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O Trevo, Julho de 1989.

Pais, pais nossos que estão na Terra; não nos abandonem, auxiliem-nos; não nos ignorem, aconselhem; não cortem em nós a alegria da força jovem, canalizem-na para o bem. Não reprimam a nossa felicidade de viver, contribuam para que seja sempre bem aproveitada; não desprezem a mão-de-obra jovem, utilizem-na enquanto existe. Não ignorem o sorriso juvenil, apreciem-no ao máximo. Não abandonem o jovem sofredor, recolham e amparem.

Você tem a dádiva da energia, da alegria e do amor perto de você e as vezes a ignora. Se você tem um jovem a teu lado, agradeça a Deus por ter a oportunidade de ver em terceira pessoa todos aqueles momentos, felizes ou tristes, pelos quais você passou. Agradeça por poder sentir de perto novamente aqueles momentos tão bons, e passar a outros experiências já vividas, experiências de uma época que não mais retorna mas residirá eternamente dentro do peito e da memória. Época de mil amores, época de mil dores.

Acompanha-nos, pai, esteja sempre ao nosso lado para termos a certeza de termos à disposição a forte mão, a mesma que nos levantou do engatinhar para o andar. Tenha certeza, pai, que apesar das mais estranhas formas de demonstramos isto, nós te amamos, e se possível, demonstraríamos isto todos juntos, numa só voz: “Obrigado, pai, pai nosso que merece os Céus”.

André M. Lorenzetti.

FONTE: O Trevo.

O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

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Saudações DalheMonguerreiras,
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DalheMongo
Administrator Mor

    Gostou? Então dá uma olhada nesses:

    1. RESPONSABILIDADE NÃO TEM IDADE
    2. ESPIRITISMO: UM JOVEM ACIMA DE 30
    3. O EMPURRÃO QUE O JOVEM PRECISA

    (Nota do DalheMongo): Hei, jovem de mocidade, você sabia que tem gente falando de você em O TREVO de dezembro? Quer saber o que?! Leia o texto abaixo.

    Imagine que a resposta para a pergunta “Senhor, posso freqüentar esta casa espírita?” seja SIM. Sim, pode freqüentar esta casa. Imagine agora, que este mesmo jovem passe a freqüentar o grupo de Mocidade Espírita de sua casa. Quantas vezes você terá oportunidade de encontrá-lo na casa? Em quais momentos poderá cumprimentá-lo e ter a oportunidade de saber de sua vida? Será que somente em eventos da casa? Ou será que nem nestes momentos? Por quais sofrimentos e alegrias poderá passar nos anos da turma de Mocidade? Será capaz de reconhecê-lo após alguns meses?

    Não só um programa de aulas dedicado à adolescência, ou um departamento da casa espírita, a Mocidade deve assumir sua função como parte de um processo de desenvolvimento e amadurecimento do espírito encarnado, que se inicia na infância e ocorre no decorrer de toda sua vida. Neste sentido, mais do que uma seqüência de aulas formando um programa padronizado, o que já nos caracteriza como uma Aliança, a Mocidade é um ideal de crescimento espiritual da adolescência.

    Mas você deve estar se questionando, o que tenho a ver com isto?

    091108-0241

    Quando pensamos em Mocidade, a palavra integração logo nos vem à mente. Integrar o que? Para que? Por quem? Se reconhecermos que qualquer trabalho precisa se integrar a casa espírita, isto significa que já está separado. E precisamos fazer de tudo para que isto não ocorra. E fazer mais ainda para que tal situação não perdure. Compartilhar seria a melhor palavra. Compartilhar decisões da diretoria em conjunto com os dirigentes de Mocidade, compartilhar aulas em conjunto com as Escolas de Aprendizes, compartilharem exposições de aula nas turmas de Mocidade, compartilhar discussões sobre a juventude nos cursos de Oratória e de Entrevistadores, compartilhar o mesmo horário na casa espírita para que o jovem veja e seja visto, compartilhar risadas nos corredores da casa espírita, compartilhar músicas e vibrações para o bem da humanidade e compartilhar acima de tudo, a esperança na juventude e no homem.

    Mas uma outra pergunta nos motiva a reflexão, como posso contribuir para este desenvolvimento do jovem? Sabendo das potencialidades do jovem, da Mocidade e como o programa de aulas da Mocidade pode contribuir para que caminhos em comum sejam construídos. Você conhece o programa de aulas da Mocidade? Sabe que ele mudou e foi ratificado na RGA deste ano? Se mudou, como podemos construir possibilidades de interação?

    Um programa estruturado em quatro ciclos, em que palavras como Conhecer, Sentir, Pensar e Agir são norteadoras. Um programa em que busca estar em conformidade e atualizado com as transformações do espírito na fase da adolescência e da sociedade. Um programa na qual as visitas aos trabalhos da casa estão contextualizadas (como por exemplo a visita aos trabalhos de cunho espiritual da casa na parte em que se aborda o tema Mediunidade, a visita as Escolas da casa espírita quando o assunto da História do Espiritismo no Brasil é abordado), um programa que convida os pais dos jovens a conhecerem a Mocidade, a Casa Espírita e o Espiritismo, um programa que faz Evangelho no Lar na casa de um dos alunos, levando um pouco de paz e amor aos lares (não te faz lembrar nenhum trabalho das Escolas?), um programa enfim que pode muito, mas nada faz sem a real colaboração e vontade dos trabalhadores da casa espírita, dirigentes de Mocidade ou dos demais trabalhos.

