Pai Nosso”. Ainda recomendou que, antes de orar, prestássemos reverência a Deus e nos apaziguássemos com os inimigos. Recomendou, também, que nos amássemos uns aos outros como Ele nos amou. Ensinou-nos perdoar para sermos perdoados; a confiar no Pai; que nunca desampara, e a tomarmos como exemplo as aves do céu e os lírios dos campos. Muita coisa mais nos ensinou Jesus.
Pois bem. O que é orar, ou melhor, como orar?
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O médium é a firme pilastra
com que conta o Mestre para
que seu Evangelho brilhe
em todos os quadrantes da
Terra.
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O médium é a firme pilastra
com que conta o Mestre para
que seu Evangelho brilhe
em todos os quadrantes da
Terra.
Novamente venho dar aos encarnados um pouco mais de conhecimento além do que conseguem obter com os cinco sentidos do corpo e com o raciocínio, mediante o qual se esforçam por compreender aquilo que não é ainda possível provar através da Ciência.
De forma alguma menosprezo a Ciência. Disso dou provas quanto tento explicar algo mais, no intuito de auxiliar essa mesma Ciência a ampliar seus conhecimentos e descobrir meios de comprovar o que todos os médiuns afirmam.
Não desisto e nenhum transmissor espiritual se deixa abater quando verifica que grandiosos ensinamentos, trazidos com enormes dificuldades, são relegados ao desprezo ou à crítica menos construtivas.
Faz parte de nosso mister sofrer decepções, mas nunca o desânimo nos atinge, porque todos nós sabemos qual o objetivo que temos a alcançar. A incredulidade, o ceticismo de muitos, as dúvidas e até as ofensas são escolhos que dificultam nossa tarefa, mas enrijessem nosso espírito, tornando-o mais apto ao cumprimento da missão que o Senhor nos confiou.
Na Terra muitos médiuns são ridicularizados e sofrem pela incompreensão de pessoas que desejam obter, por seu intermédio, provas irrefutáveis da existência de outro plano de vida; outros sofrem, vítimas dos que tentam provar serem eles farsantes e que, por meio de uma dita mediunidade, exercem fascínio sobre as criaturas. Assim, verificamos que só aquele que possui a certeza de que é portador de um dom útil aos demais, aquele amadureceu suas faculdades à custa de penosas encarnações, de ingentes esforços por sua evolução, consegue manter-se firme no propósito de se prestar a ser intermediário dos ensinamentos, com os quais a Espiritualidade visa encaminhar os encarnados a uma elevação maior de propósitos.
O médium é um espírito que encarnou decidido a colaborar no adiantamento dos que ainda não conseguem entrever outra realidade senão a física. O que possui equilíbrio e virtudes que lhe granjeiam atenções dos companheiros de jornada; que consegue exercer serenamente sua humilde tarefa, sem desânimo e até com entusiasmo; que é capaz de fornecer aos Espíritos uma colaboração constante e eficiente, embora tenha, ainda e sempre, de cuidar de seus afazeres dentro do ambiente em que vive, de acordo com suas atribuições na sociedade esse médium veio preparando-se de longa data. Ninguém consegue ser exímio em uma arte se não veio, em várias encarnações, solidificando o aprendizado de múltiplas experiências.
Médiuns notáveis, que se encontram no mundo em vários setores de atividade, iniciaram há séculos seu preparo. Foram perseguidos por suas idéias, fracassaram muitas vezes, sentiram-se frustados em suas mais belas aspirações. Muitos deles chegaram a ser imolados quando tentavam defender a justiça e até mesmo as verdades científicas e filosóficas que pregavam. No duro cadinho do sofrimento forjaram suas faculdades medianímicas. Alguns já foram precursores das atividades mediúnicas sem terem sido reconhecidos como tais.
A codificação de Allan Kardec deu uma nova oportunidade aos espíritos, já preparados, de contarem pontos de merecimento na observância das leis naturais de intercâmbio dos encarnados com os espíritos desencarnados, permitindo-lhes ser os intérpretes destes no meio dos que ainda se encontram com a indumentária terrena. Muitos irmãos rogam essa oportunidade, uns com maiores, outros com menores aptidões, cada qual servindo, dentro do círculo ao qual consegue levar a mensagem que trouxe para ser divulgada.
Todos os médiuns têm meios de encontrar oportunidade de trabalho. Há os que executam suas tarefas conscientes do que estão fazendo, seja transmitindo recursos espirituais adquiridos ou o que conseguem captar da Espiritualidade.
Nem todos os médiuns, porém, trabalham em Centros e dão passes, porquanto os há dentro das mais diversas atividades do homem, como o pintor, o músico, o professor, o médico, etc; embora nem sempre o saibam, agem conscientes do que fazem, ora usando a experiência obtida anteriormente, ora sob a influência dos mentores. Alguns fazem descobertas sensacionais e pensam que foi somente devido à própria capacidade. Não se nega o valor pessoal da criatura, mas aqueles que alcançam grande destaque em suas atividades contam sempre com hostes espirituais impulsionando-os de outro Plano. Infelizmente, os que agem de forma negativa, também arregimentam espíritos infelizes para colaborarem em seus atos insanos. Ë de se lastimar.
Há os que temem um fracasso e, por isso, rogam, antes de encanar, lhe seja dado um meio que os obrigue a seguir o caminho que traçaram para si mesmos. Vemos, então, os portadores de doenças estranhas das quais só se livram quando encontram um grupo espiritualista que os socorre e orienta. Passam a exercer uma mediunidade inconsciente, sem saberem sequer dos métodos usados no cumprimento da missão medicina. Muitos dormem e assim trabalham até que acordam, completamente alheios ao que fizeram ou disseram.
Mediunidade há que se evidencia em pessoas que jamais tiveram idéia do que isso fosse. Passam sua vida ajudando o próximo com rezas e aconselhando “menzinhas”, que sempre curam, embora a variedade de chás seja exígua para tantos males que afligem o homem encarnado.
Aquele irmão que está iniciando sua escalada necessita de esclarecimento para abreviar seu caminho na aquisição das faculdades, que um dia lhe permitirão manter contato consciente com a Espiritualidade Maior e propiciar grandes passos à Humanidade. Os médiuns de hoje, dentro do dom ou dos dons de cada um, procuram levar à compreensão da mediunidade o maior número possível de irmãos neófitos, obtendo, desse modo, o aprimoramento de suas faculdades.
Quando voltarmos novamente ao cenário terrestre, precisaremos contar com valorosos Espíritos amigos que nos preparem o ambiente para o trabalho que pretendermos realizar. Quanto maior for o número de irmãos esclarecidos ao nosso redor, maior será a projeção de nosso trabalho no rumo da realização eficiente dentro do plano do Criador.
O médium é a firme pilastra com que conta o Mestre para que seu Evangelho brilhe em todos os quadrantes da Terra, soberano, unindo todos os povos num amplexo de amor e compreensão.
Assim é. Sei que divaguei um pouco. É que me entusiasmei com o assunto. Difícil é avaliar o que um médium representa para um Espírito, que procura comprovar a continuação da vida na transmissão de suas mensagens. Com isso, não estou desejando jogar confete em ninguém, mas despertar os médiuns para a grande importância que o exercício da mediunidade representa para todos nos.
Por isso ficamos felizes quando sabemos que nossos entes queridos se encaminham, usando sua mediunidade, para construírem um mundo melhor amanhã.
Luiz Sérgio.
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…o local fica de tal forma
propício ao trabalho dos
Espíritos samaritanos, que
ocorrem mesmo as curas…
Em volta de lugares como sua casa [...]
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…o local fica de tal forma
propício ao trabalho dos
Espíritos samaritanos, que
ocorrem mesmo as curas…
Em volta de lugares como sua casa e ambiente como Centros Espíritas, Igrejas e outros locais onde se faça uma comunhão harmônica de pensamento, há uma espécie de halo vibratório. Essas vibrações, que permanecem nos locais onde se pratica a prece ou se reúnem pessoas bem intencionadas no sentido moral, continuam por muito tempo modificando o ambiente e, se constantemente alimentadas por novas energias, formam como uma ilha de forças positivas bastante resistentes ao impacto das ondas negativas, que recuam ao terem contato com sua periferia.
Dentro desse oásis de tranqüilidade, podemos sentir paz a ter ambiente propício para o desenvolvimento de faculdades extra-sensoriais, assim como elementos para restaurar a saúde, se estiver abalada.