    Compartilhar amigos, pensamentos, reflexões, atitudes, erros e acertos na tentativa de fazer da casa espírita um ambiente sadio de convivência e confraternização espiritual, quiçá uma Casa do Caminho. E agora, o que fazer não seria a pergunta mais adequada e sim:

    E agora, quando começar a fazer?

    Daniel Boari – SP Centro

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      1. O NOVO PROGRAMA

      O Trevo, Maio de 1989.

      Percebemos que muitas vezes, alguns centros teriam condições para abrir uma Mocidade Espírita, mas não o fazem por falta de conhecimentos e experiência. Damos então algumas dicas de como fazê-lo.

      Após estar constatada a necessidade de uma Mocidade Espírita junto com a diretoria do centro, inicia-se o trabalho de vibrações. Estas vibrações servem como chamariz para os jovens da região.

      Enquanto continuamos com as vibrações, devemos conversar com os jovens da casa, procurar saber qual é o melhor horário, caracterizar que tipo de jovem frequentará a mocidade.

      Procurar no livro “Aliança: Vivência do Espiritismo Religioso” a parte de Mocidades Espíritas e montar um calendário com as aulas e atividades começando logo após a divulgação pelo bairro e pelo centro.

      Não esqueçamos jamais do plano espiritual para início e continuidade da turma. (Este artigo foi extraído da apostila de Dirigentes de Mocidades Espíritas)

      Lembramos também que a CAM (Comissão de Apoio às Mocidades), realiza anualmente um curso para Dirigentes de Mocidades, além das reuniões (…).

      Tenha sempre a Mocidade Espírita com muito carinho e amor, pois assim terá uma bela turma dentro do centro.

      FONTE: O Trevo.

      O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

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        1. De onde surgiu a Mocidade da Aliança?
        2. Comunica Mocidade: ahn? Ensaio Aberto: quê?

        O Trevo, Abril de 1989.

        Qual a diferença entre um jovem e um adulto? Os anos os separam tanto assim, tornando-os psiquicamente e mentalmente afastados? Tirando-se a saúde e alguns pensamentos característicos do jovem e do adulto, são ambos iguais, capazes de desenvolver as mesmas atividades, assumir os mesmos compromissos e trabalhar de igual para igual. Não somente no campo profissional, mas como no social e religioso.

        Muitos dizem que o jovem é irresponsável e inconsequente: mas a proporção desses jovens para os adultos do mesmo modo, é igual. Se fôssemos só nós jovens, os irresponsáveis, não haveriam tantos desastres, crimes ecológicos, milhões de pessoas passando fome quando se produz alimento suficiente, violência, etc. Estes atos são grandes provas da irresponsabilidade, inconsequência e às vezes ignorância.

        A cada dia o jovem mostra mais capacidade ante a sociedade, como empresários bem sucedidos, pessoas que lutam pelos direitos humanos e da Natureza, trabalhadores árduos e corajosos. Isto deve acontecer dentro do centro espírita também. Em alguns centros isto já acontece, mas não em nível nacional ou mundial. O jovem aceita, muitas vezes, o rótulo que alguns poucos lhe colocaram de incapaz e incompetente, e se limita a aprender. O jovem tem a obrigação de trabalhar lado a lado com os adultos, através de apoio mútuo e também troca de informações, e experiências em dupla direção.

        Já é ultrapassada a imagem de que os adultos sabem tudo e o jovem sabe e muito mais, que o jovem deve apenas ouvir os mais velhos. Dentro do Espiritismo, já temos provas disto.

        Se cada um de nós libertasse corretamente o jovem interior de cada um, o mundo seria mais cheio de alegrias, energia, sem alterar a responsabilidade e a capacidade de cada indivíduo.

        FONTE: O Trevo.

        O texto acima faz parte do Índice Geral de Assuntos do jornal O Trevo, da Aliança Espírita Evangélica. Ter acesso ao mesmo só foi possível devido a um grande trabalho de digitalização. O índice compreende o período de 1973 a 1999, referente aos Trevos números 1 a 303. O período de 1999 a 2008, será adicionado posteriormente.

        O endereço: http://www.digmafra.com.br/aee/otrevo/

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          1. Norma Internacional de Responsabilidade Social
          2. ESPIRITISMO: UM JOVEM ACIMA DE 30
          3. AOS SENHORES PAIS

          O Trevo, Junho de 2010.