Esse é o motivo pelo qual nos centros espíritas, nos lugares onde se fazem romarias e mesmo em algumas igrejas onde haja imagens tidas como milagrosas, muitas vezes, observam-se as curas.
Estudemos o assunto.
Alguém, num momento de elevação natural, em determinado lugar, teve uma visão do astral superior; voltou novamente a tê-la em outras ocasiões, no mesmo lugar, porque ambos estavam condicionados: a pessoa, que, devido à primeira experiência, voltou ao lugar onde conseguira entrever outras formas de vida; o lugar, que se tornou como que imantado, propício às experiências dessa espécie. Propala-se a notícia e pessoas cheias de fé acorrem ao local, na esperança de conseguirem ver ou receber dádivas espirituais. Oram com devoção, aumentando a carga positiva. Cada vez mais, o ambiente em derredor presta-se à realização de curas e, na mesma proporção, aumentam os “milagres”. O povo diz que o lugar é santo. Sábia afirmação! Realmente, o local fica de tal forma propício ao trabalho dos espíritos samaritanos, que ocorrem mesmo as curas, quase impossíveis em outro ambiente não preparado.
O mesmo acontece em Centros Espíritas, onde há preparação cuidadosa antes do atendimento. Pensamos que o preparo é necessário para os Espíritos, encarnados ou não, ouvirem e aprenderem. Sim, isso é muito útil, mas o maior benefício ainda não é esse. Ouvimos, entendemos, mas muitas vezes nosso campo mental não permite assimilação espiritual. Então, abnegados servidores do Cristo ajudam-nos a ter maior compreensão. Ora, isso é possível em larga escala quando o recinto está impregnado de boas vibrações, de vibrações, de freqüência maior que as que costumamos emitir na vida comum.
Quando recomendamos que antes dos trabalhos espíritas não nos detenhamos em conversas de baixo teor moral, que não pratiquemos os vícios comuns e, pelo contrário, procuremos orar, ler as obras, conservamos a calma, é para conseguirmos equilibrar as vibrações locais e mantê-las em alto padrão.
Quando sentirmos que ao nosso redor já reina a tranqüilidade, então procuremos exercer a caridade que nos for dado praticar, nunca esquecendo de permanecer em elevação espiritual.
Os grandes Santos da história mantinham-se nesse padrão vibratório e por essa razão um campo de força positiva se estendia ao redor de seu corpo, às vezes, bastante extenso, favorecendo as curas que realizava,.
O primeiro passo que devemos dar para o equilíbrio de nossas forças é conservar o ambiente imantado. Usamos a palavra “imantado” significando “transformado em campo positivo de ação”. Dentro dele os fatos afins são mais fáceis de ocorrer.
Grande vantagem obtêm as pessoas que conseguem manter seu “campo” perfeitamente em equilíbrio, onde as belas qualidades podem florescer. Um espírito esclarecido pode facilmente notar que todos os conselhos de Jesus se referem à reforma da pessoa, através da prática das virtudes. Não pense que é um “código de honra”, tal como costumamos admitir. Os Evangelhos nos aconselham normas que, observadas, auxiliam a formação de um campo imantado à nossa volta. Obtido ele, começamos a perceber modificações em toda a nossa vida, para melhor: no gênio, nos amigos, na saúde, etc.
As pessoas que teimam em se manter afastadas da religião, qualquer que ela seja, mesmo assim deveriam ler os Evangelhos, para extrair deles a sabedoria que Jesus legou aos homens. Poderia o materialista usar seus ensinamentos como código precioso, manual de normas interiores, pondo-as em prática com o fim de beneficiar-se.
Luiz Sérgio.
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… vou descrever o que pude
perceber e registrar de um
tratamento renal.
Vim para assistir a uma reunião muito importante aproveitarei para dar notícias [...]
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… vou descrever o que pude
perceber e registrar de um
tratamento renal.
Vim para assistir a uma reunião muito importante aproveitarei para dar notícias minhas.
Estou muito interessado no aprendizado da formação do corpo espiritual ou melhor perispiritual. É um estudo anatômico e fisiológico do perispírito.
Foi-me dito que todos os males de que sofre a humanidade (físicos e mentais) são provavelmente de desorganização no corpo perispiritual. Então, desejei conhecer-lhes a causa e, em conseqüência desse meu interesse, fui levado a estudar um pouco da Medicina do nosso Plano. Já estou sabendo alguma coisa. É claro que não vou poder explicar muito bem o que aprendi, porque ainda sou aluno novo. Entretanto, já consigo divisar, no corpo do encarnado, a parte que nele se integra e que não pertence ao físico; é destinada a separar-se dele quando do desencarne.
Assisti a alguns tratamentos feitos por médicos já desencarnados e vi como e onde agiam. Para dar exemplo, vou descrever o que pude perceber e registrar de um tratamento mental.
O paciente estava com os rins em péssimo estado. O relatório sobre ele indicava que o mal que o acometia era devido a excessos praticados em encarnações anteriores e que, por conseguinte, seu perispírito ficara avariado no local relativo ao órgão renal. Como essa pessoa na presente encarnação é sóbria e comedida, além de ter a seu encargo família numerosa e resgates que encara com coragem e eficiência, houve uma possibilidade de se requerer para ela uma permanência mais longa no corpo.
Os médicos preparavam-se para realizar o tratamento: aventais, medicamentos, etc.. Quando o paciente dormiu, amorteceram-lhe também os sentidos espirituais, para que não tivesse conhecimento de que estava sendo tratado por eles. Queriam que atribuísse sua melhora ao tratamento novo a que se submetera.
Pensei que fossem mexer nos rins do irmão encarnado, mas não fizeram assim. Conseguiram como que separar uma “imagem” do rim e foi nesse duplo que inseriram o bisturi e retiraram a parte doente. Falei bisturi mas não pensem que houve corte. O Bisturi espiritual não corta: remove, ou melhor, elimina aos poucos as equimoses existentes. O trabalho é de grande paciência e exige muita concentração. Tive a impressão de que nós é que estávamos fornecendo a “força” ou “energia” que movimentava o bisturi. Não sei a que posso comparar a operação feita. Talvez os raios “laser” ofereçam alguma semelhança com o que foi emitido pelo objeto em uso
Quando os médicos acharam que era suficiente, retiraram-se, tendo o cuidado de fazer voltar o duplo do rim para o seu lugar e despertar o espírito adormecido.
Nada pude perguntar, porque era um assistente entre muitos e os médicos afastaram-se logo. Esse trabalho foi feito na noite de Natal e nós demos graças por havê-lo presenciado.
Não sei como está passando o operado. Qualquer dia vou perguntar por ele. Provavelmente registrou melhoras e poderá continuar cumprindo sua missão na Terra. Se reincidir nos erros anteriores, voltará a prejudicar-se com muitos agravantes.
O que relatei acontece com freqüência, mas ninguém percebe. Há casos que não podem ser curados porque, se o fossem, nada adiantaria; a causa dos males perduraria e, em decorrência disso, em breve tempo a pessoa voltaria a apresentar o mesmo sofrimento.
Existem lugares, isto é, consultórios médicos, que funcionam sob a proteção de grandes médicos espirituais. Eles gostam de auxiliar os profissionais conscienciosos, eficientes e desinteressados quanto ao enriquecimento. Preferem sempre os dedicados e caridosos na profissão que escolheram como sacerdócio.
Lembram-se de que eu pedi para estudar geografia? Já estudei tanta coisa e ainda me falta estudar muitíssimo mais. Entretanto, nada de geografia me ensinaram, além da que aprendi quando encarnado. Não sei a relação existente entre minha condição e a da Terra. Não vou falar mais nisso, porque é muito complexo e ninguém vai entender.
Agora que já falei bastante de mim, vou-me referir aos meus amigos. Estou atendendo como posso ao amigo que sofreu o desastre junto comigo. Ele teve uma provação mais difícil do que a minha e precisa de auxílio. Constantemente peço para algum médico ir vê-lo e minorar-lhe o sofrimento. Creio que sou atendido, porque ele me envia pensamentos que recebo por intuição. Não tenho chegado perto, para não provocar nele sentimento de culpa. Só raramente o observo.
Vou terminar minha comunicação de hoje. Continue em seu trabalho pequeno para merecer a assistência dos “Grandes”.
Peço que transmita aos meus familiares um grande abraço. Diga-lhes que anotem na agenda que organizarem o dia do recebimento de minha mensagem.
Luiz Sérgio.
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