          A juventude necessita urgentemente de apoiarse em um ideal forte e construtivo, acima de horizontes meramente humanos; e nenhum ideal é maior e mais elevado que este, de dedicar-se ao serviço do Bem,ajudando a construir na Terra, desde já, alicerces sólidos da futura vida espiritual.”trecho do livro Verdades e Conceitos II – Edgard Armond – Cap 39 – Um Ideal para os Jovens. Ao lermos este capítulo façamos a pergunta: até que ponto estamos proporcionando espaço para que o jovem que busca auxílio possa “apoiar-se em um ideal forte e construtivo” de vivência cristã, de formação moral?

          A Casa Espírita que integra a Mocidade logo percebe esse Ideal proposto por Armond, que preocupado com a Juventude endereça outra nota a todos os grupos, nesse mesmo capítulo: “Este é o setor da propaganda espírita que, no momento, necessita de mais amplos desdobramentos e mais assíduos cuidados por parte dos líderes, dirigentes e editores, não se esperando que as vicissitudes nos empurrem, mas antecipando-nos aos acontecimentos”. O texto continua atual, a contribuição de Armond para as Mocidades, abriu espaço para a Juventude que busca o que o mundo não pode oferecer, um caminho contínuo, onde a Mocidade FORMA novos sentimentos, e a Escola de Aprendizes do Evangelho (EAE) vem REFORMAR os sentimentos enraizados do passado. Outro alerta de Armond, neste mesmo capítulo, reforça a necessidade de agirmos em auxílio da formação cristã dos jovens. “Contra a juventude trabalham forças maléficas e traiçoeiras vinculadas aos programas de envolvimento da Terra pelas forças do Mal; e estas têm alto interesse na desorientação dos jovens, que serão amanhã o governo do mundo…”

          Neste contexto, o Espiritismo tem papel preponderante, pois a racionalidade de sua mensagem tem o poder de tocar o coração desses jovens. Além disso, a Missão da Aliança, de Efetivar o ideal de Vivência do Espiritismo Religioso por meio de programas de trabalho, estudo e fraternidade para o bem da humanidade, inclui explicitamente crianças, jovens e adultos. Portanto, que os dirigentes dos Grupos da Aliança atentem para as orientações de Armond e cuidem deste setor, com responsabilidade, para que tenhamos homens de bem em um mundo melhor.

          Flavio Darin é do GEAE Santos– Litoral Centro

          Fonte: O Trevo

          Esse jornal é destinado aos trabalhadores e alunos dos Grupos Integrados e Inscritos da Aliança Espírita Evangélica.

          A primeira edição do jornal O Trevo circulou com data de capa de novembro de 1973. O jornal busca difundir e reforçar conceitos em torno do aspecto religioso da Doutrina Espírita, além de ser um painel do movimento de Aliança e da Fraternidade dos Discípulos de Jesus.

          Para mais informações entre em contato com a equipe dO Trevo:

          Redação: rua Francisca Miquelina, 259 – CEP 01316-000 – São Paulo-SP
          Telefone (11) 3105-5894 fax (11) 3107-9704
          Site: www.alianca.org.br
          E-mail
          : trevo@alianca.org.br

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            1. ADULTOS VERSUS JOVENS. ISTO NÃO VAI ACABAR?
            2. Série Aliança e Canal Oficial no Youtube
            3. De onde surgiu a Mocidade da Aliança?

            O Trevo, Julho de 1988.

            O Espiritismo é uma doutrina que foi codificada há mais de 130 anos, com a 1ª codificação do “Livro dos Espíritos”. Codificado naquela época, o Espiritismo é hoje procurado por um número cada vez maior de pessoas.

            O Espiritismo veio cedo demais ou nós estamos atrasados demais? Nenhum dos dois, o fato é que o Espiritismo é uma doutrina elaborada para perdurar por muitos séculos. Mesmo na Era da Informática, o Espiritismo continua tendo sua importante missão, a do esclarecimento, e continua atraindo muitas pessoas.

            O mais interessante, porém, é que a Doutrina Espírita consegue atender a todas as faixas etáriasda vida humana, provando que é errado o que muitos pensam – “religião é coisa pra velho” -, o Espiritismo atrai jovens de todas as linhas de pensamento e necessidades.

            Com sua grande elasticidade, podendo ser modelada em vários tipos de dinâmica, a Doutrina pode ser passada ás crianças, jovens ou adultos com suas devidas adaptações. Com poucos anos de experiência, a adaptação feita exclusivamente para o jovem, vem mostrando ótimos resultados, atraindo cada vez mais jovens que se integram ao centro e transmitem o Espiritismo dentro ou fora dele. Com o tempo, o Curso de Mocidades veio se adaptando às mudanças de gerações e às necessidades de cada jovem, tratando-o isoladamente, caso a caso, e também dentro de um grupo, que torna-se homogêneo com o decorrer do curso.

            Por ter esta flexibilidade de se modificar com o decorrer do tempo, e também de alterar o modo a ser ensinado dependendo de cada ocasião, é que a Doutrina Espírita vem adquirindo mais a mais força e adeptos, muitos deles vindos de outras religiões porque estas não se atualizaram.

            FONTE: O Trevo.

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              1. O EMPURRÃO QUE O JOVEM PRECISA
              2. Entrevista com Renato Prieto falando sobre o jovem e espiritismo
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